Avalanche Tricolor: Uma vitória e um golaço

 

Grêmio 3 x 2 Santo André
Brasileiro – Olímpico Monumental

 

Tá certo que minhas férias estão chegando ao fim e passarei estes quatro dias aproveitando cada minuto deste fim, por isso pouco tempo tive para assistir ao Grêmio e me sentir a vontade para escrever sobre mais uma “façanha”. Mas em certos momentos da vida, melhor que palavras é um link para compartilhar com você lances geniais como o de Souza, na noite deste sábado. Clique aqui e comemore comigo este chute genial

Avalanche Tricolor: Tô fora de casa

Avaí 1 x 0 Grêmio
Brasileiro – Florianópolis (SC)

Florianópolis e o litoral catarinense sempre foram meu destino preferido, na época em que morava no Rio Grande do Sul. Férias, feriadão ou qualquer feriadinho que surgisse, eram sempre justificativa para por o carro na estrada e subir a Santa Catarina. As praias de lá sempre foram melhores do que as gaúchas – opinião que nenhum gaúcho por mais praticante que seja vai me negar. Gostava mesmo de Garopaba e arredores pelas ondas, pela areia e por toda a beleza – natural ou não.

Apesar de tantas idas, a primeira vez que lembro ter passado por Florianópolis foi ainda menino, daqueles que andam de mãos dadas com o pai, quando o Grêmio enfrentaria o Avaí, time caseiro. Terminou 5 a 0 para o Imortal, o que nos remeteu a trocadilhos com o nome da série que era sucesso na TV, Hawai 5.0. Eram outras épocas, sem dúvida.

Muitas coisas mudaram desde então, dos seriados na televisão às minhas férias. Neste meio de ano, dei preferência às atrações aquáticas verão no Hemisfério Norte. Já citei nesta Avalanche sobre a viagem para Bermuda (foto), o sol se escondendo no horizonte e o mergulho da semana passada.

Nesta quarta-feira, não havia mar próximo de onde estou e, apesar do sol, a opção pela lagoa não era a melhor no meu caminho. Mas bem que tive vontade de mergulhar mais uma vez nas águas azuis e transparentes que encontrei no Atlântico em vez de assistir a esta partida do Grêmio, em Florianópolis.

Teimoso, acessei as imagens do jogo pela internet. Após os 90 e tantos minutos disputados, pensei melhor e resolvi fazer como meu time. Se ele não joga fora de casa, por que eu, estando fora de casa, também, tenho de comentar sobre ele ?

Ainda bem que a gente venceu o Gre-Nal.

Avalanche Tricolor: “Happy Birthday to you”

Grêmio 2 x 1 Inter
Brasileiro – Olímpico Monumental

Daqui da cidade de Ridgefield, no estado americano de Connecticut, diante da tela de meu computador, me emocionei ao ouvir a torcida gremista cantar em homenagem aos pioneiros Callfelz, Deppermann, Becker, Caris, Black, Mostardeiro, Brochado, Grünewald, Moreira, Booth e Schroeder. O nome deles aparecia em uma faixa estendida na arquibancada do Olímpico Monumental e está registrado no nosso coração. Esses personagens, há 100 anos,  começaram a contar uma história de vitórias e superioridade sobre aquele que seria nosso principal adversário no Rio Grande do Sul. Não me refiro a números apenas, como gostam os estatísticos, mas a feitos e fatos.

Assim como fomos antes conquistar a América e o Mundo. Fomos, também, os primeiros a vencer um Gre-Nal. E o fizemos com um resultado retumbante: 10 a 0. Agora – registre-se – ganhamos o “Gre-Nal do Centenário”.

Estejam onde estiverem, nossos heróis de ontem, assistiram, nesta tarde, a uma apresentação e tanto dos 11 que, hoje, vestem o manto do Imortal. Como nos últimos confrontos fomos melhores mas, desta vez, demonstramos isso em gols pelos pés de Souza e pela cabeça de Máxi Lopez.

