Mundo Corporativo: Alessandra Andrade, da FAAP, diz como transformar a sua ideia em um bom negócio

 

 

“Quando a gente é louco o suficiente para achar que a gente pode mudar o mundo, a gente realmente pode mudar então se algo não dá para fazer agora, talvez daqui um ano dê porque as tecnologias vão mudando, as fórmulas vão mudando acredite no seu sonho e vai em frente” — Alessandra Andrade, FAAP

É crescente o desejo de jovens em lançar o seu próprio negócio em vez de buscar um emprego no mercado de trabalho —- fenômeno que também se vê em outras faixas etárias. Isso gera necessidades que vão além do conhecimento técnico que se costuma desenvolver dentro das universidades. Para atender a essa demanda, instituições de ensino superior têm criado espaços para a inovação e o empreendedorismo, como é o caso da Fundação Armando Alvares Penteado, uma das mais tradicionais faculdades de São Paulo. O jornalista Mílton Jung entrevistou no programa Mundo Corporativo, Alessandra Andrade, gerente do FAAP Business Hub, um espaço que ela define como sendo “a startup da FAAP”, onde novas ideias são testadas e em que errar faz parte da busca do conhecimento:

“Hoje, mesmo antes de você ter o seu CNPJ, de você abrir a empresa ou não, você vai falar com o cliente, o foco é no cliente. E esse é o mindset, hoje, do mundo corporativo, do mundos dos negócios, do mundo das startups, onde você testa. Hoje, você não precisa mais de escritório, você não precisa mais do cartão de visitas; você precisa é ter uma boa solução”

Na entrevista, Alessandra Andrade identificou três setores que têm criado ótimas oportunidades para startups: o agronegócio, pela capacidade agrícola do Brasil; o financeiro, através do fenômeno das Fintecs que têm ocupado espaço que era de bancos tradicionais; e o varejo, no qual, depois da explosão do comércio eletrônico, as lojas físicas têm ganhado nova relevância como ambiente de relacionamento com os clientes e pontos de coleta de informação e dados.
 

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no site da CBN no Facebook ou no Twitter (@CBNoficial). O programa vai ao ar aos sábados, às 8h10, no Jornal da CBN, ou aos domingos, às 10 da noite, em horário alternativo. Colaboram com o Mundo Corporativo: Guilherme Dogo, Rafael Furugen, Bianca Kirklewski e Débora Gonçalves.

Mundo Corporativo: novo CEO da Ambev quer empresa mais aberta e colaborativa

 

“Você não consegue inovar se você não colaborar, se você não se abrir para fornecedores, para clientes, para gente que está inovando — a inovação não necessariamente vem só de dentro, a gente resolve problemas complexos colaborando. Você chama fornecedores, você fala do problema, você investe junto, você tenta resolver” —- Jean Jereissati, CEO da Ambev

A necessidade de abrir a empresa para a inovação e criar um ambiente colaborativo em que o cliente tenha maior participação está entre os desafios do novo CEO da Ambev, Jean Jereissati. O executivo disse que é momento de o grupo mudar o seu olhar que por muito tempo esteve direcionado para o seu próprio crescimento e isso teria provocado um distanciamento na relação com o seu consumidor.

“Eu quero trazer essa visão de abertura e colaboração para a companhia como um todo, promover nossa capacidade de inovar e dar um salto tecnológico”

Jereissati assume o cargo oficialmente em janeiro, mas já está no grupo há pouco mais de 20 anos, foi para o exterior, trabalhou por quatro anos na China, voltou em 2019 e ocupa a diretoria de vendas e marketing. Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da CBN, o empresário disse que no ano passado 5% do faturamento do grupo vieram de produtos que não existiam há dois anos, e conforme dados de setembro, este índice já chegou a 13%, neste ano — o que ele define como sendo um crescimento em ritmo chinês:

“Se você quer mudar uma companhia para ela começar inovar essa agenda tem de vir do CEO, essa agenda tem de vir do topo”

Na entrevista, Jereissati também falou do perfil de profissionais que a empresa busca, das oportunidades de carreira que existem no grupo e das expectativas de crescimento no setor nos próximos anos.

