Foto-ouvinte: Lixão da Dona Amélia

Caminho impedido

Um aterro clandestino é o que está se transformando a rua Dona Amélia Rufina, no bairro do Ipiranga, em São Paulo. De acordo com o ouvinte-internauta José Ricardo a situação se complica a cada dia com os pedestres já tendo sido expulsos do local pela falta de calçada e com os carros estrangulados pelo lixo. Como ações da prefeitura não foram suficientes para impedir este desrespeito, ele propõe a colocação de câmeras para flagrar as irregularidades, espécie de radar contra Sujismundo. Clique na foto e visite o álbum no Flickr com mais imagens do local.

Canto da Cátia: Calçada comercial

Calçada comercial

A venda de cereais e apetrechos para feijoada  nas calçadas das ruas Paulo afonso e Joaquim Nabuco, no Brás, é apenas uma das muitas ilegalidades cometidas por comerciantes que ocupam indevidamente as calçadas de São Paulo. Nestes dois dias, Cátia Toffoletto tem passeado pela cidade registrando este desrespeito que a prefeitura diz fiscalizar. Há situações em que o comerciante tem autorização da administração municipal para ocupar um trecho da calçada.

Ouça a reportagem de Cátia Toffoletto

Canto da Cátia: Obra destrói calçada

Sujeira com a calçada

Empreiteiras desrespeitam a cidade e o cidadão ao destruírem a calçada durante as obras. A situação foi flagrada pela repórter Cátia Toffoletto em áreas próximas do Itaim Bibi, nesta manhã. A sujeira se transforma em barro e prejudica a passagem das pessoas. Pedestres são obrigados a andar no meio da rua devido as condições das calçadas. Cátia conversou com o funcionário de uma das obras que afirmou haver limpeza frequente no local. Não foi necessário muito tempo para ela identificar que o cuidado era apenas da boca para fora.

Ouça a reportagem de Cátia Toffoletto

Canto da Cátia: Árvores sufocadas

Árvores fotografas pela Cátia Toffoletto, em São Paulo

Os casos de maus tratos às árvores tem aumentado, na cidade de São Paulo. Podas mal-feitas, cortes de raízes e troncos sufocados pelo concreto são vistos em vários pontos da capital como registrou a repórter Cátia Toffoletto. Na reportagem que foi ao ar no CBN SP, a Cátia relata situações de crime ambiental, ouve especialistas e mostra como você deve agir quando se deparar com situações como essas.

Ouça a reportagem de Cátia Toffoletto sobre os maus tratos das árvores

Canto da Cátia: Cheiro de jaca

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Buraco no asfalto e entulho na calçada; falta de vaga em creche e excesso de mato na via. Toda manhã, em passeio-profissional pela cidade, Cátia Toffoletto olha atenta para identificar problemas a serem resolvidos. Muitos, leva ao ar, cobra da autoridade e ouve o cidadão, como fez, nesta terça-feira, ao relatar a falta de respeito de paulistanos com a própria cidade, que jogam lixo no passeio público. Mesmo com esta poluição de encrencas no caminho, Cátia consegue encontrar imagens como este pé de jaca, plantado na calçada da rua Doutor Cândido Espinheira, no bairro de Pacaembu. A fruta é cultivada na Amazônia e na costa tropical brasileira, mas pode surgir em locais inusitados como o flagrado pela repórter da CBN.

Canto da Cátia: Escritório novo

Entulho na calçada

O escritório está de cara nova, mas os hábitos são antigos. Joga o entulho na calçada e deixa para a prefeitura recolher. A atitude é ilegal e pode ser punida se o (ir)responsável foi flagrado. A Cátia Toffoletto encontrou o abuso na esquina da Angélica com a Brigadeiro Galvão, centro paulista. E o que mais chamou a atenção dela foi o fato de o autor não ter o cuidado sequer de abrir espaço para os pedestres.

Foto-ouvinte: ‘Puxadinho’ tira espaço da calçada

Calçada-garagemAs calçadas paulistanas oferecem todo tido de surpresa. De carros estacionados ao piso irregular, é possível encontrar uma série de barreiras urbanas que prejudicam a circulação dos pedestres. Algumas são móveis, como as cadeiras de bares que desrespeitam o espaço público outras fixas, bem firmes, construídas à ferro, com todo o cuidado, como este muro/portão que avançou na calçada da rua Álvaro Rodrigues, na Vila Cordeiro, na zona oeste. O ouvinte-internauta Ricardo D’Andrea descreve a construção como uma “obra de arte” em homenagem a falta de cidadania. Já registrou queixa no site da prefeitura (7978572, 24/10/2008). Até agora não teve resposta à reclamação. Quem sabe agora que ganhou fama.

Agora o outro lado (publicado em 10/03, 20:13)

“Em relação ao “puxadinho”, denunciado na rádio CBN e no seu Blog, a subprefeitura de Pinheiros notificou e intimou, em 17/2/09, o proprietário do imóvel que realizou o puxadinho a desocupar a área pública, com base na Lei 15.086/78. Caso não atenda à intimação, uma equipe de obras da subprefeitura removerá a construção, para desocupar o espaço público.

Atenciosamente,
Ricardo Vendramel
Assessoria de Comunicação
Subprefeitura de Pinheiros”