É hora de voltar, mas a gente lê cada coisa que dá vontade de pedir férias de novo

 

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Estou de volta. Faz pouco tempo que saí, mesmo que meus colegas de trabalho passem a segunda-feira insistindo no contrário. Verdade que quando entrei em férias ainda tínhamos Copa do Mundo e (alguma) esperança no hexa. Tínhamos também o drama dos 12 meninos e seu técnico de futebol, que estavam presos dentro de uma caverna na Tailândia. E sequer se conhecia um juiz chamado Favreto, que ganhou seu domingo de fama tentando libertar Lula, conseguiu dar ao ex-presidente destaque suficiente para mantê-lo nadando de braçada nas redes sociais e levou na onda os já famosos Moro e Gebran.

 

Agora, se tantas coisas acontecem em tão pouco tempo, a culpa não é minha. São as circunstâncias de um tempo que está sempre acelerado e os acontecimentos se sucedem em uma velocidade acima do suportável. Eu fiz minha parte — fiquei no meu canto, relaxei em cenários que são um encanto, contemplei meus momentos em família e ganhei alguns quilos a mais. Mais magra mesmo só minha carteira — viagens sempre nos reservam custos extras, apesar de seguir economizando na moedinha da Fontana di Trevi, em Roma.

 

Da mesma forma que foi um tempo de descanso, também foi um tempo de expectativa, porque um novo projeto estava em maturação durante esses dias de afastamento do rádio — um projeto que havia consumido boa parte das minhas energias nos últimos quatro meses, mas que pronto e editado será apresentado oficialmente nos próximos dias para você, caro e raro leitor deste blog.

 

Refiro-me ao meu novo livro “É proibido calar! Precisamos falar de ética e cidadania com nossos filhos”, editado pela Best Seller, do Grupo Editoral Record, que já está em pré-venda e terá lançamento em algumas cidades brasileiras, em agosto. Nos próximos dias, conversarei mais com você sobre esse projeto que considero transformador para mim — e espero seja para os leitores, também.

 

Quando deixei o Brasil, o livro ainda não estava impresso. Por isso, fiquei de receber o primeiro exemplar na casa em que me hospedei na Itália — mas por essas coisas que os correios e serviços de remessa não explicam, até deixar o país a encomenda não chegou. Espero que caia em boas mãos e o seu leitor anônimo aproveite ao máximo.

 

Frustrado por não tê-lo em minha companhia nas férias ao menos fui surpreendido com outro exemplar à minha espera em casa, aqui em São Paulo. Foi um tremendo prazer tocá-lo, abri-lo, folheá-lo, ler e reler alguns trechos e curtir o resultado de mais este projeto. Ainda não está acabado — pois livros só se realizam quando nas mãos dos leitores e isso, espero, acontecerá em seguida.

 

Como disse, porém, do “É proibido calar!” escrevo mais nos próximos dias — assim como pretendo usar mais este espaço do blog para falar com você que me acompanha. E falar de tudo um pouco não necessariamente das coisas que são notícia, porque para essas já tenho o Jornal da CBN à disposição, para o qual retorno à apresentação nesta segunda-feira ao lado da Cássia Godoy. Ao Roberto Nonato meu muito obrigado pela participação sempre precisa nestes meus dias de férias. Assim como agradeço aos que me ajudaram a manter o blog ativo durante meu descanso — com as publicações do Mundo Corporativo, o Sua Marca Vai Ser Um Sucesso e o Conte Sua História de São Paulo. Agradeço especialmente ao Carlos Magno Gibrail, que segue pautando a mídia, seja com suas análises do ambiente urbano seja escrevendo sobre o varejo.

 

Vamos em frente porque neste segundo semestre do ano muita coisa ainda está para acontecer, a começar pela campanha eleitoral que ganha corpo com as convenções dos últimos dias e as indefinições dos partidos e políticos. Uma eleição que, segundo Carlos Augusto Montenegro, do Ibope, disse ao colunista de O Globo Bernardo Mello Franco, será a mais difícil da história. Difícil e assustadora, pois, Montenegro calcula que “pode ser que 70 milhões de brasileiros não votem para presidente”, pois o eleitor está “enojado”, “frio” e “desmotivado”. Motivos não faltam.

