Sua Marca: empresas tem de ser a ponte entre o que a mulher é e o que gostaria de ser

 

 

 

 

Uma coisa é como você se vê, outra é como gostaria de ser visto. Diante dessa realidade, Jaime Troiano e Cecília Russo foram entender como as mulheres reagem frente a essas questões. Uma das curiosidades encontradas neste estudo é perceber que as mulheres se veem de forma muito tradicional: são confiáveis, protetoras e dedicadas. Porém, elas querem ser vistas também como profissionais, inteligentes e assertivas.

 

 

O desafio para as marcas ao se comunicarem com essas mulheres é perceber que não devem ser espelhos, mas pontes que criem oportunidades para que elas cheguem onde realmente gostariam de estar: “comunicação não é um retrato; as marcas precisam alimentar sonhos nas pessoas”, diz Troiano.

 

 

Quanto as empresas que estão conseguindo se identificar com as mulheres, a pesquisa revela que no setor de automóveis são a Toyota e Hyundai que estão conseguindo se transformar em inspiração. Já no segmento de higiene e beleza aparecem três empresas conectadas com as aspirações femininas: Natura, Mary Key e Boticário. “O papel das marcas é ser esta ponte entre o que as mulheres são e o que gostariam de ser”, diz Cecília.

Quantos bitcoins são necessários para você estar com o “bolso cheio” ?

 

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É curioso como temos o hábito de repetir expressões que, ao pé da letra, não fazem mais sentido. Mas as repetimos porque nossos interlocutores ainda compreendem sua lógica e as recebem no sentido figurado. “Cair a ficha” é a das mais comuns. Aparece a todo momento, especialmente quando nos deparamos com algo surpreendente, inesperado. “Confesso que ainda não me caiu a ficha o fato de você sair de casa para trabalhar” disse para meu filho mais jovem. E ele entendeu (a expressão), mesmo jamais tendo visto como funcionava um Orelhão com fichas. No caso dele, nem os de cartões ele usou.

 

Imagine aquele garoto que acabou de chegar na sua empresa. Estagiário, cheio de ideias, passa o dia tentando convencer você da mesma coisa. Cansado, você pede: “amigo, vira o disco”. Apesar dele jamais ter rodado um vinil na eletrola (ah, não sabe que som iria escutar!), entende que está na hora de trocar de assunto. Aqui apenas uma observação: cuidado quando sugerir para um garoto na sua empresa mudar de assunto, talvez você não tenha tido paciência suficiente para entender que a sugestão dele pode transformar seu negócio.

 

Há outras expressões que usamos por força do hábito, mesmo diante das enormes transformações tecnológicas vividas nos últimos tempos: “pegou o bonde andando”, “deu tilt”, “tá tudo magiclick” – ok, ok, esta última foi forçação de barra, nem você lembrava mais daquele aparelho elétrico que ajudava a gente a acender o fogo no fogão.

 

Outra que há algum tempo já deixou de ter sentido é dizer que o fulano de tal “tá com o bolso cheio”, no sentido de dizer que ele meteu a mão em uma grana preta, ou acertou no bicho, ou pegou a mega-sena, ou fechou aquele contrato dos sonhos. Vem de um tempo em que recebíamos o salário em dinheiro vivo, geralmente dentro de um envelope. Imagino que, assim como eu, muitos de vocês, caros e raros leitores deste blog, há tempos não botam a mão no salário. Não porque o dinheiro é curto, mas porque é depositado eletronicamente na sua conta do banco. De lá, você transfere para pagar a luz, a água, o gás, a escola das crianças, a prestação das compras, a fatura do cartão, o posto de gasolina …. Nem o cafezinho no bar da esquina você paga mais com dinheiro. Se tirar uma nota de R$ 50 da carteira, a moça vai olhar com cara de incomodada: “tô sem troco!”

 

Arrisco dizer que o salário vai embora sem que você veja, literalmente, a cor do dinheiro.

