Mundo Corporativo: para o aprendizado não existe aposentadoria, diz Marcelo Simonato

 

“Nós não podemos medir o ser bem sucedido ou não simplesmente por quanto nós temos de recursos guardados ou por uma posição X ou Y dentro de uma empresa. O fato é que todos podem ir além, desde que desejem ir a algum lugar e busquem isso em um planejamento de carreira” — Marcelo Simonato

O conceito de carreira de sucesso depende da ambição e da oportunidade de cada profissional, mas, independentemente de onde você quiser chegar, é preciso ter isso bem definido. De acordo com o administrador de empresas Marcelo Simonato, para alcançar a sua meta não adianta apenas se preparar tecnicamente, tem de se criar uma sustentação que passa pelo que ele identifica como sendo os quatro pilares do sucesso: marketing pessoal, networking, inteligência emocional e liderança.

 

Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da CBN, Simonato chamou atenção para o fato de que uma das barreiras para o desenvolvimento profissional é a falta de atitude:

“O seu conhecimento, somado as suas habilidades e atitudes, levará você aonde deseja. Precisamos ser protagonistas da nossa carreira, definir o que precisa ser feito e executar”

Com a participação de ouvintes, que fizeram perguntas por e-mail, Facebook e Twitter, o programa também levou mensagens tanto para jovens que se preparam para iniciar carreira profissional quanto para pessoas que têm mais de 50 anos e muitas vezes se sentem desestimulados por falta de oportunidade:

“Hoje, o mercado não distingue mais um jovem de 20 anos ou um profissional de 50 anos; pelo contrário, as empresa buscam a inclusão. É na diversidade que nós crescemos. Fazer com que as gerações trabalhem juntas traz melhores resultados para as empresas e elas já descobriram isso…. e nunca é tarde para aprender, porque para o aprendizado não existe aposentadoria”

Marcelo Simonato é autor do livro “Pilares do sucesso profissional — aprenda a ser bem sucedido na carreira” (Literare Books). O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, pelo Twitter @CBNoficial ou pela página da CBN no Facebook. O programa vai ao ar aos sábados, no Jornal da CBN e aos domingos às 10 da noite, em horário alternativo. Colaboram com o Mundo Corporativo: Izabela Ares, Artur Ferreira, Gabriela Varella, Débora Gonçalves e Rafael Furugen.

Guia Salarial destaca que empresas estão em busca de profissionais que saibam se comunicar

 

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A comunicação surge em destaque mais uma vez como competência a ser desenvolvida pelos profissionais que buscam desenvolvimento na carreira e espaço no mercado de trabalho. Agora, foi no Guia Salarial da Robert Half, empresa de recrutamento fundada em 1948, nos Estados Unidos, e com atuação no Brasil há 13 anos.

 

O Guia é fonte de informação sobre remuneração, tendência de recrutamento, e de profissões e habilidades mais demandadas nas áreas de finanças, contabilidade, tecnologia, jurídico, recursos humanos, marketing e vendas, e cargos de alta gestão.

Ao apresentar o resultado do levantamento feito nos mercados em que atua, a Robert Half faz uma lista de cinco a dez habilidades que as empresas mais valorizam na busca de profissionais. De oito segmentos analisados, a comunicação se destacou em cinco deles. E por curioso que seja: muitas vezes em funções que nós não imaginaríamos que a comunicação fosse fazer muita diferença.

Veja, por exemplo, o caso dos profissionais da área de Finanças e Contabilidade — um pessoal que costumamos identificar como ligado a dados, números e estatísticas. A boa comunicação é a segunda das oito habilidades mais demandadas, de acordo com o Guia. E, certamente, é fundamental para que se atenda uma outra exigência que está na lista: a capacidade de influenciar. Não basta ser Contábil, Fiscal ou Tesoureiro, a visão tem de ser macro e o profissional tem de estar pronto para desenvolver olhar crítico na apuração de dados e gerar informações qualitativas com velocidade e com potencial para ajudar a empresa nas tomadas de decisão.

 

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Finanças e Contabilidade/Fonte Robert Half 2020

 

Ainda de olho nos resultados do guia, na área do Mercado Financeiro, boa comunicação volta a aparecer atrás apenas da habilidade de transformar o tecnológico em ação digital. O mesmo ocorre no setor de Seguros, um ambiente muito conservador, mas que, pouco a pouco, se reinventa.

