Documentos mostram fraude da Petroforte em leilão público

O Ministério Público de São Paulo descobre que o grupo Petroforte, acusado de participar do maior esquema de fraude em falência do País registrado pela Justiça até agora, também deixava as digitais em leilões públicos. O repórter Adamo Bazani, da CBN, teve acesso a documentos, com exclusividade, que mostram que as ordens para as fraudes partiam diretamente de Ari Natalino, dono do grupo.

Os promotores descobriram que “laranjas” do grupo eram utilizados para arrematar em leilões públicos bens do grupo Petroforte bloqueados pela Justiça. Era uma maneira de o grupo não perder os bens e não ter mais débitos com a Receita Federal.

Num dos vários bilhetes trocados entre os integrantes do grupo, Ari Natalino, dono da Petroforte, pede à mulher, Débora Aparecida Gonçalvez que oriente Ida Tufano, outra integrante do grupo e também ligada ao Banco Rural, para ir a um dos leilões públicos. O bilhete é datado de 22 de fevereiro de 2006 e escrito pelo próprio empresário. Foram leiloados na ocasião, materiais de escritório e máquinas. Os bens haviam sido bloqueado pela Justiça.

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