Avalanche Tricolor: de goleada, sem compadrio e, como de costume, na Libertadores

 

 

 

Grêmio 3×0 São Paulo
Brasileiro — Arena Grêmio

 

 

Gremio x Sao Paulo

Festa na Arena, em foto de LUCASUEBEL/GRÊMIOFBPA

 

 

Havia quem pensasse que pudesse ser um jogo de compadres. E bem que o primeiro tempo dava sinais de que mais uma vez neste campeonato os dois tricolores sairiam de campo com o zero a zero no placar — desta vez, somando-se a satisfação de estarem bem próximos de seus objetivos na competição. Sem contar que o empate dificultaria a vida do co-irmão gremista que ainda está em busca de vaga a Libertadores.

 

 

Mas quem assim pensava, se enganou. E se enganou feio porque sequer levou em consideração o histórico do nosso tricolor nesses últimos anos. Não lembrou que Renato é o nosso técnico e em campo tinha um time sempre disposto a certificar o futebol bem jogado que nos deu títulos atrás de títulos, desde 2016. Um futebol que esteve nas fases finais das principais competições que disputou neste ano e que não precisou de muito tempo, no Brasileiro,  para se colocar entre os quatro primeiros com direito a vaga direta na Libertadores.

 

 

A vitória seria a confirmação de que a temporada 2020 nos reservaria mais uma vez as emoções continentais, como de costume — foi assim em 2016, 2017, 2018 e 2019. Nos proporcionaria a 12a participação na Libertadores só neste século e a 20a em todos os tempos. E só por essa história, não dava para imaginar outra coisa senão o Grêmio entrar em campo nesta noite de domingo para conquistar os três pontos.

 

 

Foi por isso que Renato escalou um ataque com quatro jogadores que se movimentam muito e em alta velocidade — apostou em Alisson, Everton, Luciano e Pepê. Uma turma que no primeiro tempo tentou entrar na área adversária mas não encontrou o espaço que precisava para a troca de bola, já que havia um congestionamento de marcadores.

 

 

No segundo tempo, porém, sob nova orientação, permitiu-se ser atacado e a medida que o adversário se aproximava de sua área roubava a bola e disparava no contra-ataque. Quase marcou logo aos dois minutos em uma arrancada de Everton e Pepê.

 

 

Não demorou muito para chegar lá. Aos 10 minutos, após mais um lance de velocidade, intensa movimentação e troca de passes precisos, o ataque gremista desnorteou a defesa e chegou ao pênalti que permitiu que Luciano assinalasse o 400º gol da história da Arena. Em seis minutos, com um gol contra na cobrança de falta de Alisson e outro ataque fulminante que deixou Luciano pronto para voltar a marcar, o Grêmio fechou a goleada.

 

 

Com a vitória e sem compadrio, o Grêmio selou sua presença na Libertadores pela porta da frente e tem a tranquilidade de fechar a temporada com mais um jogo em casa, na quinta-feira, quando se despede de seu torcedor, e outro fora, na última rodada do Campeonato Brasileiro.

Um comentário sobre “Avalanche Tricolor: de goleada, sem compadrio e, como de costume, na Libertadores

  1. Pingback: Avalanche Tricolor: de goleada, sem compadrio e, como de costume, na Libertadores — Mílton Jung | CURIOSIDADES NA INTERNET

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s