Mundo Corporativo: microempreendedor precisa assumir sua identidade para crescer e investir em seu sonho

 

 

“Comece a partir do que você tem … Em vez de se focar naquilo que você deveria ter para empreender, foque naquilo que você já tem de valor para empreender, e comece a testar, porque empreender é um exercício que se aprende fazendo. Ninguém nasce totalmente empreendedor. A gente se torna empreendedor” — Lina Useche, Aliança Empreendedora

Micros e pequenos empreendedores representam 99% das empresas no Brasil e 27% do PIB. Também são responsáveis por 54% dos empregos. Apesar desses números, a maioria deles não se identifica como um empreendedor, porque no imaginário popular um empreendedor ou um empresário é aquele homem que veste terno e gravata que costuma aparecer nas reportagens e nas imagens publicadas na internet.
 

 

É preciso mudar essa visão e perceber que a senhora que faz comida para fora, a moça que é dona de um pequeno salão de beleza, o rapaz que realiza reparos em equipamentos eletrônicos ou vende pipoca são todos empreendedores ou no caso microempreendedores.
 

 

Ao não se identificar como empreendedor, muitos brasileiros desperdiçam as oportunidades que existem de programas de apoio e incentivo ao microempreendedorismo —- o diagnóstico é de Lina Useche e está baseado na experiência que desenvolve à frente da Aliança Empreendedora, que incentiva projetos voltados aos microempreendedores em comunidades de baixa renda.

“Essa falta de identidade faz com que a pessoa não se conecte com esse ecossistema do empreendedorismo. Ela tem uma primeira barreira que é se reconhecer como tal e se valorizar para acessar as oportunidades que existem”.

Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da CBN, Lina Useche relata que a burocracia também impede que muitos desses profissionais se desenvolvam na carreira:

“Essa é uma das questões porque esses micros não crescem: medo de se endividar, medo de contratar um funcionário e ter problemas. Então, o próprio arcabouçou legal, a legislação muito  bucrocrática faz com que esse microempreendedor se retraia. Não vou fazer o meu, vou trabalhar sozinho, vou sustentar minha família e vou no seguro porque é um mundo muito assustador”

A partir de pesquisa realizada pela Aliança Empreendedora, Useche descreveu as quatro personalidades de microempreendedores:

Profissional independente: aquele que sempre teve o sonho de empreender e só estava esperando uma chance de tirar a ideia do papel.
 

 

—- Empreendedor por consequência: aquele que a vida o obrigado a assumir essa função seja pode desemprego seja por mudança na configuração da família
 

 

—- Empreendedor de meio período: aquele que ainda tem emprego fico, mas tem seu empreendimento no restante do tempo e sonha em um dia ser apenas empreendedor
 

 

—- Jovem empreendedor: aquele pessoal que tem entre 18 e 19 anos e já encara a função de maneira diferente, desenvolve ideias diferentes, cria com base na tecnologia disponível e sonha solucionar problemas do mundo.

Outra curiosidade que a pesquisa da Aliança apresenta é que independentemente do tipo de microempreendedor que a pessoa seja existem três pontos em comum entre eles:

—- Mão na massa
—- Rede de contatos e articulação de sua família e amigos
—- Paixão pelo negócio

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, às quartas-feiras, às 11 horas, com transmissão pelo Twitter (@CBNoficial) e na página da CBN no Facebook. O programa vai ao ar aos sábados no Jornal da CBN e aos domingos, 10 da noite, em horário alternativo. Ou a qualquer momento em podcast. Colaboram com o Mundo Corporativo: Guilherme Dogo, Rafael Furugen, Bianca Vendramini e Débora Gonçalves.

Mundo Corporativo: quem é o novo profissional de TI que as empresas precisam?

