
Esta é a mensagem que o motorista deste carro colou no vidro traseiro. O destinatário deve ser aquele paulistano que ainda não se deu conta que a buzina não é a solução para acabar com os congestionamentos na cidade.

Esta é a mensagem que o motorista deste carro colou no vidro traseiro. O destinatário deve ser aquele paulistano que ainda não se deu conta que a buzina não é a solução para acabar com os congestionamentos na cidade.
Ótima!!!!
Já preparei a minha: – “Ao abrir o farol buzine, sou cego”.
Não aguento buzina quando o farol mal abriu. Aliás, não aguento buzina.
Aos que tiverem condições Façam que nem eu
Não tenham carro.
Se puder, mudar do inferno que se tornou São Paulo melhor ainda, mas para uma cidade onde seja possível viver ou sobreviver com um pouco mais com qualidade de vida, sem este transito infernal, neurotico, seis milhões de automoveis, onze milhoes de pessoas, sem contar a grande São Paulo, trocentos mil predios e outros sendo construidos
Haja saude e paciência.
São Paulo ja passou dos limites faz tempo, já era.
Sou Paulistano e assim que possivel, pretendo me mandar o mais depressa daqui.
Com a palavra os senhores administradores de SP
Milton,
Bem-vindo!
Todos estamos horrorizados com os acidentes causados por caminhões!!!Confesso que sinto um frio na espinha quando dirigindo vejo pelo retrovisor um caminhão. São uns ‘monstros aloprados’, muitas vezes! Parece que com o avanço da tecnologia os caminhões ficaram com mais velocidade apesar do tamanho, e os motoristas não respeitam a capacidade de destruição dos monstrengos de que são responsáveis! É comum, dirigindo a 80km, em auto de passeio em rodovias, vejo passar por mim, muito mais rápido, caminhões enormes, que devem estar a 90 ou 100, o que não é permitido. Quem são esses motoristas? Que treinamento tiveram? Eles não devem ter uma carteira de motorista especial? Em que mãos estão esses “monstros” transportadores?
Deixo aqui meus questionamentos, e quem sabe você como jornalista preocupado com a cidadania e civilidade possa nos ajudar.
Um grande abraço,
sua fã,
Roberta Misiara