CBN Professional: é possível uma empresa sem chefe e decisões só por consenso?

 

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Mário Kaphan em entrevista foi CBN Professional

 

A busca pelo consenso, inalcançável para a maioria de nós, seja na vida privada seja na profissional, é a razão de ser da Vagas.com desde sua fundação em 1999. Chega a ser difícil entender como isso funciona, especialmente em mercado competitivo no qual reina a meritocracia ou qualquer outra coisa que se pareça com isso. E não pense que ao conversar com um dos fundadores da empresa, Mario Kaphan, ficará mais fácil saber como o consenso pode dar certo: “não temos nenhuma decisão muito relevante que não esteja dentro do consenso, mas já sabemos que o consenso não funciona”.

 

Entrevistei Kaphan por mais de uma hora para o CBN Professional – série de podcast produzida pela rádio CBN em parceria com a HSM Educação Executiva – que já está no ar. Já havia falado com ele um ano antes para outro quadro do Jornal da CBN quando fui apresentado ao sistema horizontal de gestão que impera na vagas.com. Lá não tem chefe, sub-chefe, supervisor de chefe. Todos tem o mesmo poder. Todos, não. Os que conseguem convencer mais, acabam tendo mais poder do que os outros. Porque se as decisões são na base do consenso, quem tiver melhor argumento, leva vantagem. Não é?

 

Antes de começar a ouvir a entrevista com Mário Kaphan, tento explicar como o consenso funciona: eu e você entendemos que é preciso mais um funcionário no nosso departamento; anunciamos a decisão na intranet da empresa; se alguém tiver dúvida sobre esta necessidade, abre uma controvérsia; eu, você e o controverso discutimos o tema; se ninguém sair convencido, ampliamos o grupo de debate; se não houver consenso nada acontece; se nossos argumentos forem fortes o suficientes, o novo colega é contratado.

 

Deu pra entender?

 

Sim ou não, vale a pena ouvir a entrevista completa com o Kaphan, refletir sobre os conceitos e conhecimentos construídos ao longo desses 17 anos e pensar se alguns deles podemos incluir no nosso negócio; na nossa vida. Se ainda está em dúvida, saiba que os resultados da Vagas.com até agora têm sido muito bons, mesmo diante da crise econômica que passa o Brasil, este país no qual a busca pelo consenso está impossível.

 

Mundo Corporativo: “educação é o grande desafio da nossa geração”, diz Antonio Batista, da Fundação Dom Cabral

 

 


 

 

As empresas e os negócios precisam estar atentos as mudanças que o mundo sofre em seus diferentes campos: seja no enfrentamento de crises éticas, como aqui no Brasil; seja diante da questão do terrorismo em outros países; seja pela própria tecnologia que impacta emprego, trabalho e riquezas. Para o presidente executivo da Fundação Dom Cabral, Antonio Batista da Silva Jr, é imprescindível que se entenda que “a educação é o grande desafio da nossa geração”. Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, Batista nos ajuda a pensar sobre como as empresas devem agir frente aos desafios que surgem e a necessidade destas construirem legados sociais.

 

O Mundo Corporativo é apresentado, ao vivo, às quartas-feiras, a partir das 11 horas da manhã, pelo site e pela página da Rádio CBN no Facebook. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN, e aos domingos, às 11 horas, em horário alternativo. Colaboram com o Mundo Corporativo Débora Gonçalves, Juliana Causin e Luiza Silvestrini.

Conte Sua História de SP: desde a chegada dos meus avós, a bordo do navio, em 1888

 

Claudemir Moscardi
Ouvinte-internauta da rádio CBN

 

 

No ano de 1888, no dia 31 de outubro, chegavam em Santos meus avós: Santi Moscardi e Patrina Moscardi. Casaram no navio de medo do que encontrariam no Brasil. Tiveram 14 filhos, todos na região de Jaguariúna, onde foram enviados para substituir a mão de obra escrava do café. Com a crise de 1929, o café já não valia mais nada.

