O risco de uma criança morrer atropelada na periferia ou em favelas de São Paulo é muito maior do que para aquelas que caminham em bairros mais bem organizados. De acordo com a coordenadora do programa Criança Segura Pedestre Renata Pisteli, a falta de calçadas e lugares públicos para brincar, além da ausência dos pais durante o dia – muitas vão a pé e sozinhas para a escola – são os motivos que levam a esta situação.
Hoje, 41% dos acidentes de carros atingem meninos e meninas de até 14 anos e metade destas mortes ocorre por atropelamento.
Ouça a entrevista de Renata Pisteli e saiba como não se transformar em mais uma vítima do trânsito:
Caro Jornalista Mílton Jung,
Convenhamos: seria estranho se as crianças morressem ao volante…
Um Abraço!