
A turma da bicicleta encara a avenida Paulista, na sexta-feira à noite, para mostrar à cidade que ciclista também é gente. A imagem foi feita pelo ouvinte-internauta Daniel Aveiro e o evento se repete toda última sexta-feira do mês, há cinco anos.

A turma da bicicleta encara a avenida Paulista, na sexta-feira à noite, para mostrar à cidade que ciclista também é gente. A imagem foi feita pelo ouvinte-internauta Daniel Aveiro e o evento se repete toda última sexta-feira do mês, há cinco anos.
Oi Milton, bela foto, mas não é apenas a “turma da bicicleta” e sim a Bicicletada, movimento com 5 anos de idade, nome usado aqui no Brasil e em Portugal para o “Critical Mass”, movimento de ocupação das ruas por veículos não-motorizados que começou em São Francisco em 1992 e hoje acontece em mais de 400 cidades ao redor do planeta. Nessa edição haviam 150 ciclistas, um belo aquecimento para a Bicicletada do 22 de setembro, Dia Mundial Sem Carro. Para maiores informações sobre o movimento acessem http://www.bicicletada.org e para saber sobre o Critical Mass (Massa Crítica) vai o link: http://pt.wikipedia.org/wiki/Massa_Crítica
Abraços
André Pasqualini
Será que a cidade entendeu que os ciclistas também são gentes?
Eles merecem respeito, pois também são usuarios do nosso transito,apesar de muita gente achar que usuarios do transito são somente os motoristas; um terrivel engano que gera mortes e acidendes graves.
O CTB diz que veiculos mais robustos devem dar preferencias e ser mais flexiveis com os menos robustos (mais frageis), com isso qualquer pedestre teria prioridade da segurança e bem estar no transito isso com relação a qualquer veiculo.
Mas o que nós presenciamos no nosso dia-à-dia é o inverso. Os ônibus “passa por cima de qualquer coisa e qualquer um” bem como os caminhões, logo atrás vem os carros que tirão “fina” dos pedestres muitas as vezes atropelando-as.
Por sua vez os pedestres que preferem atravessar em uma avenida movimentada por que tem acesso ao outro lado de maneira mais rapida do que usarem uma passarela que é “mais segura”.
O grande problema da violência do transito brasileiro é o chamado “jeitinho brasileiro”.
É MILTON, NÓS CONTINUAMOS AGUARDANDO A SUA PARTICIPAÇÃO, JUNTAMENTE COM O DR. HERÓDOTO. QUEM SABE NA PRÓXIMA, QUE SERÁ NA VIRADA CULTURAL!
OBRIGADO PELA FORÇA
ABRAÇO
CARLOS