 

E aí começa minha história

 

Meus avós vieram para o bairro do Ipiranga, na zona Oeste, trabalhar na tecelagem dos Jafet. Meu pai era o caçula, Honório Moscardi, com 21 anos. Casou com Maria Rosa Capone, que também trabalhou no café e nas tecelagens ,no Ipiranga. Tiveram três filhos: Vagner, eu e Antônio Carlos.

 

Vagner se formou engenheiro mecânico com 43 anos.
Antônio Carlos, engenheiro eletrotécnico.
Vagner teve dois filhos homens com Miriam.
Antonio Carlos teve dois filhos homens com Cristina.
Eu, também tive dois filhos: casal, com Regina.

 

Nós três trabalhamos na Mercedes-Benz, em São Bernardo do Campo. Estudamos à noite para mudar de vida. Com muita luta, nossos filhos foram estudar no Colégio Arquidiocesano, ali perto onde hoje tem a Estação Santa Cruz do Metrô.

 

Os filhos do Vagner são engenheiros formados pela Mauá, em São Caetano. Os do Antonio, um está na medicina da USP. Já é cirurgião urologista. Está nos Estados Unidos se aperfeiçoado em transplantes. O outro é designer. Estudou em Milão, na Italia.

 

Minha filha se formou na Escola de Comunicação da USP. É relações públicas. Meu filho, está no quinto ano da medicina também na USP

 

No relato desta família, que começa em meus avós, desembarcando em Santos, e segue no sacrifício de cada um de nós para que nossos filhos se formassem, agradeço a quem nos acolheu: São Paulo!

 

Claudemir Moscardi é personagem do Conte Sua História de São Paulo. A sonorização é do Claudio Antonio. Conte você também outros capítulos da nossa cidade. Escreva para milton@cbn.com.br.

@jornaldacbn: presidente do Inep explica reajuste na inscrição do Enem

 

 

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foto do site CBN

 

O Inep anunciou algumas mudanças para a realização do Enem deste ano, como a divisão das provas em dois domingos, e não mais no mesmo fim de semana. As provas também serão distribuídas com o nome do candidato para conter riscos de vazamento. Das novidades, porém, nenhuma gerou tanta repercussão quanto o aumento de 20% na taxa de inscrição para o exame. Antes custava R$ 68 e agora custará R$ 82.

 

Em entrevista ao Jornal da CBN, a presidente do Inep, Maria Inês Fini, disse que 70% dos participantes tem isenção da taxa e o novo valor foi necessário para cobrir parte dos custos da prova. Segundo ela, é uma maneira de tratar o dinheiro público com respeito.

 

Aqui você acompanha a entrevista completa, na qual conversamos sobre taxa, provas, logística e segurança:

 

 

Algumas das regras do ENEM 2017 publicas pelo Portal G1:

 

  • Prazo de inscrição começa em 8 de maio e vai até 23h59 de 19 de maio.
  • Provas serão em dois domingos: 5 de novembro (linguagens, ciências humanas e redação, com cinco horas e meia de prova) e 12 de novembro (matemática e ciências da natureza, com quatro horas e meia de prova)
  • Cadernos de prova serão personalizados, com nome do participante na capa e cartão de respostas
  • Isenção: Estudante da rede pública (no terceiro ano do ensino médio), pessoas cadastradas no CadÚnico e candidato que se encaixa na Lei 12.799/201 (clique aqui para saber mais).
  • Isentos que não comparecem perdem direito ao benefício no ano seguinte se a ausência não for justificada por meio de atestado médico, documento oficial judicial ou, ainda, por meio de boletim de ocorrência

Entrevista: “crianças tem de ser alfabetizadas até 2º ano”, diz secretária do MEC Maria Helena de Castro

 

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Os textos da Base Nacional Comum Curricular, para os ensinos infantil e fundamental, foram enviados ao Conselho Nacional de Educação, nessa quinta-feira, e definem as linhas gerais do que os alunos das 190 mil escolas do país devem aprender a cada ano.

