Vereador responde à “enquete” do blog

A assessoria do vereador Aurélio Miguel (PR) enviou nota em resposta a enquete realizada por este blog a partir de imagem na qual aparece um boneco com propaganda do ex-judoca diante da porta do estádio do Morumbi.

“Caro Milton Jung,

Comecei a praticar judô no São Paulo Futebol Clube aos 4 anos de idade e atualmente sou conselheiro da agremiação, eleito pela primeira vez em abril de 2004. Agora, em 2008, fui escolhido como o nome da oposição que concorrerá à presidência do clube. Mas, antes de entrar no pleito presidencial, precisei ratificar minha condição de conselheiro, nas eleições que ocorreram no último dia 12 de abril (sábado). Grande parte dos 240 candidatos (120 da situação e 120 da oposição) fez campanha permitida nos ginásios de votação e nos portões de acesso ao clube, pedindo votos, entregando folhetos, brindes, bonés e camisetas etc. Portanto, a utilização do bonecão (com o número 10 da cédula de votação) apenas obedeceu a lógica da eleição são-paulina, não havendo assim qualquer ilegalidade, diferentemente das alternativas que constam na enquete colocada em seu site. Sou legalista.

Desde minhas primeiras entrevistas, quando assumi a condição de candidato oposicionista, deixei claro que caso eleito presidente do São Paulo, terminaria meu mandato como vereador e interromperia minha vida pública. Não mudei em nada esta convicção. Aliás, estas informações podem ser confirmadas se consultados os arquivos do CBN Esporte Clube.

Sei do importante papel que a imprensa possui em uma sociedade democrática. Entretanto, os veículos de comunicação e os profissionais que neles trabalham precisam estar atentos para não veicular informações truncadas, maldosas ou sem a necessária checagem. Além disso, emitir conceitos não sustentados na verdade também não é um bom caminho. Não creio que chamar o bonecão que utilizo em minhas campanhas de João Bobo se insira em algo que possa ser sustentado pelo bom jornalismo. Ou é desinformação ou é má fé.

A repercussão das declarações dos profissionais de uma rádio do porte da CBN, da qual sou ouvinte assíduo, é muito grande e pode causar sérios danos a imagem de qualquer cidadão. O prejuízo é enorme, principalmente quando não verdadeiras. Tenho uma história de vida que construí com muita luta e não posso aceitar que ela seja atacada gratuitamente. Esse foi caso da utilização de meu nome como pretexto para a realização uma enquete pretensamente bem-humorada colocada em seu blog.

Em respeito à verdade dos fatos e a seus ouvintes que devem ser brindados com informações corretas, gostaria que este e-mail fosse reproduzido em seu espaço na Internet e lido durante a programação do CBN São Paulo.

Cordialmente

Aurélio Miguel”

Nota deste blogueiro: a resposta do vereador vai ao encontro da última alternativa da enquete que, por sinal, brinca com o próprio blog; o que o vereador chama de Bonecão também é conhecido por João Bobo (só entro nesta questão porque parece haver diferença para o vereador); má-fé não é marca deste jornalista; desejo toda sorte do mundo a Aurélio Miguel na luta pelo cargo de presidente do São Paulo.

Guarda Civil confirma falta de manutenção e falhas em câmeras

Das 44 câmeras do sistema de monitoramento da Guarda Civil Metropolitana, 22% não estão funcionando por falta de manutenção. Em julho do ano passado, se encerrou o acordo mantido com a Telefonica para a realização do serviço e a prefeitura ainda não conseguiu contratar empresa que atue no setor por problemas no processo de licitação. A afirmação é do coordenador de Segurança Urbana da Prefeitura de São Paulo, coronel Alberto Rodrigues, durante debate promovido pelo CBN SP. Apesar de negar que a cidade esteja mais insegura devido aos problemas técnicos, Rodrigues admitiu os problemas denunciados pelo Sindicato dos Guardas Civis Metropolitanos.

O representante da prefeitura explicou que o projeto defendido pelo prefeito Gilberto Kassab no programa político do DEM de implantar sistema de 12 mil câmeras na cidade leva em conta equipamentos que existem na cidade de propriedade de empresas particulares e públicas. Segundo o coronel Rodrigues, o projeto é interligar este sistema e fazer com que São Paulo amplie a vigilância das ruas e avenidas: “Nem todas são câmeras da prefeitura”, disse.

Quanto ao que o Sindiguardas chama de “truque de mágica”, o coronel explicou que a sala apresentada para Gilberto Kassab, em dezembro do ano passado, foi aberta apenas para que o prefeito tivesse uma idéia de como ficariam as instalações. O coordenador da segurança pública na cidade promete que, em breve, novos equipamentos estarão à disposição da Guarda Civil Metropolitana.

“Big Brother” da prefeitura é falso, diz Sindiguarda

O monitoramento feito pela Guarda Civil Metropolitana por câmeras de vídeo estaria prejudicado devido à falta de manutenção, além disso a prefeitura teria forjado a execução de serviços durante anúncio de ampliação do sistema, apresentado pelo prefeito de São Paulo Gilberto Kassab. A denúncia é do Sindicato dos Guardas Civis Metropolitanos e foi encaminhada, ao CBN São Paulo, pelo presidente da entidade Francisco Targino.

