Avalanche Tricolor: Obrigado, Juca !

“… E ficou tudo azul como o Grêmio, que corre sérios riscos, sim, mas que, dizem seus adeptos, gosta de pressão, de alguém que fungue em seu cangote, no bom sentido, é claro, como também ouvi de brilhante âncora de rádio, gremista por supuesto, que trabalha na CBN. Ele não deu maior importância à previsão desinteressada de Carlos Alberto Parreira, que vê, como tanta gente, o Palmeiras mais próximo do título brasileiro, dada a força de sua camisa, a excelência de seu técnico e, acrescento eu, a magnitude do investimento que fez. O gaúcho ainda achou de fazer troça de Parreira, lembrando de seu último sucesso, em 2006, o livro “Formando equipes vencedoras”… ”

Texto da crônica de Juca Kfouri, nesta quinta-feira, na Folha de São Paulo.

Avalanche Tricolor: Chama o Adamo Bazani


Grêmio 1 x 2 Goiás

Brasileiro – Olímpico

É dos melhores repórteres policiais que conheço apesar de jovem. Como a maioria dos novatos começou na madrugada. Em pouco tempo mostrou seu valor, e ganhou espaço na redação. Sempre disposto a buscar a verdade e com a agenda cheia de boas fontes, é capaz de levantar aquela informação que ninguém ainda tem e todos querem. Adamo Bazani faz falta lá na redação nestes tempos em que anda de molho se recuperando de uma cirurgia. E se eu tivesse chance entregaria a ele a coluna neste sábado.

Depois de tentarem prender nosso técnico Celso Roth em uma, não por acaso, operação batizada Ouro Verde e de o árbitro Celso Amorin não ter punido uma tentativa de homicídio contra Souza em campo, que resultou no segundo gol do Goiás, melhor deixar a palavra para um especialista. O caso é de polícia.

Como meu negócio é futebol vou assistir ao “Loucos” daqui a pouco na ESPN Brasil com a certeza de que aconteça o que acontecer neste fim de semana, o Grêmio seguirá líder do Campeonato Brasileiro.

Avalanche Tricolor: Loucos por futebol

Loucos por futebol
Clique na foto e veja outras imagens da gravação do programa na ESPN

O cenário é uma loucura. Penduricalhos de todo tipo espalhados na mesa central, na mesinha lateral, na geladeira, na arara, e nos quadros de acrílico. Os apresentadores aparentam ser normais. Mas não é normal dominar tantas informações de futebol como eles dominam. O tema, sim. Sem segredo: tudo e qualquer coisa que fale de … futebol. Até mesmo um suco de tomate que leva o nome de um jogador e foi comprado na prateleira de um supermercado na Espanha.

Marcelo Duarte, Paulo Vinícius Coelho e Celso Unzelte, que estão no palco, Karen Barbosa, Marcella Novaes e Augusto Alves, nos bastidores, fazem “Loucos Por Futebol”, da ESPN Brasil. E fazem de maneira muito divertida. Nessa quinta-feira, tive a oportunidade de acompanhá-los na gravação do programa que vai ao ar, sábado (13/09), às nove da noite. E claro, se eu estava lá é porque o assunto seria o Grêmio.

Uma entrevista com André Catimba, o herói do Campeonato Gaúcho de 1977, os gols da final da Libertadores de 1983, a escalação e posicionamento do time que venceu a primeira Copa do Brasil em 1989, e os gols da final da Copa do Brasil de 1991. Histórias contadas durante o programa que me fizeram lembrar momentos incríveis do futebol gremista.

Nada superou, porém, a emoção de ouvir a narração do meu pai Milton Ferretti Jung na conquista do primeiro título sulamericano, seguida da minha na última vitória nacional do Grêmio. Foi a primeira vez que tive esta oortunidade. E mesmo que perca na comparação – o velho era insuperável e eu, para alguns, insuportável – acompanhar estes dois momentos foi, sem dúvida, uma loucura e tanto.

