Avalanche Tricolor: que faça uma ótima viagem!

 

 

 

Grêmio 1×3 Palmeiras
Brasileiro – Arena Grêmio

 

 

Luan

Luan aproveitou partida para ajustar a passada rumo a Libertadores

 

 

É quarta. É na Colômbia. É contra o Barcelona. É para lá que se volta o pensamento de todo o gremista que se preza. O time embarca na madrugada dessa segunda-feira para a cidade onde começa decidir a vaga à final da Libertadores da América.

 

 

E se alguém esticar o olho com desconfiança para o que pode nos acontecer lá fora, impactado pela tarde deste domingo, que me perdoe: tá na hora de rever os seus conceitos. Como dizia Tio Ernesto, que já foi personagem desta Avalanche outras vezes, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.

 

 

Você acredita mesmo que algum jogador entrará cabisbaixo na Colômbia porque os reservas perderam aqui no Brasileiro?

 

 

Gente, os caras estão babando pelo título sul-americano, acordam e dormem pensando na possibilidade de chegar ao Mundial mais uma vez (título que muita gente grande por aí não tem, não é mesmo?). Trocam facilmente o placar de hoje, que terá lugar reservado apenas para as estatísticas, pela possibilidade de conquistarem um lugar na história do clube.

 

 

Nesta temporada, desperdicei pouco tempo para discutir as escolhas de Renato e comissão técnica na escalação de titulares, reservas ou alternativos. E prometo que não irei além de algumas linhas. Sei que tem gente que só fala disso e busca aí a explicação para este ou aquele resultado nas competições disputadas até agora. E já sabe até quem atacar se alguma frustração surgir.

 

 

Vamos pensar juntos, caro e raro leitor desta Avalanche.

 

 

Só em uma competição nós estamos pagando o preço por alternar o time: é o Brasileiro. Mesmo assim, sempre estivemos entre os quatro primeiros colocados e ocupando por boa parte do tempo a vice-liderança. Sem contar que alguns dos pontos que nos separam do líder foram perdidos quando os titulares estavam escalados.

 

 

Abrir mão de titulares não foi o motivo que nos tirou da Copa do Brasil, por exemplo. Essa Copa jogamos com que havia de melhor, ao menos com o que tínhamos de inteiro até a semi-final, quando perdemos para aquele que seria o campeão da competição.

 

 

Na Libertadores, exceção daquele jogo muito bem calculado na fase de grupos, contra o Guaraní do Paraguai, estivemos com nossos principais jogadores e somos o único time brasileiro, vou repetir, somos o único time do Brasil com chance de ser campeão. Todos esses outros que estão por aí se engalfinhando no Brasileiro ou nem se classificaram pela Libertadores ou ficaram pelo caminho.

 

 

Contra o Barcelona, o time vai com o que tiver de melhor. Renato escalará o supra-sumo do seu grupo. Terá inclusive Luan e Michel, que aproveitaram a partida deste domingo para ganhar ritmo e se preparar para o meio de semana. E ele arrancará 110% de cada um dos seus jogadores, pois é para isso que estamos jogando a temporada de 2017. É isso que sonhamos conquistar neste ano, mais uma vez. É isso que nossos jogadores sonharão em conquistar enquanto dormem no avião a caminho da Colômbia.

 

 

Na mala que está sendo preparada para a viagem não haverá espaço para choramingo, mimimi e rabugice de torcedor. Nossa bagagem, além do melhor futebol que já apresentamos neste ano, só tem lugar para o sonho e o desejo de cada um de nós gremistas.

 

 

Que o Grêmio faça uma ótima viagem a caminho do nosso sonho!

Conte Sua História de SP: desde o meu cortiço no Tremembé

 

Osnir G. Santa Rosa
Ouvinte da rádio CBN

 


 

 

Em 1943, ano em que nasci, sem outra opção, meus pais mudaram para o distante, frio e bucólico bairro do Tremembé. Era um cortiço. Minha mãe, que era a caçula de sua grande família, sempre tratada com carinho, chorava todos os dias. Chorava por estar distante de seus pais, de seus irmãos e seus sobrinhos. E chorava pela situação degradante então vivida.