O dirigente sindical coloca em dúvida, também, a promessa feita durante programa político do DEM de expansão do sistema de vigilância. “Ora, se há um ano e dez meses a prefeitura só conseguiu instalar 40 câmeras, quando então a população poderá contar com as prometidas 12 mil câmeras?”, pergunta Targino.

A prefeitura ainda não teria contratado empresa para fazer a manutenção dos equipamentos, desde o fim do acordo com a Telefonica, em julho no ano passado. O resultado, segundo o presidente do Sindiguardas, é que “computadores estão com defeito, algumas telas de TV de plasma utilizadas para visualizar as imagens estão queimadas, uma série de câmeras distribuídas nas ruas está danificada, algumas não transmitem as imagens há mais de quatro meses e outras recém-inauguradas já apresentaram defeitos como as instaladas na região da Avenida Paulista”.

Apesar de ter citado em mensagem por escrito alguns pontos da cidade onde as câmeras não funcionam, no debate realizado pelo CBN SP, o dirigente preferiu manter os locais em sigilo para não atrapalhar o sistema de segurança.

O sindicato acusa o prefeito de ter feito “truque de mágica” na inauguração da ampliação da sala de monitoramento, em 28 de dezembro de 2007: “Apenas um computador estava na nova sala, e ligado a este computador estavam os oito monitores, mais as seis telas de LCD novas transmitindo simultaneamente as mesmas imagens. Os operadores dos terminais por sua vez fingiam manipular as imagens, mas na verdade não passavam de meros espectadores”. E completa: “bastou a imprensa se retirar, o único computador sumiu e os monitores e as TV’s de LCD foram trancadas na nova sala e permanecem até hoje por lá entregues a poeira do prédio do Comando da Guarda Civil”.

Sinal que cai: consumidor tem direito a desconto

Os clientes dos serviços de TV por assinatura, banda larga de internet e telefonia têm direito a receber descontos na fatura sempre que houver queda de sinal. É o que entende o Ministério Público Estadual, segundo o promotor de Justiça João Lopes, entrevistado pelo CBN SP.

Foram instaurados inquéritos civis contra as prestadoras de serviço porque, na maioria dos casos, o desconto somente é oferecido após reclamação do cliente, quando o Código de Defesa do Consumidor obriga a empresas a fazê-lo automaticamente.

Ouça a entrevista com o promotor João Lopes:

Os assinantes interessados em mais informações podem ligar para o Ministério Público Estadual no telefone 011 3119 9069.

Falta de preparo mata motociclistas amadores, em SP

De 380 mortes de motociclistas no trânsito de São Paulo, em 2006, 75% eram amadores, gente que usava o veículo apenas como meio de transporte. Apenas 23% usavam a moto profissionalmente. Para o presidente da Associação Brasileira de Motociclistas, Lucas Pimentel, a maior parte dos acidentes ocorre pelas faltas de experiência e preparo dos motociclistas. Segundo ele, o exame de habilitação é ruim e os próprios instrutores não estão preparados para orientar os aspirantes a carteira para conduzir motos.

Ouça a entrevista com o presidente da Associação Brasileira de Motociclistas, Lucas Pimentel:

Vira-lata mas chipado

Todos os cães e gatos vendidos, a partir de agora, terão de ser castrados e usar chips, em São Paulo. É o que determina lei já regulamentada pela prefeitura com o objetivo de controlar o comércio de animais de estimação e reduzir o número de abandonos.

Conversei com uma das assessorias do Centro de Controle de Zoonose, Adriana Maria Lopes Vieira, que explicou no CBN São Paulo como ficará a situação dos cães e gatos com a entrada em vigor da nova lei e deixou dois telefones para quem quiser mais informações: 2224 550 e 3350 6628.

Ouça a entrevista:

Veja aí embaixo a cara do Eros, meu labrador, ao saber que por ter nascido após a lei entrar em vigor não precisará passar pelo processo de castração. Não gostou muito do chip pois ficará mais difícil dar suas escapadinhas pela zona.

Promotora defende afastamento de funcionário de estatal

As empresas e os funcionários assumiram o risco ao aceitar a contratação sem concurso nas estatais de capital misto, como Sabesp e Cetesb. A afirmação é da promotora do Ministério Público do Trabalho Alline Pedrosa Oishi em relação ao Termo de Ajustamento de Conduta, assinado entre as empresas e o órgão, que prevê o afastamento dos empregados contratados após a Constituição de 1988, nestas condições.

A promotora informaou que estes funcionários terão o direito de resgatar o fundo de garantia recolhido durante os anos de trabalho e a possibilidade de participar de concurso público para ser readmitido pela empresa.

Ouça a entrevista da promotora Alline Pedrosa Oishi, ao CBN SP:

Neste blog, você encotrará outras entrevistas sobre o mesmo tema e várias opiniões de ouvintes-internautas.

Canto da Cátia: Duplo erro


O carro estava na faixa exclusiva de ônibus. O pedestre atravessando a rua fora da faixa de segurança. O duplo erro gerou o acidente registrado pela “Paparazzo do Cidadão” Cátia Toffoletto, na avenida Marquês de São Vicente, próximo da praça Pascoal Martins, em São Paulo.