Grupo pede a Obama para transformar Casa Branca em fazenda de produto orgânico

thewhofarm

Durante as duas Grandes Guerras, o governo dos Estados Unidos pediu que os cidadãos plantassem hortas nas suas casas para enfrentarem as dificuldades econômicas e a falta de alimento. Vinte milhões de “Victory Gardens” foram plantados pelos americanos, em 1943. Os jardins da Casa Branca também se transformaram em uma enorme fazenda com grãos plantados sob a coordenação de Eleanor Roosevelt, a ativista dos direitos humanos casada com o presidente Franklin Roosevelt.

Reproduzir esta experiência, é o sonho de um grupo de americanos que roda os Estados Unidos com um estranho ônibus e recolhe assinaturas de apoio ao pedido para que o presidente Barack Obama faça no entorno da Casa Branca uma fazenda de produtos orgânicos. No texto proposto pelo The White House Organic Farm que também atende pelo reduzido nome de The Who Farm existem cinco artigos.

Eles sugerem que a fazenda na Casa Branca seja plantada por crianças de escolas públicas e pessoas portadoras de deficiência e os alimentos servidos ao presidente e a família dele, e sustentasse a merenda escolar na rede de ensino. A distribuição seria feita por voluntários a pé ou de bicicleta. Outra curiosidade: as terras plantadas na Casa Branca usaria adubo resultado de dejetos e restos de comida das três esferas do governo federal, a própria Casa Branca, o Capitólio e a Suprema Corte.

Para quem pretende incluir seu nome nesta petição ao presidente dos Estados Unidos Barack Obama pode acessar o site do The Who Farm.

Traditional Jazz Band está pronta para festa, na CBN

Traditional Jazz Band - foto divulgação

Sete caras muito legais, que sabem fazer da música diversão, e formam o mais conhecido grupo de jazz do País, estarão no programa da rádio CBN que comemora os 455 anos de São Paulo. A Traditional Jazz Band foi criada em 1964 e já realizou centenas de shows no Brasil e no exterior. A turma esteve em New Orleans, em Washington, em Boston. Fez sucesso na Argentina, no Uruguai, no Chile e no Paraguai, também. Eles não cansam de lembrar que são a única banda de jazz catalogada em museu e festivais de jazz internacionais.

Alcides Lima, o Cidão (bateria e washboard), Edo Callia (piano),Eduardo “Dudu” Bugni (banjo e violão), William Anderson (Trombone), Carlos Chaim (contrabaixo), Austin Roberts (trumpete) e Marcos Mônaco (clarinete, sax-alto, sax-tenor, sax-soprano e flauta) além de tocar, vão conversar com o público durante o CBN SP que se realizará no Teatro Eva Herz, no Conjunto Nacional, na avenida Paulista, a partir das 10 da manhã, deste sábado 24.

Aproveite para conhecer mais sobre o grupo acessando o blog da Traditional Jazz Band.

A sambista Dona Inah, o poeta Ferréz e os Parlapatões também estarão no palco ao nosso lado.

A entrada é franca e não há necessidade de se inscrever ou retirar ingressos antecipadamente. O programa será apresentado, ao vivo, no Portal da CBN na internet.

Público prestigia palestras da CBN na Campus Party

Público na CBN

Começa com dois, as vezes são cinco ou seis. Assim como informação na internet, quando menos esperamos aquilo tudo se  multiplica. E dezenas de pessoas já estão sentadas a nossa volta ouvindo e dividindo conhecimento. Alguns chegam por curiosidade, outros porque estão atrás da primeira novidade que aparecer na feira. Há os que vão até lá porque sabem da oportunidade que terão de debater temas relacionados ao mundo digital.

Assim aconteceu durante palestra de Mariza Tavares, na terça, e a minha, na quarta. Não deve ser diferente hoje com o Ethevaldo nem amanhã com o Juca. É uma experiência interessante esta de participar do talk show promovido pela CBN no estande da Campus Party. Das perguntas que surgem durante o bate-papo às rodinhas que se formam após o encontro, o conteúdo é bastante rico, revela o prestígio da emissora diante do público e a importância de estarmos de ouvido bem aberto para o que o cidadão pensa do nosso trabalho – e dos nossos erros, principalmente.

Clicando AQUI você acessa o álbum de imagens da palestra “O Rádio na Era da Internet”, da qual participei ontem, que reúne fotos feitas pelo ouvinte-internauta ManoelBR.