 

“Já foi o tempo em que os profissionais de TI ficavam simplesmente conectados a uma máquina, por um projeto, por uma atividade. Hoje, esses profissionais estão sendo muito mais demandados para estarem próximos ao negócio. Entenda de fato o que as empresas fazem. Em qual a proposta. E onde a tecnologia pode amparar as empresas para ter um diferencial competitivo”. Paulo Exel, Yoctoo

As empresas passam por um momento de transformação em que a tecnologia tem sido a protagonista e esse fenômeno tem refletido no aumento da demanda de profissionais de TI, aqui no Brasil e lá fora, também. Diante dessas novas necessidades, o mercado de trabalho tão restrito para a maior parte das funções tem registrado um déficit entre profissionais formados em tecnologia da informação e as vagas que estão abertas. Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, o consultor Paulo Exel falou como as organizações estão encarando o setor de TI de maneira diferente:

“Já existe uma maturidade das empresas de olhar a tecnologia muito mais como uma área de apoio ao negócio, de estratégias ligadas as decisões do negócio ,do que simplesmente uma área de suporte e manutenção de uma operação”.

Exel é sócio-diretor da Yoctoo, uma consultoria de recrutamento especializada no campo da tecnologia e no mercado digital. Na entrevista, ele identificou três áreas em que existem oportunidades de emprego no setor:

—- desenvolvimento ou programação
—- dados
—- segurança da informação

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Mundo Corporativo: brasileiros estão sorrindo mais na hora de atender o cliente

 

“Sempre tem de ser a coisa mais agradável para o cliente ou para o usuário: educação, acolher o cliente, sondar as necessidades do cliente, porque não adianta eu entrar em uma revenda — eu que tenho família, cachorro e sogra — e me oferecerem um carro pequeno. Então, tem que entender a realidade do cliente para oferecer o produto certo” — Stella Susskind, CEO da SKS CX

Os brasileiros estão sorrindo mais na hora de atender os seus clientes. E têm conseguido bons resultados na venda adicional. Essas são algumas das constatações feitas pela pesquisadora Stella Kocher Sussking, CEO da SKS CX, empresa dedica a pesquisa de mercado com foco na experiência do consumidor com as suas marcas. Responsável pela versão brasileira do Ranking Internacional do Sorriso (Smililing Report), realizado em 57 países, Susskind foi entrevistada do jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da CBN.

 

De acordo com a pesquisa, o Brasil está em segundo lugar no quesito “venda adicional” e em quarto no “sorriso”. O pior desempenho foi na análise do quesito “cumprimento” em que o país apareceu em 17º lugar. Foram avaliados neste trabalho, profissionais responsáveis pelo atendimento em lojas, hotéis, companhias aéreas e postos de combustíveis, entre outros serviços.

 

A crise econômica e o risco de perder o emprego são alguns dos motivos que levaram a mudança de comportamento no atendimento, aqui no Brasil, diz Susskind. Empresas investiram mais em treinamento para melhorar o desempenho e os profissionais também entenderam que precisavam se desenvolver para se manter no cargo.

 

Na entrevista, Stella Susskind apresenta algumas sugestões para aumentar a satisfação do cliente e explica como funciona o método de pesquisa que usa a figura do “cliente oculto”.

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no Twitter @CBNoficial ou na página da CBN no Facebook. O programa vai ao aos sábados, no Jornal da CBN. Colaboram com o Mundo Corporativo Rafael Furugen, Guilherme Dogo, Isabela Ares, Adriano Bernardino e Celso Santos.

Mundo Corporativo: o impacto do voluntariado corporativo nas empresas e nas carreiras

 

 

“O programa de voluntariado corporativo pode ser visto como mais uma das opções de desenvolvimento das pessoas que está dentro do portfólio de treinamento e desenvolvimento que as organizações oferecem para seus colaboradores” — Marcelo Nonoay, MGN Consultoria

O voluntariado corporativo surge nas empresas ou por provocação dos próprios colaboradores que já realizam trabalhos neste sentido ou por iniciativa da empresa disposta a desenvolver uma visão de investimento social. O consultor Marcelo Nonoay, da MGN Consultoria, fala de estratégias para a implantação de projetos de voluntariado nas empresas e dos impactos gerados naqueles que participaram das atividades, em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no Mundo Corporativo, da CBN.