 

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Mundo Corporativo: empresas mais colaborativas alcançam melhores resultados, diz Susanne Andrade

 

 

“As empresas que mais têm crescido hoje são as empresas que são mais colaborativas. São empresas que são movidas a propósito e entendem qual é o sentido daquilo que ela está fazendo. E aí sim o clima é muito mais leve. E os processos acabam fluindo e os resultados vêm” —- Susanne Andrade, consultora

A alta competitividade e a pressão por resultados têm contaminado o ambiente de trabalho e impactado a saúde dos profissionais. Mas há caminhos para se contrapor a esse cenário e oferecer aos colaboradores projetos mais humanos sem abrir mão da produtividade. É o que propõe a consultora Susanne Andrade em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN.

 

Autora do livro “O poder da simplicidade no mundo ágil”, Andrade criou um método no qual ajuda profissionais e empresas a mudarem o padrão nas relações, desenvolverem ambientes colaborativos e uma liderança humanizada. A partir da implantação do Método Ágil Comportamental (MAC), a consultora defende a ideia de que é possível alcançar melhores resultados em menor tempo tendo como objetivo a busca da simplicidade, apesar de o mundo parecer ainda mais complexo do que no passado.

“A simplicidade está justamente em parar para valorizar mais as pessoas e entender que as pessoas é que vão gerar mais resultados”

De acordo com pesquisa da Gallup, citada por Susanne Andrade, no programa, 72% dos profissionais estão infelizes e sem entusiamo e mais de 50% dos trabalhadores que saem das empresas é por problemas de relacionamento com seus líderes:

“A liderança é papel fundamental para que essa agilidade aconteça e o impacto positivo nas relações também para contribuir para essa agilidade” 

Uma das ferramentas que precisam ser mais bem desenvolvidas pelos líderes e seus colaboradores é a comunicação, segundo a consultora:

“A comunicação, eu diria, é a principal habilidade não técnica. Hoje, o profissional saber se comunicar de maneira mais assertiva, com mais simplicidade, respeitando o outro que está no outro crachá, é importante.”

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Mundo Corporativo: Lucas Foster diz como você pode ser mais criativo e a sua empresa, também

 

“A criatividade é fundamental para gerar competitividade e um ambiente criativo precisa de liberdade, diversidade e conectividade. Se você construir este ambiente dentro das suas empresas com certeza você vai se preparar para o futuro dos negócios e para o mundo da inovação” Lucas Foster, LabCriativo

Muitas empresas estão revendo sua cultura e mudando seus líderes em busca da construção de ambientes que incentivem a criatividade. Para o psicólogo e consultor Lucas Foster essa transformação se faz necessária e é parte da estratégia do negócio. Ele foi entrevistado pelo jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da CBN:

“O CEO precisa ter uma visão estratégica sobre inovação, sobre competitividade, e ele precisa entender que para sobreviver no século 21, para fazer a transição de uma economia industrial para uma encomia digital, ele precisa abraçar a cultura de incentivo à criatividade”

Foster está à frente do LabCriativo que é uma empresa de mídia e educação com foco em criatividade, inovação, economia criativa e liderança. Ele também organiza o Prêmio Brasil Criativo, que está em sua terceira edição e reconhece ações inovadoras do empreendedorismo. O Dia Mundial da Criatividade é comemorado em 21 de abril quando é formada uma rede de cidades que se comprometem a desenvolver programações que incentivem a criatividade.

“Então, ser criativo nada mais é do que se permitir criar, imaginar, sonhar e com isso encantar as pessoas, e ter energia interna para seguir em frente acreditando em si próprio e no futuro”.

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Mundo Corporativo: transformação digital cria empregos novos, diz Fernando Martins

 

 

“Cada tecnologia de automação elimina emprego. Isso não há dúvida. Mas ela também gera novos empregos. Então, a gente tem o desafio, não é de manter as pessoas no emprego de pouca utilização do cérebro …. é de capacitar essas pessoas para que elas possam ser, dar a manutenção nesses sistemas” —Fernando Martins, consultor em transformação digital

O impacto provocado pela transformação digital nos negócios e na vida das pessoas é inevitável e a velocidade com que isso tem ocorrido é cada vez maior. É preciso saber tirar proveito desse processo, com as empresas aprendendo a trabalhar com o enorme volume de dados gerados e os profissionais buscando o caminho do conhecimento em áreas e funções que não possam ser simplesmente substituídas por uma máquina.

 

O consultor de transformação digital Fernando Martins fala dessas mudanças em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da CBN. Ele foi CEO da Intel por pouco mais de 19 anos e tem se dedicado a fomentar negócios com potencial para crescimento no cenário digital.