 

Sabe aquele turma da Engenharia? E engenheiros não nos faltam, apesar de boa parte estar fora da área de formação. Em uma lista de dez habilidades procuradas pelas empresas, é necessário, por exemplo, bom relacionamento pessoal, conhecimento do negócio, flexibilidade e, claro, ser um bom comunicador. O mesmo acontece com o setor de Tecnologia em que se destacam posições como de Gerente de TI, Desenvolvedor, Cientista de Dados, Segurança da Informação e Chief Technology Officer (CTO).

 

Para quem ainda tem dúvidas sobre a importância da comunicação, lembro frase de Biz Stone, um dos fundadores do Twitter:

“A comunicação equivale a acender uma tocha na caverna escura”

A boa notícia para quem atua nesses setores — e talvez se assuste ao saber que precisará desenvolver habilidade para qual não se sinta capacitado —  é que comunicação se aprende com treinamento, leitura apropriada, muita observação, escuta ativa e prática constante.

 

Aproveite e conheça o livro “Comunicar para liderar” que escrevi com a fonoaudióloga Leny Kyrillos, e publicado pela Editora Contexto.

 

Como economistas que ganharam Nobel encontram respostas para combater a pobreza

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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Abhijit Banerjee, Esther Duflo e Michael Kremer

 

O momento mundial em que os movimentos políticos refletem posições direitistas e os números apontam para o crescimento das diferenças socioeconômicas, onde os ricos ficam mais ricos e os pobres mais pobres, o Nobel premiou a Economia do Desenvolvimento. E obteve excepcional difusão — inclusive neste espaço, pois na segunda-feira passada, Mílton Jung conversou com Miriam Leitão, e na quarta-feira entrevistou a Diretora do Laboratório de Ação Contra a Pobreza J-PAL para a América Latina do MIT, Paula Pedro, sobre essa premiação.

 

A área econômica que abrange a pobreza aliada a presença da segunda mulher premiada acumular o fato de ser a pessoa mais jovem a receber o Nobel explicam em parte a extraordinária repercussão que obteve. A outra parte é devido ao sucesso do trabalho realizado para indicar as melhores práticas na diminuição da pobreza, através de métodos de medições de campo, que se convencionou denominar de economia do desenvolvimento.

 

Se nos países mais pobres nos últimos 20 anos o PIB per capita dobrou, a mortalidade infantil caiu pela metade e 80% das crianças frequentam a escola, em contrapartida, ainda 700 milhões de pessoas vivem com rendimento abaixo do suportável, cinco milhões de crianças morrem antes dos cinco anos de idade, e metade das crianças do mundo saem da escola sem alfabetização suficiente e aritmética necessária.

 

Com perguntas simples no campo experimental projetado, focando em grupos ou individualmente, esses economistas desvendaram informações suficientes para melhorar a aplicação dos recursos escassos existentes.

 

Por exemplo, num estudo de campo se descobriu que a redução de alunos por professor não teve mudança no resultado dos estudantes. Entretanto, se a contratação do professor era por período ao invés de permanente o resultado mudou para melhor.

 

Ao focar atenção nos alunos fracos houve significativa melhora nos resultados, e este método foi aplicado em mais de 100 mil escolas na Índia.

 

A inadequação entre os currículos e o ensino que não correspondem às necessidades dos alunos foi um dos fatores geradores do absenteísmo de alunos e professores.

 

Na área da saúde, um medicamento de desparasitação para infecções parasitárias foi oferecido de graça e 75% dos pais aplicaram em seus filhos. Quando se cobrou 1 dólar apenas 18% o fizeram. Foram feitos experimentos similares que obtiveram a mesma resposta, concluindo-se que as pessoas pobres não respondem ao preventivo na saúde.

 

Através de pesquisa na vacinação, se descobriu que a qualidade do serviço e a disponibilidade contribuem para a baixa atenção das pessoas pobres à saúde. Ao disponibilizar equipes volantes e atenciosas em um experimento de campo a taxa de vacinação subiu de 6% para 18%. Subiu para 39% quando ofereceram um saco de lentilha para vacinarem os filhos. Como se vê, surge aqui um problema pois 61% ficam sem vacina.