 

Se eu pedir férias de novo será que o pessoal reclama?

Sua Marca: o desafio de gerenciar o potencial das mídias disponíveis para divulgar seu negócio ou empresa

 

 

Cada vez é mais desafiador gerenciar a potencialidade de mídias em favor de uma marca —- o comentário é de Jaime Troiano no quadro Sua Marca Vai Ser Um Sucesso.
Em conversa com o jornalista Mílton Jung, Troiano e Cecília Russo falaram de três categorias de mídias que devem ser levadas em consideração pelas empresas: a mídia proprietária, a mídia paga e a mídia espontânea. As duas primeiras, a marca tem controle sobre o que é divulgado e estão relacionadas a produção de site próprio ou de publicidade, no modelo mais tradicional. Já em relação a terceira, a marca não tem qualquer controle, porém se a mensagem divulgada for positiva terá um efeito gigantesco, em virtude da credibilidade agregada à crítica. O segredo está em saber fazer com que a informação faça o público-alvo migrar de uma mídia para outra sempre mantendo contato com a marca.

 

O Sua Marca Vai Ser Um Sucesso vai ao ar aos sábados, às 7h55 da manhã, no Jornal da CBN.

Mundo Corporativo: ensino à distância ajuda profissional a reduzir lacuna de habilidade

 

 

Sempre existe uma lacuna de habilidade — o que você pode oferecer para a empresa e o que a empresa espera de você —-, e cabe a nós profissionais estarmos sempre atrás de reduzirmos esta distância. A opinião é de Sérgio Agudo, country manager da Udemy, em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. Agudo tem se dedicado a expansão da plataforma de ensino à distância no Brasil e falou sobre como é possível usar os recursos disponíveis na internet para ampliar o conhecimento e, também, das oportunidades que este mercado oferece.

 

O Mundo Corporativo é apresentado às quartas-feiras, 11 horas da manhã, e pode ser assistido no site e na página da CBN no Facebook. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN, e aos domingos, às 10h30 da noite, em horário alternativo. Colaboram com o Mundo Corporativo, Juliana Causin, Rafael Furugen e Débora Gonçalves.

Conte Sua História de São Paulo: aqui aprendi como é o cheiro da poluição e o cheiro do mato

 

Por Marcos Bacarelli Rennar
Ouvinte da CBN

 

 

Sou paulistano e torcedor do Corinthians, com orgulho. Nasci aqui, fui criado aqui, saí muito pouco da cidade, morei algumas vezes nos arredores, mas nunca me afastei definitivamente. Fui criado na zona oeste, sempre perto da Lapa, Pompéia, Freguesia do Ó. Fui até para a Granja Vianna e acabei voltando. Aprendi a reconhecer o cheiro da poluição, do asfalto, da chuva sobre o concreto e diferencia-los do cheiro do mato. Um aprendizado.

 

Certa vez fui conhecer o Ceará, visitar um grande amigo que sofrera um acidente de carro numa estrada perto de Fortaleza. Fiquei apenas alguns dias hospedado na casa de amigos e percebi que as pessoas me olhavam como se eu fosse totalmente diferente por ser paulista: talvez um outro braço esquerdo, talvez uma orelha a mais, sempre com olhares arregalados de espanto.

 

São Paulo ainda é a locomotiva que puxa este país. Tenho o desejo de morar numa cidade quente costeira, na qual possa ver o sol no horizonte e caminhar na praia no fim de tarde. Contudo, em todos os lugares onde estive dentro deste país varonil há uma diferença brutal: é aqui que está a grana! Negócios, eventos, lançamentos — onde estão as sedes das empresas e onde são tomadas as decisões. É aqui que tudo acontece!