 

Um dos setores que têm se beneficiado do uso da inteligência artificial no Brasil é o agronegócio e várias têm sido as experiências desenvolvidas no campo que trazem maior eficiência ao produtor rural, conta Martins.

 

Um exemplo que ele apresenta é das máquinas computadorizadas que espalham esterco na terra onde será realizado o plantio. Uma função que era realizada por pessoas sem a precisão necessária para tirar o maior proveito do produto. Se por um lado esses trabalhadores perderam sua utilidade, por outro o agricultor precisou contratar especialistas em mecatrônica.

 

Para Martins são forças econômicas que estão causando essa transformação digital no mundo, a começar pelo fato de o custo computacional ter diminuído muito:

“Quanto custa tirar um foto no celular? Custa nada. Em 1984, custava U$ 100 armazenar uma imagem dessas em uma hard drive que custava U$ 2 mil e tinha capacidade de armazenar 20 megabytes; hoje, você consegue armazenar dados cada vez maiores, dados interessantes que antigamente você não conseguia armazenar”.

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas da manhã, pelo Twitter (@CBNoficial) e pela página da CBN no Facebook. O programa vai ao ar aos sábados, às 8h10, no Jornal da CBN, e aos domingos, às 10 da noite, em horário alternativo. O programa tem a colaboração de Guilherme Dogo, Rafael Furugen, Isabela Ares e Débora Gonçalves.

Mundo Corporativo: Breno Paquelet ensina estratégias para negociar melhorias nas condições de trabalho

 

“Para avaliar o seu possível aumento é preciso analisar três aspectos principais: primeiro, merecimento; segundo, viabilidade; e, terceiro, e aí sim, convencimento dos tomadores de decisão” Breno Paquelet, consultor de negociação.

Sabe aquele reajuste de salário que você tem certeza que merece, mas morre de medo de pedir ao seu chefe? É possível abordá-lo para tratar do assunto sem causar constrangimento. E, claro, esteja preparado para ouvir um não. Breno Paquelet, consultor de negociação, falou do tema em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo. Ele alertou para o fato de que mesmo em um caso de negativa de aumento, o profissional pode tirar alguma vantagem dessa conversa:

“Uma derrota ou um fim em si mesmo, ali na negociação, é quando um não é seco e você não consegue extrair nada dele. Se um não vem com o seu entendimento de um compromisso que você precisa assumir, resultados que você deveria demonstrar, você aprende muito mais e pode voltar para uma segunda conversa uma segunda rodada com um entendimento muito melhor que você precisa fazer para você viabilizar o seu aumento”.

Paquelet é autor do livro “Pare de ganhar mal —- manual de negociação para aumentar seu salário e sua qualidade de vida” (Editora Sextante). Ele ressalta que a negociação precisa levar em consideração não apenas um reajuste salarial, porque esse nem sempre é possível, mas a possibilidade de se obter algum outro benefício ou vantagem que impacte na melhoria das condições de trabalho, na infraestrutura oferecida pela empresa ou na qualidade de vida.

 

Uma das sugestões do consultor é que antes de iniciar o processo de negociação, o profissional analise sua performance, identifique suas fortalezas e fragilidades:

“Quanto mais honesta for a sua auto-análise, mais chances de a sua estratégia ser bem sucedida, se você negar os seus problemas, negar a realidade você terá uma visão totalmente distorcida do que pode obter e com certeza vai ser uma estratégia furada”.

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, às quartas-feiras, às 11 horas da manhã, pelo Twitter (@CBNoficial) e na página da CBN no Facebook. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN, e domingos, às 10 da noite, em horário alternativo. Colaboram com o Mundo Corporativo: Guilherme Dogo, Gabriela Varela, Rafael Furugen, Clara Marques e Débora Gonçalves.

Mundo Corporativo: Orlando Merluzzi diz como melhorar o clima entre os colegas na empresa

 

 

“As empresas que têm sucesso, têm um bom clima organizacional. Há três elementos que sustentam um bom clima organizacional: o respeito, a ética e a confiança” Orlando Merluzzi, MA8 Management Consulting Group

Assédio moral, bullying e falta de confiança são alguns dos problemas que apareceram com maior frequência no ambiente de trabalho, segundo pesquisa realizada com 1.287 profissionais que atuam aqui no Brasil. De acordo com os dados publicados pela MA8 Management Consulting Group, 62% dos colaboradores já sofreram assédio moral no local de trabalho, 44% disseram que foram vítimas de bullying e apenas 32% confiam nos seus colegas.