Ouvinte-internauta reclama da Sabesp em oficina da CBN

Com a oportunidade de gravar reportagens e depoimentos na oficina de rádio promovida pela CBN na Campus Party, o ouvinte-internauta Neco Vieira resolveu chamar atenção da prefeitura de São Paulo para o estrago que foi feito na pista recém-recapeada da Avenida Nossa Senhora do Sabará, na zona sul da capital.

Ouça aqui o que disse  o ouvinte-internauta Neco Vieira em post publicado agora há pouco no blog da CBN na Campus Party.

Nós vamos procurar a Sabesp e a prefeitura para saber por que estas situações ainda ocorrem na cidade, apesar de inúmeros anúncios de que as prestadoras de serviço na capital teriam de realizar trabalhos sob controle da administração municipal para impedir o desperdício de dinheiro público.

Conheça a oficina de rádio visitante o blog da CBN na Campus Party

 

Dona Inah é atração na festa dos 455 anos, no CBN SP

Dona Inah

O primeiro disco foi gravado em 1960, antes disso cantou em rádio e clubes de São Paulo, e apesar do sucesso que fazia nas rodas de samba, o nome de Dona Inah só ganhou a mídia recentemente ao participar de vídeo em homenagem a Clementina de Jesus, quando já tinha mais de 70 anos. De 2002 para cá, esta representante do samba paulista entusiasmou o público o que propiciou o lançamento de um CD, Divino Samba Meu, e muitos convites para apresentação.

Neste sábado, Dona Inah é uma das nossas convidadas no CBN SP em homenagem aos 455 anos da capital paulista, no programa que se realizará no Teatro Eva Herz, no Conjunto Nacional, na avenida Paulista.

Além de contar muitas histórias da sua vida em São Paulo, especialmente no samba da cidade, Dona Inah cantará alguns de seus sucessos com o público que poderá participar, ao vivo, do programa.

O CBN SP deste sábado começa às dez da manhã. Não há necessidade de retirar convites antecipadamente. E a entrada é gratuita.

Grave seu depoimento no Conte Sua História

Na entrada no teatro Eva Hertz, a rádio CBN colocará à disposição dos ouvintes equipamento de áudio para quem estiver interessado em gravar seu depoimento no quadro Conte Sua História de São Paulo. As histórias registradas no ano passado fazem parte da programação em homenagem ao aniversário de São Paulo e podem ser ouvidas no Portal da CBN, na área reservada as reportagens especiais.

Vendem-se carros

patio de carros 
A venda de automóveis despencou desde o início da crise econômica internacional, no segundo semestre do ano passado. A dimensão das dificuldades que as montadoras enfrentam fica evidente na sequência de imagens publicadas pela edição eletrônica do britânico The Guardian. São os pátios lotados de carros a espera de compradores como este que você vê acima, em Sheermess, na Inglaterra. Não há fotos dos pátios no Brasil.

Cantinas, sempre uma atração

Por Ailin Aleixo
Epoca SP na CBN

Originale Trattoria

Joaquim Almeida, o Canjica; João Rocha Sales, o João da Praia; Getúlio Silva Souza, Antônio Almeida e Jefferson Pupo, o Fininho. Os cinco amigos, que já foram garçons e gerentes de diversas cantinas na cidade, resolveram abrir, há cerca de um ano e meio, o próprio negócio. O grande salão tem aquele clima de casa da nonna, com garrafas de vinhos penduras pelas paredes (também repletas de fotos antigas de famosos nos restaurantes aonde os proprietários já trabalharam). O atendimento, hiper simpático, facilita a escolha no imenso cardápio, com opções de massas caseiras, carnes, risotos, peixes e até paella– e todos os pratos, todos mesmo, servem tranquilamente duas pessoas. Para começar, peça a mega-porção de bruschetta de gorgonzola. Para manter-se no clima cantineiro, vá de lasagna de mussarela e carne à madalena (molho de alcaparras com mussarela de búfala e manjericão) ou um generoso filé à parmegiana.

Rua Original, 123 – Vila Madalena – São Paulo – SP

3816-4884 e 3895-4289

Cantina do magrão

Luiz Antonio Sampaio, o Magrão, já era famoso pelas bandas do Ipiranga com o Bar do Magrão, que funciona ao lado. Durante o dia, Mônica, sua mulher, usava a cozinha para fazer massas frescas e vender na rotisseria. Mas a clientela do bairro pedia uma cerveja e, em vez de levar os raviólis para casa, comia a pasta ali mesmo, em mesas improvisadas na calçada. Não deu outra: virou restaurante. O cardápio segue a linha cantineira com opções de massas frescas e secas para combinar com o molho à escolha. O ravioli di nonna vem recheado de mussarela e salsinha e o pavoni leva damasco e queijo brie. Todos os pratos servem duas pessoas. De sobremesa, a gostosa panacotta perde o brilho por causa da calda exageradamente doce. O serviço, um tanto displicente, precisa melhorarR. Agostinho Gomes, 2996 – Ipiranga – São Paulo – SP