Não sei se daqui 100 anos, os dois serão lembrados da mesma maneira que o são Booth (5), Grünewlad (4) e Moreira (1), responsáveis pela goleada histórica. Mas o que ambos realizaram em campo, os fazem merecedores do nosso aplauso e homenagem, também. Eles e todos os demais que participaram desta vitória, pois como disse o atacante argentino com seu portunhol quase debochado: ‘”o Grêmio foi max em tudo”.

Daqui de longe, esperando estar perto em breve, logo que publicar esta Avalanche, sairei pelas ruas desta pequena cidade americana vestindo uma camisa azul (do Grêmio) e cantarolando na língua nativa para não causar espanto:

“Happy Birthday to you
Happy Birthday to you
Happy Birthday
Dear Grêmio
Happy Birthday to you”

Nos descontos

A camisa da foto foi criada pelo Blog Grêmio Copero que só aparece grafado em vermelho neste post por burocracia técnica do WordPress

Avalanche Tricolor: Aviso aos navegantes



Grêmio 3 x 0 Corinthians

Brasileiro – Olímpico Monumental.


O sol se põe no oeste. É pra lá que olho no momento em que escrevo esta Avalanche desde a varanda de um cruzeiro que segue em direção a Ilha Bermuda. Nosso destino fica no vértice de um triângulo que teria engolido barcos e aviões dizem séries fantásticas de televisão e livros de história. Não há risco de sermos subtraído nesta figura geográfica seja porque lendas costumam causar apenas medo e expectativa seja porque atracaremos antes de entrarmos nela.


Isolado no meio do Atlântico, onde só o barulho do oceano nos alcança, além do sinal de meu celular, lembrei-me a instantes de colegas muito queridos como Heródoto Barbeiro e Cátia Toffoletto. Faz duas semanas, quase três, que estou distante deles. São pessoas de primeira qualidade, daquelas que sempre queremos ter ao lado, seja qual for o momento de nossas vidas. Hoje, em especial. Imaginei que fosse pelo prazer que sinto enquanto navego.

Descobri, navegando na tela de meu Blackberry, que havia outros motivos – excelentes motivos – para lembrar de colegas tão queridos. Durante dois ou três minutos que levaram para fechar minha conexão com os satélites que nos rodeiam e as informações surgissem diante de mim, confesso que houve alguma apreensão. Se você já baixou notícia pela WEB via celular sabe do que estou dizendo. A conexão é lenta. Aparecem algumas imagens, surgem letras, nem sempre o que você mais procura.

No serviço de web para celular do Terra, o destaque era a vitória do Atlético Mineiro sobre o Cruzeiro. Dá-lhe, Roth ! Na sequência havia declarações de Adriano sobre fazer gol e não comemorar em respeito a sei lá o quê. Eles continuam confundindo as coisas. Nos resultados da hora, tinha a goleada do Vitória sobre o Santos e outros dois resultados que não lembro mais.

Precisei navegar além para descobrir o que realmente me levava a ter saudade de Heródoto e Cátia. Mais apreensão. Mais demora para as notícias aparecerem. Houve uma ameaça de queda de sinal, mas o acesso a internet resistiu a distância. E algumas tentativas a seguir a boa nova.

Gol, gol, gooooooooooool ! Comemorei com um grito tardio que ecoou nas ondas a notícia que, finalmente, se concretizou na pequena tela de meu celular. O Grêmio havia alcançado importante vitória neste domingo. Um dia glorioso, não tenho dúvida, pois o adversário era daqueles que respeitamos desde sempre. Somos todos mosqueteiros, é bom lembrar. Nossas histórias se cruzaram muitas vezes. A última, ou melhor, a penúltima de triste lembrança para meus dois colegas de trabalho.

Pelo visto, a última, também.

