Paraísos para os amantes da cerveja

A dica de hoje da Ailin Aleixo, no Epoca SP na CBN, vem acompanhada da famosa frase: “Se beber, não dirija”.

NOVO–Melograno

Da delicada árvore que habita o jardim da casa, nasceu o nome do bar: melograno, que, em italiano, significa pé de romã. O fruto, símbolo do amor, inspirou o especialista em cervejas e sócio do bar, Edu Passarelli, e ficou presente não só em algumas receitas como na decoração da casa – até os jogos americanos tem o trecho romântico do acordar de Romeu e Julieta, quando o rouxinol canta no pé de romã. O público é variado, mas uma coisa tem em comum: a preferência pela área ao ar livre onde fica a forneria, charmosas mesas de mosaico e a cascata. Aos que gostam de cerveja, mas não entendem muito, o cardápio é perfeito. Em cada sugestão de saladas, sanduíches, queijos e sobremesas vêm as harmonizações – a maioria com mais de uma opção. Para começar, o crostine de cogumelos é leve e bom para tomar com chope (Guinness Draught, Bamberg Pielsen, Colorado IPA ou Erdinger Weiss). A queridinha de Passarelli é a cerveja belga Rocheford 8 com o bom sanduíche de massa de pizza Melograno (ragú de cordeiro na cerveja escura e molho de romã). Mas delicioso é o sanduíche de bacalhau, também de massa de pizza, temperado na medida certa. Se você sair empolgado com um dos rótulos que experimentar na casa, pode levar pra casa. Na entrada há o empório de cervejas com várias tentações para os cervejeiros.

R. Aspicuelta, 436 – Vila Madalena, 3031-2921

TRADICIONAL- Frangó

Clássico absoluto entre os botecos paulistanos, o Frangó serve a coxinha mais famosa da cidade. De frente para a Igreja da Matriz, o casarão antigo esconde um verdadeiro labirinto. Há mesas na calçada, no piso térreo em frente à cozinha e, descendo por uma escadinha insuspeita, no enorme salão subterrâneo. A grande atração da casa são as cervejas: cerca de 250 rótulos diferentes produzidos em 15 países. Aos interessados, a casa promove cursos sobre o assunto e oferece menus degustação com 10 marcas. Na hora de comer, o melhor é ir no básico. Além da obrigatória coxinha de entrada, vale investir no galeto grelhado, que acompanha salada de alface, tomate e cebola mais uma porção de polentas fritas e farofa. Aos sábados, eles servem também uma ótima feijoada.

Largo da Matriz de Nossa Senhora do Ó, 168 – Freguesia do Ó, 3932-4818

Foto-ouvinte: Na faixa

Segunda-feira, dia 15 de dezembro. Avenida Brigadeiro Luis Antônio, 400, Paraíso, São Paulo. Era meio-dia quando o motorista deste caminhão encontrou o ponto ideal para estacionar. Ali não havia nenhum carro para atrapalhar e espaço suficiente para manobrar: a faixa de segurança.

A imagem é do ouvinte-internauta Fábio Eduardo Flório.

Do Nordeste ao Sudeste, dedicado aos transportes

Por Adamo Bazani

Existem pessoas que mal começam o emprego já querem sair. Não se adaptaram ao ramo, não gostaram do patrão, têm outros sonhos e objetivos. Há os que dedicam a vida inteira numa só atividade. Fato cada vez mais raro no cenário de alta rotatividade do mercado de trabalho.

Cícero Francisco da Silva, 58 anos, é uma dessas raridades.

Motorista de ônibus, ele tem longa experiência nos transportes e sentiu na pele as mudanças no setor, que, hoje, representa 9,8 % do PIB brasileiro. Nem a idade, nem as dificuldade, nem as distâncias separaram Cícero dos ônibus. Mudou de endereço, de região, de hábitos, o tempo passou, mas nunca deixou de trabalhar com ônibus.

O trabalho e a paixão pelo ramo começaram quando Cícero tinha apenas sete anos Era 1957, em Garanhuns, Pernambuco. Terra do presidente.

“Sabe como é. No Nordeste, infelizmente, se sofre muito. É seca, carência e todo mundo na família tinha de trabalhar, mesmo que novinho, então, tive a oportunidade de conhecer o dono de uma lotação (pequenos ônibus, estilo jardineira) que me pagava um dinheirinho para lavar o veículo para ele”

No depoimento de Cícero uma realidade histórica do setor dos transportes de passageiro, nos anos 50 e 60. Enquanto no Sul e Sudeste começavam a surgir empresas que se tornariam décadas depois grandes impérios, principalmente no transporte urbano, no Norte e Nordeste, naquela época, as linhas eram organizadas por donos de “jardineiras”. Eles entravam em acordo, faziam uma linha e cada um operava com seu próprio ônibus. A féria não era dividida entre os outros empresários. “Cada um tinha seu ônibus e fazia seu faturamento. Os empresários só combinavam o itinerário e os horários, mas tinha desentendimentos, também”

Em outros casos, os serviços de transportes eram feitos por um único ônibus. A linha era o ônibus. Se o veículo quebrava ou o motorista/dono ficava doente, e não aparecesse alguém para substituí-lo, os passageiros não tinham serviço.

A vida dentro do ônibus

Quando completou 10 anos de idade, Cícero virou cobrador de um dos ônibus”jardineiras. Foi aí que a paixão aumentou, justamente pelo fato de lidar com passageiros, e trabalhar “ao ar livre”.

“O ronco do motor do ônibus, o fato de você estar no comando de uma máquina muitas vezes maior que você, e tratá-la como se ela obedecesse suas ordens, fascina. Mas nada como o dia a dia com o passageiro. Ver gente, pessoas, criar amizades, tudo isso me fez ficar apaixonado pelo transporte”.

Quando completou 22 anos, Cícero realizou seu grande sonho, ser motorista. Paixão que não anulava as dificuldades. “Trabalhei em jardineiras Ford de 1952, já com mais de 10 anos de uso, e Chevrolet Gigante. Eram ônibus fortes na época, mas o motorista tinha de ser forte.”

Hoje, quem reclama que a marcha do carro não engata direito, e até xinga o veículo, é porque não dirigiu um daqueles veículos. “A marcha tinha de ser trocada no tempo certinho, senão arranhava e estourava a embreagem. A gente ouvia o barulho do motor esgoelando pedindo outra marcha, contava até três, e trocava.” A alavanca de câmbio era comprida e dura de manusear e o motor barulhento, difícil de pegar. Se muitos motoristas da época reclamavam do funcionamento desses veículos na cidade, o que dizer de dirigi-lo no sertão: “Aí o bicho pegava……A lotação por si só já era dura de dirigir, imagine nas estradinhas de terra”

Cícero trabalhava numa linha local que ligava vários bairros de Garanhuns ao Centro da cidade.

As dificuldades para dirigir estes ônibus eram compensadas pelo clima, e a tranquilidade. Ar puro, passageiros educados, e como às vezes era o único ônibus da linha as amizades eram inevitáveis, trânsito quase nulo e pouca pressão quanto aos horários. “De manhãzinha, vendo o sol nascendo, ao fundo da estradinha de terra, era uma delícia”

A chegada a São Paulo

A inflação dos ‘50 e ‘60, e anos depois o fracasso da economia na Ditadura Militar tornaram a situação bastante complicada no Nordeste. A seca era motivo de mais sofrimento, na área rural. Faltava dinheiro para plantar. O número de passageiros caiu. Deixaram o ônibus para andar quilômetros a pé. “Ou comiam ou andavam de ônibus”.

Cícero foi obrigado a viver na região Sudeste.

