Bastidores do Sua Marca em foto de Priscila Gubiotti
Viver, e não ter a vergonha de ser feliz
Cantar (e cantar e cantar) a beleza de ser um eterno aprendiz
Eu sei que a vida devia ser bem melhor e será
Mas isso não impede que eu repita
É bonita, é bonita e é bonita.
Gonzaguinha
No último episódio do ano do quadro “Sua Marca Vai Ser Um Sucesso”, exibido no Jornal da CBN, Jaime Troiano e Cecília Russo fizeram uma reflexão sobre as lições aprendidas, principalmente voltadas para pequenos e médios empreendedores, em 2023.
1. A Importância da Calma e Inteligência nos Negócios
Jaime Troiano ressaltou a importância de não se apressar nos negócios. Citando Henrique Meirelles, ele destacou: “vamos devagar, porque eu tenho pressa”, enfatizando que os melhores projetos são aqueles desenvolvidos com maturidade e calma, alertando contra o ritmo frenético imposto pela era digital.
2. Originalidade acima de Imitação
A segunda lição enfatizou a necessidade da originalidade. Troiano aconselhou contra a tentação de simplesmente copiar concorrentes, encontrada facilmente na era da internet. Ele incentivou a busca por caminhos próprios e criativos, exemplificando com a ideia de não ser apenas mais um restaurante por quilo, mas oferecer algo único.
“Pense, crie, procure um caminho próprio.”
3. Humildade e Escuta Ativa
A terceira lição abordada foi a humildade. Troiano advertiu sobre os perigos da arrogância e da vaidade corporativa, usando o exemplo da Starbucks e a histórica falha de Napoleão, na Rússia, para ilustrar a importância de ouvir críticas e feedbacks externos.
4. A importância dos colaboradores
Cecília Russo adicionou duas lições próprias. A primeira destacou a importância dos colaboradores estarem informados sobre os produtos e serviços da empresa, evitando surpresas desagradáveis e promovendo o sentimento de pertencimento.
5. O preço justo
A necessidade de se ter equilíbrio no momento de precificar seu produto ou serviço é a quinta lição, destacada por Cecília. Ela lembra de uma concorrência na qual participou e ganhou, apesar de o concorrente ter colocado seu preço muito abaixo do mercado. Tem de ser ter cuidado para não desvalorizar a marca nem tornar o serviço inviável.
“O que você cobra espelha o que, honestamente, você julga que vale. Preço muito pra cima parece roubo. E muito pra baixo cria suspeição de que não é bom”.
Aprendizado Contínuo e Celebração da Jornada
Finalizando, Troiano e Cecília celebroaram os 30 anos da TroianoBranding, refletindo sobre a jornada contínua de aprendizado e crescimento. Inspirado nas palavras do músico Gonzaguinha, ele encorajou a busca constante pela felicidade e pelo desenvolvimento pessoal e profissional.
Ouça o Sua Marca Vai Ser Um Sucesso
O quadro Sua Marca Vai Ser Um Sucesso vai ao ar no Jornal da CBN, aos sábados, logo após às 7h50 da manhã.
Após dois estudos realizados por empresas que atuam no setor de recursos humanos e de educação corporativa indicarem a comunicação como a principal competência a ser desenvolvida em 2023, o jornalista Jacílio Saraiva, do jornal Valor Econômico quis saber como devemos agir para estarmos mais bem preparados para essa demanda do mercado corporativo. A reportagem completa você lê no site do jornal:
Como aperfeiçoar a comunicação, principal competência de 2023
Segundo pesquisas, saber se comunicar é uma das habilidades mais valorizadas este ano cinco dicas para se destacar
Por Jacílio Saraiva, Para O Valor
A boa comunicação com pares e liderados é considerada a competência mais importante deste ano, segundo estudos de marcas de recrutamento de executivos. A ZipRecruiter, por exemplo, listou as habilidades mais requisitadas em sua plataforma, englobando os empregos disponíveis no site que solicitam essa competência. Saber se comunicar bem está presente em 6,1 milhões de empregos. A Robert Half, em parceria com a escola de educação corporativa The School of Life Brasil, também aponta a habilidade como essencial, aparecendo em quase 100% das vagas.