 

Por muitos anos se comentava nas reuniões dominicais das famílias que eu gostava de ficar pelado e assim comecei a engatinhar na Av Nova Cantareira, uns mil e duzentos metros antes de chegar na famosíssima Fazendinha. Não sei se você sabe, mas na Fazendinha, por décadas e décadas funcionou uma padaria.

 

Morar em cortiço é, simplesmente, horrível. Uma vez minha tia foi nos visitar levando seus filhos, meus primos-irmãos, como se diz. Moravam nas imediações, bem junto a um ribeirão fato que lhes trazia enormes transtornos.

 

Eu e meu irmão subimos nas costas dos primos; eu na do mais velho e ele na do mais novo e fomos circular em volta do cortiço. Pois ambos caíram dentro de um fétido córrego ao tentar pular sobre ele com a gente nas costas. Houve um pânico geral. Depois gargalhadas. Só não riam as duas mães ao verem seus rebentos negros de lama poluída e vermes brancos querendo penetrar na pele.

 

Felizmente, não demorou tanto para meu pai conseguir uma casa nas proximidades. Casa que ficava inserida no meio da mata-atlântica, do lado oposto e perto de onde hoje está o Hospital da Polícia Militar de São Paulo.

 

Ali nós conseguíamos pinhões e jabuticabas. Aqueles no inverno; e estas no começo dos verões. Às vezes, ouvíamos tiros de fuzis vindos do estande da Força Pública. Às vezes, víamos grupos de alunos oficiais fazendo treinamento físico pela Nova Cantareira.

 

Em 1953, portanto dez anos depois de ir para o Tremembé, meus país conseguiram comprar um imóvel no extremo oeste da capital e saímos daquela chácara, onde passei os melhores anos de minha vida.

 

Osnir Geraldo Santa Rosa é personagem do Conte Sua História de São Paulo. A sonorização é do Cláudio Antonio. Conte você também sua história da cidade: envie seu texto para milton@cbn.com.br.

Sua Marca Vai Ser Um Sucesso: o que pensam e fazem as garotas equilibristas

 


 


As jovens querem uma vida com mais oxigênio, não querem ficar presas ou em uma vida profissional intensa ou em uma vida familiar única: elas querem flexibilidade. A constatação é de Cecília Russo após pesquisar meninas entre 20 e 24 anos com a intenção de entender como as universitárias brasileiras estão guiando suas futuras escolhas e expectativas em relação à carreira e vida pessoal. No programa Sua Marca Vai Ser Um Sucesso, na rádio CBN, Cecília e Jaime Troiano apresentam alguns dos resultados deste trabalho que está publicado no livro “Garotas equilibristas, o projeto de felicidade das mulheres que estão chegando ao mercado de trabalho” (Pólen Livros).

 


Às marcas, Troiano recomenda que se conectem com essas jovens compreendendo que elas como equilibristas em suas múltiplas funções. Um dos aspectos que se percebe é o fato delas terem o interesse em trabalhar em empresas e marcas que tenham algo de bom a oferecer à sociedade, tenham uma função social.

Avalanche Tricolor: Luan voltou!

 

Corinthians 0x0 Grêmio
Brasileiro – Arena Corinthians SP/SP

 

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Bom te ver em campo 

 

Imagino que muitos de nós queríamos sentir o gosto da vitória, nesta noite, em São Paulo. Seria a confirmação de que o time começa a retomar o rumo, uma pressão maior sobre o adversário direto ao título e a manutenção da vice-liderança. 

 

Mas vou lhe dizer uma coisa, caro e raro leitor desta Avalanche, com toda a minha sinceridade. Independentemente do placar final da partida de hoje – e o empate está de bom tamanho, tudo levado em consideração -, eu tinha um só desejo e esse se realizou no momento em que o time entrou em campo. Ver Luan de volta. E Luan voltou.

 

A perna ainda está presa e o ritmo não é o mesmo de quando sofreu a lesão e teve de ficar afastado do Grêmio. Mas se vê claramente que ao tocar na bola, Luan modifica a forma de o time jogar.  Ela chega certa no pé do companheiro, faz um traçado diferente, driblando a burocracia e permitindo mais agilidade no ataque. Os espaços aparecem e os jogadores se aproximam. Tira a carga das costas – ou dos pés – de Arthur que tem com quem dividir o domínio da bola e pode se movimentar com mais liberdade em campo.
 