 

Eu vi pessoas ficarem ricas, vi pessoas e amigos perderem tudo, vi pessoas chegando de outros estados, voltando pra suas origens; gente de outros países aportando e aterrissando em Santos, Congonhas e Cumbica. Vi as estradas sendo construídas e duplicadas. Vi a Ceasa ficar colorida com milhares de frutas num entardecer de céu laranja, azul e amarelo. Somente ali naquele momento da minha memória (e de algumas fotos) tal luz celestial aconteceu!

 

Também vi o Movimento das Diretas Já na praça da Sé, a reurbanização de alguns pontos da cidade, as reformas dos monumentos, as reformas e os monumentos, as paralisadas linhas do metrô e a paralisia da educação. Também vi a construção da oitava maravilha do futebol brasileiro: a Arena Corinthians — onde a abertura da Copa do Mundo aconteceu.

 

Trabalhei com propaganda, gastronomia, eventos, fui professor universitário durante 20 anos, fiz dezenas de cursos, me qualifiquei de tal forma que hoje sou um especialista, quase um erudito, e somente aqui eu poderia ter alcançado tal status. Somente aqui este status poderia ter uma serventia: onde tudo acontece!

 

Meus ascendentes, tanto por parte de Pai quanto por parte de mãe, eram estrangeiros vindos da Europa e acabaram por se fixar em São Paulo. Meu avô paterno passou por Buenos Aires e Rio de Janeiro até se casar e formar família, vindo do norte da Hungria. Minha avó materna chegou de Minas Gerais viúva com sete filhos e criou todos na Pauliceia.

 

Desse milagre termodinâmico, nasci eu, meio húngaro, mezzo italiano, branco, loiro de olhos verdes, brasileiro — que adora ouvir Tom Jobim; paulistano da Lapa e orgulhoso por fazer parte desta história.

 

Marcos Bacarelli Rennar é personagem do Conte Sua História de São Paulo. A sonorização é do Cláudio Antonio. Você pode participar escrevendo sua história para milton@cbn.com.br

O Minhocão do Hexa

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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Monotrilho em imagem do Flickr/Gov do Estado de São Paulo

 

É inacreditável que quarenta anos depois de inaugurar o Minhocão por Paulo Maluf, a mesma cidade foi vítima de obra similar.

 

Se Maluf, em 1970 teve o regime ditatorial favorecendo as operações, em 2010 as forças da FIFA, da CBF, de Lula, de José Serra e de Kassab tiveram que se unir para vencer os protestos contra a sua execução. Diante do exemplo irrefutável dos problemas do Minhocão original, os argumentos técnicos e sociais afloraram vigorosamente. Dentre eles destacamos em artigo anterior neste blog:

 

A linha 17-Ouro que ligará Congonhas à rede de trilhos terá trens a 15 metros de altura, irá desapropriar área de 132 mil metros quadrados na qual serão derrubadas 2.300 árvores e onde 36 mil metros quadrados são ocupados por residências de alto e médio padrões.

 

O morador deve sofrer impacto negativo de ALTA RELEVÂNCIA: a mudança da paisagem devido à presença de vigas de até 15 metros de altura

Será um grande causador de incômodo. A obra será usada por mais de 200 mil passageiros por dia …

 

Nas vias de baixo tráfego haverá aumento significativo do movimento devendo atrair também camelôs e desvalorizando alguns espaços do entorno…

 

O padrão residencial vertical faz com que o impacto visual do monotrilho seja intensificado, pois alguns domicílios ficarão no mesmo nível que as estruturas permanentes.

 

Entretanto, era uma batalha de cartas marcadas. Tanto é que o Estádio do Morumbi não foi aprovado pela FIFA, alegando que as obras a serem feitas teriam que estar prontas, para em seguida endossar a abertura da COPA no Itaquerão, que ainda não tinha estádio nem mesmo um projeto completo.

 

Então, o que era ruim ficou muito pior, pois a construção do Minhocão do Morumbi diminuiu de ritmo. Afinal os interesses públicos e privados passaram para Itaquera. A ponto de haver paralisação e acentuada degradação no canteiro de obras.