Na visão do comunicador Milton Jung, âncora da rádio CBN e coautor – com Antônio Sacavém, Leny Kyrillos e Thomas Brieu – do livro “Escute, expresse e fale!” (Editora Rocco), que acaba de ser lançado, profissionais interessados em uma melhor interação devem saber que a comunicação vai além da fala.
“Ela é o resultado da atuação conjunta de três grupos de recursos: verbal, não verbal e vocal ou, simplificando, a palavra, o corpo e a voz”, explica o jornalista ao Valor. A partir da combinação desses ativos, as mensagens se fortalecem e influenciam positivamente os outros, diz.
Nessa linha, Jung cita um estudo do professor emérito de psicologia da Universidade da Califórnia (EUA), Albert Mehrabian, que identificou, ainda nos anos 1960, que quando o significado da palavra contradiz a atitude comunicada, a mensagem será julgada segundo a postura de quem fala. Ou seja, o não verbal prevalece sobre o verbal e as pessoas prestam mais atenção à expressão facial do que ao tom da voz, explica Jung. O trabalho de Mehrabian conclui que as pessoas comunicavam apenas 7% das informações por meio de palavras, 38° pela voz e 55% com a ajuda do corpo.
Diante desses números, continua Jung, vem mais uma lição sobre o tema: a comunicação não é o que eu digo, é o que o outro entende. “Entre o que eu falo e o que você escuta, há muitos fatores que interferem no diálogo, como o vocabulário, o tom da voz, os gestos e, até, a roupa que uso na ocasião”, afirma. Segundo ele, muitas vezes, a comunicação dependerá da disposição que a pessoa que ouve apresenta ao receber a mensagem e da confiança que tem em você.
Jung lembra também do peso da comunicação na costura de relações mais saudáveis e empáticas. “A empatia define o tipo de conexão que estabelecemos e é fundamental para construirmos, nas empresas, equipes cada vez mais diversas e inclusivas”, destaca. De acordo com ele, tem a ver com a forma como ‘embalamos’ as informações que damos, com a maneira como as transmitimos e, principalmente, com o exercício da escuta ativa.
Jung lista cinco orientações para quem deseja se comunicar melhor:
1. Invista no autoconhecimento
É importante entender como nos comunicamos. Tente perceber a maneira como projeta a sua voz e impacta as pessoas ao entorno.
2. Escute
Exercite a “escutatória” ou a preocupação de ouvir mais e melhor. Isso inclui identificar os interesses do outro, deixar o celular ou o computador de lado quando está diante de um interlocutor, prestar atenção às palavras e argumentos, além de manter uma postura “aberta”, de curiosidade e atenção.
3. Identifique o seu público
Saiba com quem vai falar. Assim, poderá escolher qual vocabulário usar durante o diálogo, as abordagens mais apropriadas e o que esperar, de possíveis respostas, da audiência.
4. Planeje a mensagem
Identifique as informações que pretende transmitir e as separe, no discurso, por ordem de importância. É possível ilustrar a fala com histórias, metáforas, números e pesquisas. Busque também saber o tempo que terá disponível para que a conversa tenha início, meio e fim.
5. Fale claramente
Seja simples e direto. Adote expressões que as pessoas dominam, prefira frases mais curtas e seja claro sobre os objetivos da conversa.
Conversar com jovens é revigorante. Com jovens e jornalistas, é provocante. Pela profissão que pretendem exercer, tendem a ser mais curiosos ao mesmo tempo que desconfiados. Olham você de revesgueio, ouvem com atenção enquanto matutam alguma pergunta que possa lhe tirar do trilho e quando você menos espera querem saber aquilo que você não imaginava ter de contar. É preciso preparo e cuidado extremo com as palavras.
