Sua Marca: como as marcas oferecem sentido de convivência entre pessoas

 

 

As marcas têm a capacidade de alimentar a ideia de se viver em tribo, um sentimento que sempre foi muito forte entre os seres humanos, mas que acabou se perdendo por inúmeros fatores relacionados a forma de vida na sociedade moderna. A Harley Davidson e a Apple são exemplos de empresas que souberam dar aos seus consumidores esse sentido de união — de acordo com Jaime Troiano e Cecília Russo, que falaram sobre o assunto com o jornalista Mílton Jung, no quadro Sua Marca Vai Ser Um Sucesso, na rádio CBN.

 

“As marcas ocuparam esse espaço e trazem um novo sentido de juntar pessoas em torno de uma promessa, é um tipo de re-tribalização”, diz Jaime Troiano. Para que esse fenômeno ocorra, porém, as marcas precisam ser reconhecidas por algo muito claro e inspirador: “… têm de oferecer conteúdo para que essas pessoas que façam parte da tribo possam atuarem em favor delas”, sugere Cecília Russo.

 

O Sua Marca Vai Ser Um Sucesso vai ao ar aos sábados, às 7h55, no Jornal da CBN.

Mundo Corporativo: Luiz Carlos de Souza diz como estar preparado para tomar a decisão certa

 

 

“Todos os personagens que estão dentro do mundo corporativo são tomadores de decisão, independentemente do cargo ou função que a pessoa ocupe” – Luiz Carlos Pereira de Souza, professor da área de negócios.

 

 

O ambiente de trabalho exige dos profissionais tomadas de decisão rápidas e precisas a todo momento e para que isso ocorra é fundamental que se tenha consciência dos vários aspectos que nos influenciam: sociais, financeiros, psicológicos e espirituais.

 

Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da CBN, Luiz Carlos Pereira de Souza fala de estratégias e cuidados que precisam ser adotados antes de uma decisão. Por exemplo, saber ouvir o outro, agir sem precipitação e analisar o ponto de vista da corporação que representa.

 

Ele ensina que uma palavra mágica diante de um pergunta que lhe exija uma resposta muito rápida é “depende”:

 

“Fundamental quando nós vamos tomar uma decisão é poder respirar, refletir, e quando você fala depende você ganha essa oportunidade”.

 

O Mundo Corporativo é apresentado, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no site e na página da CBN no Facebook. O programa vai ao ar aos sábados, no Jornal da CBN, ou aos domingos, às 22h30, em horário alternativo. Colaboram com o Mundo Corporativo Juliana Causin, Rafael Furugen e Débora Gonçalves.

Ditos populares na minha infância

 

Por Julio Tannus

 

HOJE É DOMINGO PÉ DE CACHIMBO… e eu ficava imaginando como seria um pé de cachimbo, quando o correto é:
HOJE É DOMINGO PEDE CACHIMBO… (fumar um cachimbo).

 

E a gente pensa que repete corretamente os ditos populares.

 

No popular se diz: “Esse menino não para quieto, parece que tem bicho carpinteiro”. Minha grande dúvida na infância: Mas que bicho é esse que é carpinteiro, um bicho pode ser carpinteiro??? O correto: “Esse menino não para quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro”. Está aí a resposta para meu dilema de infância!

 

“Batatinha quando nasce esparrama pelo chão”. Enquanto o correto é: “Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão”. Se a batata é um caule subterrâneo, ou seja, nasce enterrada, como ela se esparrama pelo chão se ela está embaixo dele?

 

“Cor de burro quando foge”. O correto é “Corro de burro quando foge”. Esse foi o pior de todos. Burro muda de cor quando foge? Qual cor ele fica? Por que ele mudaria de cor?

 

Outro que no popular todo mundo erra: “Quem tem boca vai a Roma”. Bom, esse eu entendia, de um modo errado, mas entendia! Pensava que quem sabia se comunicar ia a qualquer lugar. O correto é: “Quem tem boca vaia Roma”. Isso mesmo, do verbo vaiar.

