Avalanche Tricolor: ‘Guerrera’ e um time de Libertadores


Herrera vai para o ataque

Grêmio 2 x 0 Juventude

Gaúcho – Olímpico

No gol, Vítor aparece quando necessário. Ruy é um ala goleador, fez mais um hoje. Os volantes seguram as pontas e quando precisam aparecem na frente. Tcheco é o maestro do time com a tarja de capitão. Souza está endiabrado e marcou um golaço. Alex Mineiro é solidário. Jonas descobriu a direção do gol. E Herrera …

Bem, Herrera merece um parágrafo à parte.

Ao trocar o Grêmio pelo Corinthians deixou saudade. Não eram os gols que faziam dele um ídolo do torcedor. Era o carrinho para desarmar o adversário. Nem mesmo as jogadas de efeito. Era a maneira como vestia a camisa. A distância do estádio Olímpico e a paixão que despertou na Fiel, criaram um sentimento ainda mais estranho nos torcedores gremistas, em especial naquela turma da Geral do Grêmio que costumamos ver na televisão comemorando os feitos em avalanche – que, aliás, batizou o nome desta coluna.

A idolatria por Herrera apenas aumentou neste tempo todo e a multidão que o aguardou no aeroporto Salgado Filho quando retornou a Porto Alegre, após longa e cara negociação, mostrou que não seria apenas mais uma passagem por um clube de futebol. Era um passo para a glória. Para a imortalidade, em se tratando de Grêmio.

Ainda é cedo para saber se ele estará a altura da expectativa dos torcedores. Mas o grito que partiu da arquibancada na noite desta quinta-feira ainda no primeiro tempo era o sinal de que “Guerrera” terá um combustível extra em 2009. O nome dele voltou a ser chamado pelo torcedor até Celso Roth prudentemente decidir colocá-lo em campo, mesmo com a cintura mais larga do que de costume.

Poderia descrever cada vez que ele tocou na bola, mas a jogada mais bonita você verá nos programas esportivos dessa quinta-feira no gol que surgiu da tabela dele e Souza.

A torcida matou a saudade de Herrera, e viu que o Grêmio tem muito mais do que um guerreiro no ataque. Tem um time para disputar a Libertadores.

6 comentários sobre “Avalanche Tricolor: ‘Guerrera’ e um time de Libertadores

  1. Milton, o Juca é nojento mesmo !!!!!! Voce entra no blog dêle que é cheio de quadradinhos e quetais e não consegue mandar nada para esse corintiano “besta” todo cheio de frescura !!! Já escrevi uma vez que devia ser aquele menino que “quando contrariado levava a bola embora e acabava com o jogo” Êle se acha, não ?
    Transmita a êle o seguinte:
    Parece que o São Paulo virou o FHC !!! O Corintiano só repara nêle !!!
    O São Paulo não teve coragem para isso, para aquilo, etc
    E o Corintians ??????????
    Queria mandar o seguinte recadinho para o “nojento” (de brincadeirinha) :
    “Os jogadores corintianos vão cantar a marchinha “Ei voce aí me
    dá um dinheiro aí” no carnaval! Muito sugestiva para os 2 meses de atraso nos salários (direito de imagem) de alguns dêles !!!!
    O FHC ou melhor o São Paulo paga adiantado !!!!!!!! Até !!!!!!!

  2. Miltom bom dia.

    Gotaria que voce abordasse no cbn sâo paulo um caso que é a colocão de alguns pontos de onibus nas avenidas,como é o caso daquele que fica no final da av santo amaro e inicio da são gabriel pois os onibus tem que sair do corredor pegar as pessoas no ponto e voltar novamente causando um transito terrevel em horarios de pico,será que a cet nâo ver que esta errado não poderia colocar o ponto no meio como os outros pontos da avenida porque tem espaçco sulficiente.

    grato ronieres.

  3. Olá, Milton.
    Eu ainda acho que faltam jogadores mais qualificados em determinadas posições para o Grêmio ser considerado um real candidato a disputa da Libertadores da América. Acredito que necessitamos de um bom primeiro-volante, como um Emerson ou um Mineiro; além de zagueiro no mesmo nível de Léo e Réver, pois os adversários da Libertadores deverão atacar pelo lado esquerdo da defesa gremista, que é onde se encontra o Rafa Marques, o menos qualificado defensor tricolor.
    Mas é importante ressaltar, Milton, que nunca o Grêmio precisou ter um time considerado bom para ser campeão em suas maiores conquistas. Como o Grêmio, como todos já estão cansados de saber, tudo é ganho na base da raça e da disposição. Suando a camisa, literalmente.

  4. Matheus,

    Você tem razão ao se referir a defesa. Veja que no texto fiz referência apenas a Vitor e Ruy. Curioso é saber que durante todo o ano passado sempre disseram que tínhamos uma defesa de qualidade devido ao pouco número de gols que tomamos, principalmente no primeiro semestre. Desconfio que a melhor defesa estava no banco, na estratégia montada pelo Roth para protegê-la. Todas as vezes que nos abrimos, era aquela correria em cima dos nossos zagueiros. O Gre-Nal mostrou um pouco isso.

    Em relação ao que diferencia o time do Grêmio mesmo quando tem um elenco inferior concordo plenamente com você. Mas está mais do que na hora de acrescentarmos talento a esta raça.

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