O arquiteto Paulo Bastos, contratado para elaborar o projeto urbanístico da Operação Urbana Água Espraiada, critica a opção da Prefeitura por transformar a Avenida Jornalista Roberto Marinho em um canteiro de obras viárias. A intenção dele era implantar o conceito de “avenida-parque”, o que teria sido deixado em segundo plano.
A pista é uma das apostas da atual administração – assim como também foi da passada – para facilitar o fluxo de carros entre a Marginal Pinheiros e a Rodovia dos Imigrantes, que segue para o litoral.
Ouça a entrevista de Paulo Bastos ao CBN SP:
Esse “pregador” gigantesco foi um desperdício inacreditável de dinheiro público. Além de ser extremamente feio.