Vuvuzela não cala decepção de trabalhador africano

 

Trabalhador na África do Sul

O estádio Moses Mabhida, em Durban, reuniu na noite de domingo duas verdades desta Copa da África do Sul: o espetáculo do futebol e o escândalo da desigualdade social. Os milionários jogadores da Alemanha já haviam deixado os vestiários de volta para a concentração, após a goleada por 4 a 0 contra a Austrália, quando estourou o confronto entre policiais e centenas de trabalhadores que prestam serviço no local.

Os funcionários protestavam contra o pagamento que consideram insuficiente para a função que realizam. Reclamavam terem recebido ofertas de salário que chegariam a R 1,500 mas não levaram mais de R 190. Em bom português: em vez de R$ 350 por dia, ganharam R$ 45.

Poucos dias antes do início dos jogos, o analista do jornal sul-africano Business Report Terry Bell alertava que os sindicatos e trabalhadores não identificam nenhum favorecimento para os movimentos sociais vindos da Copa e da Fifa. Enquanto a organizadora dos jogos garantia o maior lucro possível para si, eximia-se de qualquer responsabilidade em relação aos direitos trabalhistas advindos de contratações relacionadas a Copa.

Um dos líderes de sindicato que reúne trabalhadores de empresas de energia elétrica Lesiba Seshoka acusou a concessionária de emperrar as negociações por aumento salarial com o objetivo de jogar a opinião pública contra os funcionários, pois estes, supostamente, estariam interessados em prejudicar a realização da competição. “Não podemos adiar a fome para os nossos filhos”, comentou em um jornal que eu lia na praça procurada por milhares de turistas na hora do almoço, em Cidade do Cabo.

Aqui mesmo, em conversas com funcionários, nas áreas de prestação de serviço, é possível identificar outros motivos para a indignação. Muitas das vagas criadas para atendimento do público durante a Copa foram ocupadas por trabalhadores que chegaram dos demais países do continente. Calcula-se que 30% delas estão servindo a pessoas que se deslocaram desde Angola, Gana, Moçambique, entre outros.

Boa parte dos empregos que surgiram na onda dos jogos é temporária e informal. Ou seja, desaparecerá assim que o capitão da seleção vencedora levantar o caneco.

Nem o entusiasmo das vuvuzelas menos ainda a violência do gás lacrimogênio e das balas de borracha – jogados sobre os trabalhadores que participaram do protesto de domingo – serão suficientes para encobrir a frustração desta gente que acreditou no “espetáculo” do futebol.

Meu primeiro dia de aula

 

Por Abigail Costa

Neste momento, meus meninos tentam pegar no sono.

O dia deles não foi agitado pela falta de dinheiro para pagar o aluguel, pelo fora da namorada, muito menos pelo temporal na cidade. Isso penso que até estão habituados.

A falta de sono, a ansiedade, tudo tem um nome: recomeço.

Eles voltam às aulas. Tudo novo.

Estavam preparando as mochilas. Cadernos, lápis, canetas. Cheiro de recomeço.

Em meio ao “me ajuda aqui mamãe?”, “gosta disso?” … Um riso nervoso.

O legal é que ninguém tenta esconder nada. Nem daria. Já passei por isso quantas vezes na escola? E na faculdade? Nem fui na primeira semana!

Meu primeiro trabalho. Antes de chegar ao 13º andar atropelei a acessorista e enfiei o dedão no botão número 10. Nem dei tempo para ela falar. A porta se abriu e eu com um pé dentro e o outro no meio do corredor desconhecido, gritei:

– Moça onde é o banheiro?

Só me lembro que tinha tantas esquerdas e direitas que fiquei meio tonta.

De volta a porta do elevador, me desculpei, agradeci.

Dona Rosa, uma senhora negra de blusa bem engomada, unhas grandes e vermelhas me abriu um largo e generoso sorriso.

– É o seu primeiro serviço, fia?

Nem precisava responder, mas ela merecia.
A minha voz não saía direito, pensando que cara deveria ter o meu chefe.