 

Um das regras a serem seguidas a partir da aprovação final dos documentos é a busca pela alfabetização das crianças até o segundo ano do ensino infantil. No ensino fundamental, a língua inglesa será obrigatória, já o ensino de religião, não.

 

Ao Jornal da CBN, a secretária-executiva do Ministério da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro, disse que a Base Nacional Comum Curricular é um passo importante para melhoria da qualidade na educação. Aos professores, ela mandou o seguinte recado: a Base vai garantir equidade de ensino mas não vai interferir na autoria dos professores na sala de aula.

 

O que aprendi com os meninos que não saem da frente do computador

 

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Fiquei em algumas filas a espera da loja de games abrir para que eles participassem do campeonato da vez. Lembro de atuarmos ao menos de duas acirradas disputas, de Mario Kart e Super Mario Strikers – nesta, a falta de um colega de equipe para um menino que estava sozinho na fila me fez entrar no jogo, também. Meus dois filhos, por motivos óbvios, preferiram formar eles próprios uma dupla.

 

Nunca chegamos a ganhar um campeonato, pois sempre aparecia alguém mais bem preparado e, geralmente, mais velho do que eles para ficar com o prêmio maior. Lembro que em uma das competições até fomos bem longe e ficamos entre os finalistas, mas tivemos de nos contentar com a diversão.

 

Levá-los à diversão eletrônica equivalia aos passeios proporcionados pelo meu pai aos jogos de futebol e basquete, em Porto Alegre. Naquela época, jogávamos bola em campo de areia e pracinhas de cimento irregular. O primeiro jogo eletrônico que foi parar nas minhas mãos era um Atari, que dois amigos tinham ganhado de presente. Já eram os anos de 1980.

 

Os guris aqui de casa também jogaram futsal e a quadra era sintética, na escola. Hoje, se exercitam na academia e preferem os equipamentos de musculação.

 

Desde pequenos, eles curtem os jogos eletrônicos – como praticamente todos os seus amigos. Motivo para termos ouvido muito a frase que ecoa nos lares brasileiros: “eles ficam o tempo todo no computador”.

 

Nunca fiquei assustado com a concorrência desse mundo, pois percorremos juntos este caminho. Em casa, nossos computadores sempre estiverem na mesma mesa, e nossa mesa sempre esteve na mesma sala, a de jogos, televisão e trabalho. Assim, nos acostumamos a estar juntos e não ficar isolado no quarto tanto quanto a compartilhar o que estávamos fazendo. E ninguém reclamou da quebra de privacidade.

 

A proximidade me fez entender algumas coisas que percebo são difíceis para muitos pais. Por exemplo, estarem à frente do computador por muito tempo não significa que estejam alienados. Conversam com os colegas, se informam e trocam informações. Se relacionam (e desses relacionamentos surgem novas amizades).

 

Há pais que creditam ao hábito o mau desempenho escolar dos filhos. Como castigo, decidem cortar a internet. Não dá mais, “eles ficam o tempo todo na frente do computador” – reclamam. E em respeito a autoridade paterna, apenas os ouço e me calo.

 

Geralmente, o baixo rendimento na escola está relacionado a outros fatores e não ao acesso indiscriminado às redes. Em casa, aprendi observando: eles não ficam o tempo todo no computador. Eles ficam todo o tempo fazendo um monte de coisas no computador, inclusive estudando.

 

Deparei-me várias vezes com os dois batendo papo pela rede com outros colegas de sala de aula, resolvendo questões mais complexas passadas pelo professor e tirando dúvidas enquanto se preparavam para os testes que seriam aplicados na escola. Na falta de solução compartilhada, eles próprios navegavam na internet em busca de resposta e esta podia ser encontrada em uma página ou em um vídeo no You Tube. No intervalo dos estudos, já os “flagrei“ assistindo a seriado no Netflix ou tentando passar mais uma etapa no jogo. Quando não, fazendo uma coisa e outra ao mesmo tempo.