À turma do “Loucos”, como diriam lá no sul, foi tri-louco estar com vocês !

Avalanche Tricolor: O presente da prima

Chaveiro do Grêmio

São mais de 1.000 chaveiros a integrar a coleção do ouvinte-internauta Lucas. E dentre estes, é possível encontrar um do Grêmio, produzido na década de 70 quando Everaldo, lateral da seleção brasileira, ainda era nossa única estrela reluzente. De lá até hoje, muitas outras passaram a fazer parte de nossa constelação tricolor. Mas este é assunto para outra “Avalanche”.

O chaveiro que aparece em destaque na mesa do colecionador foi um presente de um prima gaúcha. Ele garante em sua mensagem que, embora seja santista, guarda o “tricolor” em homenagem ao Grêmio, clube pelo qual tem muito respeito. Não há por que desconfiar desta afirmação, mesmo que ele ressalte o fato de a prima que lhe deu o mimo “ser a mais bela da rua” em um Estado onde estão as mais belas mulheres do mundo – palavras do próprio, guardadas em arquivo que armazenei na minha caixa de correio para caso alguém me acuse de estar forçando a barra ou usando de opinião pessoal.

Aos que estranham a publicação desta “Avalanche” sem nenhum comentário em relação ao jogo contra o Fluminense, uma explicação: estou em Buenos Aires, na Argentina, desde quinta-feira à noite (assim espero) e, portanto, não tenho certeza do meu acesso a internet logo após a partida do Grêmio. Por isso, escrevo e publico o texto antes do confronto que, seja qual for o resultado, terminará com o Grêmio líder do Campeonato Brasileiro.

São as vantagens de se torcer para o Grêmio: tem-se a tranquilidade de que o placar não vai interferir na classificação. E a certeza de que a prima gaúcha é bonita e gremista.

Avalanche Tricolor: Pela graça alcançada !


Soares agradece logo após o primeiro gol


Grêmio 2 x 1 Vasco
Brasileiro – Olímpico

Recém-iniciado na carreira de repórter de esportes (leia-se futebol), tive a oportunidade de cobrir uma das minhas primeiras finais de campeonato, em junho de 1986. Era um campeonato gaúcho da época em que a presença da dupla Gre-Nal na decisão era certeza absoluta. O Grêmio já havia sido campeão no ano anterior e voltaria a vencer com um gol do meia Osvaldo.

Lembro que o chute foi da entrada da área e o roliço e talentoso jogador de meio-campo gremista correu para comemorar com a torcida que estava nas sociais, atrás do banco de reservas, em minha direção. Abri o microfone para registrar (comemorar) a vibração do jogador que aos berros repetia: “Obrigado, meu Deus !”. Até hoje, lá na Rádio Guaíba de Porto Alegre, onde trabalhava naquele tempo, tem quem garanta que o agradecimento aos céus tenha partido deste repórter.

Não foi por falta de vontade, mas não foi.

Hoje, ao ver Soares comemorando o gol que deu início a vitória do Grêmio no Campeonato Brasileiro lembrei daquele momento. O atacante gremista também agradeceu aos céus, ele que havia entrado em campo no finzinho do primeiro tempo devido a lesão do xodó da torcida, Perea. Agradecia talvez por ter tido novamente chance no time titular, já que andava meio afastado dos jogos nos últimos tempos. Por estar no lugar certo no momento em que a bola foi cruzada na área do Vasco. Por conseguir marcar um gol de cabeça mesmo com sua estatura baixa. Ou, simplesmente, por vestir a camisa do Grêmio.

Sem a limitação imposta pela tal neutralidade tão exigida dos jornalistas, mesmo os esportivos, desta vez não tenho o que esconder, acompanhei Soares: “Obrigado pela graça alcançada !”.

Nos acréscimos

“Agora não tem mais dúvida, o Grêmio é candidato ao título” – Marcel, autor do 2o. gol do Grêmio, logo que a partida se encerrou. E diz que não !

Avalanche Tricolor: 29, 17, 13 … Era jogo de bairro

Grêmio 2 x 2 Inter
Sul-americana – Olímpico

Em campo chovia muito. Havia camisas molhadas carregando nas costas números estranhos para um cara como eu que aprendi a torcer para um time que começava no número 1 e se encerrava no 11. Mas estavam lá o 14, o 17, o 19, o 27 … Parecia sorteio da mega-sena.

Os nomes que vestiam aquelas camisas também não eram familiares. Mas o locutor na televisão insistia em dizer que quem estava em campo era o Grêmio.

E aquilo que disputava era uma competição sul-americana. Mas a que eu conheço e importa é a Libertadores da América. E essa só no ano que vem e para quem é o campeão brasileiro ou no máximo ficar no G4. Coisa que está muito próxima do caminho do Grêmio, diga-se de passagem.

Houve quem garantisse que, inclusive, aquele jogo era um Gre-Nal, clássico dos mais famosos do futebol brasileiro. Mas pela quantidade de gente na arquibancada, quando muito uma boa pelada no bairro do Menino Deus.

Tinha uma turma que corria, dava carrinho, errava, brigava, errava de novo, pedia o fim do jogo desesperadamente, e voltava a errar. Fazia daquilo final de Copa do Mundo. O outro, brincava. Tocava bola. Ensaiava jogadas. Testava movimentos. Seus jogadores até sorriam uns para os outros.

Cheguei ligar para Porto Alegre para entender o que era aquilo que eu estava vendo na televisão, às sete e meia da noite de uma quarta-feira. Nem hora de jogo de verdade era. Foi, então, que me explicaram. Era apenas um treino entre dois times de bairro: Azenha x Beira Rio.

E o Grêmio ? Não, disse meu interlocutor, esse só joga domingo contra o Vasco. É o líder do campeonato. Só entra em campo quando o adversário está à sua altura. Contra os outros, manda a garotada da Azenha. Aliás, concluiu, os meninos da Azenha não perdem para os veteranos da Beira Rio desde 2006.

Avalanche Tricolor: Coisas dos Aflitos



Náutico 1 x 1 Grêmio

Recife – Brasileiro

Aflitos é um estádio curioso. Seu nome, herdado do bairro em que foi construído na cidade do Recife, não é nada animador. Em um país que mesmo clubes sem tradição costumam jogar em estádios com nomes de significado maior, haja vista um tal de Ipatingão que sedia partidas do Campeonato Brasileiro, atuar nos Aflitos sempre soa estranho, tanto para o time da casa como para os adversários.

Foi lá que o Grêmio fez a 2a. Divisão entrar para a história do futebol mundial – e não preciso lembrá-la aqui pois você deve conhecê-la. E se não conhece procure na locadora mais próxima de sua casa o filme “A Batalha dos Aflitos”, como ficou conhecida aquela conquista. Nunca, aliás, o nome do estádio pernambucano se fez tão apropriado.

Aflitos, porém, não é curioso apenas por seu nome. Apesar de estar na capital tem cara de estádio interiorano. Torcida no alambrado, alambrado do lado do campo, goleira móvel atirada no fundo do gramado, torcedores pendurados nas janelas dos prédios vizinhos, e nada mais do que 20 mil lugares a serem ocupados na arquibancada. O vestiário é minúsculo. Os adversário preferem até chegar fardados.

O gramado merece um capítulo ou um parágrafo à parte. A bola não rola. Quica. Trocar passes é quase impossível. Melhor chutar para frente. Atrasar para o goleiro, suicídio. Nunca se sabe qual o destino final da jogada: pela linha de fundo, dentro do próprio gol ou, quando der muita sorte, na canela do goleiro. A quantidade de buracos torna o futebol prática imprópria.