Em 1988, chega a capital paulista e consegue emprego na Auto Viação Vila Ema. O choque foi enorme para ele: “Ao chegar em São Paulo, me espantei com a grandiosidade da cidade, mas quando peguei o ônibus pela primeira vez aí que pensei: Meu Jesus, onde me meti, não vou agüentar isso”. O trânsito era bem diferente. Se em Garanhus a direção era tranquila e responsável, em São Paulo tinha de ser responsável e tensa. Tensa pelo número de carros que mais parecia um mar de latas, pelos horários mais apertados e exigentes, e pelo risco maior de acidentes.

Os ônibus, no fim dos anos 80, já eram melhores que os Ford 52 e Chevrolet Gigante de Garanhuns, mas as condições de serviço, bem mais duras. “Além do trânsito, o que me chamou atenção foi o jeito dos passageiros. Lá, se levava galinha nos ônibus, os homens tiravam os chapéus quando passavam, o povo era alegre, conversador. Aqui, o pessoal era apressado, nem olhava pra cara da gente quando entrava no ônibus. Eu ia cumprimentar, o passageiro já estava no corredor ou fora do ônibus.”

O tempo fez Cícero se acostumar e até criou algumas amizades tantas as vezes com que cruzou pelos mesmos passageiros.

“Claro que em Garanhuns existiam lugares mais abastados que outros, zonas urbanas e rurais, mas aqui em São Paulo, numa só viagem moravam várias paisagens”. Ruas, pequenos córregos, até mesmo muros e cercas separando ricos e pobres chamavam a atenção dele. As linhas da Vila Ema serviam alguns bairros carentes da zona leste, passavam pelas áreas nobres da região da Avenida Paulista e iam até o Centro, onde se via de tudo, pobreza e riqueza se “esbarrando” nas ruas.

Cícero foi trabalhar na empresa Auto Ônibus Circular Humaitá, em Santo André, na Grande São Paulo.

“Santo André, na época, era mais sossegada que São Paulo. Já tinha trânsito, diferenças grandes entre bairros numa mesma linha e correria, mas era um pouquinho mais tranquila. Agora, é tudo igual”.

A escola de lata

Cícero hoje trabalha em linhas municipais da Viação Guaianazes, incorporadora da Humaitá, que faz linhas intermunicipais. Ele se orgulha de ter dedicado a vida, exclusivamente, aos transportes. “Tem gente que vinha de outras regiões e virava motorista e cobrador por falta de opção, eu não, já trabalhava lá e procurei este ramo aqui porque gosto e porque é o que sei fazer bem”

O motorista diz não se arrepender de nada nesse ramo, prefere trabalhar na Grande São Paulo ao Nordeste. Mas seu plano é voltar à terra natal ao se aposentar. Quer descansar. “Aliás, já deveria estar aposentado pelo meu tempo de serviço, mas na época, no Nordeste, ninguém trabalhava registrado. Então, tenho muita estrada rodada, mas pouca quilometragem registrada”.

Educação com o passageiro, amizades, responsabilidade e, principalmente, o valor de um trabalhador foram as principais lições aprendidas nas escolas de lata – os ônibus, onde passa de tudo e de todos. Fatos tristes, curiosos, alegres, pessoas de bom caráter, pessoas com más intenções, mocinhos e bandidos.

“Minha faculdade foi sobre pneus”, conclui Cícero.

Adamo Alonso Bazani, jornalista, repórter da rádio CBN e busólogo. Toda terça-feira, nos convida a pegar este ônibus e ouvir uma boa história aqui no blog.

Salva-se Quem Puder

O recado abaixo com o título acima foi enviado por Devanir Amâncio, da ONG Educa São Paulo:

“No Largo do Paissandu, moradores de rua construíram um pequeno barraco de 4m². O fiscal de transporte, Manoel Santos Costa, 42, que há 27 anos trabalha no Largo, reclama pela não resposta do abaixo-assinado de 400 assinaturas encaminhado à Prefeitura de São Paulo reivindicando Posto Policial no local. Costa afirma que nos fins de semana chegam a ocorrer 25 assaltos no Largo. A última vítima foi um advogado, promotor aposentado. Levaram do “gente boa” como é conhecido, a quantia de R$ 3.300.00.