– Começo hoje, tô preocupada.
– Fica não meu anjo! É normal. Todo mundo passa por isso, depois acaba.

De volta aos materiais escolares, olhei para meus filhos e me lembrei da Dona Rosa. É normal.

Aquela senhora me levou pela mão até a recepção. Um gesto do tipo você não está sozinha.

Não com a mesma experiência de Dona Rosa, mas com o carinho de mãe, coloquei meus anjos pra dormir.

“Boa noite, mamãe. Te amo”
“Também amo vocês”

Eles entenderam o recado.
É normal, é novo, a ansiedade vai passar.
Eu estou aqui.

Abigail Costa é jornalista e escreve às quintas no Blog do Mílton Jung. Para ela, todo dia é um recomeço

Dezoito anos depois

Por Abigail Costa

Depois de dezoito anos de empresa, o chefe chama o funcionário e diz:

– Você não tem o perfil da empresa.

Esta frase normalmente vem acompanhada:

– “Você está demitido”!

E fim. Para a empresa o problema está resolvido. Para o ex-empregado o problema começa aí.

Em conversas com diretores de recursos humanos, o “fora do perfil” significa que a pessoa não evoluiu, não acompanhou o crescimento da empresa.

De acordo com esses profissionais do RH também pode ser uma redução de custos.

Sai um velho de casa e de idade que ganha X+Y e entra em seu lugar um novo de profissão e alguns bons anos a menos ganhando – Y.

Seja lá qual tenha sido o motivo é justo que a empresa faça a troca quando achar necessária.

O injusto é não cobrar o funcionário durante anos, é não incentivá-lo a uma reciclagem, é não traçar um plano de carreira.

Claro que qualquer um, demitido depois de tantos anos de serviços prestados a empresa,  tem o direito de pensar que até ontem ele era produtivo, hoje não mais. E ainda, por que ninguém nunca reclamou antes ?

Sinceramente na maioria dos casos penso que o diretor, chefe, seja lá quem esteja mandando, esses, deveriam mudar a frase que tem sido usada como uma muleta.

É humilhante quando alguém conta que foi dispensado assim. É uma sensação de pensar que tudo que foi feito estava errado.

Longe da ingenuidade em achar que a empresa deve funcionar como casas de assistência social. Não é isso.

Mais doloroso que o motivo para cortar as relações trabalhistas entre patrão e empregado depois de dezoito anos de convivência, é a mentira.

A verdade é mais humana.

Abigail Costa é jornalista, escreve no Blog do Mílton Jung às quintas e já sobreviveu a um sem número de chefes, diretores e departamentos de RH

Deficiente: emprego, sim; consciência, ainda não

A lei de cotas para deficientes existe há 18 anos, e apesar de o número de empresas que atendem a legislação ter aumentado consideravelmente, ainda falta consciência por parte dos empregadores e mesmo dos colegas de trabalho. A constatação é de João Ribas, cadeirante, coordenador do programa de empregabilidade com pessoas com deficiência da Serasa.

Passa de 87 mil o número de pessoas contratadas pela lei que criou cota para deficientes, no Estado de São Paulo. É cerca de 80% das vagas criadas a partir da lei 8213/91 no Brasil. Toda empresa com 100 ou mais empregados é obrigada a preencher de 2% a 5% dos seus cargos com trabalhadores reabilitados ou com deficiência.

Ribas citou a experiência britânica que será apresentada nesta quarta-feira, em seminário promovido pela Serasa-SP, pela CEO do Employer’s Forum on Disability, Susan Scott-Parker, que cobra responsabilidade dos empresários com o tema. Para ele, no Brasil já necessidade de se construir um comprometimento dos empregadores para que os avanços não fiquem na dependência de ações pontuais da Delegacia Regional do Trabalho.

Na segunda-feira, Cid Torquato, comentarista do Cidade Inclusiva, lembrou que a baixa escolaridade dificulta a contratação de deficientes. No ensino superior encontramos apenas 0,1% das pessoas com deficiência. Para comparar: lá estão 23,7% das pessoas sem deficiência. As empresas tem substituído o Estado na capacitação desses profissionais. Ideia defendida por Ribas, como você pode constatar na entrevista a seguir:

Ouça a entrevista de João Ribas, da Serasa, ao CBN SP

O Cidade Inclusiva vai ao ar, segundas, às 11 da manhã, no CBN SP.

