Por e-mail, a diretoria do Greenpeace no Brasil destaca a decisão contrária a Petrobrás. Reproduzo aqui parte do texto assinado pela ONG:
Essa decisão mostra que não basta que as empresas sejam viáveis economicamente, elas precisam de uma licença junto à sociedade para operar com responsabilidade socioambiental, diz Marcelo Furtado,
diretor-executivo do Greenpeace.
O principal argumento contra a Petrobras citado no documento das Ongs foi o descumprimento da resolução 315 do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente), que em 2002 determinou que a partir de janeiro de 2009, a quantidade de enxofre no diesel baixasse de 2.000 ppm -quando vendido nas áreas não urbanas (70% do total)- e de 500 ppm -vendido nas áreas
metropolitanas- para 50 ppm. Apesar de ter quase sete anos para se preparar, a Petrobras, assim como a Anfavea (representando a indústria automobilística), declarou que não cumprirá a resolução. A Petrobras conseguiu, ainda, um acordo muito menos rigoroso que a resolução do
Conama, junto ao Ministério Público Federal, o que foi considerado pelas ONGs lesivo ao meio ambiente e a saúde pública.
A artimanha da Petrobras contrariou o compromisso que a empresa havia assumido anteriormente com o próprio ISE. Uma empresa como a Petrobras que não cumpre nem a legislação não pode ser considerada um modelo de responsabilidade, afirma Furtado.
O documento também cita o episódio em que o Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária (Conar) decidiu suspender dois anúncios da empresa petrolífera por divulgar uma idéia falsa de que a estatal tem contribuído para a qualidade ambiental e o desenvolvimento sustentável
do país.”
Que tal o Greenpeace fazer essas mesmas considerações com as companhias da américa do norte, USA, dos Rockefeller (Standard Oil)Rothschilds?