Foi neste estado e neste estádio que o Grêmio voltou a mostrar por que é o líder do Campeonato Brasileiro. Um título se constrói com chutão para cima, também. Com a raça superando a técnica quando esta se ausenta ou não pode ser revelada. Com o nosso goleiro na área do adversário na jogada final. Contando com a sorte no momento certo mesmo quando esta lhe falta durante toda a partida. E com um ponto ganho quando você não o merecia.

Ponto que deixou o Grêmio ainda mais líder e seus adversários, aflitos.

Avalanche Tricolor: Noite de boas lembranças



Loivo, o Coração de Leão, estava no meu Maracanã imaginário

Flamengo 2 x 1 Grêmio

Maracanã – Brasileiro

Quando o árbitro marcou a falta quase na imaginária linha da intermediária poucos acreditaram no que estava por vir. Com o número 11 às costas, oferecido a todos que naquela época exerciam a saudosa função de ponta esquerda, Loivo ajeitou a bola no gramado, deu as costas para o goleiro, tomou distância e fez pose com as mãos na cintura a espera da autorização para cobrar o tiro livre direto.

De lá onde estava mal conseguia enxergar a goleira tantos eram os adversários de camisa rubro-negra que formavam a barreira à frente dele. Estava 1 a 1 no placar. Dario havia feito para o Flamengo e Tarciso descontado para o Grêmio. Loivo ainda deu uma última olhada em direção a meta como se tentasse achar um espaço naquela muralha. Assim que ouviu o apito do árbitro correu, mudou um pouco o ritmo para acertar a passada antes de chegar na bola e fulminou.

O petardo acertou primeiro o travessão sobre o goleiro flamenguista, desceu na vertical com um força impressionante e se chocou com a linha da cal, na mesma velocidade voltou a subir encontrando mais uma vez o travessão, e só sossegou depois de ficar amarrada no fundo da rede. Ou no fundo do poço, gíria que um locutor gaúcho que estava na cabine do estádio do Maracanã já havia consagrado no microfone da rádio Guaíba de Porto Alegre.

Foi na cobrança de falta de Loivo que o narrador, pai deste que lhe escreve, ensaiou pela primeira vez um grito de gol que durante anos passaria a ser sua marca registrada. Acompanhando a batida da bola no travessão, na linha, no travessão novamente e na rede, anunciou ao Rio Grande do Sul: gol, gol, gol, gooooooooooooool !, Loivo, Coração de Leão !

Durante à noite de hoje, por motivos que não sei explicar, lembrei desta jogada que aconteceu em 1973 quando ainda tinha 10 anos de idade. Lembrei de Loivo que é o atual titular da ponta esquerda do meu time de botão;do grito de Milton Gol-Gol-Gol Jung; de quantas vezes o Grêmio saiu sorrindo do gramado do Maracanã.

Desculpe-me por tomar tanto espaço nesta coluna falando das minhas lembranças, típicas de quem pode se dar ao luxo de passar um jogo de futebol inteiro pensando nos bons momentos da vida sem se importar com o que acontece a sua frente. Acabei esquecendo de escrever sobre o que realmente lhe trouxe até este blog, nesta noite de quinta-feira: o Grêmio é o líder do Campeonato Brasileiro.

Avalanche Tricolor: Em ritmo de Roupa Nova

Grêmio 1 x 0 São Paulo

Brasileiro – Olímpico

O Manto era o tradicional. Listras verticais em azul, preto e branco. Aquele que ganhou o meu coração na década de 70, e conquistou o mundo nos anos ’80. O mesmo que fez da 2a. Divisão um capítulo à parte na história do futebol internacional. E agora surpreende meus colegas jornalistas enquanto estarrece os torcedores adversários.

Roupa Nova a que me refiro no título de mais esta “Avalanche Tricolor” é a banda que surgiu na mesma época em que o Grêmio foi campeão Brasileiro, da Libertadores e Mundial. E que inspirou a torcida gremista na vitória deste domingo. Das arquibancadas soou a versão tricolor da música “Um Sonho a Mais” – título sintomático para um time que há seis rodadas é líder, está a cinco pontos do vice-líder, tem o melhor ataque, a defesa menos vazada, e não tomou gol em dez de 20 jogos disputados.