 

O fato é que a COPA 2014 passou. A COPA 2018 também e o monotrilho ainda não está pronto.

 

Em resumo, o capital investido proposto para gerar riqueza está produzindo pobreza.

 

Sem ironia, o Minhocão da COPA será o Minhocão do HEXA: Não dá para prever quando chegará.

 

Leia também:

 

O “Minhocão do Morumbi” — 18/08/2010

 

O Morumbi em choque — 06/10/2010

 

Monotrilho será novo Minhocão, mas tudo muito “moderno — 23/04/2012

 

O Minhocão do Morumbi II — 04/04/2016

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung

Sua Marca: como as marcas oferecem sentido de convivência entre pessoas

 

 

As marcas têm a capacidade de alimentar a ideia de se viver em tribo, um sentimento que sempre foi muito forte entre os seres humanos, mas que acabou se perdendo por inúmeros fatores relacionados a forma de vida na sociedade moderna. A Harley Davidson e a Apple são exemplos de empresas que souberam dar aos seus consumidores esse sentido de união — de acordo com Jaime Troiano e Cecília Russo, que falaram sobre o assunto com o jornalista Mílton Jung, no quadro Sua Marca Vai Ser Um Sucesso, na rádio CBN.

 

“As marcas ocuparam esse espaço e trazem um novo sentido de juntar pessoas em torno de uma promessa, é um tipo de re-tribalização”, diz Jaime Troiano. Para que esse fenômeno ocorra, porém, as marcas precisam ser reconhecidas por algo muito claro e inspirador: “… têm de oferecer conteúdo para que essas pessoas que façam parte da tribo possam atuarem em favor delas”, sugere Cecília Russo.

 

O Sua Marca Vai Ser Um Sucesso vai ao ar aos sábados, às 7h55, no Jornal da CBN.

Mundo Corporativo: Luiz Carlos de Souza diz como estar preparado para tomar a decisão certa

 

 

“Todos os personagens que estão dentro do mundo corporativo são tomadores de decisão, independentemente do cargo ou função que a pessoa ocupe” – Luiz Carlos Pereira de Souza, professor da área de negócios.

 

 

O ambiente de trabalho exige dos profissionais tomadas de decisão rápidas e precisas a todo momento e para que isso ocorra é fundamental que se tenha consciência dos vários aspectos que nos influenciam: sociais, financeiros, psicológicos e espirituais.

 

Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da CBN, Luiz Carlos Pereira de Souza fala de estratégias e cuidados que precisam ser adotados antes de uma decisão. Por exemplo, saber ouvir o outro, agir sem precipitação e analisar o ponto de vista da corporação que representa.

 

Ele ensina que uma palavra mágica diante de um pergunta que lhe exija uma resposta muito rápida é “depende”:

 

“Fundamental quando nós vamos tomar uma decisão é poder respirar, refletir, e quando você fala depende você ganha essa oportunidade”.

 

O Mundo Corporativo é apresentado, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no site e na página da CBN no Facebook. O programa vai ao ar aos sábados, no Jornal da CBN, ou aos domingos, às 22h30, em horário alternativo. Colaboram com o Mundo Corporativo Juliana Causin, Rafael Furugen e Débora Gonçalves.

Ditos populares na minha infância

 

Por Julio Tannus

 

HOJE É DOMINGO PÉ DE CACHIMBO… e eu ficava imaginando como seria um pé de cachimbo, quando o correto é:
HOJE É DOMINGO PEDE CACHIMBO… (fumar um cachimbo).

 

E a gente pensa que repete corretamente os ditos populares.

 

No popular se diz: “Esse menino não para quieto, parece que tem bicho carpinteiro”. Minha grande dúvida na infância: Mas que bicho é esse que é carpinteiro, um bicho pode ser carpinteiro??? O correto: “Esse menino não para quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro”. Está aí a resposta para meu dilema de infância!

