Duas oportunidades para a gente conversar sobre “É proibido calar!”

 

 

Nesta sexta-feira, dia 10 de agosto, estarei na Bienal do Livro, em São Paulo, onde participarei de uma conversa, com o filósofo Luis Felipe Pondé, mediada pela colega de CBN Fabiola Cidral. O tema central será “Em tempos tão difíceis como os atuais, como a filosofia pode nos ajudar?”. O convite surgiu a partir do lançamento do livro “É proibido calar! Precisamos falar de ética e cidadania com nossos filhos” (Best Seller) sobre o qual conto algumas histórias em vídeos que publicarei aqui no blog, a partir de hoje. O encontro na Bienal será das 18h30 às 19h30, na Arena Cutural – M080. Se for até lá, será um prazer conversar com você.

 

Já antecipo que o lançamento oficial do livro será na segunda-feira, dia 13 de agosto, às 19 horas, na Livraria Saraiva do Shopping Ibirapuera, em São Paulo. E lá eu terei ao meu lado a Cássia Godoy que aceitou o convite para conversar comigo sobre histórias e pensamentos que me levaram a escrever “É proibido calar!”. Logo depois do talk show, que será gravado para ser reproduzido na programação da CBN, teremos a sessão de autógrafos.

 

Nos próximos dias, também confirmo datas e locais de lançamento no Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Curitiba e Vitória.

Mundo Corporativo: como estar preparado para transformar sua carreira

 

 

“Transformações estão sempre muito ligadas a sonhos, desejos e vontades; ligadas a algo que está sempre lá no futuro, mas que eu começo a fazer agora”. Com essa afirmação, a consultora Cláudia Klein chama atenção para a necessidade de se investir no desenvolvimento da autopercepção — que considera ser o melhor caminho para nos preparamos às mudanças que podem ocorrer na nossa carreira. Klein é especialista em transformação profissional e foi entrevistada pelo jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN.

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido ao vivo, às quartas-feiras, às 11 horas da manhã, no site ou na página da CBN no Facebook. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN, e aos domingos, às 11 da noite, em horário alternativo. Colaboraram com o Mundo Corporativo: Juliana Causin, Rafael Furugen e Débora Gonçalves.

Sua Marca: se tiver tradução em português, prefira o português

O brasileiro é muito receptivo ao uso de palavras estrangeiras, mas isso não deve ser motivo para que as marcas abusem deste recurso ao se comunicar com seus clientes. A afirmação é de Cecília Russo que ao lado de Jaime Troiano participam do quadro Sua Marca Vai Ser Um Sucesso, apresentado pelo jornalista Mílton Jung, na edição de sábado do Jornal da CBN. Neste episódio eles identificam as situações em que expressões estrangeiras podem ser usadas na comunicação das marcas.

A primeira regra para decidir-se pelo uso de expressões estrangeiras é identificar se fazem algum sentido para o seu público-alvo.

Em seguida, pense se não existe para esta palavra estrangeira uma tradução em português. Prefira essa.

E, finalmente, como em outros setores do ‘branding’ – este é o nome em inglês do que nós podemos também chamar de gestão de marcas – evite seguir a manada e usar a expressão somente porque todos estão usando: entenda se essa palavra estrangeira consegue traduzir aquilo que você é e o que você quer comunicar.

Usar a moda ou ser usado pela moda

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

 

 

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Reprodução de documentário Desacelerando a Moda, no GNT

 

Desde que há mais de um ano, os estilistas Raf Simons da DIOR, e Alber Elbaz da LANVIN deixaram seus cargos de Direção de Criação, alegando falta de tempo para apresentar produtos inovadores e de categoria devido a pressão exercida pela indústria do Fast Fashion, o tema ganhou importância no mundo da moda. Acompanhado, então, por olhares críticos da economia e da ecologia, devido ao alto volume de produtos de baixo preço e qualidade, envolvendo a preocupação do descartável, não-reciclável.

 

Ao mesmo tempo, grandes marcas lançadoras de tendências, pressionadas pela internet começaram a adotar o sistema “veja agora, compre agora”, permitindo que os consumidores ao assistir aos desfiles, antes restritos a seletos espectadores, pudessem comprar de imediato o que estavam vendo.

 

Embora controvertido, o sistema “veja agora, compre agora” já é adotado há mais de um ano por marcas como DIANE VON FURSTENBERG, TOM FORD, BURBERRY e TOMMY HILFIGER.

 

A verdade é que a ameaça do “veja agora, compre agora” é no sentido de reduzir o tempo de criação e empobrecer eventualmente os lançamentos. Enquanto o fast fashion efetivamente pode gerar uma poluição estética e real.

 

É o que o músico Alex James alerta em recente documentário no programa GNT Doc:

 

“Roupas baratas e não sustentáveis fazem parte de uma epidemia. Fazem-nos crer que pagar mais é exploração. Essa epidemia se chama fast fashion”.

 

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Reprodução de documentário Desacelerando a Moda, no GNT

 

Alex propõe, então, que se faça um esclarecimento geral para o perigo do consumismo exacerbado e prejudicial à estética e ao conforto da roupa, e benéfico à poluição geral. E acredita que se possa enveredar por um rumo melhor ao demonstrar as vantagens do bom produto.

 

Não acredito, pois se analisarmos o que ocorre em outras áreas, como a música brasileira, os recentes estilos populares predominam em detrimento da verdadeira MPB.

 

Afinal, o próprio Alex James dá o veredicto: vai valer o estilo de vida de cada um.

 

“Adoro roupa, adoro moda, o que vestimos diz muito sobre quem somos e quem queremos ser”.

 

E só de olhar, poderemos identificar se a preferência será usar a moda ou ser usado pela moda.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung, às quartas-feiras.