6161-6649

Cantina Roperto

Decoração simples à moda antiga, garçons formais e atenciosos, pratos clássicos, baratos e bem servidos que sempre dão para dois. Aos 82 anos, a cantina, uma das mais famosas da Bela Vista, felizmente não se rendeu a certas modernidades. E encanta justamente por isso. O cardápio permite ao cliente combinar a massa (algumas são feitas lá) e o molho a seu gosto. No capítulo das carnes, a perna de cabrito com batatas e brócolis é um best seller, sobretudo nas mesas numerosas de sábado, embaladas pela música ao vivo. Não deixe, porém, de experimentar o excelente polpetone da casa, que lá ganha o apelido de ropertone – quem pede a versão mini se arrepende. Para compensar a saudade, vá com tudo na sobremesa e peça uma pêra ao vinho com sorvete de creme.

R. 13 de Maio, 634 – Bela Vista – São Paulo – SP

3288-2573 / 3284-2987

Campus Party: De cara com o desconhecido

Índio na Campus

  

Na primeira edição resumi minhas conversas e passeios a área destinada a feira da Campus Party, onde estava o estande da rádio CBN. No primeiro dia desta edição já fui direto ao encontro dos campuseiros e de cara entendi que ali não era a minha tribo. Nos cercadinhos que reservavam lugares para as palestras, havia alguns assuntos bastante interessantes, mas para os quais não havia me programado. Em outros, o que se discutia não me pertencia. Professores ao microfone faziam correr na enorme tela de apresentação números, letras e símbolos que pareciam ter um significado importante, mas que transmitiam mensagem que nada representava para mim. A atenção da audiência eram o sinal de que  o assunto valia a pena. Para eles.

 

Caminhei entre as mesas, algumas torres de computadores me chamaram atenção pela luz, pela cor e pelo exagero. Nada que me desse inveja ou tenha me levado a lamentar o Imac que está sobre minha mesa, no escritório de casa. Certamente, a velocidade com que navegavam (a maioria jogava) seria suficiente para atropelar qualquer arquivo que eu tentasse baixar com minha falsa conexão de 3 GB.

 

Recebi algumas explicações sobre telas de TV que reproduzem imagem em três dimensões; ouvi informações sobre uma das palestras que discutiram a utilização dos blogs; e dei entrevista para uma repórter de tecnologia do UOL. Falei por curioso, não por jornalista.

 

Deixei o campo dos campuseiros após uma fila draconiana na qual todos são revistados. E sai dela com cara de quem não sabia bem o que estava acontecendo.

 

Voltei para a área da feira, um pouco melhor do que a do ano passado, ainda devendo muito aos visitantes, e com orientação aquém da tecnologia oferecida. Mas ali, pelo menos, não me senti um índio de outra tribo.

Leia mais no Blog da CBN no Campus Party

A dupla imbatível: sanduíche e batata frita

Por Ailin Aleixo
Época SP na CBN

St Louis

Vencedor na categoria Melhor Cachorro-quente do Melhor de SP 2008.Numa esquina tranquila dos jardins, a discreta casa em endereço único funciona desde 2006 em horários de restaurante (nunca passa das 23h30). O carro-chefe do empreendimento, comandado pelo ex-chefe e hoje empresário Luiz Cintra, são os hambu”rugueres, mas é o cachorro-quente R$ 12 que realmente surpreende. O flat dog tem detalhes que o tornam irresistível. A salsicha Eder cortada ao meio (daí o nome flat, ”achatado”) é grelhada no carvão, por isso não há qualquer vestígio de gordura. O pão especialmente fabricado também é levemente tostado. O sanduíche se completa com cebolas grelhadas, picles suaves e uma mistura de queijos emmenthal e gruyére derretidos. É de lamber os beiços e pedir mais.R. Batatais,242 – Jardim Paulista – São Paulo – SP fone: 3051-3435

A chapa

A decoração temática dos anos 60 não é por acaso: a rede nasceu em 1967, no bairro da Aclimação. Hoje, são quatro lojas até a mais moderninha delas, na Melo Alves, se destaca pelo serviço cortez à moda antiga. O cardápio é bem variado e se aproxima da onda de hambúrgueres gourmet, mas com algumas derrapadas. O hambúrguer de picanha, por exemplo, apesar de saboroso e suculento, é baixinho e sempre chega passado além da conta. Para quem faz questão da carne rosada, o melhor pedido é o monsterburger, com bifão de 200 gramas. Não faltam atrativos no enorme cardápio, das crocantíssimas batatas country wedges, com casca, ao cremoso milk-shake de Ovomaltine os floquinhos vêm num copinho à parte, você mistura quanto quiser. Há ainda sandubas na ciabatta e no pão sírio, steaks, hot dogs e, para os mais contidos, saladas low carb e hambúrguer vegetariano.R. Dr. Melo Alves, 238 – Jardim Paulistano – São Paulo – fone 3085-0521

