De tirania, extravagância, estado unipartidário e República Democrática Popular da Coreia

 

Por Maria Lucia Solla

 


Alguém, por favor, pode dar um basta nesse menino mimado do PT da Coreia?!

Sem tempo nem espaço para condescendência. O moleque está ameaçando pôr fogo na casa. Há de haver alguém neste planeta que possa engatilhar – com perdão da violência implícita – um plano para pôr ele pelo menos de castigo, ou então dar-lhe uns tapas na bunda.

 

 

Não, não é assim.

 

chegar aonde se quer chegar
a qualquer custo
a qualquer preço
não
ao menos
não impunemente
ao menos
não o tempo todo

 

Quando é que a vida nos para? Para nós é sempre de repente demais. Inesperadamente. Um soco no estômago. Achamos que é possível continuar escondendo a mãozinha atrás das costas, enquanto mamãe e papai fingem que não estão vendo o que a criança tenta esconder atrás de seu pequeno escudo. Papai e mamãe acham bonito, e a criança se sente esperta se safando daquela, se sentindo herói.

 

 

Bad news!

 

O herói pode se transformar em bandido. Se dá bem, repete. Se dá bem de novo, vai mais em frente.

 

hitler
nero
fernandinho beira-mar
mao tsé-tung
kim-jong-un
stalin
al capone
até quando

 


Maria Lucia Solla é professora de idiomas, terapeuta, e realiza oficinas de Desenvolvimento do Pensamento Criativo e de Arte e Criação. Aos domingos escreve no Blog do Mílton Jung

Vida e voz de Sung-bong Choi, o garoto inseto

 

Fui apresentado a história deste menino coreano pelos meus filhos que vivem vasculhando a internet. Depois de assistir ao vídeo procurei algumas indicações na rede e descubro que desde o início da semana o rapaz de 22 anos se transformou em novo fenômeno com sua vida e sua voz. Sung-bong Choi diz ter vivido como um “inseto” durante 10 anos, tempo no qual deve ter perdido o direito de expressar sua emoção pelo que percebemos nas imagens mas que não lhe tirou a esperança. Ele se revelou durante o Coreia Tem Talento, uma versão do programa de televisão Ídolos.

Rios de São Paulo traz experiência da Coreia

Logo do seminário Rios de São Paulo 

Quatro anos de trabalho, milhões de dólares investidos e a colocação abaixo de construções e hábitos de vida conseguiram mudar o cenário de poluição e insalubridade de rios e córregos em Seul, na Coreia do Sul. Dois desses projetos de preservação ambiental vão ancorar o seminário Rios de São Paulo promovio pela Rede Globo, nesta terça 14.04, das 9h às 13h, na Escola Politécnica da USP, na capital paulista.

Nesta manhã de segunda, alguns dos participantes do seminário foram até o rio Pinheiros, na zona oeste, conhecer um pouco mais sobre a realidade paulista. Além do assessor de infraestrutura urbana de Seul, In-Keun Lee, esteve lá também o professor da UFRGS Carlos Tucci, especialista em recursos hídricos, entrevistado pelo CBN São Paulo

Tucci diz que apesar do alto investimento necessário para a despoluição dos rios e córregos, dinheiro não é o maior problema na realização deste trabalho. Para ele, o Brasil até hoje não tem uma política nacional de saneamento:

Ouça a entrevista de Carlos Tucci, da UFRGS, ao CBN SP

Para conhecer o projeto desenvolvido em Seul, o jornalista Carlos Tramontiona, que mediará o debate, esteve na Coreia e realizou uma série de reportagens: 

 Ouça a entrevista de Carlos Tramontina para Tânia Morales da CBN

Leia e assista às reportagens sobre programas de despoluição dos rios, no Blog Rios de São Paulo