Fiz esse exercício dias atrás. Em conversa online, estive com alunos da PUC do Rio Grande do Sul. Da mesma FAMECOS que frequentei no início dos anos 1980. Uma turma sob a batuta do mestre Cláudio Mércio —- que conheci sob o apelido de Batata quando ele ainda tinha dúvidas se seria advogado ou jornalista. Contou-me que foi o convite que fiz para ser estagiário do SBT, em 1989, que lhe deu rumo profissional. Saber disso me fez acreditar que alguma coisa boa deixarei para o jornalismo. Mércio, dentre outros afazeres acadêmicos, cuida do laboratório de texto da PUC — ao lado do professor Sílvio Barbizan — e foi nesse contexto que me convidou a participar do encontro virtual.
Lembrei aos guris e gurias que me assistiam a frase do professor e jornalista Carlos Eduardo Lins da Silva, quando foi ombudsman da Folha, na virada da primeira para a segunda década deste século:
“80% dos erros que saem no jornal podem ser atribuídos a três fatores: pressa, preguiça e ignorância”.
Como tudo acelerou de lá para cá, fico imaginando o quanto a pressa em publicar tem provocado erros. No rádio, que é o meu assunto, temos pressa, muita pressa, cada vez mais pressa. E, lamentavelmente, em nome dela justificamos boa parte dos nossos erros, quando deveríamos redobrar os esforços para essa pressa ser substituída por precisão.
Para nos ajudar a desenvolver um texto mais bem qualificado no rádio, listei oito sugestões que reproduzo a seguir para você, caro e raro leitor deste blog:
Escreva a palavra certa, nunca a palavra mal dita
Se não houvesse a pressa, a preguiça e a ignorância —- para citar os três erros identificados por Lins da Silva, deixaríamos de repetir no ar informações e expressões que costumamos ouvir das diferentes fontes com quem temos contato —- uma gente que cria jargões, usa de tecnicismo, exagera no anglicismo e mal preparada para conversar com o cidadão. Cabe ao jornalista (não apenas de rádio) traduzir para o bom e claro português toda palavra mal dita — incluindo as malditas.
Dia desses, ouvi nas notícias de trânsito que o problema na via era da “temporização semafórica”, que nada mais é do que o tempo em que o semáforo, ou a sinaleira, como falamos no Rio Grande do Sul, abre e fecha. Aliás, a família “semafórica” parece ser enorme entre os técnicos de controlam o tráfego nas cidades brasileiras: sem puxar muito da memória já fui apresentado no ar ao pai conjunto, à mãe sinalização e ao irmão temporão, ops, temporização.
As pautas de saúde e coronavírus também vão ao ar sem que se dedique alguns minutos em busca de palavra melhor. Dos médicos, repetimos a expressão “evoluir a óbito”. O problema não é o que o médico diz —- lá na sala de cirurgia, no registro oficial, ele tem todo o direto de evoluir a pessoa a óbito —- mas isso não cabe na boca de um jornalista. Ou a pessoa sobreviveu ou morreu. Se ela evolui para algum lugar, isso é assunto para outra editoria.
Tem as paravas e expressões da moda, também. “Mortos contabilizados” e “novos mortos” estão por todos os lugares do noticiário. Não há um dia em que eu não depare com um texto em que o verbo contabilizar aparece —- não bastasse o fato de que a ideia inicial de contabilizar está relacionada a transação financeira, por que não procurar outra formas de escrita? Por exemplo: em lugar de o Brasil contabilizou 1.500 mortes por Covid-19, nas últimas 24 horas; use o Brasil registrou 1.500 mortes …; ou 1.500 pessoas morreram no Brasil… Jamais “contabilizou novas mortes” (aí é de matar) como ouvimos a todo momento. Faria algum sentido dizer que o Brasil teve 1.500 velhas mortes?
Só use a palavra mal dita, quando disser que foi dita
É claro que se um entrevistado, alguma autoridade ou uma fonte que mereça e possa ter seu nome citado usar uma expressão mais complicada, um jargão da área em que atua ou uma palavra estranha ao nosso vocabulário, podemos e devemos reproduzir sua declaração —- mas não esqueça de, em seguida, traduzir para o ouvinte o que foi dito. E de forma bem dita.
