
Senhoras e senhores a espera do conserto do ônibus quebrado. Segundo o ouvinte-internauta André Rocha a imagem registrada por ele faz parte do cotidiano dos passageiros da empresa Rápido Fênix que liga cidades do Circuito das Águas com a capital paulista. Rocha conta que os ônibus tem goteira, andam superlotados e transportam passageiros em pé. Apesar de todas as irregularidades denunciadas, ele escreve que a Agência que fiscaliza, a ARTESP, é sempre conivente com esta situação.
Problemas como o relatado fazem do “Dia sem Carro” apenas uma experiência que,dificilmente,poderá ser aproveitada enquanto o transporte público prossiga deixando a desejar.
Prezado Milton:
Será que conseguimos uma entrevista com o Presidente da Artesp para que ele explique a razão de ser da empresa fruto de uma cisão (antiga Rápido Serrano) e continuar operando na linha? Por qual motivo a Lei das Licitações 8666 não foi obedecida?
Ray – Amparo
Essa empresa já deveria ter falido pq tem uma diretriz se não me engano da própria ARTESP q diz que se o passageiro não estiver satisfeito com nível de serviço prestado deveria ter o dinheiro devolvido. Essa empresa é um exemplo do que não deve se fazer nesse ramo:
-onibus pequeno para o trajeto.
-ar-condicionado quase sempre quebrado (leia-se direto)
-atendentes sem educação.
-falta de manutenção e higiene.
e mais alguns problemas.
Eu tenho que fazer o trajeto São Paulo – Porangaba 4 vezes por mês ida e volta que somam o total de oito viagens.
Tem um certo tempo que tive que desistir da comodidade de pegar apenas 1 onibus para se ver confortável, agora pego o cometa até tatuí e o Auto Onibus São Jorge até Porangaba e acho que muita gente deveria fazer o mesmo, para ver se essa empresa acorda e trate bem quem paga o salario deles, pois o trajeto que mencionei ainda tem o benefício de ficar R$4,30 mais barato.