 

Outro que todo mundo erra: “Cuspido e escarrado” – quando alguém quer dizer que é muito parecido com outra pessoa. O correto é “Esculpido em Carrara”. Carrara é um tipo de mármore.

 

Mais um famoso: “Quem não tem cão, caça com gato”. Entendia também errado, mas entendia. Se não tem cão para ajudar na caça o gato ajuda! O correto é “Quem não tem cão, caça como gato”. Ou seja, sozinho.

 

Julio Tannus é engenheiro, consultor em estudos e pesquisa aplicada, co-autor do livro “Teoria e Prática da Pesquisa Aplicada” (Editora Elsevier), autor do livro “Razão e Emoção” (Scortecci Editora)

A seleção brasileira precisa ser tratada como empresa

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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Comissão técnica e jogadores que compõem a seleção brasileira de futebol são profissionais competentes, cujas carreiras de sucesso avalizaram suas funções na seleção.

 

Ao encerrar sua participação na COPA seria imperioso avaliar o empenho e o desempenho. Por que não se fez uma análise técnica do trabalho que competia a cada um, como é norma nas empresas organizadas?

 

Creio que mesmo superadas as fases do “Complexo de vira lata” e da “Pátria de chuteiras” convivemos com distorções dentro e fora de campo, que levam a erros nas avaliações. E essas passam a ser indulgentes, quando deveriam ser transcendentes.

 

A continuidade da Comissão Técnica, por exemplo, é de fato um sinal positivo de avaliação, mas deveria ser estendido sobre outros aspectos. A diferença entre a performance antes da COPA e na COPA foi grande, e isto precisaria ser analisado.

 

Aos jogadores, era essencial para a equipe e para cada um deles, uma resenha do trabalho individual e coletivo. Ao menos para purgar abordagens paternalistas e machistas circulando nos meios digitais e oficiais — que estão transformando-os em meninos ou deuses acima de qualquer crítica negativa.

 

A esse respeito, o artigo da jornalista Mariliz Pereira Jorge – “Jogadores de futebol não são meninos” -, na FOLHA de ontem, reflete bem a constrangedora realidade da cultura e do culto do mundo do futebol e de seus astros:

 

“Parece que encontraram uma forma de maximizar grandes feitos ou de minimizar grandes responsabilidades. Nas duas situações basta infantilizar o sujeito. Foi assim no caminho percorrido para a classificação para a Copa”

 

“Na derrota, o “adjetivo” deu o tom condescendente. Perderam, mas nossos meninos lutaram tanto”.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung

Sua Marca: dê um tempo para o seu cliente

 

 

Existem marcas que ganham relevância porque vendem aquilo que sentimos falta no nosso dia a dia: tempo para parar. Jaime Troiano e Cecília Russo falam dessa estratégia que pode ser usada por empresas, produtos e serviços para conquistar o consumidor. Em conversa com o jornalista Mílton Jung, ele chamam atenção para o fato de se investir muito em tecnologia ou ações que façam com que as pessoas não percam tempo na vida, mas às vezes o caminho pode ser o inverso: oferecer as pessoas o direito de refletir, relaxar, “descomprimir”.

 

O Sua Marca Vai Ser Um Sucesso vai ao ar aos sábados, às 7h55 da manhã, no Jornal da CBN.

Mundo Corporativo: cuidado com o que você fala e como fala, alerta a professora de redação empresarial Rosângela Cresmachi

 

 

“Hoje as pessoas mais objetivas, que conseguem ser mais concisas em sua expressão, elas conseguem ser melhor compreendidas. Então acaba tendo uma assertividade muito melhor aquela pessoa que fala menos mas transmite tudo o que precisa ser colocado” —- Rosângela Cremaschi, diretora da RC7 – consultoria empresarial

 

Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da CBN, Rosângela Cremaschi alerta os profissionais para os cuidados que devem ter quando se comunicam no ambiente de trabalho. A professora de redação empresarial da FAAP chama atenção para a necessidade de se adaptar a linguagem conforme o meio usado: uma coisa é escrever um ofício e outra é escrever mensagem por rede social. Seja qual for o meio, lembra que a comunicação ajuda a construir a imagem de um profissional, portanto é preciso evitar erros gramaticais. Ela é autora do livro “Português corporativo – português prático e descomplicado para escrever e falar melhor nas diversas inteirações do dia a dia” (Hunter Books)

 

De acordo com Cremaschi, a comunicação eficiente é essencial para quem está em postos de comando: “o líder precisa buscar sempre estas qualidades da comunicação porque dessa forma ele vai conseguir se relacionar com todo o time dele. Essas relações interpessoais ficam muito mais fortalecidas quando este líder é um bom comunicador.