Saber esperar é uma virtude

Por Abigail Costa

São frequentes as conversas sobre o descontentamento na vida profissional. Gente com dez, quinze anos de casa.  Gente que se sente desmotivada na função. Às vezes, devido as promessas feitas pelos chefes e não cumpridas. Outras, por causa da promoção do colega que entrou bem depois de você.

Esse blá-blá-blá todo, é para resumir a ansiedade que vem tomando conta da vida de alguns. Claro, todos queremos ser notados profissionalmente, ter reconhecimento financeiro, mas em determinados momentos é preciso saber esperar. Em paz.

Tirar o pé do acelerador não significa ligar o botão do “não tô nem aí”. Essa folga é para respirar melhor. Falar menos e observar mais a nossa volta. O lado pessimista parece sempre bem mais espaçoso do que o outro, mas um olhar cuidadoso e profundo pode mudar a situação.

O que escrevo, soa como papo de auto-ajuda ? Se você pensar assim e isto lhe fizer bem, por que não?

A bagunça do não-sei-direito-o-que-pensam-ao-meu-respeito, só fere um lado: o seu. Nessas horas, melhor mesmo é procurar o colo de um amigo.  Não aquele de mal com a  vida que vai lhe aconselhar a jogar tudo para o alto. Mas o apaziguador, que vai lhe ajudar a esperar.

Você se lembra  quantas crises dessas já foram deixadas no passado? Pois é:  essa é só mais uma.

Paga pra ver!

Abigail Costa é jornalista e toda quinta escreve aqui no blog com a experiência de quem soube esperar.

Aviso aos navegantes e carnavalescos, também

Terça-feira de Carnaval não é feriado oficial. Não quer dizer que você terá de se apresentar no escritório de terno e gravata. Mesmo porque se o fizer talvez dê de cara na porta. Mas se for convocado para trabalhar, será obrigado a tirar a fantasia e não vai receber o dia trabalhado em dobro. Quem afirma é Ana Palmira Arruda Camargo, chefe da fiscalização da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no Estado de São Paulo.

A turma do amém

Por Abigail Costa

Alguns ditados são como aquele pretinho básico: batido, quase todas usam, mas nunca é cafona,  estão sempre no auge…

Um dos meus preferidos é:  ninguém é perfeito!!!!! E não é mesmo!!!!

Embora quase todos os mortais que conheço se julguem  absolutamente perfeitos,  eles não erram, podem no máximo pensar que…. me atrapalhei, também com tanta responsabilidade….

Me incomoda e muito  aqueles que falam, ditam regras e pronto. Não aceitam uma outra idéia, vale a dele e pronto. Principalmente, quando isso vem de um superior.

Mais irritante do que o dono da perfeição,  são os seguidores do “ser perfeito”, e pode apostar: normalmente eles fazem parte da classe do “Amém”.

É como voltar nas brincadeiras de criança e aceitar a pergunta do líder: “Fará tudo o que o seu mestre mandar?”

Mas hoje não se trata do mestre-do-faz-de-conta, e não está aqui nenhuma contestadora de opiniões gratuíta. Não condeno que fulano tenha que aceitar certas “sugestões” para garantir o emprego.

Fico constrangida quando percebo uma situação que alguém deveria ter gritado antes: Ei!!! O Rei está nú!!!!

Alguns até tentam, quase  nunca diretamente. A maioria diz amém. Uma covardia “compreensível” quando se trata de garantir o ganha pão. Cá entre nós, coitados!!!!

Alguém pode até pensar, até mesmo dizer: escrever, falar, tudo isso é fácil, quero ver alí na situação cara-a-cara….

Caros pode até parecer difícl, mas tente. A sensação é de alívio. Você poderá até ser obrigado a fazer, executar, só que de consciência limpa.

Eu falei..