 

Desde o fim do século passado, o papel-moeda passou a ser substituído pelo cartão de plástico, o chipe de silicone e, mais recentemente, por bits. Sim, podemos negociar moedas digitais que já circulam no planeta, apesar da desconfiança que paira sobre a novidade. A mais famosa de todas é o Bitcoin, o qual você compra e vende em corretoras especializadas, inclusive aqui no Brasil. Há quem já aceite fechar negócios nesta moeda que não tem lastro nem lustro, pois é “invisível”.

 

Arrisca-se dizer que esta é a quarta revolução monetária que assistimos desde o surgimento do dinheiro, há cerca de 3 mil anos, criado na Lídia, que resultou no sistema de mercado abertos e livres, como descreveu em livro Jack Weatherford. Em “A História do Dinheiro”, o autor identifica a segunda revolução na Renascença italiana, período que se entende entre os séculos 14 e 16, que criou o sistema de bancos nacionais e o papel-moeda. A terceira revolução iniciou-se no fim do século passado com a circulação do dinheiro eletrônico ou virtual.

 

O dinheiro já teve diferentes formatos desde conchas, chocolates, pedras enormes até chegar a moeda e as notas como conhecemos atualmente. Fizemos dele cheque, nota promissórias e mais uma montoeira de papéis que devidamente registrados valiam ouro no mercado. Todos eram suficientes para encher o bolso de seu proprietário. Hoje, a riqueza pode estar acumulada em sinais eletrônicos ou bits no seu celular, conforme você decidir armazená-lo.

 

Quantos bits são necessários para encher o seu bolso?

 

Foi com essa pergunta que iniciei a conversa com três jovens que têm se dedicado a usar, explorar e trabalhar com a criptoeconomia, que é o resultado de combinações de criptografia, redes de computadores e teoria de jogos que fornecem sistemas seguros que exibem algum conjunto de incentivos econômicos – definição esta encontrada no wikisite do Ethereum, outra moeda virtual que circula, porém sem a mesma fama do Bitcoin.

A conversa com os três você acompanha neste vídeo:

 

Um dos participantes da conversa foi João Paulo Oliveira, co-fundador da FoxBit- Bitcoin no Brasil, corretora especializada em criptomoeda, que acaba de se transferir para a XP. Epa …. A XP do Itau tá contratando gente que entende de criptomoeda? Tem coisa boa por aí! Estava com a gente ainda o Diego Perez, sócio fundador da LatoEx, que deu boas explicações sobre como o blockchain pode ser usado em diversos segmentos, para quem ainda desconfia de seu uso no sistema monetário. E para completar a roda: Patrick Negri, criador da Iugu, uma plataforma que facilita a vida de empresas na hora de cobrar, pagar e receber de seus clientes. Verdade que ele trabalha no formato mais tradicional de negócios, mas também investe uma pequena parcela do seu dinheiro em bitcoin.

 

De minha parte, que fiz apenas o papel de mediador e como tal curioso em entender o tema, fiquei com a impressão que, apesar do entusiasmo dos convidados e diante das ressalvas que eles próprios fizeram, muitos dos que assistiram ao encontro, ao vivo, saíram com a impressão que o bitcoin pode encher o bolso de muita gente, mas o perigo de o investidor se transformar em um “pé rapado” de uma hora para outra e sem nenhuma garantia de recuperação do dinheiro é grande ainda. No entanto, a tecnologia que move este cenário será transformadora nos mais diferentes setores para os quais for aplicado. Portanto, é bom ficar muito atento a esta discussão.

 

A propósito: 1 bitcoin vale hoje R$ 25.279,00.

 

Onde estarão os leitores de livros?

