Essa foi uma das constatações feitas pela equipe que investiga regularmente focos de contaminação no principal hospital do Estado de São Paulo. O relatório foi divulgado, nesta quarta-feira, pelo Estadão e mostra que há 20 pontos que devem ser atacados para reduzir os riscos de contaminação nos pacientes.
O diretor-executivo do Instituto Central do Hospital das Clínicas Carlos Suslik disse ao CBN São Paulo que a falta de sabão que permite a higienização dos médicos e demais funcionários no hospital se deu por um problema pontual no fornecimento do produto. Existem outras recomendações no relatório que obrigarão a instituição a investir em reformas do pronto-socorro.
A falta de sabão é um erro aparentemente banal, mas que chama atenção para um descuido que não carece de estrutura muito elaborada. Basta organização. Esta descoberta por parte da comissão de controle do HC, porém, é bem vista pela ouvinte-internauta Rita Kaluf que se manifestou por e-mail. Ela lembra que apenas as instituições que permitem investigação tão apurada conseguem enxergar estes detalhes: Desconfie do hospital que diz ter um índice baixo de infecção, é mais provável que não haja um controle adequado.
Ouça a entrevista com o diretor-executivo Carlos Suslik: