Nepotismo: São dois os projetos prontos

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça, deputado Fernando Capez, ligou para o CBN SP para esclarecer:

“Não é correta a informação de que o projeto de lei que proíbe o nepotismo dorme nas gavetas da Comissão de Constituição e Justiça. Desde o ano passado ele já passou por todas as comissões e está na ordem do dia aguardando votação. Além disso, o deputado Fernando Capez lembra que está na CCJ há apenas 3 meses, pois as comissões foram constituídas em maio deste ano, dois meses depois da posse”

Portanto, se correta a informação do deputado, não há apenas um projeto de lei que extingue o nepotismo pronto na Assembléia, existem dois. É pior, ainda.

4 comentários sobre “Nepotismo: São dois os projetos prontos

  1. Há que se combater o nepotismo SIM!

    Nada impede que uma família inteira preste concurso e (se conseguir) adentre ao funcionalismo.

    Mas entrar no funcionalismo pela janela? Chega!
    Aí daqui a alguns anos vem outro “trem da alegria” para perpetuar esses postos conquistados através de laços de parentesco.

    Chega!!!

    Agora, essa retórica do Vinicuis Camarinha reflete bem a manutenção dos interesses pessoais emquanto se ocupa um posto em que se deveria ser voltado para o interesse público.

    A assembléia Legislativa precisa de arrojo e não protelação.

  2. A AL de SP sempre trabalhou de costas para a sociedade. Seus deputados pouco se importam com o que pensam seus eleitores. São todos iguais, querem o poder. Falta mais fiscalização em cima desses senhores que ganham muito bem e nada fazem de bom para a população de SP.

  3. Caro Jornalista Mílton Jung,

    No país do “jeitinho” é normal querer “ajeitar” a vida dos parentes e amigos!
    Só que é preciso que os novos representantes do povo se conscientizem disso!
    Convencer os mais velhos de que o nepotismo é uma prática condenável e “feia” é uma tarefa quase impossível!

    Um Abraço!

  4. Colega de Blog Chi Qo acredito que nepotismo não é privilégio dos mais velhos. É cultural!!
    Se ética e civilidade fizesse parte do currículo escolar talvez não teríamos esta cultura de dar um “jeitinho”.

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