De preferência, deixe o mal dito na voz do dito cujo
Nesses tempos de autoridades desbocadas, que acreditam que com palavrão podem descrever uma pessoa, uma profissão ou um fato; já que estamos falando em mídias faladas, de preferência deixe que ele ou ela diga em viva voz aquela expressão. Um exemplo aleatório: imagine que você viva em um país no qual o presidente chame os jornalistas de bundões (Deus me livre de viver em um lugar desses). Você não precisa repetir no texto da reportagem, em viva voz, a palavra usada pelo presidente, se tiver a gravação do próprio mal dizendo seus colegas. Tem coisa que cabe na boca da autoridade, mas não cabe na sua. Nem na minha.
Números ditos costumam ser mal ditos
Costuma-se dizer, em tom de brincadeira, que jornalista não entende de números, mas adora usá-los. A impressão que se tem é que reportagem sem número parece não ter lead, manchete ou credibilidade. Que fique claro, discordo piamente dessa ideia. Reportagem não precisa de número, precisa de histórias, fatos e pessoas, além de um bom texto, é claro. Histórias, fatos e pessoas são a alma de uma reportagem.
Hoje, temos, inclusive, uma área que tem crescido bastante, que é a de jornalismo de dados, que nos especializa nos temas e nos ensina ao menos a saber quando usar ou não “morte por milhão de pessoas”. Nesta pandemia, fomos muito cobrados por parte do público —- especialmente bolsonarista ou aquele que se identificava como amante (?) do Brasil —- o fato de não relativizamos o número de pessoas infectadas ou mortas levando em consideração a população do país. Seria, segundo essa turma, uma maneira de mostrar que o problema não era tão grave quanto “vocês jornalistas que não gostam do Brasil querem que seja”. Aprendemos na crise que o número de mortos por 100 mil ou por milhão pode trazer distorções na avaliação em situação aguda como esta. A medida é importante quando tratamos de casos crônicos; por exemplo, assassinatos, acidentes de carros ou mortes por problemas no coração.
Em situações nas quais números são relevantes para a reportagem, é preciso que se tenha parcimônia quando formos informá-los no rádio —- o preciosismo pode acabar em desinformação. Decida o número que realmente interessa; dê ênfase a esse número; faça comparações que ilustrem a dimensão dele; e evite publicar uma sequência de números com milhão, milhares, centenas e dezenas. Na dúvida, faça a você mesmo a seguinte pergunta: se eu fosse o ouvinte qual desses números que tenho em mãos, eu gostaria de memorizar para contar aos meus amigos? Esse é o número que você vai ter de trabalhar de forma precisa na sua reportagem.
Sempre há uma nova forma de dizer a mesma coisa
Esses dias, li um e-mail armazenado no arquivo de meu computador que fazia parte de uma série escrita por um dos ex-diretores de jornalismo da CBN, Giovanni Faria. Guardei todos os e-mails porque o conteúdo é riquíssimo e produzido com base no que ele ouvia no ar. Em um deles, pedia para que âncoras e repórteres buscassem uma outra maneira de perguntar a opinIão de seus entrevistados. Reclamava, com razão, que em quase todas as entrevistas nós usávamos a mesma fórmula: “como o senhor vê isso?”; “como a senhora vê aquilo?”. Sugestão do chefe, aceita e nem sempre cumprida: restringir o uso do verbo VER para seu sentido literal e abandonar o modismo de usá-lo como sinônimo de EXAMINAR, ANALISAR, PENSAR, COMPREENDER, ENTENDER, SENTIR …. Só com um puxão de orelhas desse para a gente perceber que exagera no “ver”.
O texto falado para ser escutado pode ser escrito
O rádio é uma tremenda escola para o improviso, o que não significa que ao entrar no ar você não possa preparar o seu texto. Aliás, na abertura do Jornal da CBN, quando apresentamos uma espécie de resumo de notícias e declarações que interessam ao público, o texto é todo escrito. Há um roteiro, não exatamente com o cuidado que aprendemos na academia, mas há um roteiro adaptado às nossas necessidades.