“Fazer o trabalho voluntário é uma forma de desenvolver competências. Existem muitas pesquisas que comprovam isso. E quem já fez trabalho voluntário sabe que é. A pessoa não volta igual. Existe esta visão de investimento nos colaboradores. Então a empresa não faria um investimento como esse apenas por benevolência. Ela faz porquevê que isso traz retorno para ela. Inclusive no desenvolvimento das pessoas”.

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no Twitter da CBN (@CBNoficial) e na página da CBN no Facebook. O programa vai ao ar aos sábados, no Jornal da CBN; aos domingos, às 10 da noite, em horário alternativo; e a qualquer momento em podcast e no canal da CBN no You Tube. O programa tem a participação de Guilherme Dogo, Rafael Furugen,
Celso Santos, Adriano Bernardino e Bianca Vendramini.

Mundo Corporativo: as oportunidades que as startups têm nas parcerias com grandes empresas

 

“Uma dica que eu gostaria de reforçar muito grande é que os empreendedores que tenham ideias mirabolantes pensem no seguinte: a minha ideia soluciona qual problema?” — Paulo Quirino, Samsung Brasil

A busca pela inovação tem levado grandes corporações a criar projetos de incentivo ao desenvolvimento de startups e isso tem se transformado em excelente oportunidade para esses novos empreendedores. Para identificar como essa parceria pode ser benéfica para ambos os lados, o Mundo Corporativo da CBN entrevistou Paulo Quirino, coordenador de startups da Samsung Brasil:

“Muitas vezes a empresa, dado que ela tem um conjunto de regras, normas, ela acaba matando o processo de inovação quando ela adquire necessariamente uma startup para vir trabalhar dentro dessa empresa. Então, o que as empresa tem feito são programas de aceleração corporativa ou programas de investimentos corporativos em startups que dentro do seu ambiente conseguem inovar muito mais rápido para o mercado”.

O Mundo Corporativo é apresentado pelo jornalista Mílton Jung e pode ser assistido ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, na página da CBN no Facebook e no Twitter (@CBNOficial). O programa vai ao ar aos sábados, no Jornal da CBN, e domingo às 10 da noite em horário alternativo. Colaboram com o programa Guilherme Dogo, Rafael Furugen, Bianca Vasconcellos e Débora Gonçalves.

Mundo Corporativo: André Santos, do Mercado Livre, fala de como vender mais no comércio eletrônico

 

“A palavra na verdade é democratização. O comércio eletrônico é para todos” — André Santos, Mercado Livre

Políticas públicas que tornem a internet mais acessível, logística apropriada e a confiança do consumidor são alguns aspectos que precisam melhorar para que o comércio eletrônico alcance seu potencial, no Brasil. Porém, apesar de representar apenas 5% do mercado de varejo, hoje é possível identificar ações de empresas e pessoas que usam o ambiente digital para vender seus produtos. Em entrevista ao programa Mundo Corporativo, da rádio CBN, o supervisor de vendas do Mercado Livre, André Santos, falou de estratégias que devem ser adotadas para que se obtenha os melhores resultados no comércio eletrônico:

“Primeira coisa: entender o que é o seu produto, quem é o seu cliente; depois, usar uma regra que eu utilizo que é ‘como eu faço um título’. Parece uma coisa simples, mas tem pessoas que não sabem como anunciar um produto”

Um bom título tem de atender a regra PMME —- produto, marca, modelo e especificações técnicas —, sugere Santos. Depois, faça uma fotografia de qualidade com atenção aos detalhes do produto, oferecendo ao consumidor uma experiência agradável. Ele recomenda também que se produza um vídeo aplicando o modelo AIDA, comum em estratégias de marketing, no qual se busca despertar a atenção, o interesse, o desejo e a ação do cliente:

“Como é que esse produto vai ser entregue e em quantos dias; quanto mais rápido, maior será a possibilidade de compra. O preço perde peso na escolha dele”

André Santos é autor do livro “Super vendedores do Mercado Livre e outros marketplaces” (ComSchool).

 

O Mundo Corporativo é apresentado por Mílton Jung e tem a colaboração de Guilherme Dogo, Rafael Furugen, Adriano Bernardino e Bianca Vendramini.