Claro que haverá alguém a escrever neste blog que o Grêmio apenas venceu o São Paulo devido a um gol em impedimento. Ué ! Não reclamam que os auxiliares na dúvida devem deixar o jogo correr – “é recomendação da Fifa”, diz o comentarista de árbitro jogo após jogo. E na primeira partida do campeonato, quando o Grêmio venceu o São Paulo, também ? Houve gol em impedimento ? Ah, mas naquela o São Paulo estava preocupado com a Libertadores.

Desculpas, meras desculpas. Insuficientes para justificar a campanha do Grêmio, neste ano em que se espera possamos concretizar um sonho a mais.

A coluna “Avalanche Tricolor” é publicada logo após os jogos do Grêmio, aqui no blog, sempre com aquela reconhecida isenção do seu autor.

Avalanche Tricolor: E era apenas o time B


Festa tricolor que assisti pela FX

Eles 1 x 1 Grêmio

Sul-Americana – Porto Alegre

Há uma mística que acompanha a camisa do Grêmio. Dizem que jogadores medianos quando vestem o Manto Tricolor se transformam. Viram heróis, guerreiros, jogam travestidos de craques.

Poderia citar Ronaldinho Gaúcho que agrada aos chineses, fez sucesso pela Europa e até recebeu troféu de melhor do mundo. Mas nós gremistas sabemos que desde o momento que saiu pelos portões do estádio Olímpico nunca mais jogou o mesmo futebol. Lembro até hoje daquele chapéu nas cadeiras duras de Dunga.

Deixa pra lá. Sorte ao Ronaldinho e seus sobrinhos, em Pequim.

Estou aqui para falar da áurea que encobre os jogadores que vestem a camisa tricolor. Na noite desta quarta-feira, em um estádio vizinho ao do Grêmio, tivemos mais um prova deste fenômeno sobrenatural. Tendo traçado um objetivo bastante claro e humilde (ser campeão brasileiro, da Libertados e Mundial) para este ano, a comissão técnica gremista tomou a feliz decisão de escalar um time reserva para a estréia na Copa Sul-Americana. Mesmo porque o adversário não estava a altura do líder, sejamos sincero. No entanto, ao entrarem no gramado aqueles atletas pelos quais muitos que assistiam ao jogo não davam valor se transformaram mais uma vez.

No gol parecia que Lara vestia nossa camisa. Airton estava de volta a defesa. China à frente da área. Iura trocava passes no meio de campo para fazer a bola chegar aos pés de Tarciso, André e Loivo (tá bom, tem alguns que preferem Éder). Eram aqueles imortais que estavam em campo enfrentando um adversário que se apresentava com seus novos “valores”, contratados recentemente quando o bafo da zona de rebaixamento passou a soprar na nuca deles. Chegaram a encher o estádio. Soltaram fogos na entrada do time. Desfraldaram bandeiras. Cantaram hinos de louvor. Até comemoram uma suposta vitória. Pobres coitados.

O Manto Tricolor se fez presente, mais uma vez. Fez dos pés de Souza ferramenta para que a bola voasse em direção a área. Elevou Léo – dos poucos titulares que mantivemos no time – mais alto do que qualquer outro poderia alcançar. Fez com que a bola desviasse no topete de nosso zagueiro e fosse abraçar a rede adversária.

O estádio do lado deles silenciou em respeito a nossa história. Os tricolores explodiram porque viam seus ídolos do passado se atirando um sobre o outro para comemorar mais um gol. Nem se deram conta que em campo estava apenas o time B do Grêmio. Os adversário também não.

Na próxima, mandaremos apenas as camisas. Não precisamos mais do que isso para enfrentá-los.