Sua Marca: como os profissionais liberais podem usar o branding a seu favor

 

 

Profissional liberal não é marca nem produto mas é julgado a partir de sua prática assim como de sua imagem, portanto cuide dela — a orientação é de Jaime Troiano e Cecília Russo, no quadro Sua Marca Vai Ser Um Sucesso. Em conversa com Mílton Jung, eles lembram que tudo pode ser “branded”: uma pessoa, um produto ou um serviço que oferece algo para o mercado está sujeito às leis do branding.

 

Russo comenta, ainda, que apesar de uma coisa ser falar de produto e outra ser falar de pessoas, em comum existe um conjunto de associações, positivas ou não, que envolvem a ideia desse profissional — que pode ser um advogado, um arquiteto, um médico, por exemplo. Ela chama atenção para o fato de que a marca dos profissionais liberais é o nome e o sobrenome.

 

Pensem em um psicólogo famoso: sua imagem, se for boa, é revestida de atributos que vão sendo construídos pouco a pouco. Demora para criar uma reputação profissional mas descrevemos tal profissional por meio de qualidades: sério, calmo, competente, sabe o que fala, etc. Diferentemente das marcas, são associações que emanam de sua prática, do dia a dia. Mas isso não quer dizer que não se possa dar alguns passos para lapidar a sua imagem de profissional liberal.

 

O cuidado com a marca passa pelos valores internos, mas também os externos, como o ambiente de trabalho onde atende as pessoas e as roupas que veste.

 

O Sua Marca Vai Ser Um Sucesso vai ao ar aos sábados, às 7h55, no Jornal da CBN.

Mundo Corporativo: o desconhecimento jurídico trava o desenvolvimento de startups no Brasil, diz Eduardo Matias

 

 

 

Para 67% dos empreendedores a maior causa de fracasso das startups é o desentendimento entre sócios a respeito de questões que não estavam previstas no acordo prévio — a falta desses cuidados legais também faz com que boa parte dos investidores tenha receio de colocar dinheiro em um novo negócio.

 

Ao não considerar os tributos na hora de fazer o planejamento, 46% dos empreendedores dizem ter sofrido no bolso; enquanto 34,43% disseram ter dificuldade na contratação de funcionários em razão de não conhecer as possíveis modalidades jurídicas de formalização do vínculo empregatício e 39,34% encontraram problemas por já existir registro de um domínio eletrônico igual ao que pretendiam utilizar.

 

Esses foram alguns dos resultados encontrados pelo Panorama Legal das Startups, pesquisa realizada pelo escritório NELM, que entrevistou 108 companhias brasileiras. O advogado Eduardo Felipe Matias, entrevistado por Mílton Jung no programa Mundo Corporativo, foi um dos coordenadores do estudo. Ele falou, também, sobre a importância de o Estado criar condições para o desenvolvimento de startups:

 

“A gente está vivendo uma verdadeira revolução: uma revolução tecnológica —
uma quarta revolução industrial. O Brasil vai ficar para trás nesta onda ou ele vai conseguir acompanhar? E para isso o papel do Estado é fundamental. Então, como ele pode ajudar? Ele pode ajudar tornando o ambiente do negócio melhor ou pode ajudar tornando as pessoas mais preparadas para o ambiente inovador, para inovarem, para empreenderem”