Por Fernanda Campagnucci
Lei estadual de 2001 proíbe que o cidadão jogue sua lâmpada fluorescente no lixo comum, mas não diz como fazer para dar um fim ecologicamente correto a elas (fim, esse, que não seja na calçada da Santa Casa, como mostrou este blog).
Em entrevista à CBN, o técnico da Cetesb Roberto Noda sugeriu que enquanto a regulamentação não vem o cidadão ligue para a LIMPURB, ou procure os Ecopontos da cidade.
O site dos Ecopontos não cita as lâmpadas, então liguei para a LIMPURB, no telefone fornecido pelo site da prefeitura. A pessoa que me atendeu foi muito simpática… e honesta.
– Por gentileza, como faço para descartar minha lâmpada fluorescente? Os Ecopontos recebem estas lâmpadas?
– Não… os Ecopontos foram criados para receber entulhos provenientes de construções.
– E como eu faço?
– Olha, é complicado, viu. Porque as lâmpadas têm mercúrio, que precisa ser tratado. Isso depende das empresas que recolhem esse tipo de serviço. Não adianta disponibilizar no Ecoponto se a prefeitura não tem nenhum contrato com empresas que recolhem.
– Quer dizer que nem a Limpurb trata desse descarte? Nenhum órgão da prefeitura? E o que eu faço?
– Não sei nem te informar (ela perguntou para as outras pessoas de seu setor). Tem uma empresa particular que acho que faz…
Amanhã o diretor da Limpurb vai nos esclarecer essa questão.
Questão importante, pois sempre vejo lâmpadas florescentes no ponto de reciclagem que uso. É uma duvida geral, parece-me.
É um absurdo ter que esperar a regulamentação para os fabricantes e vendedores fazerem alguma coisa. Esse é um lixo tóxico, e o ônus não deve ser pago pelo poder público, muito menos pela sociedade. As lojas poderiam receber as lâmpadas (e de quebra, ganhar clientes e boa reputação). Eu queria saber o que as fabricantes têm a dizer sobre isso.
Os politicos como sempre adoooooram aparecer e dai inventam, criam leis e mais leis, e depois o povo que se dane, se virr
Eles inventam tanta porcaria que nem eles, os politicos, tem as respostas e soluções a exemplo deste topico.
Uma coisa amarra a outra e dai…………
Abçs
Olá peguei esta notícia de passagem e me chamou a atenção a questão e percebi um diz que diz,um empurra pro outro e nada se resolve ou assume etc fora os incompetentes.Na minha visão de engenheiro a questão deveria ser debatida(fica a sugestão) com os fabricantes da lâmpada eles melhores do que ninguém para dar uma solução para o problema,é bastante óbvio(COMO ELES TRATAM SEUS EFLUENTES E RESÍDUOS?).Bom se mesmo assim estes admitam não ter uma solução,aí sim deve entrar a prefeitura e forçar uma solução no âmbito fiscal exigindo uma tributação maior para fabricação e comercialização do produto para criar um setor de coleta especializada e responsável pela educação ambiental em relação a este produto,…muito complicado?Mexa no bolso deles pra ver eles não saem correndo atrás da solução