 

Em virtude do viés presente, que faz as pessoas pobres postergarem investimento para o futuro em função de racionalidade limitada, a OMS recomendou a distribuição gratuita a mais de 800 milhões de crianças em idade escolar do medicamento de desparasitação.

 

Em uma pesquisa sobre benefícios para o uso de fertilizantes se identificou que se tornam mais eficazes quando distribuídos de forma temporária, pois os de forma permanente vão perdendo eficácia.

 

Enfim, vale ressaltar que parte dessas pesquisas de campo podem ser aplicadas em outras regiões, o que confere ao sistema da economia do desenvolvimento um aspecto político importante. Ao mesmo tempo os investimentos futuros nessa área da economia do desenvolvimento deverão considerar a pesquisa de campo como uma importante ferramenta.

 

Como disse Miriam Leitão: “o comitê acertou em cheio na escolha desse prêmio”

 

Salve aos laureados:

Abhijit Banerjee, 57, MIT
Esther Duflo, 46, MIT
Michael Kremer, 54, Harvard

Carlos Magno Gibrail é consultor, autor do livro “Arquitetura do Varejo”, mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung.

Mundo Corporativo: o impacto do voluntariado corporativo nas empresas e nas carreiras

 

 

“O programa de voluntariado corporativo pode ser visto como mais uma das opções de desenvolvimento das pessoas que está dentro do portfólio de treinamento e desenvolvimento que as organizações oferecem para seus colaboradores” — Marcelo Nonoay, MGN Consultoria

O voluntariado corporativo surge nas empresas ou por provocação dos próprios colaboradores que já realizam trabalhos neste sentido ou por iniciativa da empresa disposta a desenvolver uma visão de investimento social. O consultor Marcelo Nonoay, da MGN Consultoria, fala de estratégias para a implantação de projetos de voluntariado nas empresas e dos impactos gerados naqueles que participaram das atividades, em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no Mundo Corporativo, da CBN.

“Fazer o trabalho voluntário é uma forma de desenvolver competências. Existem muitas pesquisas que comprovam isso. E quem já fez trabalho voluntário sabe que é. A pessoa não volta igual. Existe esta visão de investimento nos colaboradores. Então a empresa não faria um investimento como esse apenas por benevolência. Ela faz porquevê que isso traz retorno para ela. Inclusive no desenvolvimento das pessoas”.

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no Twitter da CBN (@CBNoficial) e na página da CBN no Facebook. O programa vai ao ar aos sábados, no Jornal da CBN; aos domingos, às 10 da noite, em horário alternativo; e a qualquer momento em podcast e no canal da CBN no You Tube. O programa tem a participação de Guilherme Dogo, Rafael Furugen,
Celso Santos, Adriano Bernardino e Bianca Vendramini.

Mundo Corporativo: Joana Cortez diz como a neurociência ajuda na formação dos novos líderes

 

 

“O que é esperado do líder é que ele consiga desenvolver as pessoas; e para você desenvolver as pessoas, entender como funciona o cérebro é fundamental” — Joana Cortez, consultora da Fellipelli

As novas exigências do mercado de trabalho têm desafiado líderes e colaboradores. Para tornar essa relação mais saudável e produtiva, o uso da neurociência é um dos caminhos que empresas e gestores têm percorrido. Por isso, o Mundo Corporativo foi entrevistar Joana Cortez, consultora em desenvolvimento humano da Fellipelli, que trabalha com avaliação e desenvolvimento de pessoas. Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, Cortez listou alguns dos benefícios que as ferramentas de neurociência podem trazer aos profissionais das mais diversas áreas:

“A segurança emocional é tão importante para o profissional assim como entender o papel dele na empresa”

Para os novos líderes, a consultora identifica três habilidades essenciais:

  1. Autoconhecimento —- todos sabem onde estão seus pontos mais fortes e mais fracos, mas é preciso olhar para sim mesmo, entender seu comportamento e se comprometer com a transformação.

  2. Escuta ativa —- tem de saber escutar o outro, ouvir suas ideias, frustrações e sugestões.

  3. Saber desenvolver a ideia —- não importa de onde vem a ideia, é preciso se dedicar a desenvolvê-la e, para isso, não ter medo de contratar gente melhor do que ele.

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no site da CBN e nas páginas do Facebook e do Instagram (@CBNOficial). O programa vai ao ar aos sábados, no Jornal da CBN e aos domingos, às 22h30. E fica à disposição na lista de podcast.