General Prime Burguer

Se existe um culpado pela boa onda dos hambúrgueres gourmet que pipocaram na cidade, aqui está ele. Aberto em 2004, o General Prime foi o pioneiro em servir sanduíches com grife (na ocasião, tinha entre os sócios o chef Sergio Arno). Mesmo com algumas mudanças na direção, o lugar continua ótimo, com um cardápio superatraente, cozinha afinada e serviço atencioso. Entre as bebidas, chega a ser covardia a lista de milk-shakes. Tem de Nutella, de banana com calda de caramelo, gengibre e pistache, de coco com baba-de-moça… E você ainda pode optar pelos sorvetes da Häagen-Dazs. Passado o momento de difícil decisão, vamos ao que interessa: o sanduíche. Com matéria-prima de qualidade, o suculento e bem temperado hambúrguer de picanha leva o nome de gran burger, preparado com 180 gramas de carne. Fica ótimo com os clássicos acompanhamentos de queijo derretido, alface, tomate e maionese. Já a versão de cordeiro merece o molho de iogurte com hortelã – ótimo por sinal.

R. Joaquim Floriano, 541 – Itaim-Bibi – São Paulo – SP fone 3168-0833

São Paulo 455: Ônibus que fizeram a história da maior cidade do Brasil

Toda terça-feira, você acompanha neste espaço, a história do transporte de passageiros contada pelo colega da CBN Ádamo Bazani. Nesta semana, para comemorar os 455 anos de São Paulo, nosso busólogo e colaborador buscou no seu baú de fotografias imagens que representam oito importantes capítulos dos ônibus na capital paulista.

1911

1911 – Inicia-se o serviço de auto-ônibus na capital paulista pela empresa Companhia Transportes Auto Paulista. Foi utilizado um veículo Saurer, com capacidade para 25 passageiros. O serviço não tinha horários nem itinerários fixos

1936

1936 – Várias empresas começam a desbravar bairros em São Paulo, como a autoviação Jabaquara. Inaugurada por Artur Brandi e pelos Havelange, foi uma das maiores empresas de então, e se transformou na Cometa, em 1949. A imagem mostra um dos ônibus de sua frota , um GMC diesel de 39 lugares

1947

1947 – Em 12 de março, a prefeitura de São Paulo transfere o patrimônio da São Paulo Tramway Light and Power Company Limited, referente a transportes coletivos para a CMTC – Companhia Municipal de Transportes Coletivos. Em 18 de junho, a CMTC é autorizada a funcionar pelo Decreto-Lei 987 do prefeito Christiano Stokler das Neves. Em 1o. de julho, o patrimônio da São Paulo Tramway Light and Power Company Limited é oficialmente transferido para a CMTC que inicia as operações. Em 1949, a CMTC implanta o sistema de troleibus com 30 veículos importados dos EUA e Inglaterra, colocando em funcionamento a linha Largo São Bento-Aclimação

1958

1958 – A CMTC, Villares e Massari fabricam os primeiros troleibus brasileiros. Alguns destes veículos operaram até meados dos anos 80, como na foto.

1977

1977 – Através de um decreto municipal, a cidade de São Paulo é dividida em 23 áreas de operação atendidas por empresas particulares de ônibus contratadas pela CMTC. As linhas circulares e diametrais passam a ser exclusividade da CMTC. Na foto um Caio Gabriela da Viação Bola Branca

1989

1989 – Jânio Quadros coloca em São Paulo os primeiros ônibus de dois andares, fabricados pela extinta carroceria Thamco e motorizados pela Scania que ficaram pouco tempo por causa do tamanho e da falta da estrutura da cidade

1994/1995

1994/1995 – A CMTC deixa de ser operadora para ser gerenciadora e surge a SPtrans. O sistema passa a ser operado por 47 empresas municipais

2000

Anos 2.000 – O sistema é reorganizado e passa a operar por consórcios, de empresas e cooperativas. Aumenta o número de ônibus articulados e a cor da frente de cada veículo, indica a região que ele serve, como este Caio Mondego articulado, parado no ponto quase em frente à Rádio CBN na Rua das Palmeiras.