Barão de Mauá 1: Ameaça de demolição

A demolição de 72 edifícios do Condomínio Barão de Mauá não tem o apoio do Ministério Público, segundo a promotora Rosângela Staurenghi que cuida do caso. A construção se iniciou em 1996 em terreno que era da Cofap e foi utilizado para despejo de resíduos. Em 2000, um operário morreu e um ficou gravemente ferido após explosão provocada pelo acúmulo de gás metano. Desde aquela época, os proprietários dos apartamentos assistiram ao seu patrimônio se desvalorizarem e ao medo de contaminação, aumentar.

A decisão de demolir os imóveis que abrigam 1.800 famílias depende da juíza Maria Lucinda da Costa que pode anunciar a medida nas próximas semanas.

Ouça o que pensa a promotora de Justiça de meio ambiente de São Bernardo do Campo, Rosângela Staurenghi:

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