GCM vai protestar contra lei de Kassab

O projeto de lei que recria a Secretaria de Segurança Urbana na cidade de São Paulo muda as funções da Guarda Civil Metropolitana e provoca revolta de intergrantes da corportação, segundo o sindicato que reúne a catergoria. O secretário Eduardo Ortega diz que a intenção e tornar a ação da guarda mais efetiva no combate ao comércio ilegal e ocupação do espaço público, além de impedir a superposição de funções com a Polícia Militar.

O vice-presidente do Sindicato da Guarda Civil Metropolitana Carlos Augusto Souza afirmou que o projeto tira poderes da corporação e convoca os integrantes da GCM a protestarem diante da Câmara Municipal de São Paulo. Ouça a entrevista ao CBN São Paulo:


Agora o outro lado

Ouça a entrevista do secretário de Segurança Urbana Edson Ortega ao CBN São Paulo:

Desmatamento acelera 9 vezes mais na Grande São Paulo

A região metropolitana de São Paulo perdeu nos últimos três anos, 437 hectares de área verde. Isto signfica nove vezes mais que no período de 2000 a 2005, quando o número foi de 48 hectares, segundo levantamento da SOS Mata Atlântica apresentado, hoje pela manhã, ao CBN São Paulo.

Ouça a entrevista da diretora da ONG Márcia Hirota:

Na região metropolitana do Rio de Janeiro, o desmatamento dobrou, de acordo com a pesquisa. O número absoluto de supressão de floresta nativa na região é de 205 hectares nos últimos três anos, contra os 94 relatados entre 2000 e 2005.

Os dados anunciados mostram que na região metropolitana de Vitória, no Espírito Santo, 150 hectares foram suprimidos, sendo que 68 foram no município de Guarapari, enquanto no período anterior o número foi de 86 hectares.

Mais dois bons e novos restaurantes

É a Ailin Aleixo trazendo as novidades da nossa cidade:

Harry Pisek

Salsichas artesanais são a especialidade da casa, elas decoram até as luminárias da nova filial – a matriz, inaugurada há nove anos, fica em Campos do Jordão. Quem cuida dos embutidos é o próprio Harry, e não espere encontrar sabores conhecidos. Os produtos são finas iguarias, preparadas com matéria-prima de primeira. O prato que leva o nome da casa é um bom menu-degustação para duas pessoas: traz cinco tipos de salsicha (tradicional, branca, branca com ervas, de queijo emmenthal e mista bovina/suína), pedaços de linguiça com alcaparras e champignon, mais uma fatia de bolo de carne. Também vêm para a mesa três tipos de mostardas artesanais (clara, escura e com mel), um excelente chucrute com acidez na medida certa, mais salada de batatas (sem maionese). No copo, o gostoso chope Erdinger. O cardápio, porém, tem muito mais. Também fazem sucesso o salsichão de alho com risoto de alho-poró e redução de aceto balsâmico, o gulash e o einsbein (joelho de porco com chucrute e batatas cozidas). Antes de ir embora, dê uma conferida na vitrine ao lado da porta. Ali estão todos os produtos feitos na casa, já embalados para o cliente comprar e levar para casa.

R. Tupi, 816 – Higienópolis – São Paulo – SP 3662-2349

Valentina

Abriu as portas no comecinho de dezembro o primeiro restaurante da chef Mariana Valentini, que já passou pelo Carlota, Café Journal e Risotteria. É um lugar bonitinho e despretensioso, perfeito para almoços rápidos, onde a comida supera a média das casas do gênero. Todo dia tem um bufê de saladas caprichadas as receitas mudam diariamente e quatro opções de pratos quentes (uma carne, uma ave, um peixe e um vegetariano), inspirados na culinária tradicional da Toscana. No dia da visita, havia picadinho com arroz, feijão, pastel e couve, além de um delicado peito de frango marinado na cerveja com purê de batata-doce, entre outros pedidos o único senão era a temperatura dos pratos, que estavam mornos. O preço é convidativo: bufê mais prato quente saem por R$ 19,80, sem sobremesa.

R. Doutor Renato Paes de Barros, 62 – Itaim-Bibi – São Paulo – SP 3167-2988

Lixeiras com anúncio são estelionato, em São Paulo


Publicidade fere a lei Cidade Limpa

A prefeitura de São Paulo retirou lixeiras de cinco ruas do centro da capital que apresentavam publicidade irregular. A instalação desses equipamentos seria resultado de um golpe cometido por empresa ainda não identificada que cobrava dos comerciantes pela propaganda que fere a lei Cidade Limpa.