 

Por Jaime Pinsky
historiador e editor
doutor e livre docente da USP
professor titular da Unicamp

 

Texto escrito originalmente para o site de Jaime Pinsky, ótima fonte de consulta e conhecimento

 

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A questão da leitura no Brasil é difícil de formular. Por um lado envidam-se esforços no sentido de proporcionar acervos de livros adequados para leitores em escolas e universidades, centros de juventude, bibliotecas públicas e particulares. Por outro se treina as novas gerações em mídias digitais, o que não seria problemático, não fossem elas utilizadas quase que exclusivamente para mensagens e informações apressadas e superficiais, quando não levianas. Ao dar o mesmo valor a qualquer blog do que se dá a uma fonte criteriosa, como um bom jornal, o leitor se torna vítima fácil de notícias plantadas, informações maliciosas, ou simplesmente mau jornalismo. Todos nos tornamos médicos, advogados e historiadores após uma rápida consulta ao que disse tia Cotinha no Facebook da família, ou no Whatsapp da turma da escola. Há professores que simplesmente mandam pesquisar “na internet”, como se tudo que se encontra na web tivesse equivalência. Nem damos bola para o fato de que a especialidade de tia Cotinha é uma deliciosa sopa de legumes com ossobuco e que o primo de Paraguaçu Paulista não se notabiliza pela capacidade de selecionar informações. Confunde-se espaço democrático e direito de expressão com competência e divulgam-se asneiras de todo tipo sob o argumento de que todos têm o direito de se expressar. A única ressalva é que direito de se expressar não pode ser confundido – uma vez mais – com qualificação em todas as áreas. Para dar um exemplo extremo e obvio Dr. Paulo não me consultou sobre a técnica que deveria usar para implantar o marca-passo no meu peito. E eu ouso dar aulas e fazer palestras sem perguntar a opinião dele sobre fatos históricos. A qualificação existe, senhores…

 

Assim, que me desculpem os palpiteiros, mas competência é preciso. Claro (não finjam que não entenderam meu argumento) que não me refiro a assuntos e temas sobre os quais qualquer cidadão pode e deve se manifestar. Qualquer um pode e deve opinar, por exemplo, sobre reforma política (menos partidos? Voto distrital? Fim das coligações? Financiamento oficial? De empresas? Só de pessoa física?). Todos podem e devem entrar na discussão sobre se questões de saúde pública (como o aborto) devem ser confundidas com questões religiosas. Se foro especial não é uma prática antirrepublicana que beneficia apenas os já beneficiados e cria cidadãos de classes diferentes em uma sociedade que deveria privilegiar a igualdade de oportunidades. Se já não chegou o momento de acabar com essa folga de autoridades requisitarem aviões oficiais para passar o fim de semana em seus feudos (feudos, sim senhor) eleitorais, etc, etc, etc…

 

É evidente que não se deve tolher o exercício pleno da cidadania, que inclui o direito à manifestação, pelo contrário. O que defendo é o direito à informação séria, responsável, relevante. É fundamental ficar alerta, selecionar criteriosamente as fontes, evitando-se divulgar notícias falsas, textos apócrifos, supostas opiniões de figuras conhecidas que nunca disseram aquilo, trechos truncados que distorcem o conteúdo e, não menos importante, provocações irresponsáveis. E aí voltamos à questão da leitura de livros. Se você, improvável leitor deste artigo, não for um leitor de livros eu sinto muito. Ainda é neles que está depositado grande parte do patrimônio cultural da humanidade. Em livros estão registrados desde os textos sagrados das três mais importantes religiões monoteístas do mundo até as reflexões mais sofisticadas dos pensadores contemporâneos, passando por todos os teóricos sociais, estudos de economia, avaliações históricas das principais organizações sociais criadas pelo homo sapiens. Há livros para adultos e para crianças, para ler na praia, no metrô, no escritório, na cama. E se pensarmos em ficção, com livros a gente cria o personagem do nosso jeito, não fica sujeito aos caprichos do diretor do filme, por isso melhor que ver um bom filme é ler um bom livro.

 

Em uma sociedade em que o celular fica obsoleto em dois anos e uma relação amorosa não costuma durar nem isso; em que não temos tempo para conhecer as pessoas, elas nos aborrecem antes de sabermos quem elas são; em uma sociedade em que não degustamos, devoramos; em que não sabemos mais apreciar os caminhos, só queremos chegar; em que aprendemos a ler “por cima”, pulando linhas, letras e sentidos, sem curtir a construção elegante, o uso correto das palavras, o texto coeso, a mensagem clara; Quem teremos para ler livros nas próximas décadas?