Os repórteres —- especialmente os mais novos —- temem cometer erros e, portanto, não há mal nenhum que preparem um texto escrito com antecedência, desde que isso não atrase a participação dele na programação. Se o tempo for pouco e a insegurança muita, anote apenas os tópicos, de maneira ordenada e lógica. Quando for chamado, com texto ou sem texto, o repórter tem de estar pronto para contar a história que lhe cabe.
O texto escrito para ser escutado tem de ser falado
O cuidado essencial é entender que o texto escrito para ser escutado tem de ser escrito como é falado. E esse é talvez dos erros mais comuns, muitas vezes cometido por pressa, preguiça, ignorância ou medo —- acrescentei mais um motivo para os nossos erros, além dos três citados por Carlos Eduardo Lins da Silva.
A forma como você escreve um texto para o rádio tem de ser da forma como falamos, caso contrário, ninguém vai ouvir como deveria. Isso não significa contrair o para para pra; ou a pessoa pelo cara; ou o bandido pelo crápula …. Há regras a serem respeitadas, mas a frase escrita tem de caber na boca do locutor; tem de fazer parte do seu cotidiano e do cotidiano do ouvinte.
*O jornalista catalão Iván Tubau, doutor em filologia francesa, graduado em arte dramática e professor do Departamento de Jornalismo e Ciências da Comunicação da Universidade Autônoma de Barcelona, em seu livro “Periodismo oral” (Jornalismo oral), lançado em 1993, chama atenção para a necessidade de aqueles que escrevem os textos jornalísticos destinados a uma execução oral traduzirem a linguagem popular, sem destruí-la:
“Quem escreve para rádio e televisão deve ouvir a algaravia da rua, ordená-la e limpá-la um pouco e devolvê-la levemente melhorada a seus emissores primigênios (primitivos), procurando que estes a sigam conhecendo como sua”.
*(reproduzido do livro “Jornalismo de Rádio”, Editora Contexto, 2004)
“Mais do que ter todos os aspectos técnicos que a vaga precisa, ele precisa ter uma atitude da nova economia, e a atitude envolve muito isso que eu falei: determinação, ter jogo de cintura, ter humildade muitas vezes e em muitos momentos, ter proatividade e ter paixão”. A sugestão é de Joana Cortez, especializada em recrutamento de pessoal, que foi entrevistada pelo jornalista Milton Jung, no programa Mundo Corporativo – Nova Geração, da rádio CBN. Líder da Orgânica People, um braço da Orgânica Aceleradora, Cortez apresenta outras dicas para os profissionais que estão chegando ao mercado de trabalho e pretendem aproveitar as oportunidades oferecidas pelas empresas que investem no que conhecemos por nova economia.
A Joana Cortez prometeu em entrevista ao Mundo Corporativo publicar uma lista com livros que considera serem essenciais para quem pretende se reinventar no cenário dinâmico da nova economia. Segundo ela, são obras que tratam de temas diversos como empreendedorismo criativo, empreendedorismo digital, mudança de hábitos, inteligência emocional, entre outros.
Vamos as sugestões:
Livros em português
– Organizações Exponenciais – Autor: Michael S. Malone e Salim Ismail
– A Startup Enxuta – Autor: Eric Ries
– De zero a um – Autor: Peter Thiel
– O lado difícil das situações difíceis – Autor: Ben Horowitz
– Empresas feitas para vencer – Autor: Jim Collins
– Empreendedorismo Criativo – Autor: Mariana Castro
– Os 7 Hábitos das pessoas altamente eficazes – Autor: Stephen R. Covey
– O poder do hábito – Autor: Charles Duhigg
– Comece por você – Autor: Reid Hoffman e Ben Casnocha
– Faça Acontecer – Sherryl Sandberg
Livros interessantes em inglês
– The Start-up J Curve: The six steps to entrepreneurial Success – Autor: Howard Love
– The EQ Edge. Emotional Intelligence and your success – Autor: Steven J. Stein
O Mundo Corporativo, no último sábado do mês, é dedicado às novas gerações e tem a colaboração de Juliana Causin, Rafael Furugen e Débora Gonçalves. O programa pode ser assistido ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no site e na página da CBN no Facebook. Aos sábados é reproduzido no Jornal da CBN, a partir das 8h10.
