Escola da Ponte constrói cidadãos há 33 anos

Os alunos que as escolas não querem, as crianças que os professores não suportam e os filhos com deficiência física e mental são todos abrigados na Escola da Ponte, em Portugal, desde 1977. E o resultado é dos mais animadores, segundo o fundador da Escola, José Pacheco, que mora, atualmente, no Brasil.

Foi a ouvinte-internauta Elaine quem nos alertou para o método que foi adaptado por uma escola municipal, a EMEF Desembargador Amorim Lima, na Vila Indiana, região do Butantã, zona oeste de São Paulo:

“Onde não existe turmas, salas ou separação por faixa etária, as crianças aprendem em seu ritmo, desenvolvem autonomia de estudo, os maiores ajudam os menores, tudo é decidido em conjunto com os alunos. Vale a pena ver, pois esta é a primeira, de quem sabe, muitas escolas com propostas onde alunos, comunidade e professores interagem e fazem do ensino algo proximo da realidade de cada um, tornando cada aluno em cidadão atuante e crítico”.

Ouça a entrevista com o mestre em Educação da Criança pela Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, José Pacheco:

Um comentário sobre “Escola da Ponte constrói cidadãos há 33 anos

  1. Agendei entrevista com a diretora da Escola (foi ela mesma quem atendeu ao telefonema). Depois conto como foi. A proposta é ousada e está mais do que na hora de termos ousadia e paixão na educação.
    Leda

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