“Boca Maldita”

No Parque D. Pedro, o “Rei da Pinga” ou “Boca Maldita” se orgulha em vender em dias de movimento até 50 litros de cachaça, a céu aberto. Sua maior clientela são os moradores de rua.
Estações Lapa, Jabaquara, Largo Treze, Itaquera, Santana, Sé, República, Capão Redondo, enfim, todas as estações do Metrô e CPTM, terminais urbanos e até cemitérios municipais, têm suas “bocas malditas”. Quem fiscaliza?

Mais Ação

A ONG Educa São Paulo e um grupo de sem-teto, alcoólatras e viciados em crack, tentarão entregar ao Presidente Lula em seu tradicional almoço com os mendigos, uma carta-documento reivindicando recursos do Governo Federal para a Prefeitura de São Paulo cuidar dos moradores de rua. Propõe no documento uma parceria entre os Ministério da Saúde, Ministério das Cidades, Governo do Estado de São Paulo e Prefeitura de São Paulo para a criação do Centro Integrado de Desenvolvimento Social (um conjunto de medidas: saúde, tratamento psicológico e psiquiátrico, educação, esporte e lazer). Uma espécie de hospital-escola, na área do antigo Quartel, em ruínas, região do Parque D. Pedro”.

Foto-ouvinte 2: Escritório do Sr. Sujeira

Depósito irregular

O escritório completo foi despejado próximo do córrego da rua Francisco Polilo Neto, na Vila Rosário, em São Miguel Paulista, zona leste de São Paulo. Não é a primeira vez que o ouvinte-internauta Marcos Paulo Dias encontra o local e as ruas ao redor nessas condições. O cenário já foi destaque há algum tempo aqui mesmo no blog. A prefeitura recolhe o material toda semana, mas não tem jeito.

Fomos ao Procon reclamar do Procon

Demora muito para a gente ser atendido quando vai registrar uma reclamação. Eles não aceitam queixa por telefone, tem de ir em um posto. A internet só serve para tirar dúvidas.

Essas são algumas das reclamações que ouvimos no CBN São Paulo contra o Procon de consumidores que procuram o órgão para se queixar de empresas e serviços que desrespeitam o cidadão. E foi com estas broncas em mãos que conversamos, hoje, com o diretor executivo da Fudanção Procon de São Paulo, Roberto Pfeifer.

Nessa entrevista você vai saber porque está difícil de ligar para o 151, telefone de atendimento do Procon, e o que a Fundação pretende fazer para melhorar o serviço ao consumidor:

O Estado precisa de um banco ?

A Assembléia Legilstiva de São Paulo deve aprovar a venda da Nossa Caixa para o Banco do Brasil por R$ 5,386 bilhões, ainda nesta semana. A maioria dos deputados apóia a decisão do governador José Serra e a oposição não tem força suficiente para derrubar a proposta.

O CBN São Paulo de hoje convidou três economistas para saber se o estado precisa ou não ter um banco visando seu desenvolvimento. Ouça a entrevista dos nossos convidados e deixe sua opinião.

Plínio de Arruda Sampaio: precisa


Keyler Carvalho Rocha: não precisa


Paulo Brasil: banco, não; agência, sim

Dia do Fica: Público ovaciona maestro da Osesp

O recado e a imagem foram encaminhados pelo ouvinte-internauta Maurício Poletti:

“Estou escrevendo para falar da Osesp, a nossa Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo e a forma como estão fazendo a sucessão nessa orquestra, desde que o atual regente, o maestro Neschling, pediu para deixar sua direção por, segundo ele, pressão política. O público da orquestra não aceitou isso e no último sábado demonstrou sua opinião após o concerto com um grande coro de Fica!