 

Para quem tem a Libertadores como obsessão e a final da Copa está a apenas dois jogos, ter o time reformatado é fundamental. E Luan é quem põe o Grêmio no eixo como mostram as estatísticas: o aproveitamento chega a 79% quando ele está jogando. Vai ficar melhor ainda até a semana que vem quando teremos pela frente a primeira decisão da semifinal.

 

Jogamos melhor do que o adversário, ficamos mais com a bola no pé, demonstramos uma consistência impressionante na defesa e provocamos os lances de maior perigo no ataque. Não foi suficiente para vencer. Mas neste treino de luxo que o Grêmio fez para Libertadores, repito o que disse no início desta Avalanche, o mais importante era ver Luan em campo. E Luan voltou.

Parque do Caxingui: devastação não desanima o cidadão

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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As árvores que ocupavam o espaço destinado à obra dos edifícios da Cury construtora já não existem mais. Tratores e serras elétricas se incumbiram eficientemente da tarefa de devastar mais um pedaço de natureza da cidade.
O cidadão que não esmoreceu ante a ameaça de destruição, agora de posse da realidade da destruição efetivada, marcou posição na quarta-feira, da semana passada, e nesta segunda-feira com manifestações públicas. Ao mesmo tempo acionou o Ministério Público Estadual e recorreu ao Tribunal de Justiça de São Paulo.

 

Daí a Promotora de Justiça Teresa de Almeida Prado Franceschi e da Analista da Promotoria I Natalia Rosa Pelicciari ajuizaram ação civil pública contra o Munícipio de São Paulo, Monterey Incorporadora SPE Limitada e Guaira Materiais de Construção e Administração Ltda. Com o objetivo de apurar os danos causados em meio ambiente protegido. E,impedir que a devastação continue em outras partes da área.

 

De outro lado, a causa acolheu o reforço do vereador Gilberto Natalini do PV, e ex-secretário Municipal do Verde e do Meio Ambiente da atual Administração. Natalini, quando secretário, procurou cassar a licença do empreendimento, mas a municipalidade julgou que não tinha direito legal para tanto. Natalini em agosto saiu da equipe de João Doria por suspeitar de compensações ambientais efetivadas de forma irregular.

 

Gilberto Natalini mantendo o apoio à causa entrou com Ação Popular, com pedido de liminar.

 

A expectativa é que as liminares encaminhadas possam ter a mesma eficiência e rapidez que os tratores e moto serras tiveram ao derrubar árvores e destruir nascentes.

 

A esperança é que se possa recuperar através de novo plantio a exuberância da mata perdida.

 

A dúvida é que se o dito popular “A justiça tarda, mas não falha” ainda vale no combalido Brasil de hoje.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung, às quartas-feiras. 

Adote um Vereador : os mesmos nomes e as mesmas caras mas sempre dispostos a mudar

 

Adote Out

 

Era meio de feriado e sábado de calor intenso: o último dia de calor antes do domingo que chegaria com uma hora a menos e termômetros em baixa, em São Paulo. O ideal para passear na cidade, caminhar no parque, encontrar os amigos no boteco ou ficar à toa. Nada disso é suficiente, porém, para demover algumas pessoas que conheço de um programa que repetem todo segundo sábado do mês, faça sol ou faça chuva: eles se sentam em torno de uma mesa para falar de política e cidadania, no Pateo do Collegio, centro da capital paulista.

 

No sábado, mesmo com todos seus atrativos não foi diferente. Lá estavam velhos e novos conhecidos que participam do Adote um Vereador tratando de temas da nossa cidade. E da nossa política. Nossa mesmo. Porque apesar de aqueles que nos representam não estarem a altura do que gostaríamos, somos responsáveis por controlar o trabalho que realizam. A política que se faz aqui é de nossa responsabilidade. Impacta a minha e a sua vida. Temos de estar atentos.