Não há futuro para marcas de sucesso sem cuidado e profissionalismo

 

 

“Ficou muito mais poderosa a relação da marca com o mercado, mas ficou também muito mais complexa devido às redes sociais. Só intuição e boa vontade não resolvem”. O alerta é de Jaime Troiano, comentarista da rádio CBN, que não enxerga futuro para empresas sem marcas gerenciadas com cuidado e profissionalismo. Ao lado de Cecília Russo, Troiano apresenta o quadro Sua Marca Vai Ser Um Sucesso que vai ao ar, aos sábados, às 7h55, no Jornal da CBN.

 

Em conversa com Mílton Jung, Troiano falou também do livro “Brand Intelligence – Construindo Marcas Que Fortalecem Empresas”, que lançou recentemente, no qual aborda temas que vão das estratégias para atuar nas redes sociais até a aplicação de técnicas de neurociência: “esta é uma forma de você conhecer com profundidade o que as pessoas sentem e pensam sobre sua marca”.

Celular ao volante não é legal: apoio do ministro e tecnologia que identifica motoristas com sono

 

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A campanha “Celular ao volante não é legal!” ganhou o apoio informal do ministro da Defesa Raul Jungmann. Ele foi entrevistado sobre o uso das Forças Armadas no combate à violência no Rio de Janeiro, nesta segunda-feira, no Jornal da CBN. Perguntei sobre o fato de um dos principais traficantes do país estar em prisão de segurança máxima mas, mesmo assim, ser capaz de comandar as ações de seu bando, na Rocinha. Jungmann defendeu medida que impeça o uso de celular dentro das prisões. Ao tratar do assunto, abriu um parênteses e comentou que apoiava a ideia que acabara de ouvir na CBN quando, em bate-papo com Cássia Godoy, eu chamava atenção para a necessidade de abandonarmos o celular enquanto estivermos dirigindo. Foi informal, foi voluntário, mas é sempre importante saber que o recado que transmitimos na rádio chega aos ouvidos de autoridades. Que alcance os motoristas, também.

 

Desde a semana passada temos recebido várias colaborações sobre medidas adotadas para mudar o hábito de motoristas e amenizar o impacto dessa distração. O Guilherme Muniz, da revista AutoEsporte, falou da função Driving Mode, que passa a fazer parte do iPhone com o novo sistema operacional iOs11. Quando a função está acionada, o celular não recebe notificações na tela, diminuindo os estímulos de distração do motorista. Têm ainda as tecnologias que clonam no painel digital do carro aplicativos dos celular, reduzindo a necessidade de o motorista tirar os olhos da pista.

 

 

Soube ainda que a Ford também tem apostado na tecnologia para manter os motoristas mais atentos, especialmente aqueles que dirigem com sono. O cansaço é causa de um em cada cinco acidentes de trânsito. Os modelos Fusion e Edge têm câmeras que avaliam o nível de atenção e fadiga do motorista. Se o carro começou a balançar de mais dentro da faixa de rolamento, sinal de alerta. Não por acaso, além de um alarme, aparece no painel o símbolo de uma xícara de café. Trocou de faixa com freqüência sem dar a seta, o volante treme e se não houver reação do motorista, o equipamento mesmo trata de corrigir a direção.

 

 

Mais uma colher de chá – ou de café – para os motoristas cansados. Nos modelos Fusion e Focus, pelo comando de voz do sistema de conectividade SYNC 3, basta o motorista pedir: “quero um café”. O carro automaticamente identifica cafeterias próximas e guia o motorista até o local. Se disser “quero parar”, também receberá o caminho mais curto onde possa descansar.

 

 

Caso você conheça outras experiências que ajudem os motoristas a reduzirem o nível de distração, conte para a gente. Vai ser bem legal!

Dá pra ser feliz trabalhando?