 

“Batatinha quando nasce esparrama pelo chão”. Enquanto o correto é: “Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão”. Se a batata é um caule subterrâneo, ou seja, nasce enterrada, como ela se esparrama pelo chão se ela está embaixo dele?

 

“Cor de burro quando foge”. O correto é “Corro de burro quando foge”. Esse foi o pior de todos. Burro muda de cor quando foge? Qual cor ele fica? Por que ele mudaria de cor?

 

Outro que no popular todo mundo erra: “Quem tem boca vai a Roma”. Bom, esse eu entendia, de um modo errado, mas entendia! Pensava que quem sabia se comunicar ia a qualquer lugar. O correto é: “Quem tem boca vaia Roma”. Isso mesmo, do verbo vaiar.

 

Outro que todo mundo erra: “Cuspido e escarrado” – quando alguém quer dizer que é muito parecido com outra pessoa. O correto é “Esculpido em Carrara”. Carrara é um tipo de mármore.

 

Mais um famoso: “Quem não tem cão, caça com gato”. Entendia também errado, mas entendia. Se não tem cão para ajudar na caça o gato ajuda! O correto é “Quem não tem cão, caça como gato”. Ou seja, sozinho.

 

Julio Tannus é engenheiro, consultor em estudos e pesquisa aplicada, co-autor do livro “Teoria e Prática da Pesquisa Aplicada” (Editora Elsevier), autor do livro “Razão e Emoção” (Scortecci Editora)

A seleção brasileira precisa ser tratada como empresa

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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Comissão técnica e jogadores que compõem a seleção brasileira de futebol são profissionais competentes, cujas carreiras de sucesso avalizaram suas funções na seleção.

 

Ao encerrar sua participação na COPA seria imperioso avaliar o empenho e o desempenho. Por que não se fez uma análise técnica do trabalho que competia a cada um, como é norma nas empresas organizadas?

 

Creio que mesmo superadas as fases do “Complexo de vira lata” e da “Pátria de chuteiras” convivemos com distorções dentro e fora de campo, que levam a erros nas avaliações. E essas passam a ser indulgentes, quando deveriam ser transcendentes.

 

A continuidade da Comissão Técnica, por exemplo, é de fato um sinal positivo de avaliação, mas deveria ser estendido sobre outros aspectos. A diferença entre a performance antes da COPA e na COPA foi grande, e isto precisaria ser analisado.

 

Aos jogadores, era essencial para a equipe e para cada um deles, uma resenha do trabalho individual e coletivo. Ao menos para purgar abordagens paternalistas e machistas circulando nos meios digitais e oficiais — que estão transformando-os em meninos ou deuses acima de qualquer crítica negativa.

 

A esse respeito, o artigo da jornalista Mariliz Pereira Jorge – “Jogadores de futebol não são meninos” -, na FOLHA de ontem, reflete bem a constrangedora realidade da cultura e do culto do mundo do futebol e de seus astros:

 

“Parece que encontraram uma forma de maximizar grandes feitos ou de minimizar grandes responsabilidades. Nas duas situações basta infantilizar o sujeito. Foi assim no caminho percorrido para a classificação para a Copa”

 

“Na derrota, o “adjetivo” deu o tom condescendente. Perderam, mas nossos meninos lutaram tanto”.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung

Sua Marca: dê um tempo para o seu cliente

 

 

Existem marcas que ganham relevância porque vendem aquilo que sentimos falta no nosso dia a dia: tempo para parar. Jaime Troiano e Cecília Russo falam dessa estratégia que pode ser usada por empresas, produtos e serviços para conquistar o consumidor. Em conversa com o jornalista Mílton Jung, ele chamam atenção para o fato de se investir muito em tecnologia ou ações que façam com que as pessoas não percam tempo na vida, mas às vezes o caminho pode ser o inverso: oferecer as pessoas o direito de refletir, relaxar, “descomprimir”.

 

O Sua Marca Vai Ser Um Sucesso vai ao ar aos sábados, às 7h55 da manhã, no Jornal da CBN.