De acordo com um comerciante que tinha o nome de seu estabelecimento estampado na lata do lixo ele pagava para uma empresa que se dizia autorizada pela prefeitura para fazer os anúncios. O secretário das Subprefeituras, Andrea Matarazzo, através de nota diz que “trata-se de estelionato, porque nenhuma empresa está autorizada a instalar lixeiras nas ruas e, muito menos, vender espaço comercial nestes equipamentos. As lixeiras da Prefeitura são de plástico e de cor escura. Para solicitar sua instalação, é preciso entrar em contato com a subprefeitura”.

A ação ocorreu na Al. Barros, Avenida Angélica, Praça Marechal Deodoro e ruas Baronesa de Itu e Dr. Veiga Filho. Durante toda a semana haverá ações para retirada desses equipamentos.

Liberar demissões para aumentar admissões

Por Carlos Magno Gibrail

Reduzir benefícios trabalhistas para aumentar empregos e salários. São proposições que poderiam ficar como utopia capitalista ou liberal, não fosse a Dinamarca.

Melhor ambiente de negócios do mundo, menor corrupção do mundo, menor taxa de desemprego do mundo ” quase o sonho do pleno emprego ” 1,5% , maior flexibilidade do mercado de trabalho do mundo. Seguro-desemprego de 2.000 euros durante quatro anos, apoio total ao novo empreendedor durante um ano e meio. Se não der certo, a empresa é fechada sem nenhum ônus.

Não existe salário mínimo, garantias ou benefícios no emprego e a demissão pode ser feita a critério da empresa. Não há contribuições sobre a folha de pagamento dos salários.

O primeiro-ministro dinamarquês Anders Fogh Rasmussen está em seu terceiro mandato, e cada vez mais popular está convicto que o livre mercado é bom para todos.

Com meta de inflação em 2%, sendo que ela sempre fica abaixo, com cautela em relação à burocracia da UE e crítica permanente ao excesso de medidas, com redução da dívida pública, que hoje esta em 23,2% do PIB, e em rota decrescente, e com
superávit nominal e receitas superando as despesas em 7%, caminha para uma invejável posição de liderança.

É a passagem do “estado bem-feitor” para o “estado possibilitador”.

Economia forte, com sindicatos e empresas fortes, governo atuante , gerando trabalhadores qualificados e muito paparicados pelas companhias recrutadoras.

O presidente Lula esteve o ano passado em Copenhagen, pela segunda vez, talvez para estudar um pouco mais o fenômeno nórdico, embora especialistas considerem difícil a exportação para o Brasil devido a diferenças quantitativas e qualitativas.

A população é de 5 milhões contra 190 milhões, os impostos são da ordem de 50%, embora os dinamarqueses, dada a quantidade dos benefícios sociais, estejam satisfeitos com o seu peso.

A cultura também é diferente, são pessoas muito ligadas ao meio ambiente, com muita consciência sustentável, preocupadas com o coletivo. A mão de obra é qualificada e se concentra em design, logística, comunicação e em novas fontes de energia, principalmente a eólica.

De todo modo Erik Nielsen, conselheiro para assuntos internacionais da LO, a central sindical que Lula visitou, disse que os trabalhadores não devem temer as reformas trabalhista ou sindical ” desde que elas venham para fortalecer a posição de empregados em uma economia mais flexível. “Esse tipo de reforma não é ruim”

Diferenças à parte, é claro que vale a pena estudar o fenômeno dinamarquês. Pelo menos fica evidenciado o acerto do sistema aberto com suporte do governo garantindo os benefícios sociais de emprego, escola e saúde.

Ponto crucial nem é a diferença, que pode receber adaptação, mas o início. Ovo ou galinha? Tostines?

Com certeza a partida não será o “homem grávido”, mas a liberação para desagravar os encargos trabalhistas e mudanças na justiça do trabalho. Que visitem mais a Dinamarca!

Carlos Magno Gibrail é doutor em marketing de moda, escreve toda quarta-feira aqui no blog e ainda não visitou a Dinamarca, mas já viajou na idéia dele.