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, às quartas-feiras, no site ou na página da CBN no Facebook. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN, ou domingo, às 22h30, em horário alternativo. Colaboram com o Mundo Corporativo Juliana Causin, Rafael Furugen e Débora Gonçalves.

Até quando as festas barulhentas continuarão impunes? — II episódio

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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Voltamos ao tema dos pancadões publicado há 15 dias neste blog e replicado na íntegra no jornal Morumbi News — cuja repercussão gerou inúmeras manifestações de leitores, que abordaram significativos ângulos do problema.

 

Entre tantas, selecionei uma que transcrevo abaixo:

 

Milhares de pessoas sofrem de síndromes metabólicas decorrentes da poluição sonora urbana. Poucas horas de sono ou sono de má qualidade causam aumento de pressão arterial, aumento do colesterol, irritabilidade, perda de memória, etc.
O barulho do motor de uma moto é um medidor do nível de decibéis que prejudicam o sono e a saúde humana. Se esse é o limiar, o que dizer das milhares de pessoas que nas noites de sexta, sábado e domingos são submetidas a tortura de terem suas casas invadidas pelo som dos pancadões….

 

Estive no último CONSEG Morumbi, na terça 5 de junho,….Lá representantes do Jardim das Vertentes, de condomínios ligados ao Shopping Raposo Tavares, do Real Parque, do Jardim Colombo e nós moradoras da Rua Tavares Vilela, clamávamos por alguma proteção para ter direito ao justo sono! Ouvimos o que tenho ouvido nos últimos 5 anos de participação em CONSEGs….A PM e a GCM, que chegam aos locais de tumultuo nas madrugadas, não tem qualquer poder para agir e são limitados a passar lição de moral. Se não me engano, metade dos milhares de chamados para os telefones de emergência nas madrugadas se refere a perturbação de sossego e outros tantos de agressão são decorrentes do mesmo problema.

 

Se nós de classe média, com casas bem construídas temos condição de nos dirigirir aos CONSEGs com nossos carros para pedir proteção, qual seria a situação de milhares de pessoas de comunidades que têm muito menos proteção ao barulho dos vizinhos? E quem, como ouvi outro dia no ônibus, não consegue entrar na própria casa vindo da escola noturna porque os carros com música a toda fecharam o caminho…E quem consegue trabalhar depois de um fim de semana sem dormir? E quem protege mães que choram o envolvimento de filhos e filhas nessas algazarras associadas a bebida e as drogas?

 

Por outro lado, como o barulho não é colocado como um problema de saúde pública e meio ambiente, e meramente como um problema de polícia, há pouco apoio por parte dos vereadores no sentido de criar leis que ataquem o problema. Esses defendem o pancadão como uma manifestação cultural ou uma diversão juvenil….

 

Por tudo isso exposto, peço como cidadã que o Grupo I dê visibilidade e abra o debate sobre o problema…

 

Sugiro que se difunda a ideia de que:

 

a) poluição sonora não mata tão rápido como uma bala, mas também mata. Barulho noturno é questão de saúde pública.

 

b) que a PM e GCM sejam agentes fiscalizadores com o poder de gravar documentando a altura do som e o endereço do comércio, casa ou carro responsável pelo mesmo. E, ao mesmo tempo, que o PSIU advirta e multe os responsáveis. Multas que sejam cobradas no sistema de cadastro de inadimplentes e SERASA….

 

c) que vereadores que fizeram a semana de Poluição Sonora e Meio Ambiente em 2016 possam colaborar no trato desta questão com informações técnicas e de saúde pública.

