No mundo moderno, dejetos produzidos pelo homem se transformam em biogás. No mundo em construção, e moramos nele, fezes e urina, além de desperdiçados, acabam trazendo uma série de problemas nas comunidades mais pobres. Cerca de 90 milhões de brasileiros não têm coleta do esgoto sanitário e a maioria destes é obrigada a conviver com doenças, imundice e mau cheiro.
O jornalista Leandro Becker, da Rádio Diário AM de Carazinho, no Rio Grande do Sul, tratou deste tema em reportagem realizada na cidade que, atualmente, tem cerca de 58,5 mil moradores. Carazinho fica na região das Missões a uma distância de pouco mais de 290 quilômetros da capital gaúcha, Porto Alegre.
O relato dos moradores das áreas mais pobres se assemelha muito com aqueles que vivem nas favelas de São Paulo e Rio de Janeiro, como você poderá constatar ao ouvir esta reportagem:
Leandro Becker é jornalista, fuçador de notícia e gremista posso lhe garantir que este último predicado foi o que menos me influenciou na decisão de publicar o trabalho dele neste blog.
Talvez não seja igual às metrópoles, pois me parece uma região de menor concentração e pode-se fazer algo alguma modificação na rede que suavize o problema.
Já São Paulo, Rio, etc., a situação é histórica.
São 500 anos de barbárie, com crescimento da população de forma desordenada e governantes despreparados para acompanhar a situação ou com o foco em outras questões.
É difícil a nossa solução.