O compromisso desta tarde era significativo, ainda, pois pela primeira vez nos reencontraríamos com Mano Menezes (aposto que torcedores fizeram festa para ele no Olímpico Monumental); havia Ronaldo no ataque a chamar atenção de todos, o centro-avante que um de nossos zagueiros disse não ser normal (e não é); e tínhamos um agradecimento especial pelas causas alcançadas recentemente pelo Corinthians contra nosso conterrâneo.

Com tantos atrativos não é de se espantar que Heródoto e Cátia não me saíram da cabeça mesmo em alto mar. É com eles que divido estas emoções, enquanto olho para o sol que se põe e ouço o capitão do navio anunciar: “O vento está a nosso favor !”.

Avalanche Tricolor: “Azul, negro e branco”

Sport 3 x 1 Grêmio B

Brasileiro – Recife


A TV quase não deu bola. Preferiu repetir exaustivamente jogadas em que os adversários se digladiam dentro da área ou em uma disputa qualquer em detrimento da informação. Na pequena torcida gremista que esteve no estádio da Ilha do Retiro, no Recife, havia a faixa: “Sou azul, negro e branco”.

Recado claro a quem, propositalmente ou não, tenta confundir os fatos, desde o bate-boca de Maxi Lopez e Elicarlos, durante a primeira partida da semifinal da Libertadores, no Mineirão, em Belo Horizonte. Momento em que conhecidos sanguessugas do futebol saíram a dar palpite e se apresentaram como defensores da moral e ética de toda a nação brasileira.

Falei pouco esta semana sobre o tema, e nada escrevi a propósito no blog porque sabem bem aqueles que me acompanham o tom do meu discurso nesta Avalanche. Meu colega de redação Fernando Gallo, que algumas vezes abrilhantou este espaço com ótimos artigos, deixou gravado nos comentários sua frustração por não ter lido por aqui alguma palavra minha. Como se fosse preciso.

Não sinto necessidade de escrever que sou honesto. Parto do princípio que aqueles que me conhecem sabem disso. Os que desconfiam do contrário que me conheçam melhor antes de construir qualquer pensamento a respeito.

Preciso dizer que discordo de qualquer atitude racista ? Minhas posições são públicas, e publicadas diariamente no CBN São Paulo. Quem acompanha o programa conhece minha postura. Quem lê este blog não deve ter dúvida do meu comportamento.

Também jamais me verão levados pelo espetáculo dos fatos, típico no futebol e em boa  parte da cobertura jornalística no País.  Daqueles que fizeram coro contra Maxi Lopez  muitos são os mesmos que fazem comentários jocosos sobre situação social quando falam da torcida do Corinthians,   se assanham a fazer piadas sexistas quando o assunto é o São Paulo ou taxam a ignorância de “baiana” e  a arrogância de “argentina”. Não quero a companhia desses em nenhuma campanha.

É preciso também buscar informacão, ter comedimento e relativizar os fatos.

Lá no pampa argentino, macacos somos todos nós brasileiros, não pela cor de nossa pele, mas por supostamente imitarmos os americanos. Diferentemente do uso dado a palavra no pampa gaúcho, onde a expressão tem conotação racista. Que se mude os hábitos, aqui e lá.

Não vou aqui julgar o atacante gremista. Se ele tomou alguma atitude errada – e, ao contrário de outras oportunidades, isto não ficou claro diante das câmeras – que responda pela injúria. Mas, por favor, não se aproveite desta situação para expor ideias xenofóbicas. Faça deste caso um momento de reflexão sobre atitudes que já tenham sido tomadas por você contra ou a favor de qualquer tipo de preconceito.

Entre torcedores, assim como  nas demais comunidades que se formam neste país seja por afinidade política, religiosa ou social, deve haver quem entenda ser superior ao outro pela diferença de raça. Infelizmente, este é um pensamento que ainda existe na sociedade brasileira. E precisamos condená-lo nos fóruns competentes e com atitudes produtivas, não, oportunistas.

Para o Grêmio, que fique claro a todos, não há opção: somos azul, negro e branco. Somos de todas as raças. Somos um time de raça.

Avalanche Tricolor: Quarta, é tudo !