 

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Dirce S R Moretti

 

Ao que tudo indica, resta apoiarmos a posição da Sra. Dirce com os meios que tivermos. De nossa parte, apelamos aos vereadores que se debrucem no tema.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung

Gol ouvido no rádio é bem mais rápido

 

 

Assisti ao primeiro tempo da partida do Brasil contra o México com o pessoal da redação até que percebi que os que estavam dentro do estúdio da CBN viam os lances em “primeira mão”. Os sinais de vídeo chegavam por sistemas diferentes — no digital ou no analógico — assim como por operadoras diferentes — na NET ou na Sky. Decidi mudar de lugar e comemorei o primeiro gol do Brasil antes de a turma que estava na redação pular. Se tivesse acompanhando pelo celular —- como faço quando não tem TV acessível — certamente estaria festejando bem depois deles.

 

A edição de hoje da Folha de São Paulo fez o teste usando diferentes meios para assistir ao jogo entre França e Dinamarca. O resultado:

 

“A TV aberta é a que traz a transmissão mais rápida. Entre quatro e cinco segundos depois, chegam as mesmas imagens na TV paga. E, pela internet, o tablet e o computador se alternavam, entre 15 e 20 segundos atrás da TV aberta”.

 

Imbatível, porém, é o rádio — que não foi medido pela Folha –, como você percebe na imagem que ilustra este post, registrada durante transmissão do jogo do Brasil. O torcedor em destaque, que ouve rádio, comemora o gol antes do restante que está apenas atento a imagem do telão.

 

Já havia escrito neste blog sobre a ilusão que os torcedores temos da capacidade de desviar a bola, seja quando somos atacados seja quando atacamos — queremos despachá-la para longe no primeiro caso e empurrá-la para dentro no segundo. A tecnologia disponível nos tirou esse poder, pois, se as coisas que vemos na televisão já aconteceram quando estão sendo vistas, torna-se impossível reverter o acontecido com o clamor a Deus, que incrédulos e crentes escancaram aos berros diante do risco.

 

Lá mesmo na redação da rádio proibiram a gente de gritar gol antes de a bola estufar a rede —- reação mais comum de todo e qualquer torcedor de futebol. Dizem que dá azar. Não dá não, porque o que estamos vendo já aconteceu.

 

Se quisermos manter esse poder de impedir um gol ou ajudar nosso atacante a convertê-lo, só tem um jeito: ouvir as partidas da Copa pelo rádio. É em tempo real — ou quase.

Sarampo mata e mata porque as pessoas não tomam vacina

 

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Abro o portal G1 para ler a cobertura da Copa do Mundo e antes mesmo de correr os olhos sobre a análise dos jogos que definiram as quartas-de-final com Brasil e Bélgica tenho a atenção desviada para a notícia de que o sarampo volta a assustar: os estados do Amazonas e Roraima estão com surto da doença — foram confirmados mais de 460 casos, informa o Ministério da Saúde.

 

Quando era menino, ainda lá em Porto Alegre, lembro da preocupação da minha mãe em relação a doença. Um colega de sala de aula ou um amigo da vizinhança que aparecesse com as pintas no rosto eram suficientes para aumentar a preocupação entre os pais. Se lembro bem, contraí a doença, mas fui prontamente medicado e me livrei de um baita problema —- ouvíamos falar de pessoas que tinham ficado cegas e outras que morreram porque não estavam protegidas ou não haviam tomado as providências necessárias.

 

Estou falando de fatos que apavoravam os pais nos anos de 1960 quando a vacina ainda não era disseminada como hoje. Ela existe desde 1963 — coincidentemente ano em que nasci. Avançamos muito no tratamento e temos informação e rede de saúde suficientes para atender todas as crianças com um ano de idade — período em que se deve tomar a primeira dose da vacina; a segunda deve ser aplicada com 2 anos e 1 mês de vida.