FILME DA SEMANA: “Ben Hur”
Um filme de Timur Bekmambetov
Gênero: Ação/Épico
País:USA
Judah, um nobre judeu contemporâneo de Jesus Cristo, é acusado injustamente de traição a Roma. Seu próprio irmão Messala que o trai. Ele sobrevive aos anos servindo como escravo e volta para se vingar…
Por que ver:
O filme é um remake de um dos melhores e mais premiados filmes de todos os tempos… Então fica puxado refazê-lo, porém eis aqui a tentativa…
Tem váriosssss momentos piegas, e a atuacão dos atores compromete no quesito identificação com o personagem…Eles são todos sem carisma e meio posados.
O melhor em cena é o Rodrigo Santoro. Ficou muito bem de Jesus e confere ao filme cenas com poder de emocionar. E olha que o perigo de intrepretar Jesus era grande, porque para ficar cafona e piegas é um, dois…
A famosa cena da biga é muito boa e os efeitos impressionam pela qualidade e crueza.
Como ver:
Tem cenas violêntas de luta e muito sangue… Veja quem aguenta e convide para te acompanhar.
FILME DA SEMANA: “O Bebê de Bridget Jones”
Um filme de Sharon Maguire
Gênero: Comédia Romântica
País:Reino Unido,França,Irlanda,USA
Nossa velha conhecida Bridget! Simmmmmm e agora com um bebê!
Bom, Brid continua solteira…Pois é! Mas agora esta bem empregada e aceita ir a um festival de música com uma amiga. Lá, acaba dormindo com um desconhecido chamado Jack…Ela não dá muita bola ao fato e logo na semana seguinte reencontra Mark, seu antigo amor, e dorme com ele também…Humm e agora que ela engravidou, como saber quem é o papis?
Por que ver:
Uma Bridget menos encanada com o que os caras vão achar dela nos faz gostar ainda mais do personagem…
O empoderamento das mulheres em relação ao próprio corpo também é muito bacana, apesar dela mesma se julgar um pouco… Os personagens masculinos não a julgam, bom né!? Ponto pro roteiro.
E vamos combinar, esta franquia é certeza de um bom entretenimento!
Como ver:
Com as amigas pode ser uma otima pedida! Com maridão/esposa, também!!!!
Quando não ver:
Se estiver muito tempo na seca amiga… O que é aquele gato do Patrick Dempsey!!! Você vai morrer de inveja da Brid!!!
FILME DA SEMANA: “O Contador”
Um filme de Gavin OConnor
Gênero: Ação/Suspense
País:USA
Christian é autista e desde criança sofre as agruras desta condição. Essa mesma condição o faz ter uma habilidade incomum com números, e em seu escritório de contabilidade acaba ajudando organizações criminosas. Em determinado momento, é contratado para checar os livros contábeis de uma empresa de próteses, pois uma contadora jr. descobre que há algo de errado… Chris revela uma fraude que coloca em risco sua vida, mas vocês verão, que, além de contador, ele é uma máquina de guerra…
Por que ver:
Esse tipo de filme acaba colocando em cheque nosso julgamento moral, pois o Crhis é aquele personagem que você não consegue definir se é bom ou mal… te faz perceber que nem tudo é assim tão preto no branco…
Se segura na cadeira pois as cenas de luta e ação são fantásticas e violentas.
Roteiro instigante, que é revelado aos poucos, e bastante coerente apesar da estranheza que o personagem, que parece um nerd, é capaz de causar. A história explica como ele virou aquela super máquina de combate, mas, mesmo assim, se a gente pensar bem, é estranho.
Um filme que vale a pena ser visto!