Grêmio 2 x 2 Goiás
Brasileiro – Olímpico Monumental

Foi do banco que partiu o grito; “Bola na área”. Foi lá da intermediária e dos pés de Joílson que ela foi lançada. Foi da cabeça de Maxi Lopez que ela ganhou a direção do gol. E foi deste gol, aos 47 minutos do segundo tempo, que mais uma vez me vei0o a cabeça aquela sensação de como é imortal o tricolor.

Alguém há de lembrar que este jogo era contra o Goiás e dentro de casa. Que o Grêmio não fez, mais uma vez, uma boa partida. Que a defesa errou duas vezes para levar dois gols. Que esquecem de usufruir do talento que há no meio-campo. Que este um ponto que ganhamos mudou pouco nossa condição no Campeonato Brasileiro.

É tudo verdade.

Como é verdade, também, que o gremista enxerga no detalhe o sinal do destino. E, assim como Máxi que acreditou até a última cabeçada, Herrera também não desistiu de lutar pela posse de bola até ser derrubado dentro da área e proporcionar a cobrança de penâlti de Tcheco.

Sinal da imortalidade que haverá de se anunciar novamente na quarta-feira, quando entraremos no Mineirão lotado para enfrentar o Cruzeiro, na luta pela vaga na final da Libertadores da América.

Avalanche Tricolor: O esquema não é tudo, a vitória é

Fluminense 0 x 0 Grêmio

Brasileiro – Maracanã


Foi a campo finalmente o esquema 4-4-2. Talvez tenha sido imaginação minha ou problema no áudio da televisão, mas juro que ouvi ecoar nas arquibancadas do Maracanã o grito da torcida tricolor (o gaúcho, é lógico): “1, 2, 3  o 4-4-2 é no Rei”. Se não foi isso, foi algo parecido.

Minha incapacidade de enxergar os tais posicionamentos, já confessada nove dias atrás, quando escrevi a última “Avalanche”, só me permitiu identificar que o time jogava de maneira diferente quando ouvi o locutor do PPV anunciar que o Atlético Mineiro de Celso Roth fazia o primeiro gol contra o Náutico e assumia a liderança do Campeonato Brasileiro naquele momento.

Foi ali que lembrei que Roth formava o Grêmio com um tal de 5-3-2 que por algum motivo era odiado pela crônica esportiva e por torcedores. Corri para ver como o ex-técnico gremista havia montado o seu Atlético. Não é que o Galo dava show no Mineirão jogando em um 4-4-2.

Fiquei sem entender. Lá com esse posicionamento o Galo já fazia 3 a 0 no Náutico e no Maracanã, Grêmio e Fluminense empatavam. Qual a diferença ? Simples, os gols. Aqueles mesmos que Parreira, por coincidência no comando do nosso adversário de hoje, um dia disse que era apenas um detalhe.

Seja qual for o esquema se não resultar em gols, o futebol perde a graça. E eu ainda sou dos torcedores que vou a campo para me divertir. Com a vitória do meu time, é claro. Que esta venha no meio da semana quando estaremos em campo pelo que realmente nos interessa: o tri da Libertadores.

Avalanche Tricolor: Mais talento, menos números

Maxi tem talento e faz gol

Grêmio 3 x 0 Náutico
Brasileiro – Olímpico Monumental

Sempre tive dificuldade para enxergar em campo se o time jogava no 4-3-3, 4-4-2,  3-5-2, 3-6-1 ou qualquer outra formação que somada resultaria em 10 jogadores. Ao olhar para eles, nunca estavam no mesmo lugar. Por isso fico curioso quando ouço comentaristas e mesmo torcedores de futebol falando desta combinação de números.

Time bom para mim é aquele que quando ataca sempre tem um monte de gente para chutar, quando é atacado não dá espaço para o adversário e, de preferência, o 1 – aquele que nunca aparece na formação tática – segure tudo lá atrás.