 

Em 2016, o Brasil recebeu certificado de eliminação do sarampo pela Organização Pan-Americana de Saúde. Coincidência ou não, um ano depois registrou-se o menor índice de cobertura em 16 anos. Apenas 70,69% das crianças receberam a vacina tetra viral, que previne o sarampo, a caxumba, a rubéola e a catapora. Aliás, em 2017, todas as vacinas do calendário infantil estão abaixo da meta de 95% — é o que leio em outra reportagem da editoria Bem Estar, do G1.

 

Sexta-feira passada no quadro Saúde em Foco, o doutor Luis Fernando Correia respondeu a perguntas de ouvintes sobre o sarampo, no Jornal da CBN. Ele alertou para o fato de essa ser uma doença viral, transmitida com extrema facilidade. O vírus é transmitido quando a pessoa entra em contato com secreções do paciente contaminado — pode ocorrer através de tosses, espirros ou gotículas de saliva que se espalham pelo ar:

 

“Se alguém entrar na sala expelindo essas gotículas, 90% das pessoas que estiverem na mesma sala vão pegar essa doença”.

 

Correia diz que voltamos a falar do sarampo porque as pessoas deixaram de se vacinar, seja porque passaram a considerar a doença menos preocupante, já que não se tinha mais notícias dos riscos, seja por “ideias malucas” de pessoas que fazem campanha contra a vacinação.

 

Uma dessas ideias, mais do que maluca, era criminosa: o médico britânico Andrew Wakefield forjou pesquisa científica, publicada na revista Lancet, em 1998, que relacionava a vacina do sarampo com o autismo. Descobriu-se que pouco tempo antes de publicar o estudo, ele havia patenteado uma outra vacina que concorria com aquela que era aplicada na época. Wakefield perdeu a licença de pesquisador e médico. História que está contada no livro Outra Sintonia, de John Donvan e Karen Zucker, já lançado no Brasil.

 

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“ … é uma doença que mata e mata porque as pessoas não se vacinam” — alerta Luis Fernando Correia.

 

De acordo com análises da Fundação Oswaldo Cruz — Fiocruz, o vírus que circula no estado de Roraima é importado da Venezuela. Antes que se imagine que a solução seja bloquear a entrada de refugiados venezuelanos na região, lembre-se que na Europa o número de casos de sarampo aumentou 400%, segundo a Organização Mundial de Saúde — com maior incidência na Romênia, Itália e Ucrânia. Ocorrências que aumentaram porque se baixou a guarda contra a doença.

 

Em vez de querer impedir a migração de pessoas — forçada ou voluntária — ajude a conscientizar as famílias para a necessidade de todas as crianças se vacinarem. Caso você vá viajar para áreas em que o vírus esteja circulando, recomenda-se que tome outra dose da vacina, mesmo que já tenha sido vacinado anteriormente.

 

Quanto a Brasil e Bélgica na Copa do Mundo… bem, sobre isso tenho certeza que você tem informação suficiente.

 

Ouça aqui o podcast Saúde em Foco, de Luis Fernando Correia, sobre sarampo.

 

 

Sua Marca: como os pais se transformam em herdeiros dos filhos

 

 

Sempre pensamos em marcas que nossos filhos herdam dos pais, mas há o caminho inverso: as marcas que os filhos apresentam aos pais. Esse é o tema do programa Sua Marca Vai Ser Um Sucesso, da rádio CBN, no qual o jornalista Mílton Jung conversa com Jaime Troiano e Cecília Russo, especialistas em branding.

 

De acordo com eles, as marcas que falam com os filhos usam a linguagem dos mais jovens mas poucas sabem o efeito que trazem aos pais: “ver nossos filhos gostarem de uma marca tem um valor muito forte para nós”, lembra Cecília Russo. Por outro lado, Jaime Troiano alerta que as marcas devem tomar cuidado para não usarem os mais jovens para comover os pais — isso vai transmitir uma mensagem muito arriscada.

 

A marca do dia é que acabou-se a ilusão de que somos os eternos professores: nossos filhos também abrem o mundo das marcas para nós e nós somos herdeiros deles em certo sentido.

 

O Sua Marca Vai Ser um Sucesso vai ao ar aos sábados, às 7h55, no Jornal da CBN.