 

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A busca do emprego é uma constante, especialmente diante da crise que se enfrenta no Brasil. Estar empregado, porém, não é garantia de felicidade. O ambiente corporativo é alvo de uma quantidade impressionante de críticas. Foi, por exemplo, o item preferido dos internautas que participaram de enquete, proposta pelo Jornal da CBN, através do Twitter, no sábado, que queria saber o que as pessoas mudariam se tivessem este poder:

 

 

 

Mesmo levando em consideração que tratamos aqui apenas de uma enquete e não pesquisa qualitativa, é fácil entender esse desejo. O clima organizacional tem desafiado gestores de todas as espécies pela incapacidade da maioria deles de equilibrar o bem estar de seus funcionários e os resultados almejados pela empresa. A insatisfação está evidente nas conversas que temos com profissionais, independentemente do crachá que pesa em seu pescoço.

 

No meu TweetDeck, mantenho coluna de busca com o termo “mundo corporativo”. Toda mensagem escrita no Twitter com essas duas palavras aparece em destaque para mim. Falar mal do chefe, das regras e das relações é das mensagens mais comuns postadas na rede.

 

Nesta semana, está no ar, entrevista que realizei com Facundo Guerra, empresário do setor de diversão e entretenimento (se é que posso caracterizá-lo assim), com forte atuação na noite paulistana. Ele foi nosso convidado na série de podcast CBN Professional, que realizamos em parceria com a HSM Educação Corporativa.

 

Aos 43 anos, Facundo formou-se em engenharia, foi em busca de pós-graduação, trabalhou como empregado, ganhou destaque nas empresas que passou, e com o destaque veio o dinheiro. Ser bem remunerado, no entanto, não foi suficiente para atender seus desejos. Diz ter vivido 30 anos do mundo corporativo em apenas 10, intensidade que não veio acompanhada de felicidade:

 

“É o principal problema quando você trabalha no mundo corporativo: o produto é a tua carreira”

 

 

Hoje é empreendedor, dono de casas de balada, bares e restaurantes, em São Paulo. Em breve será também escritor, pois pretende lançar livro para contar suas experiências e logo vai produzir série na televisão. Em 10 anos já abriu 15 negócios, o que deixa claro que não era a intensidade do trabalho que o incomodava no mundo corporativo.

 

Mesmo satisfeito, Facundo não se ilude. Sabe das dificuldades enfrentadas por quem encara o negócio próprio. Ele tem noção da responsabilidade que assumiu diante dos outros, seja os funcionários e suas famílias que dependem do sucesso do negócio dele, sejam os parceiros com quem se relaciona, sejam os clientes a quem tem de atender com excelência (que não apenas estão mais exigentes como fazem questão de amplificar o que pensam nas redes sociais).

 

Ao menos no caso dele, se a vida como empreendedor não é mais fácil, é mais feliz:

 

“Hoje eu tenho uma vida que eu manipulo o mundo a minha volta”

 

 

O que você pode fazer para tornar sua vida mais feliz no mundo corporativo?

#ViUmTrampo dá publicidade a vagas de emprego oferecidas na porta do comércio

 

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Ideias simples podem trazer soluções simples. Foi o que fez o publicitário José Celso de Oliveira ao abrir no Instagram o perfil “Vi Um Trampo” com o objetivo de dar visibilidade às vagas de emprego oferecidas pelo comércio.

 

As pessoas são convidadas a fotografar os anúncios colocados geralmente na porta de uma loja, barbearia, cabeleireiro, restaurante e outros estabelecimentos comerciais. Todo conteúdo postado no Instagram com a hashtag #viumtrampo ou recebido no e-mail viumtrampo@gmail.com é compartilhado no perfil. Quando fotografar, é importante incluir o nome da cidade, da empresa e da rua na legenda. Assim, o anúncio que antes ficava restrito às pessoas que passam em frente ao local, ganham publicidade na rede social.

 

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Na quarta-feira passada, havia comentado do projeto na CBN Rio, onde centenas de pessoas se aglomeraram na porta de um shopping em busca de emprego. E na quinta, falei no Jornal da CBN, em São Paulo, logo após a informação de que o número de pessoas desocupadas é de 13,3 milhões, no Brasil.