E pode ter certeza você será diferente. O “seu superior” vai pensar  a respeito. No dia seguinte vai te olhar diferente, não mais como um seguidor de idéias, mas como uma idéia a mais.

O melhor disso tudo: é chegar em casa e olhar  para seus filhos de cabeça erguida.

Abigail Costa é jornalista e toda quinta-feira mostra aqui no blog que não faz parte da turma do amém.

Liberar demissões para aumentar admissões

Por Carlos Magno Gibrail

Reduzir benefícios trabalhistas para aumentar empregos e salários. São proposições que poderiam ficar como utopia capitalista ou liberal, não fosse a Dinamarca.

Melhor ambiente de negócios do mundo, menor corrupção do mundo, menor taxa de desemprego do mundo ” quase o sonho do pleno emprego ” 1,5% , maior flexibilidade do mercado de trabalho do mundo. Seguro-desemprego de 2.000 euros durante quatro anos, apoio total ao novo empreendedor durante um ano e meio. Se não der certo, a empresa é fechada sem nenhum ônus.

Não existe salário mínimo, garantias ou benefícios no emprego e a demissão pode ser feita a critério da empresa. Não há contribuições sobre a folha de pagamento dos salários.

O primeiro-ministro dinamarquês Anders Fogh Rasmussen está em seu terceiro mandato, e cada vez mais popular está convicto que o livre mercado é bom para todos.

Com meta de inflação em 2%, sendo que ela sempre fica abaixo, com cautela em relação à burocracia da UE e crítica permanente ao excesso de medidas, com redução da dívida pública, que hoje esta em 23,2% do PIB, e em rota decrescente, e com
superávit nominal e receitas superando as despesas em 7%, caminha para uma invejável posição de liderança.

É a passagem do “estado bem-feitor” para o “estado possibilitador”.

Economia forte, com sindicatos e empresas fortes, governo atuante , gerando trabalhadores qualificados e muito paparicados pelas companhias recrutadoras.

O presidente Lula esteve o ano passado em Copenhagen, pela segunda vez, talvez para estudar um pouco mais o fenômeno nórdico, embora especialistas considerem difícil a exportação para o Brasil devido a diferenças quantitativas e qualitativas.

A população é de 5 milhões contra 190 milhões, os impostos são da ordem de 50%, embora os dinamarqueses, dada a quantidade dos benefícios sociais, estejam satisfeitos com o seu peso.

A cultura também é diferente, são pessoas muito ligadas ao meio ambiente, com muita consciência sustentável, preocupadas com o coletivo. A mão de obra é qualificada e se concentra em design, logística, comunicação e em novas fontes de energia, principalmente a eólica.

De todo modo Erik Nielsen, conselheiro para assuntos internacionais da LO, a central sindical que Lula visitou, disse que os trabalhadores não devem temer as reformas trabalhista ou sindical ” desde que elas venham para fortalecer a posição de empregados em uma economia mais flexível. “Esse tipo de reforma não é ruim”

Diferenças à parte, é claro que vale a pena estudar o fenômeno dinamarquês. Pelo menos fica evidenciado o acerto do sistema aberto com suporte do governo garantindo os benefícios sociais de emprego, escola e saúde.

Ponto crucial nem é a diferença, que pode receber adaptação, mas o início. Ovo ou galinha? Tostines?

Com certeza a partida não será o “homem grávido”, mas a liberação para desagravar os encargos trabalhistas e mudanças na justiça do trabalho. Que visitem mais a Dinamarca!

Carlos Magno Gibrail é doutor em marketing de moda, escreve toda quarta-feira aqui no blog e ainda não visitou a Dinamarca, mas já viajou na idéia dele.

O veneno que mata é o que cura


Por Carlos Magno Gibrail

A mordida de uma cobra venenosa se cura com o próprio veneno. É a natureza bem interpretada pela sabedoria do homem dando uma lição de inteligência. Um “benchmarking” deste “case” pode resolver infinitos problemas atuais, cujas soluções requerem apenas a mesma lógica e inteligência usada por Vital Brasil.