Assim é que tem de ser

A ouvinte-internauta Andreia Silva não gostou de saber que os senadores estavam para aprovar o aumento no número de vereadores no país, depois que a justiça decidiu cortar o excesso de vagas nos legislativos municipais. Foi para o computador e, às 11 da manhã de hoje, mandou a mensagem abaixo a um dos três senadores do estado de São Paulo, Eduardo Suplicy (PT):

Bom dia, Excelência

Envio este email para expressar repudio com as notícias dando conta da votação do número de aumento de vereadores, sinceramente, não bastassem os custos com os nobre senadores que passaram maior parte do ano em seus currais eleitorais / envolvidos em esdandalos ainda temos que assistir os srs. votando no aumento de vereadores, pergunta, pra que????? os que foram eleitos nos dão mostram no cotidiano a que vieram…. Qto a votação para da anistia para os notarios é um absurdo manter votar uma pec para beneficiar apadrinhados envolvidos em escandalos, se existe o concurso que seja respeitado. Obrigada e Bom dia,

Andreia – São bernardo do campo

Eram quatro da tarde e o senador Eduado Suplicy mandou a seguinte resposta:

Cara Andréia,

Muito obrigado por sua mensagem e pela confiança em mim depositada. Diante de suas considerações, informo que sou favorável à aprovação da PEC 20/2008, da forma como veio da Câmara, ou seja, com a redução das despesas. Como esse artigo foi retirado para votação em separado, reavaliarei minha posição acerca da proposta.

Atenciosamente,

Senador Eduardo Matarazzo Suplicy

Seria muito bom se todos os parlamentares agissem da mesma maneira.

Vereador brasileiro é mais caro que parlamentar britânico

A constatação é da ONG Transparência Brasil em estudo feito com base nos gastos das câmaras municipais das capitais, de 2007, e os custos para manter casas legislativas em vários países na América e Europa. O trabalho volta a ganhar destaque quando o Senado vota projeto que aumentará em pouco mais de 7 mil o número de vereadores nas cidades brasileiras.

De acordo com o trabalho feito pela organização-não governamental “a manutenção do mandato de um parlamentar nas Câmaras Municipais de São Paulo e Rio de Janeiro consome mais recursos que a manutenção de uma cadeira no Parlamento de dez países, dos quais seis são europeus: Itália, Alemanha, França, Reino Unido, Espanha e Portugal.

Para conferir os números levantados pela ONG Transparência Brasil clique AQUI.

Rodoanel: “motorista aceita pagar até R$ 3,00”

Rodoanel: “motorista aceita pagar até R$ 3,00”

Pesquisa feita pela Concessionária Rodoanel aponta que os usuários do trecho oeste aceitariam pagar até R$ 3,00 de pedágio. Este é o argumento usado pela empresa, que faz parte do grupo CCR, para provar que a cobrança de R$ 1,20, a partir dessa quarta-feira, não afugentará os motoristas, o que poderia provocar mais congestionamento nas marginais, em São Paulo.

Ouça as explicações do gestor de arrecadação da Concessionária Rodoanel, Carlos Costa:

Rodoanel: “pedágio vai causar congestionamento”

Para os transportadores de carga de São Paulo, os motoristas vão evitar o trecho oeste do Rodoanel para não pagar o pedágio que começa a ser cobrado nesta quarta-feira. E isto vai aumentar os congestionamentos nas Marginas Tietê e Pinheiros, além de provocar trânsito em vias locais que serão transformadas em rotas de fuga.

O presidente do Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região, Francisco Pelucio, disse que apesar do valor ser de apenas R$ 1,20 os caminhoneiros costumam fazer várias viagens com mais de uma entrada e saída do trecho. Ele defende a cobrança de pedágio apenas para os automóveis:

Sabesp começa cobrança individual em condomínios

O anúncio foi feito na manhã desta terça-feira, no CBN São Paulo, pelo presidente da companhia de saneamento, Gesner de Oliveira. Até então, a Sabesp cobrava a conta de água por condomínio, ou seja, enviava uma só conta e o valor era dividido igualmente pelas unidades. Há algum tempo, condôminios têm investido na medição individual do consumo de água para que o rateio seja mais justo, no entanto o cálculo não tinha o respaldo da Sabesp.

O presidente da Sabesp, Gesner de Oliveira, explica como funcionará a cobrança e o que os condomínios têm de fazer para se adaptar ao sistema: