Árvore gigante é coisa pequena


Os cariocas que me perdoem, só tenho a árvore de Itu para mostrar

O clima natalino parece não ter arrefecido os ânimos dos “plantadores” de árvores de Natal. Nesta semana, há uma guerra nos bastidores para saber qual a maior de todas. Hoje (14/11), um shopping de Itu inaugura uma com 84 metros de altura, “o equivalente a um prédio de 28 andares”. E, segundo nota distribuída aos jornalistas, é a maior árvore de Natal do mundo.

As forças fluminenses contra-atacaram. Afinal, não se deve suportar calado um fato como este.

Também por e-mail, avisam que a maior mesmo é a árvore flutuante do Rio que tem 85 metros de altura e, pasmem, “o que equivale a um prédio de 28 andares” – tá escrito lá. A nota que defende o gigante carioca, não se restringe aos números, usa a história para passar uma rasteira nos caipiras – no bom sentido – de Itu: “A mania de grandeza da cidade de Itu nasceu com o já falecido comediante Francisco Flaviano de Almeida, o Simplício do programa Praça da Alegria, criado em 1957 pela TV Paulista, atual TV Globo. Morador de Itu, ele enalteceu as ‘qualidades” de sua cidade, como “o grande semáforo” e o Orelhão, instalado nos anos 70 e até hoje um ponto turístico da Cidade dos Exageros. Só que, mais uma vez, a realidade não corresponde aos fatos”.

Não meto minha fita métrica nesta história, eles que são grandes que se entendam.

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