Mundo Corporativo: mude você antes que a sua empresa mude, sugere Wanderlei Passarella

 

 

 

 

 

“Não espere sua empresa mudar para você mudar. É uma das coisas que eu coloco para os executivos que ajudo a repensar a carreira. Você tem de começar agora pensando que daqui cinco ou dez anos a empresa que você está hoje, tão sólida, pode estar mudando” — Wanderlei Passarella, mentor de executivo

 

 

As mudanças na forma de encarar o mundo e a nós mesmos exigem forte poder de adaptação das empresas e dos seus profissionais. Para entender como é possível enfrentar essa transformação sem estresse e de maneira planejada, o jornalista Mílton Jung, apresentador do programa Mundo Corporativo da CBN, entrevistou Wanderlei Passarella que é conselheiro de empresas, mentor de executivos e coautor do livro “A reinvenção da empresa — projeto Omega”, escrito com Paulo Monteiro e publicado pela editora Évora.

 

 

Para que essa reinvenção ocorra, Passarella recomenda que os profissionais prestem atenção em três aspectos:

 

 

1. Incorporar a tecnologia —- as novidades tecnológicas estão aí para facilitar a sua vida, use-as com equilíbrio sem se transformar em escravo delas.
2. Amplie a base de conhecimento —— saiba que para aprofundar o conhecimento em uma determinada área é preciso expandir a base de conhecimento; os especialistas hoje precisam fazer sinapses, buscar uma relação multidisciplinar.
3. Desenvolva o autoconhecimento —- você vê o mundo lá fora se transformando, mas você pode mudar também e só vai conseguir se trabalhar mais centrado e olhando para si mesmo, em como você encara as coisas e quais são os seus valores.

 

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no site da CBN, na página da CBN no Facebook e no perfil @CBNOficial do Instagram. O programa vai ao ar aos sábados, no Jornal da CBN, e aos domingos, às 22h30, em horário alternativo.

Mundo Corporativo: Carlos Souza, da Udacity, sugere que você invista em carreiras ligadas a tecnologia de ponta

 

 

“O profissional hoje qualquer que seja a sua senhoridade, qualquer que seja o seu ramo de trabalho, se ele não está sabendo nada de inteligência artificial ou ciência de dados, alguma dessas áreas, está perdendo uma grande oportunidade de se diferenciar e garantir o seu futuro” — Carlos Souza, Udacity

 

Em um cenário em que cerca de 12 milhões de pessoas estão desempregadas, muitas empresas estão em busca de profissionais, aqui mesmo no Brasil. Calcula-se que existam 100 mil postos de trabalho em aberto a espera de trabalhadores capacitados a atuar com tecnologia de ponta. Carlos Souza, diretor-geral da Udacity para América Latina, foi entrevistado sobre as oportunidades que existem no mercado, pelo jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da CBN.

 

Souza diz que, atualmente, existem apenas 22 mil especialistas preparados para desenvolver sistemas baseados em inteligência artificial, no mundo, e a demanda é de 2 milhões de profissionais com essa especialidade até 2020. Para o dirigente da Udacity, que atua no segmento de educação profissional, as transformações ocorrem de forma exponencial e, portanto, é preciso desenvolver o conceito de “lifelonger learner” que, em bom português, significa a disposição de aprender continuamente.

 

“A simples crença na capacidade de desenvolverem suas habilidades é um fator determinante para que a pessoa consiga ter sucesso e aprenda essa nova habilidade; ou seja, a gente estimular os nossos estudantes, que eles, sim, podem aprender o que quer que eles queiram é fundamental para que o estudante aprenda ao longo da vida toda”.

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido às quartas-feiras, 11 horas da manhã, ao vivo, pelo site http://www.cbn.com.br, np perfil da CBN no Facebook e no Instagram (@CBNoficial). O programa vai ao ar aos sábados, no Jornal da CBN, e domingo, às 10h30 da noite, em horário alternativo. Colaboram com o Mundo Corporativo Guilherme Dogo, Rafael Furugen, Débora Gonçalves e Isabela Medeiros.

