Campo Belo discute “Cingapura”

Publicação regional do bairro do Campo Belo gerou protesto de moradores da região devido reportagem que critica a construção de prédios populares na região da avenida Roberto Marinho, que serviriam para atender a população carente que vive em favelas. O ouvinte-internauta Wladimir Raberg salientou que o texto “Não ao Cingapura” , divulgado pelo jornal, dizia que “tais edifícios populares vão contrastar com os inúmeros prédios de alto padrão que vem sendo erguidos nas travessas da avenida Jornalista Roberto Marinho.”

Para Raberg, boa parte dos moradores é contra “a proposta excludente pois entendemos que somos todos munícipes e que o espaço é de todos, ricos ou pobres, sendo que a discussão da organização urbana se deve pautar pelos direitos e deveres do cidadão e nunca pela imposição dos interesses econômicos”.

Em resposta a crítica feita pelo ouvinte-internauta, um repórter do jornal que divulga publicação de empreendimentos imobiliários na região, Márcio Furuno, não justifica a crítica, apenas solicita o telefone do autor da mensagem para posterior explicação.

Condomínio ainda não tem autorização, em São Bernardo

Os prédios que estão dando dor de cabeça a um grupo de moradores de São Bernardo do Campo, antes mesmo de serem construídos, ainda não têm licença da prefeitura. O condomínio ficará em área com saída para a pequena rua Padre Antônio Vieira considerada, até então, pacata com seus 100 metros que se iniciam em uma movimentada avenida da região e termina em terreno baldio que já teria sido usado como aterro sanitário.

De acordo com o secretário municipal de Obras de São Bernardo do Campo, Erival Doré, a autorização ainda depende da palavra da Secretaria Municipal dos Transportes. Doré explicou que a montagem do stand de vendas está dentro da lei e a incorporadora atende, por enquanto, as regras impostas pela prefeitura.

A incorporadora Fit Residencial, responsável pelo empreendimento, diz que as unidades não estão sendo vendidas, ainda, e aguardam a autorização da prefeitura para dar início a comercialização. A diretora de Negócios, Daniela Ferrari, alega que o impacto na rua será menor do que o anunciado pelos moradores. Em vez de 600 carros, segundo prevê um dos representantes que conversou com o CBN SP (veja nota mais abaixo), seriam 400 e os visitantes teriam local apropriado para estacionar dentro do condomínio. Além disso, Ferrari defende que as exigências da prefeitura e dos moradores estão sendo atendidas, inclusive com a negociação para a implantação de um semáforo na rua.

Após ouvir as entrevistas no CBN São Paulo, o representante dos moradores Wagner Schmitt informou, por e-mail, que o terreno não possui apenas a saída pela Padre Antônio, contrariando a informação do secretário de Obras: “o terreno tem mais dois acessos, sendo que o IPTU pertence a rua Cincinato Braga”.

Ambiente Urbano: Lugar de óleo não é na pia

Por Osvaldo Stella

Poucas pessoas sabem que o óleo de cozinha, depois de utilizado em frituras, não pode ser descartado no ralo como um líquido qualquer. Quando vai para os rios forma uma fina camada na superfície dificultando a passagem de luz e a oxigenação da água; quando vai para as estações de tratamento de esgoto tornam o processo mais lento, aumentando o custo do tratamento, além de contribuir para o entupimento de tubulações e, conseqüentemente, com as enchentes.

Este mesmo óleo usado pode virar combustível, sabonete ou massa de vidraceiro, basta que seja coletado e processado. Só é preciso que se guarde o óleo usado em uma embalagem, como uma garrafa PET, e, posteriormente, leve-o à um posto de coleta ou, dependendo da quantidade, as próprias cooperativas podem retirar no domicílio. É possível entregar, por exemplo, nos supermercados Pão de Açúcar.

Para mais informações consulte:

Instituto Viva Melhor

Triângulo

Alô Limpeza: (11) 3328.2851 ou 3328.2836

Recarga do bilhete único irrita passageiros

A mudança no sistema de recarga do bilhete único tem causado transtorno aos passageiros de ônibus na capital paulista. A rede que abastece os cartões estaria mais lenta e, por muitas vezes, sem funcionar, segundo mensagens encaminhadas por ouivntes-internautas ao CBN São Paulo.

Para a prefeitura o problema que teria ocorrido foi pontual e no início da semana passada, e a rede mantida por oito empresas estaria apresentando 99% de eficiência. Ouça a entrevista do diretor de Receita e Remuneração da SPTRans, José Carlos Martinelli, ao CBN SP:

Um vizinho indesejado, em São Bernardo

Vinte e duas famílias estão assustadas com o que poderá se transformar a pacata rua Padre Antônio Vieira, no bairro Planalto, em São Bernardo do Campo. Um novo empreendimento imobiliário vai transformar a rua sem saída em acesso de cerca de 600 carros de moradores do condomínio que está em construção.

Wagner Schmitt que mora há 36 anos no local entende, assim como seus vizinhos, que a permissão para a obra fere a lei nº 5714 que defende a lei de impacto de vizinhança. “Nenhum estudo de impacto foi realizado, e nenhuma autoridade municipal se manifestou quanto ao cumprimento das leis, bem como ao processo já encaminhado por nós moradores aos órgãos responsáveis”, escreveu o morador.

Foto-ouvinte 1: Um sorriso para a vida

A sujeira do andarilho não é suficiente para esconder o sorriso destacado pelos lábios vermelhos e registrado pelo ouvinte-internauta Tito que encontrou esta cena enquanto pedalava pela cidade. A pose despretensiosa foi feita sobre o muro de proteção de um riacho que passa por baixo da avenida Inajar de Souza, em São Paulo.