O público mostrou que não aceita que questões políticas influenciem uma direção que tem como foco principal o crescimento da musica clássica em nosso país através da qualidade. A orquestra é nossa, não deles”

O famoso P.J. Clarke´s novaiorquino chega a SP

A Ailin Aleixo conta no “Época SP na CBN” como foi o primeiro fim de semana do bar que ganhou fama em Nova york:

“Você ficaria cinco horas na fila de um restaurante? Pois esse foi o tempo de espera para os clientes que visitaram o P.J. Clarke”s no primeiro sábado após a inauguração. O mais incrível é que alguns toparam. ”Muitos, eu encaminhei para a lanchonete vizinha. Mas outros disseram ”tudo bem, eu espero””, espanta-se a proprietária Maria Rita Pikielny Marracini. Assim que Maria Rita retirou os tapumes negros que escondiam a loja já havia gente de pé na calçada. Daquele momento até o fim do domingo, 3000 pessoas encararam o furdunço. No sábado à noite, já não havia hambúrgueres e pastéis para servir. Explicações para o fenômeno? É possível arriscar algumas. Brasileiro adora um estrangeirismo, todo mundo sabe, e essa é a primeira unidade do restaurante fora dos Estados Unidos – os paulistanos certamente estão orgulhosos do feito. Mas não é só. Famoso também na cidade natal, Nova York, o P.J. Clarke”s contabiliza 124 anos de história. Na viagem para o Brasil, o cardápio do P.J. sofreu algumas alterações. A espiga de milho no espeto não veio, assim como a salada de espinafre cru, aquela preferida de Jackie O., e o sanduíche de costela. ”O que não consegui produzir igualzinho, achei melhor cortar”, explica Maria Rita. No lugar, entraram pedidos brasileirinhos desenvolvidos pelo chef Bruno Fischetti, como a manjubinha frita, o bolinho de arroz, o pudim de leite e os pastéis – desses últimos, Philipp Scotti gostou tanto que resolveu copiá-los em Nova York. Os doces, reproduzidos aqui pela chef pâtissier Daniela Aliperti, ficaram melhores do que os originais – seu cheese cake com calda de frutas vermelhas é, esse sim, o Cadillac dos cheese cakes. Ah, e tem o hambúrguer. Alto, rosado por dentro (faltava um pouquinho de sal), vem no tamanho normal ou na versão mini, com três unidades guarnecidas de queijos diferentes – embora as fatias de queijo sejam finas demais, quase transparentes, o que torna impossível perceber a variação de sabores. Não, eles definitivamente não são melhores do que os melhores hambúrgueres paulistanos, mas saíram 2000 unidades, a R$ 19,90 cada (fora queijos e outros extras), só no primeiro fim de semana. Para acompanhar, as cebolas em corda são rodelas finíssimas, empanadas com delicadeza, sem aquela massa pesadona. E as p.j.”s home fries são batatas cortadas e assadas com casca, temperadas com cebola caramelada, uma delícia.
R. Dr. Mário Ferraz, 568 – Itaim-Bibi, tel.:3078-2965″

Esqueceram do “C” do calote !

Por Márcio Rachkorsky

Em brilhante reportagem sobre os “C´s” que atormentam a vida dos síndicos e moradores, o Fantástico falou sobre Cano, Cachorro, Criança e Carro … Lembrei de outro “C”, que além de atormentar a todos, atua diretamente no “B”, ou seja, no bolso do vizinho. É o famoso “C” de Calote !

Márcio Rachkorsky é advogado e comentarista do Condomínio Legal que vai ao ar ás quartas e sextas, na CBN, logo após às 11 da manhã. Toda segunda-feira ele está aqui no blog com novidades sobre a vida em condomínio.