Conte Sua História de SP: O cotidiano das enchentes

 

As chuvas que incomodam neste verão fazem parte da história do paulistano e de todos aqueles que já moraram por aqui. Em um dos capítulos do Conte Sua História de São Paulo, em homenagem aos 458 anos, a marroquina Custódia Santos Marcondes, descreve os três dias de enchente que foi submetida, no início dos anos de 1950.

 

Ouça o depoimento de Custódia Santos Marcondes, sonorizado pelo Cláudio Antônio

 

O Conte Sua História de São Paulo vai ao ar, originalmente, aos sábados, logo após às dez e meia da manhã, no CBN SP. Os depoimentos são gravados pelo Museu da Pessoa e você pode agendar uma entrevista em áudio e vídeo no site www.museudapessoa.net. Se quiser, pode enviar um texto para milton@cbn.com.br.

5 comentários sobre “Conte Sua História de SP: O cotidiano das enchentes

  1. São Paulo por excelência possui topografia acidentada.
    Inumeros rios, corregos, riachos cortam a cidade.
    A cidade foi com o passar dos anoso sendo hipermeabilizada, margens dos rios, vales, várzeas foram sendo invadidas por construções, avenidas, favelas.
    A população por sua vez é mal educada, joga lixo, toda sorte de entulho nos rios.
    Não importa qual classe social venha pertencer.
    A cidade se tornou absurdamente adensada.
    Portanto:
    Qualquer ionicativa que venham tentar será paliativa.
    Pois os estragos são evidentes.

  2. Boa tarde. Sendo Guarda Civil da cidade de São Paulo, lembro-me de quando em serviço, juntamente com a equipe de motociclistas da qual faço parte, realizamos o resgate de pessoas que encontravam-se presas à enchente que ocorreu ao lado do Estádio do Morumbi. Em um primeiro momento, tentamos sair do local, pois as águas subiam com grande velocidade. Mas ao perceber que haviam pessoas presas aos seus veículos, retornar-mos e as retiramos. Quando podemos ajudar as pessoas dessa forma, a sensação é inigualável. Não lembro a data, mas sei que foi no dia da atração internacional Beyoncé.

  3. Pois é, enchentes locais ou mais amplas fazem parte da história de São Paulo. Pena que as autoridades que liberam construção de avenidas, edificios e de habitações não considerem os registros de inundações em locais baixos.
    Também tenho, entre outros, dois fatos para contar. A Rua Alencar Araripe no Sacoman sempre foi (na década de 50) chamada de Rio Alencar, pois em dias de chuva forte virava um rio com + de 1/2 metro, e até tinha feira aos sabados quando não chovia. Resolveram o problema no ano 1958 entubando o antigo corrego que lá havia.
    Outro fato foi cruzar a Rua Santa Rosa, junto com meu querido mano, uma manhã de 1963 desde a Avenida Mercúrio até a Rua Monsenhor Andrade, andando por pilhas e mais pilhas de sacarias de cereais, que haviam sido molhados na chuva torrencial da noite anterior por transbordamento do Rio Tamanduatei na região do Mercadão. Algo de dimensões nunca visto por mim.

  4. Juntei algumas dezenas de vizinhos e juntos protocolamos mais de 30 reclamações junto a subprefeitura da lapa sobre os alagamento na Vila Nova leopoldina (tenho foto) no inicoio de Janeiro. Além da sujeira dos bueiros, há buracos e desnivelamento na rua. É uam rua sem saída e com baixa movimentação de pessoas/carros, pois trata-se de um empreendimento residencial/comercial que foi entregue agora no mes de Janeiro. A sub até limpou o bueiro e recapiou parcialmente a rua, entretanto a mesma permanece abaulada e forma um lago do inicio ao meio da rua. Como devemos proceder?
    Endereço da rua sem saida é Rua Senador Joaquim Ribeiro do Valle cep 05311-010 esquina com Av. Gastão Vidigal, 1132 cep 05314-000
    Socorro!

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