Vereadores de Diadema perdem 13º e vale-refeição

Adote um VereadorO Ministério Público conseguiu liminar que suspende o pagamento de 13º salário e a concessão de vale-refeição aos vereadores de Diadema, benefícios aprovados por eles próprios no início dos trabalhos legislativos deste ano. Um dos argumentos usados pelo promotor público Jairo Edward De Luca é que a fixação do valor do subsídio somente valeria para o ano seguinte a aprovação.

O presidente da Câmara Municipal de Diadema, Manoel Eduardo Marinho (PT-SP), na época em que os projetos estavam em discussão, justificou a mobilização dos colegas dizendo, ao CBN São Paulo, que “vereador é trabalhador”.  O pagamento do 13º salário e do vale-refeição custaria ao cidadão de Diadema quase R$ 208 mil.

Por ser liminar, fique atento, pois pode ser derrubada a qualquer momento.

3 comentários sobre “Vereadores de Diadema perdem 13º e vale-refeição

  1. O POVO foi consultado? Se o eleitor de Diadema, que paga seus impostos, não concorda com 13º salário e vale -refeição então tem que acabar mesmo.
    Caros vereadores vocês não são obrigados a trabalhar para o cidadão, deixem seus cargos e voltem para a iniciativa privada. Lá deve estar melhor.
    É tão simples.

  2. É vergonhoso ver que nós somos governados (porque isto não ocorre só em Diadema, mas no país inteiro em todas as esferas – Municipal, Estadual e Federal) por pessoas que só olham para o próprio umbigo. Na hora de ganhar benefícios a mais, são trabalhadores, como qualquer outro; na hora de terem regalias como recessos de 2 ou 3 meses duas vezes ao ano, são autoridades públicas, assim como Fórum privilegiado, ausências em plenários sem qualquer punição, etc.
    Aproveitando este tema, quero citar algo que acho outra vergonha: eu trabalho ao lado da Assembléia Legislativa de São Paulo e vejo constantemente os Toyota Corolla adquiridos para uso em serviço. Concordo até que eles precisem e mereçam carros bons e confortáveis para uso, mas por que compraram a versão XEi automática com bancos em couro (cuja Fipe hoje é aprox. R$ 70.000,00) ao invés da versão mais simples XLi, mecânica e com bancos em tecido (com Fipe de pouco mais de R$ 57.000,00)? O carro é o mesmo: amplo, confortável e com os itens de conforto necessários (ar-condicionado, sobretudo). Contudo, é uma diferença de 18% de um para outro, ou seja, a cada cerca de 5 carros comprados, o 6º sairia de “graça”… Mais uma vez o dinheiro público é gasto à toa…

  3. Concordo com o Fernando, carro de luxo não representa produtividade parlamentar, está errado e o POVO jamais concordaria com esse modelo de veículo, mesmo porque o POVO anda é de onibus e eu de Corsa.
    De Uno ninguém quer andar né?
    Papelão dessa Assembléia que me representa como cidadão paulistano.

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