O automóvel, cujo veneno polui e congestiona, é um dos mais óbvios candidatos à taxação através do pedágio urbano. Entretanto, é solução ao mesmo tempo rejeitada pela própria população contaminada e temida pelos governantes.

O aumento da arrecadação de impostos passa pelo caminho mais fácil da redução dos mesmos, entretanto, está para nascer um Governo que aposte no óbvio, e faça o certo, isto é, diminua a carga tributária.

Para aumentar os empregos é preciso diminuir as garantias do mesmo, pois empresas e empreendedores teriam menos restrições a admissões de novos trabalhadores. Aí, vem o Sr. Chinaglia e levanta o que nem o Governador da Califórnia conseguiu fazer em Holywood, o homem grávido.

Diante deste tipo de propostas é que se questiona a profissionalização dos políticos. Um cidadão normal, não-político e, inserido no mundo real, dificilmente apresentaria um projeto destes.

Para baratear os alimentos, não podemos permitir a utilização de processos predadores da natureza. Muito menos anistiar agricultores que desmataram rios, encostas e morros. Reinhold Stephanes e a famosa bancada ruralista pretendem abaixar os preços aumentando as chances das distorções climáticas. Para reduzir os preços, que se aumentem as exigências ecológicas e as punições aos predadores.

Para decrescer ou eliminar o desmatamento, os créditos de carbono devem ser eliminados. 20% da emissão anual de gases-estufa vêm do desmatamento tropical.

O governo do Brasil é contra usar florestas para gerar créditos de carbono e propõe que o UN-Redd (Programa da ONU para redução de emissões por desmatamento e degradação) seja alimentado por doações voluntárias. Entretanto, Eduardo Braga do Amazonas acordou com Schwarzenegger investimentos no Brasil, e o seu Estado assinou com a rede Marriott.

Redução do desmatamento não pode gerar licença para poluir, muito menos acelerar o próprio desmatamento para possibilitar maior volume de recursos a negociar. “Existe uma preocupação com o saldo de desmatamento, em que a derrubada de uma parte da floresta é compensada com a conservação ou expansão de uma outra.” Joseph Zacune.

Para abater o desmatamento abatemos o crédito para poluir.

Para reduzir o risco advindo de economistas que fazem previsões erradas é necessário usar outros economistas e não, restringi-los ou ignorá-los, como pretende Clovis Rossi.

Nelson Barrizzelli, economista, não tem dúvidas que economistas notáveis e economistas militantes em organizações financeiras, consultados permanente e exclusivamente pela mídia, têm gerado as distorções ora evidenciadas.

“As previsões se equivalem a dos jogadores de búzios” segundo Rossi.

De acordo com Barrizzelli, dos notáveis, surgem previsões que os demais não as confrontam. Dos militantes, idem, e como a Economia vive de expectativas, os agentes econômicos passam a tomar decisões baseadas nestes cenários, muitas vezes distorcidos. E, exemplifica, que um empresário do mercado de luxo vai reduzir em 20% os números para 2009, em função das informações gerais, embora este ano continuasse crescendo 30%. Perguntado por que, respondeu que está seguindo a expectativa geral.

Portanto, para curar previsões comprometedoras o remédio é consultar economistas que estejam com a “barriga no balcão”, para usar uma expressão do varejo, que significa estar atento ao mercado no próprio mercado.

Para eliminar as bactérias poluentes do lago do Ibirapuera em SP é preciso inserir quantidade planejada das mesmas bactérias. É a biotecnologia criando um “blend” específico de microorganismos para melhorar a eficiência do sistema natural e despoluir o meio confinado.

Omar Grecco, diretor da Superbac, empresa nacional expertise de ponta, é quem nos concedeu estas informações. Grecco disponibiliza ainda esta tecnologia a São Paulo, gratuitamente, no ensejo de aproveitar a visibilidade deste lago e expor a sustentabilidade.

Valores em reais baixos e valores reais altos, este é um projeto esperto. Que tal executivo e legislativo de SP Capital ?

Carlos Magno Gibrail é doutor em marketing de moda e toda quarta-feira está aqui no blog oferecendo mais veneno para curar nossa falta de criatividade.