Os clientes sumiram das lojas da Rua Augusta, neste fim de semana, e não foi o frio nem a chuva que os espantaram de lá. De acordo com comerciantes, a proibição do estacionamento na rua dificultou o acesso dos consumidores. A coordenadora da Sammorc, ONG que atua em defesa dos moradores lojistas da região, Célia Marcondes disse que bastou uma caminhada entre a Alameda Santos e a Oscar Freire para ser parada inúmeras vezes por comerciantes que se sentem prejudicados com a medida.
Para surpresa, moradores das Ruas Padre João Manoel e Haddock Lobo não suportam mais o congestionamento dos automóveis tentando parar nestas ruas, nas quais o estacionamento ainda é permitido, disse Célia. Os estacionamentos particulares já se aproveitam da situação e elevaram os preços.
A Sammorc decidiu encaminhar o pedido a prefeitura para que haja a liberação do estacionamento da Rua Augusta, imediatamente. Temos de lembrar que a Augusta, aos sábados, não é um local especial de compras, passeio, restaurantes, etc., e não um corredor para automóveis.
Um abaixo assinado será feito pelos comerciantes e moradores das redondezas da Rua Augusta.
Bom dia!
Como o paulistano é comodista!
Parece que quando está sem automovel, fica sem pernas.
Parece que na cidade, não existe taxi, onibus, metro, que a maioria não tem pernas ou são deficientes físicos.
Os automoveis são as suas pernas.
Ah!
Mas tenho que carregar pacotes, estou com os filhos, etc e sem carro não é possivel.
E assim quanto mais se faz para melhorar o transito nessa caótica são Paulo, a exemplo do que esta sendo feito nos jardins, mais o paulistano reclama.
Vai entender
Eis um paradoxo.
Bão amigos.
Como não tenho mais automovel, por opção, e nem pretendo ter para mim sem prolemas
Moro nos jardins, viajo, ando pela cidade, de taxi, a pé e uso frequentemente o transporte publico.
Como podem ver, Estou colaborando para melhorar a nossa qualidade de vida São Paulo sobre vários aspectos.
Com a grande vantagem de eu fazer uma tremenda economia.
Boa semana
Armando Italo
Enquanto várias cidades no mundo estão simplesmente transformando as avenidas em “calçadões” exclusivos para quem não está motorizado, mas em São Paulo o poder público parece que continua olhando apenas para quem tem carro, uma pena, quem sabe um dia eles olhem para toda a população como se fez aqui:
http://blog.ta.org.br/2008/08/11/utopia-nyc/