 

Digo isso porque é curioso ouvir de algumas pessoas dúvidas em relação ao projeto sempre que dizemos que estamos ali para adotar um vereador. “Mas tá difícil de encontrar algum pra adotar, heim!?” – disse-me um dos que visitavam o Pateo pela primeira vez e estava curioso em relação ao que fazíamos naquela mesa.

 

Tá nada, amigo (e amigas)! Adotar é bem simples.

 

Ao contrário do que pensam, adotar não é apoiar. Não é gostar ou admirar. Isso a gente deixa para os cabos eleitorais. Adotar é controlar, monitorar, fiscalizar e espalhar o que se controla, monitora e fiscaliza. Quanto pior estiver, mais motivos temos para adotar. Se o cara ou a cara não nos ouve, vamos gritar. Se não nos atende, azar! Vou falar o que penso, publicar o que quero e seus assessores que corram atrás para dar uma resposta.

 

Difícil é escolher um para eleger. Alguém que entenda o papel de representante público e atue com coerência, equilíbrio e a responsabilidade que o cargo exige. O nosso objetivo é, ao adotar o vereador, mostrar ao cidadão o perfil, os projetos que propõe, como se comporta, opiniões que dá, a atenção que oferece ao cidadão. E assim ajudá-lo a ter mais informações sobre o vereador, o que permitirá uma escolha mais consciente na próxima eleição. Além disso, nós mesmos aprendemos sobre nossos direitos, nossas responsabilidades e o papel que o vereador deve exercer. Até onde vão os direitos e as responsabilidades deles.

 

Do bate-papo desse sábado, uma curiosidade: um dos nossos trouxe panfleto com anúncio de conferência sobre democracia participativa, que foi realizada, se não me engano, em 1997, na Câmara Municipal. Na relação de participantes, nomes conhecidos nossos: Marco Antônio Teixeira, Gilberto Di Palma, Oded Grajew …. Dentre eles, Sônia Barbosa, que estava mais uma vez ao nosso lado e começou seu trabalho de cidadã na fundação do Movimento Voto Consciente, criado em 1987, e atualmente compartilha sua experiência com a gente.

 

Curioso foi perceber que naquela lista havia em destaque os mesmos nomes que encontraremos em conferências, seminários e discussões sobre democracia participativa nos tempos atuais, com as exceções de praxe e caras novas que por ventura tenham surgido neste tempo. Mudaram muito pouco os nomes e as caras.

 

Convencer outras pessoas a estar conosco tem sido mesmo um tremendo desafio. Sempre que se fala em política, muitos saem correndo: “não quero me envolver com essas coisas”. Política não é coisa ruim, não. É coisa boa. Tem é uma turma que usa essa coisa de maneira errada. Pra coisa errada. E a gente tenta provar que só com a participação popular pode-se mudar este cenário. E uma das maneiras de participar é adotar um vereador.

Avalanche Tricolor: uma vitória para espantar o bode

 

 

Coritiba 0x1 Grêmio
Brasileiro – Couto Pereira-Curitiba/PR

 

 

RAMIRO

Ramiro comemora (reprodução SporTV)

 

 

Um domingo estranho esse que eu tive. Para descrevê-lo, a palavra que me vem a cabeça é marrento. O céu esteve nublado desde muito cedo, aqui em São Paulo. Havia um chuvisco sem graça e os termômetros mal chegavam aos 19 graus, depois de uma sequência de dias com temperaturas que bateram a casa dos 35. Pouco convidativo para passeios na cidade. Esconder-se dentro de casa era o que de melhor eu tinha para fazer.

 

 
Não bastasse isso, ainda era o domingo que marcava o início do famigerado horário de verão. Desculpe-me se você é daqueles que curte a mudança no relógio e tem chance de aproveitar o “dia mais comprido”. Eu odeio. Com compromissos profissionais diários que me obrigam a acordar às 4 da manhã, essa mudança costuma causar-me transtornos, especialmente na primeira semana. Por força da mente, desde o sábado já vinha curtindo um bode ao lembrar que na segunda teria de madrugar mais cedo do que de costume. Confesso que isso influenciou meu ânimo. E estragou boa parte do fim de semana. Um dia aprendo a curar essa preocupação.