Mundo Corporativo: RH é papel dos líderes, alerta Cláudia Lourenço

 

 

“Não tem como fazer RH somente com os profissionais da área através das suas ferramentas e programas; recursos humanos é o papel de cada líder que recebe cada colaborador todo o dia, que olha no olho, que eventualmente sabe como ele está se sentindo, se ele está contribuindo bem ou se ele está com algum problema” — Claudia Lourenço, diretora de RH da Europ Assistant Brasil

 

Propor ações que promovam o desenvolvimento profissional dos colaboradores e engajar os líderes nestes programas são alguns dos desafios da área de recursos humanos tratados por Cláudia Lourenço, em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da CBN. Lourenço é diretora de RH da Europ Assistant Brasil e foi considerada uma das executivas de RH mais admiradas do Brasil.

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas no site, na página do Facebook e no Instagram da CBN. O programa vai ao ar, aos sábados, no Jornal da CBN, ou domingo, às 10h30 da noite, em horário alternativo. Colaboram com o Mundo Corporativo Guilherme Dogo, Rafael Furugen, Débora Gonçalves e Isabela Medeiros.

Mundo Corporativo: esteja atento para o que os novos líderes têm a ensinar

 

 

“Acho que a gente tem de preparar os nossos jovens, mas tem de saber entender as demandas que estão chegando, a gente está em um mundo acelerado, onde as transformações cada vez mais acontecem aos nossos olhos muitas vezes sem que a gente perceba. Então, temos que estar atentos a isso” —- Pedro Salomão, Radio Ibiza

 

Para ser um líder eficiente e pronto para os novos desafios é preciso estar atento ao que os jovens tem a nos ensinar e estar preparado para revelar a eles os caminhos possíveis na carreira. Conectar gerações tem sido uma das tarefas de Pedro Salomão, empreendedor e criador da Radio Ibiza, entrevistado por Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo da rádio CBN. Autor do livro “Lyderez, o exercício da liderança para conectar gerações”, Salomão provoca as pessoas a olharem de maneira diferente para o mercado de trabalho

 

“Eu gosto de trabalhar a ideia de que um dos caminhos para sermos bons líderes — e nós somos líderes e liderados o tempo inteiro — é inverter aquela lógica de viver pelo resultado … Eu acho que quando a gente aprende a se encantar pelo processo — que é mais longo, mais duradouro, tem caminhos mais tortuosos — do que pelo próprio resultado, a gente consegue ter um entendimento maior do macro. E a gente consegue ressignificar algumas coisas”

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas da manhã, no site da CBN, no perfil @CBNOficial do Instagram e na página da Rádio CBN no Facebook. O programa vai ao ar aos sábados, no Jornal da CBN, e aos domingos, às 10h30, em horário alternativo. Você encontra o programa também na lista de podcast da CBN. Colaboram com o Mundo Corporativo o Guilherme Dogo, o Rafael Furugen, a Débora Gonçalves e a Isabella Medeiros.

Mundo Corporativo: escolha o que você realmente quer para a sua vida profissional

 

 

“Se eu quero ter melhores decisões, preciso aumentar a minha gama de possibilidades; e como faço isso? Criando novas referências” — Sam Jolen

 

A transformação que muitos profissionais buscam em sua carreira começa por iniciativas deles próprios quando escolhem o que realmente querem ser. O empresário Sam Jolen, entrevistado por Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN, lembra que na maior parte das vezes, nossa metas profissionais e pessoais são traçadas por conformidade social, quando se faz algo apenas porque todos fazem daquela maneira. A partir do momento que se decide fazer o que realmente interessa para a nossa vida, Jolen, recomenda que se trace estratégias que sejam mais eficientes, de como se processa as informações dentro da cabeça, de como se lida com as emoções e os sentimentos: “… e colocar tudo isso focado em um ponto só; e colocar muito foco para poder atingir isso do jeito mais gostoso e mais tranquilo possível”.

 

Sam Jolen também é professor de programação neuro linguística e realiza palestras. Ele conta parte da sua trajetória profissional, que passou por uma profunda transformação, e fala das estratégias que considera importantes para quem pretende fazer essa mudança, no livro “Faça as suas próprias leis — as cinco decisões para revolucionar a sua vida, se livrar da auto sabotagem e ter os resultados que deseja”.

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido ao vivo, no site da CBN, na página da emissora no Facebook e no perfil @CBNoficial no Instagran, às quartas-feiras, 11 horas da manhã. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN. Colaboram com o Mundo Corporativo, Guilherme Dogo, Rafael Furugen e Débora Gonçalves.