Motofrete: 73% têm amigo que morreu de moto

Ter um amigo que morreu em acidente de moto passou a ser comum entre os profissionais que trabalham no serviço de motofrete. De acordo com pesquisa encomendada pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, 73% deles conhecem motoboys que morreram enquanto estavam trabalhando. Dos ouvidos, 46% já sofreu alguma queda.

Ao ouvir os motoboys, a Sociedade quer entender os hábitos desta categoria e os caminhos para combater esta violência que mata pessoas muito jovens na cidade. A pesquisa você acessa na página da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia e a entrevista com o presidente da entidade Marcos Musafir no link a seguir:

2 comentários sobre “Motofrete: 73% têm amigo que morreu de moto

  1. Vemos que os orgaos responsaveis pela segurança dos condutores de veiculos automotores fazem vista grossa em relaçao aos acidentes envolvendo motocicleta e outros veiculos e nao adota medidas de segurança e concientizaçao a populaçao que ultiliza veiculos automotores e muito triste isso que acontece num estado tao rico como Sao Paulo pois quase todos os dias me deparo com acidaentes envolvendo motocicletas e outros veiculos enfim a corda arrebenta para o lado mais fragil.

  2. O que eu noto diariamente é que os motoqueiros não respeitam o CTB.São alguns exemplos de desrespeito : invadem faixas de pedestres, sobem em cima de calçadas,andam na contra-mão e passam com toda velocidade entre os veículos.A pergunta é seguinte : Por que se verefica o baixo índice de multas aos motociclistas ? Será que os abusos e a impunidade destes motoristas,não estão gerando números altíssimos de perdas de vida ? Por quê ?

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