Como ver:
Amigos, família… Mas lembre-se: tem muita violência e mortes.
FILME DA SEMANA: “20 Anos Mais Jovem”
Um filme de David Moreau
Gênero: Comedia Romântica
País:França
Alice volta de uma viagem ao Brasil e ao seu lado um estranho e charmoso rapaz, 20 anos mais jovem, chamado Balthazar, tenta puxar papo. Ao sair do avião, ela esquece um pen drive. Balthazar o encontra e vai a sua procura para devolver. Se achando muito ultrapassada e pensando que isto reflete em sua carreira, Alice resolve engatar um romance com Balt.
Por que ver:
Pense em um filme gracinha….Pronto, achou!
Várias cenas divertidas e críveis te fazem torcer por esse casal.
O personagem do rapaz é tão carismático que apaixona no primeiro olhar inocente, e leve, também, típico de quem tem 20 anos…
Em nenhum momento a gente acha a relação absurda, ao contrário, torcemos para que Alice perceba o quanto este rapaz tão jovem é especial.
Como ver:
Com aquele maridão que está cansado de ser gentil… Será um aprendizado interessante…
Quando não ver:
Com gente preconceituosa…Vão ter que achar um defeito nesta relação deliciosa!
Descobri nos “drafts” do meu blog, este texto da Biba Mello, escrito ano passado, com mais uma boa dica de filmes. Por erro deste blogueiro, não programei a publicação do post e lá ficou pendurado. Aproveito que estamos em férias para trazer esta sugestão da nossa colunista (desculpa aí, Biba!)
Por Biba Mello
FILME DA SEMANA: “X-Man : Apocalipse”
Um filme de Brian Singer
Gênero: Ficção
País:USA
Apocalipse, o primeiro mutante, retorna após milhares de anos adormecido. Seu poder é estrondoso pois sua habilidade é tomar o poder de outros mutantes, inclusive se mudar para um novo corpo, jovem e poderoso, tornando-o imortal. Ele recruta jovens mutantes para juntos destruirem toda a humanidade. Xavier, por sua vez, com a sua turma do bem, entra em conflito com este enorme mal para salvar o planeta desta destruição completa.
Por que ver:
“Gentem”, e tem X-Men ruim? Nãaaaaooooo! Não tem! Espetáculo garantido.
Até quem não curte muito ficção como eu, curte! Meu marido sempre fala: “amor, é X-Men, não tem como você não gostar”… Ele sempre acerta!
O que mais gostei do filme foi ver os X-Mens jovens. Também mostra como a Tempestade virou a tempestade, e entendemos o porquê muitos deles se tornaram o que são hoje…
Como ver:
Como, quando e onde quiser!
Quando não ver:
Desculpem os muitos chatos, mas X-mens é fundamental ! Assistam!
FILME DA SEMANA: “Billions”
Uma série de Brian Koppelman, David Levien e Andrew Ross Sorkin
Gênero: Drama
País:USA
Um “self made man” genial e bilionário ocupa a mente, dia e noite, de um competente e perturbado promotor de justiça que quer prendê-lo a qualquer custo.
Por que ver:
A história é bastante inteligente, com alguns detalhes técnicos do mundo jurídico e financeiro, mas sem ser chata… Sabe aquela sensação de gostar do bandido? Então… É exatamente o que vai acontecer com você nesta série.
O promotor Rhoades, é um personagem menos cativante que o Bobby Axelrod e tem um lado B muito sombrio… Sua ética é duvidosa apesar dele querer fazer justiça. Já o Axe, é um cara que comete crimes financeiros mas queremos arrumar um jeito para salvar este personagem, afinal ele é tão bacana…
Um bandido com um lado humano incrível, um mocinho com lado obscuro terrível…(rima infame rsrsrs)
E ai qual é o seu “lado B”?
Como ver:
Com tempo… Um capítulo vai ser pouco. Se prepare para maratona.
Quando não ver:
Com alguém que você goste que está fazendo delação premiada ou com aquele amigo “bacana mas bandido”… Vai pintar um climão!