 

Hoje são pouco mais de 110 postagem ou oportunidades de empregos que podemos encontrar em #ViUmTrampo. A medida que o perfil é divulgado aumenta o número de seguidores. Se até quinta-feira passada eram 1.500, nesta segunda já são mais de 1.900 – e espero que este número aumente a medida que estejamos falando do assunto.

 

“A ideia é alcançar o maior número de pessoas seguindo e enviando vagas para tentar fazer essa plaquinha realmente encontrar alguém que precise”, diz José Celso em mensagem que me enviou por e-mail, há uma semana.

 

Veja agora, compre agora: é Moda?

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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foto divulgação Osklen @fotosite

 

A SPFW que está nas passarelas esta semana é a segunda edição com um novo calendário e o sistema “veja agora, compre agora”. Mudanças que buscaram um alinhamento com os grandes desfiles de Milão, Paris e New York, que atendiam às novas formas de comunicação. Não para se igualar, mas para atualizar as marcas.

 

Com o objetivo de acompanhar a evolução dos meios digitais e neutralizar a crise no setor de moda, Paulo Borges decidiu pela mudança. Agora, de acordo com a entrevista concedida a Pedro Diniz na Folha,  está se preparando para após o término do evento atual identificar nos resultados se o novo sistema corresponde aos desejos do mercado e, portanto, se continuará.

 

Borges afirma que uma minoria de marcas, de um lado, e a imprensa, de outro, levam a uma nova avaliação. Alguns empresários querem descontinuar a forma atual, enquanto parte da mídia, que antes criticava o fato de a moda desfilada ser extremamente conceitual e não aplicável, está apontando agora um excesso comercial. Sem criatividade.

 

Ao que tudo indica este cenário é típico do processo de mudança quando os mais ágeis e adaptáveis continuarão o desenvolvimento do novo sistema. Enquanto os demais conservarão o status quo formando nichos ou mesmo saindo da competição.

 

Neste contexto é bom lembrar que as coleções sem relação direta com verão e inverno, atendendo a estilos de vida e com abastecimento  feito em no máximo uma semana, são exigências de um consumidor atrelado ao mundo digital. Geração “www” que atende ao “eu quero o que eu quero quando eu quero”.

 

É o novo varejo.

 

É Moda!

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em administração organização e recursos humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung, às quartas-feiras.

Mundo Corporativo: saiba como transformar sua ideia em um negócio, com Tallis Gomes, da Singu e ex-Easy Taxi

 

 

“Ninguém está nem aí para ideia. Meu avô costumava dizer que ideia vale 10 centavos a bacia. É uma grande verdade. O difícil é a gente executar alguma coisa, ter um produto “entregável” que as pessoas pagariam por ele”

 

Se você concorda ou não com essa afirmação cabe a você decidir. Mas leve em consideração que o autor dessa frase é empreendedor desde os 14 anos e já conseguiu levar uma das suas empresas a dezenas de países em pouco tempo. É Tallis Gomes criador do Easy Taxi, um dos primeiros aplicativos no mundo a conectar taxistas e passageiros. Hoje, ele está à frente de outro negócio, lançou o Singu, uma espécie de marketplace de serviços de beleza.

 

Em entrevista ao programa Mundo Corporativo, da CBN, Tallis me contou histórias da sua trajetória como empreendedor, de erros e acertos cometidos, da forma como lançou no mercado o Easy Táxi, e falou do momento certo de passar o negócio à frente. Ele está lançando o livro “Nada Easy – o passo a passo de como combinei gestao, inovacao e criatividade para levar minha empresa a 35 paises em quatro anos”.

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, pelo site da rádio CBN e pela página da CBN no Facebook. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN ou aos domingos, 11 horas da noite, em horário alternativo. Colaboram com o Mundo Corporativo: Juliana Causin, Rafael Furugen e Débora Gonçalves.