Mundo Corporativo: o coach é o co-piloto da jornada do profissional, diz Iaci Rios

 

 

“Eu faço uma comparação do coach como uma pessoa que pega uma carona na jornada de desenvolvimento do indivíduo, vai com ele de co-piloto por um pedaço desta jornada e em um determinando ponto desta trajetória ele desce e a pessoa segue sozinha” — Iaci Rios, IMR Coach e Desenvolvimento

A profissão de coach não é regulamentada na maior parte do mundo, o que não significa que qualquer pessoas esteja habilitada a exercer essa função. O ideal é que o profissional tenha recebido formação específica e seja capaz de entender que, apesar de seu papel ser de apoio ao desenvolvimento individual, não pode interferir nas escolhas do cliente. Esse foi um dos alertas feitos por Iaci Rios, da IMR Coach e Desenvolvimento, representante da Erickson International, no Brasil, entrevistada por Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN.

 

Perguntada sobre cuidados que um profissional deve ter para fazer coaching, Rios recomendou:

“Que procure uma boa formação, uma formação sólida, e para escolher uma formação solida, a escola tem de ter um conjunto de princípios e valores, uma filosofia por trás de seu modelo de ensino, uma boa base conceitual e uma boa metodologia. Essas escolas são provavelmente escolas certificadas pela ICF — International Coach Federation… esse é o caminho”.

O Mundo Corporativo pode ser assistido ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no Twitter (@CBNoficial) e na página da CBN no Facebook. O programa vai ao ar aos sábados, no Jornal da CBN; aos domingos, às 10 da noite, em horário alternativo; ou a qualquer momento em podcast. Colaboram com o programa Guilherme Dogo, Rafael Furugen, Bianca Vendramini e Débora Gonçalves.

Mundo Corporativo: Alê Prates ensina como preparar equipes engajadas

 

 

“Se a gente pudesse definir engajamento em uma palavra, eu definiria como liberdade, faço porque quero, não preciso de uma força externa para fazer algo, faço porque estou livre e por ser livre eu coloco o meu melhor em jogo” – Alexandre Prates, educador executivo.

Um dos desafios dos líderes nas empresas é construir equipes com profissionais engajados em seus projetos e tarefas. De acordo com o consultor Alê Prates, existem três aspectos que sustentam esse engajamento: a participação efetiva, a frequência e o método. Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN, ele explica como esses aspectos se revelam no dia a dia dos escritórios:

“É um engano dizer ‘eu fiz o melhor possível’, a gente precisa fazer o que precisa ser feito, ou seja, ter um método, saber qual é o começo, o meio e o fim do que eu preciso fazer”.

Alê Prates ensina que o engajamento só existe quando a iniciativa parte do próprio profissional, do contrário o que temos são equipes comprometidas, que só fazem algo porque existe uma força externa a impulsioná-las —- e isso faz uma tremenda diferença no resultado final.
 

 

Autor do livro “Não negocie com a preguiça — a prática do engajamento para o pleno desempenho” (Editora Best Seller), Prates reconhece que muitas vezes deixamos que a preguiça vença, pois é muito mais sedutora e está sempre pronta a nos oferecer algo prazeiroso:

“Todas as vezes que você pode fazer, você sabe fazer mas você não faz — isso é a preguiça”

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas da manhã, pelo Twitter (@CBNoficial) ou pelo Facebook. O programa vai ao ar aos sábados no Jornal da CBN. Colaboram com o programa Guilherme Dogo, Rafael Furugen, Bianca Vendramini e Débora Gonçalves.

Mundo Corporativo: Ricardo Geromel fala dos novos negócios da China

 

 

“Não só ver a China como um mercado para importar produtos baratos e geralmente de baixa qualidade — como era no passado. Mas ver a China como pera aí, o que é que está acontecendo no futuro que ainda não chegou aqui? … e a gente fazer um colar e copiar, tropicalizando ou se inspirando em algumas ideais. E os grandes empresários brasileiros e do mundo inteiro estão fazendo isso” – Ricardo Geromel, empreendedor

A China tem 202 startups avaliadas em mais de 1 bilhão de dólares — são empresas de capital fechado conhecidas pelo nome de unicórnio. Aqui no Brasil, o número de unicórnios não chega a dez.

