Os dados estão no estudo realizado pela Fundação Getulio Vargas, divulgados nesta sexta-feira (23/11). Em São Paulo, cerca de 1,5 milhão moram em condições precárias, no momento em que a cidade assiste à explosão imobiliária com lançamentos de empreendimentos e abertura de capital das construtoras e incorporadoras.
Ouça a reportagem de Simone Queiroz, que foi ao ar no CBN SP:
Caro Jornalista Mílton Jung,
Não esqueça do lobby dos proprietários que querem imóveis sempre valorizados e que especulam justamente sobre a falta de moradias!
Sem contar o grande número de casas que somente são alugados para o comércio ou empresas, deixando de ser moradias!
Encontrar uma casa com preço justo é uma tarefa inglória que somente pode ser facilitada quando tivermos muito mais lares populares sendo contruídos!
Um Abraço!
Minha opinião é que estamos vivendo as consequências da falta de controle da natalidade.
É preciso repensar de forma responsável, se ao aumentarmos nossas famílias, pensamos nas consequências que do futuro.
Construtoras e incorporadoras só pensam em lucros e lobbys com o Governo para redução de seus custos.
Elas aumentam a distância entre pobres e ricos influenciando diretamente no déficit habitacional quando os recursos e os ajustes fiscais apenas melhoram seus lucros e distorce os seus destinos, o que poderia, efetivamente, ou indiretamente, suavizar o problema.