Tapioca no cartão dos outros é doce

Na edição desta sexta-feira do CBN São Paulo reproduzimos reportagem de Cristina Coghi na qual se fala dos gastos com cartão-corporativo-que-não-é-cartão-corporativo do governo do Estado de São Paulo. Acompanhada pelo meu comentário comparando o comportamento dos governos do PT e PSDB, a reportagem desencadeou uma série de críticas de ouvintes-internautas querendo provar que “uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa”.

Na edição deste sábado, do jornal Folha de São Paulo fica claro que a coisa pública é tratada da mesma maneira aqui ou acolá. E como aprendi com minha mãe que um erro não justifica o outro, condene-se as duas atitudes (federal e estadual).

No caso do Estado de São Paulo trocaram a tapioca por outros coisas miúdas como podem ler nesse trecho da reportagem da Folha:

“Das fraldas da Secretaria da Administração Penitenciária a molduras para quadros da Secretaria do Meio Ambiente, o cartão de pagamento de despesas adotado pelo governo do Estado de São Paulo dá a senha para a mais variada lista de compras. Sob a rubrica “despesas miúdas e de pronto pagamento” e “outros materiais de consumo”, compra-se de tudo: das lojas de flores e doces da Secretaria da Fazenda a assadeiras da Secretaria da Segurança.
Anteontem, o chefe da Casa Civil, Aloysio Nunes Ferreira, disse que o uso dos cartões era limitado ao gasto de “combustível, diárias e vale-transporte”.”

Leia a reportagem completa aqui

Ouça aqui a reportagem da Cristina Coghi:

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