 

As empresas chinesas levaram, em média, quatro anos para alcançar a essa marca, sendo que 42% delas ganharam o status em menos de dois anos —- um processo que leva, em média, sete anos, nos Estados Unidos.

 

Esses são alguns números que mostram a velocidade com que o ecossistema de startups se desenvolve na China, segundo Ricardo Geromel, CEO da StartSe, empresa criada em Minas Gerais e com escritório em Xangai, articulista da revista Forbes, nos Estados Unidos, e autor do livro “Bi.lio.ná.ri.os”.

 

Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, ao programa Mundo Corporativo, Geromel disse que a boa notícia é que as bilionárias empresas chinesas estão em um processo de internacionalização e interessadas em novos negócios no mundo, o que abre perspectiva de parcerias com empreendedores brasileiros. Ao mesmo tempo, ele chama atenção para a necessidade de se aprender com as estratégias usadas pelos chineses:

“O que eu diria que é o essencial: o chinês tem o tal do yin e yang, ele consegue funcionar a longo prazo executando no curto prazo; então, comece a criar relações com os chineses, eles nunca gostam de fechar negócios na primeira reunião, a primeira reunião é para a gente se conhecer”.

O Mundo Corporativo pode ser assistido ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, pelo Twitter (@CBNoficial) ou na página da CBN no Facebook. O programa vai ao ar aos sábados, no Jornal da CBN, domingos, às 10 da noite, em horário alternativo, ou a qualquer momento em podcast. Colaboram com o Mundo Corporativo: Guilherme Dogo, Rafael Furugen, Bianca Kirklewski e Débora Gonçalves.

Mundo Corporativo: relacionamento profissional é determinante para quem busca emprego, diz Guilherme Fernandes

 

 

“Vá atrás de promover o seu conhecimento, adquirir maiores conhecimentos através de networking, as pessoas são imprescindíveis para isso, não existe inteligência artificial que substitua” —- Guilherme Fernandes, Alexander Hughes

Setenta por cento das contratações de altos executivos são resultado da rede de relacionamento profissional que deve ser construída ao longo da carreira e não apenas no momento em que se busca a transição para outro cargo. A informação é de Guilherme Fernandes, sócio e CEO da Alexander Hughes, especializada em recrutamento de executivos, que foi entrevistado pelo jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo da CBN.

“Essas vagas tem de ser prospectadas pelos executivos, e isso é através de networking, conversas, apresentações, simpósios, feiras, e todo o tipo de evento onde a pessoa possa se mostrar, perder a vergonha, partir para o ataque e mostrar quem ele é e onde ele pode ajudar as empresas”

Fernandes conta a experiência de um profissional que usava o saguão do aeroporto de Congonhas, em São Paulo, para se relacionar com outras pessoas e investia em uma estratégia muito mais simples e barata do que se poderia imaginar: puxava conversa com todos aqueles que sentavam ao lado dele, sempre atento as oportunidades que aquele novo contato poderia gerar.

 

Com esse exemplo, o CEO da Alexander Hughes ressalta que os profissionais que estão em transição de carreira têm de ter planejamento, proatividade e dedicar muitas horas do seu dia na busca de um novo posto, cumprindo horário e tarefas como fazia na época em que ocupava um cargo de liderança na empresa.

 

Uma palavra de ânimo aos executivos que perderam o emprego após os 50 anos: é preciso entender que o momento é diferente assim como a realidade salarial, mas que as empresas têm interesse na sua experiência.

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no Twitter (@CBNoficial) e na página da CBN no Facebook. O programa é reproduzido aos sábados, às 8h10 da manhã, aos domingos, 10 da noite, em horário alternativo, ou a qualquer momento em podcast e no canal da CBN no You Tube. Colaboram com o programa Guilherme Dogo, Ricardo Gouveia, Bianca Vendramini e Débora Gonçalves.