 

 
Para deixar a coisa ainda mais estranha, o Grêmio somente entraria em campo no fim do domingo e fora de casa, coisa que neste segundo turno do Brasileiro não tem sido nada convidativo ao torcedor. Cheguei a me animar ao ver que Renato escalaria o time quase completo e imaginei um desempenho mais próximo daquilo que queremos ver na Libertadores, apesar da ausência de Luan. Lego engano.

 

 
Se o domingo começou chato, o jogo estava mais chato ainda, em Curitiba. O frio e a chuva também estavam lá para completar o cenário. No primeiro tempo, quase não conseguíamos ficar com a bola no pé. E se com ela no pé, nas últimas partidas, chegamos pouco ao gol, sem ela a distância parecia ainda maior. Exceção a alguns escanteios e a cabeçada de Geromel, tivemos pouco motivos para levantar do sofá.

 

 
Veio o segundo tempo e o desespero do adversário quase rebaixado fez aumentar a pressão. A bola rondava nossa área e a defesa despachava do jeito que dava. Ainda bem que o pouco que passou pelos nossos zagueiros ficava nas mãos de Marcelo Grohe. Do meio de campo para frente havia um esforço para trocar passes, recuperar o domínio do jogo e tentar chegar ao ataque. Nada muito inspirador, apesar de uma melhora aparente em relação ao primeiro tempo.

 

 
Renato fez as mudança de praxe. Trocou Arroyo por Everton; Barrios por Beto da Silva e, quando o empate parecia a melhor coisa que poderia acontecer neste domingo, colocou Jael em lugar de Fernandinho. E de onde menos se esperava foi que saiu a jogada para o gol redentor. Em uma contra-ataque liderado pelo atacante que acabara de entrar, aos trancos e barrancos, a bola sobrou livre para Ramiro, que em um chute forte e alto, marcou aos 46 minutos do segundo tempo.

 

 
Quase corri junto com Ramiro na comemoração do gol, pois aquele gol, naquele momento e com aquele sofrimento era a única coisa capaz de me tirar o bode deste domingo de primavera com cara de inverno e horário de verão. 

Mundo Corporativo: persuasão é essencial para o sucesso das vendas, diz Laila Vanetti

 

 

“A base da persuasão está na construção da sua credibilidade e autoridade, que deve ocorrer de maneira paulatina, pouco a pouco e ao logo de toda sua vida”. Para a linguista Laila Vanetti, a persuasão é ferramenta essencial para o sucesso nas negociações com clientes e parceiros de negócio. Diz que a persuasão é que leva o outro a ação (e a compra). Vanetti recomenda que os profissionais se dediquem a desenvolver estratégias de comunicação, elaborando um discurso lógico e conectado às necessidades e características do seu interlocutor. Segundo ela, para uma comunicação de resultado é preciso que as pessoas percebam que “ali está a essência e a missão da sua vida”.

 

Laila Vanetti, especialista em argumentação, percussão e retórica, foi entrevistada pelo jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN, que vai ao ar aos sábados, no Jornal da CBN. Colaboram com o programa Juliana Causin, Rafael Furugen e Débora Gonçalves.

Não há futuro para marcas de sucesso sem cuidado e profissionalismo

 

 

“Ficou muito mais poderosa a relação da marca com o mercado, mas ficou também muito mais complexa devido às redes sociais. Só intuição e boa vontade não resolvem”. O alerta é de Jaime Troiano, comentarista da rádio CBN, que não enxerga futuro para empresas sem marcas gerenciadas com cuidado e profissionalismo. Ao lado de Cecília Russo, Troiano apresenta o quadro Sua Marca Vai Ser Um Sucesso que vai ao ar, aos sábados, às 7h55, no Jornal da CBN.

 

Em conversa com Mílton Jung, Troiano falou também do livro “Brand Intelligence – Construindo Marcas Que Fortalecem Empresas”, que lançou recentemente, no qual aborda temas que vão das estratégias para atuar nas redes sociais até a aplicação de técnicas de neurociência: “esta é uma forma de você conhecer com profundidade o que as pessoas sentem e pensam sobre sua marca”.