 

Por mais de uma oportunidade, foram eles que me chamaram atenção para algo que estava se destacando no noticiário: a bomba que explodiu na Europa, o comentário desastroso de algum líder político, a celebridade que se meteu em mais um escândalo, o lançamento de um novo seriado e a última novidade eletrônica, que movimentará milhões de dólares, apresentada nos Estados Unidos. Ouviram no rádio? Viram na TV? Claro que não!

 

“Eles não saem da frente do computador”.

 

Tenho pensado muito sobre a trajetória deles no momento em que começam a traçar carreiras. O mais velho que enveredou pelo jornalismo, já trabalhou em um site de esportes eletrônicos, fez programa na rádio da faculdade sobre o mesmo tema e hoje escreve textos como especialista no assunto. O mais novo estreia no palco do Lol – League of Legends, neste sábado: é técnico estrategista de uma das equipes que disputam o título brasileiro (#TôNaTorcida). Ano passado já esteve no cenário como assistente na organização que representou o Brasil no Mundial.

 

Dos meus bate-bolas no campinho de areia ao estúdio de alta tecnologia montado para as partidas de Lol, onde estará meu pequeno. Do meu primeiro programa de rádio dedicado ao esporte amador na Guaíba AM, em Porto Alegre, ao programa de e-sports na WEB da ESPM, onde esteve meu maior. Lá se foram muitos anos, cada um com sua influência e seu atrativo. Uma diferença que não nos distanciou. Nos alinhou.

 

O que aprendi nesta experiência é que eles “não saem da frente do computador”, mas isso não é um problema. O problema é quando nós saímos do lado deles.

Deu problema? Vai um ministério, aí!

 

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Reportagem do jornal O Globo de hoje (11/01) mostra que o corte de secretarias municipais foi uma das medidas mais importantes tomadas pelos prefeitos das capitais brasileiras no início da gestão, este ano. Prefeitos de 14 cidades cortaram 104 secretarias.

 

Conforme levantamento, o caso mais radical foi o de Porto Alegre, onde o prefeito Nelson Marckezan, do PSDB, reduziu de 37 para 15 secretarias. O Rio de Janeiro de Crivella está com 12 secretarias, depois de cortar pela metade este número. E São Paulo de Dória, corou cinco secretarias e está com 22.

 

O Governo Federal também foi cobrado a reduzir o número de ministério logo após o impeachment de Dilma Roussef. E Michel Temer o fez em número menor do que o esperado. Passou de 31 para 23. Algumas pastas foram absorvidas por outros ministérios, transformadas em secretarias com menor estrutura e poder. Houve recuos como no caso do ministério da Cultura que seria extinto, mas por pressão do setor retomou seu status de Ministério.

 

Porém, como a gente conhece bem a forma como funciona a política no Brasil, anúncios de cortes devem ser comemorados com moderação. Pois, a pressão de alguns segmentos, crises pontuais e negociação política costumam motivar a recriação de secretarias e ministérios.

 

Agora mesmo estamos acompanhando esta situação: a bancada da bala, formada por deputados que se dizem representantes do setor de segurança pública, pressiona Temer para que seja criado o Ministério da Segurança Pública. O argumento é que o Ministério da justiça tem que resolver várias demandas ao mesmo tempo e não consegue priorizar a questão da segurança.

 

A ideia é transformar a Secretaria Nacional de Segurança Pública que está no Ministério da Justiça em ministério, com mais poder, e claro, mais cargos e mais gastos.

 

Se é verdade que a criação de ministérios pode resolver problemas, talvez fosse o caso de nos mobilizarmos para a recriação dos ministério da Educação e da Saúde.

 

Não se engane com os discursos fáceis e de aproveitadores.

Mundo Corporativo: Wilson Risolia, da Falconi Educação, ensina a fazer gestão na escola

 

 

“Condição sine qua non para você gerir bem qualquer coisa é diagnóstico, conheça o problema, atue sobre ele, controla para ver se aquilo que você programou tá dando resultado, mede – que depois você roda este ciclo de novo”. A sugestão é do consultor Wilson Risolia, líder da Falconi Educação, em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no Mundo Corporativo da CBN.