 

No Mundo Corporativo, da CBN, o jornalista Mílton Jung entrevistou o CEO da MA8, Orlando Merluzzi que falou do desafio que os gestores de empresas e departamentos de recursos humanos têm pela frente na tentativa de melhorar o clima organizacional, levando em consideração o cenário identificado na terceira edição desta pesquisa:

“Um ambiente ruim faz com que boa parte das pessoas se sintam mal, se as pessoas se sentem mal no ambiente para onde elas vão? Na primeira oportunidade, elas vão tentar sair. É aquele momento em que os currículos estão voando pelo mercado”.

Para Merluzzi, um ambiente com um bom clima organizacional é muito mais susceptível ao sucesso e um sucesso que se mantém ao longo do tempo. O papel dos líderes é fundamental e uma das competências necessárias para que transformação ocorra é a comunicação:

“O clima organizacional é construído no dia a dia. É como a reputação. Pra isso há um processo de gestão de comunicação. Comunicação aberta, franca, transparente. Difundindo e compartilhando conhecimento. Isso traz confiança”.

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Mundo Corporativo: Nelmara Arbex fala de sustentabilidade e reputação

 

 

 

 

“Uma forma muito boa de você simplificar este conceito é imaginar que sustentabilidade pode ser resumido como a busca de qualidade de vida para muitos, por muito tempo. Sustentabilidade tem dentro dela, da palavra, o conceito de tempo. É uma coisa que se mantém com o tempo” — Nelmara Arbex, Boston College

Há algum tempo, sustentabilidade foi conceito relacionado apenas a questões ambientais, porém desde os anos 1940, quando a ONU proclamou a Declaração Universal dos Direitos Humanos, já havia a ideia de as empresas também deveriam assumir a responsabilidade na manutenção da qualidade de vida das pessoas. Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo da CBN, Nelmara Arbex, CEO da Arbex & Cia e professora do Boston College, falou de como a reputação das empresas está relacionada a forma como as corporações têm atuado na agenda da sustentabilidade:

“Como que a empresa ajuda a encarar os problemas que a sociedade tem como críticas? Esse comprometimento — não só falar, mas agir — para resolver problemas que a sociedade tem faz parte da construção da reputação”

Arbex também alertou que os líderes são fundamentais na construção do capital reputacional de uma organização”

“Se você estiver em uma posição para tomar uma decisão de negócios e você precisa de um parâmetro para saber quão sustentável sua decisão está sendo, você deveria pensar se esta decisão busca a melhoria de qualidade de vida de muitos e por muito tempo”.

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Mundo Corporativo: Vitor Magnani dá dicas para quem quer abrir uma startup

 

 

“O que tem de diferente das startups para as empresas mais tradicionais é o foco no problema, não necessariamente em replicar o modelo que já existe para obter lucro. Então, um dos erros é esse, você não ter esse foco para dar os primeiros passos nessa startup” —- Victor Magnani, ABO2O

Dedicar-se integralmente no negócio e identificar com clareza qual o problema que pretende solucionar são ações fundamentais para quem pretende lançar uma startup. Além disso, é preciso ter uma rede de relacionamento capaz de agregar bons sócios e colaboradores, montar um time complementar e buscar os mentores corretos. Essas são algumas das muitas dicas que Vitor Magnani, da Associação Brasileira Online to Offline (ABO2O), apresentou em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da CBN.

 

Magnani atuou no iFood e, hoje, está na Loggi, duas empresas que têm as características próprias da nova economia. Recentemente, escreveu o livro “O mundo (quase) secreto das startups — guia prático para criar uma empresa de sucesso” em parceria com a jornalista Caroline Marino. Ele é professor da FIA, ESPM e IED, e especialista em inovação:

“Inovação é combinar, seja assunto seja conhecimento —- um advogado, por exemplo, precisa sair do seu círculo de advocacia e absorver outros conhecimentos para quem sabe propor algo novo. É diferente de disrupção que é passar de um paradigma para outro —- por exemplo, nós não tínhamos serviço privado e individual de passageiros nas cidades e hoje essas empresas trazem uma mudança cultural”

O Mundo Corporativo pode ser assistido ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no Twitter (@CBNoficial) ou na página da CBN no Facebook. O programa vai ao ar aos sábados no Jornal da CBN ou domingo, às 10 da noite, em horário alternativo. Colaboram com o Mundo Corporativo Guilherme Dogo, Hermínio Bernardo, Bianca Klirklevisque e Débora Gonçalves.