O 1 do Grêmio é tão bom que Dunga resolveu tirá-lo do time em momento decisivo da Libertadores para deixá-lo no banco do banco da seleção brasileira. Ainda bem que Marcelo Grohe, pelo menos hoje, deu sinais de que está mais seguro. E que assim continue para o resto dos tempos.

Como Paulo Autuori pretende formar o Grêmio para os próximos desafios não sei bem. Falam que vai enterrar o tal 3-5-2 do Celso Roth e substituir pelo 4-4-2. Entre um esquema e outro, fico com o 3 a 0 construído em campo, nesta noite fria em Porto Alegre – e aqui em São Paulo, também. Resultado da troca de passe veloz, tabelas pela direita e esquerda, movimentação rápida pelo meio e marcação desde a entrada da área do inimigo. 

Evidentemente, tudo que se vê ainda é um esboço do que Autuori deve estar imaginando como time ideal para conquistar a América e chegar ao topo do Mundial. Uma equipe mais técnica do que de costume, sem perder a garra tricolor que sempre foi nosso diferencial. Futebol suficiente para colocar o Grêmio entre os 10 melhores do mundo, segundo a IFFHS.

E por falar em números, o que mais me agradou, com todo o respeito ao Souza e seus dois gols, foi o 16 vestido por Máxi Lopez, atacante diferenciado pelo talento com que toca a bola, se movimenta, abre espaço e dá presentes aos colegas. Além de marcar gols de cabeça como fez na Libertadores e na vitória desta noite.

Somente o comentarista da SPORTV, Batista, que em campo jogava muita bola,  ainda não enxergou isso. Encerrou seu comentário na jornada de hoje dizendo que Máxi é um lutador – no que tem razão – mas que não contem com ele para tabelar. Meu Deus do seu, o Batista devia estar muito preocupado em decifrar se o melhor era o 3-5-2 ou o  4-4-2 e esqueceu de prestar atenção no que mais interessa: o talento do jogador. E Máxi tem muito.

Avalanche Tricolor: Meus ídolos no cinema

Vitória 1 x 0 Grêmio
Brasileiro – Salvador, Bahia

Acessei o Portal do Imortal Tricolor pouco antes do início da partida desta tarde pelo Campeonato Brasileiro. Fui surpreendido com o trailer  do documentário que conta a conquista do título mundial de 1983. Começa com o incrível gol de César após Renato Gaúcho ter colocado sua loucura a funcionar e dado um chutão para o alto em direção da área, mesmo não sendo a jogada mais lógica naquele momento, no jogo final em que o Grêmio venceu o Penarol, do Uruguai, por 2 a 1, pela Libertadores, no estádio Olímpico.

No vídeo promocional, além do próprio Renato, aparecem ídolos como o goleiro Mazaropi, o zagueiro Baideck, o volante China, os meias Osvaldo e Mário Sérgio e o imortal atacante Tarciso. Falam também Espinosa, que comandou o time naquela temporada memorável, e o presidente da época Fábio Koff que destaca o fato de o Grêmio ser o primeiro campeão do mundo a nascer no Rio Grande do Sul. O resto …  Bem, o resto veio depois.

O rosto de meus ídolos não mudou muito. São facilmente identificáveis. Lembram aquelas caras alegres que corriam alopradamente ao apito final do árbitro Michel Vautrot, da França, no estádio Nacional, de Tóquio. Envelheceram, é claro. Estão mais rechonchudos. Alguns com os cabelos bem mais claros. Outros com poucos cabelos. Mas todos ainda falam com orgulho do que conquistaram. E me emocionam.

O documentário é lançado no ano em que o Grêmio tem o mundo como meta, precisando antes conquistar o continente. Para alcançar esta façanha faltam apenas cinco jogos, sendo o próximo dia 17.06, quarta, contra o Caracas com quem já empatamos na primeira partida, na Venezuela. Com tantos compromissos importantes pela frente não é de se estranhar a ausência do Imortal no estádio do Barradão, em Salvador, nesta tarde.