 

Risolia, ex-secretário estadual de Educação do Rio de Janeiro, fala de como um programa de gestão qualificado e competente pode melhorar o desempenho das escolas, dos professores e dos alunos. Na entrevista, ele também trata de mudanças no currículo escolar e outros desafios do setor.

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no site http://www.cbn.com.br. O quadro é reproduzido aos sábados no Jornal da CBN. Colaboraram com o Mundo Corporativo: Alessandra Dias, Douglas Matos e Débora Gonçalves.

O que se espera é que o Ministério da Cultura seja realmente de todos

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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A reação dos artistas à incorporação do Ministério da Cultura ao da Educação teve  repercussão não prevista por Michel Temer e  equipe.

 

Além da primeira vitória ao conseguir o retorno como Ministério, os artistas obtiveram  posse diferenciada, pela extensa cobertura e concorrida solenidade do ato.

 

Marcelo Carelo ao assumir, ontem, o Ministério conseguiu holofotes de ponta à pasta da Cultura. E no ritmo de arte e festa, iniciado com citação à Aquarela do Brasil de Ary Barroso, prestou contas àqueles artistas que reagiram contra a medida inicial do novo governo, ao mesmo tempo que respondeu aos que os criticaram como aproveitadores:

 

“os artistas são trabalhadores que tecem os fios que desenvolvem a economia do País”.

 

É exatamente por esse caminho que gostaria de aproveitar e lembrar que como “trabalhadores” deveriam ser tanto eles, artistas, quanto as organizações, entidades e companhias que os empregam. E, consequentemente, seguir as regras de mercado.

 

No competitivo mundo das artes cênicas, plásticas, musicais, literárias etc é preciso ter competência técnica na essência do produto, mas também na operação. É preciso ter talento, mas também a qualificação organizacional, necessária quando se oferta serviços e produtos. É o que popularmente se diz: não basta inspiração; a transpiração é fundamental.

 

Não vejo por que um tratamento de espécime dependente. No passado, sem nenhum apoio governamental, tivemos gênios musicais, literários, teatrais etc … Não concordo com Caetano Veloso, que protestou veementemente contra a medida atual, pois ele teve seus grandes momentos artísticos quando havia repressão. Naquela época apoio e financiamento nem pensar.

 

Apenas acredito na razão de Caetano quando diz :

 

“O MinC é nosso. É uma conquista do estado brasileiro, não é de nenhum governo”

 

Não é de nenhum governo nem de nenhum grupo de artistas privilegiados.

 

É o que esperamos!

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung, às quartas-feiras.

Empreendedorismo: desenvolva a consciência empreendedora nos estudantes

 

 

Nesta quarta-feira, tive oportunidade de entrevistar no Mundo Corporativo, Wilson Risolia, líder da Falconi Educação, que se dedica a desenvolver projetos de gestão em instituições de ensino, públicas e privadas. A conversa vai ao ar em breve, no Jornal da CBN, mas quem teve oportunidade de assistir ao vivo pela internet, seja no site da CBN ou na transmissão pelo Facebook, deve lembrar que uma das últimas questões foi relacionada ao currículo escolar.

 

Risolia, que foi secretário estadual de Educação no Rio de Janeiro por quatro anos, lembrou-me que um dos grandes desafios dos gestores de educação é incluir as 12 matérias obrigatórias em uma grade com apenas 4 horas de aula por dia, ou seja, 20 horas semanais. Por isso, sempre que alguém sugere impor algum novo tema aos alunos, devemos pensar como incluir o assunto sem sobrecarregar ainda mais a grade escolar.

 

A resposta de Risolia foi ao encontro do que eu havia falado durante o Papo de Professor, do projeto Pronatec Empreendedor, realizado pelo Sebrae. Em uma das perguntas que tive de responder, o tema proposto era a possibilidade de as escolas, com o apoio de instituições financeiras, privadas e públicas, inserirem a cultura empreendedora para que os alunos se transformassem em protagonistas de sua história.

 

Minha resposta completa você assiste no vídeo acima. Se quiser acompanhar outras questões tratadas no Papo de Professor, clique aqui.