Mundo Corporativo entrevista Othon de Almeida, da Deloitte, sobre o papel do CFO

 

 

“A ética tem tem que permear o executivo-profissional da área de finança. Por quê? Porque ele lida com o coração da organização, lida com os negócios da empresa, tem o poder de através da sua influência de acrescer o valor da empresa ou de destruir o valor de uma empresa”. O alerta é de Othon de Almeida, líder do programa de CFO da Deloitte, em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no Mundo Corporativo da CBN. Ao falar dos desafios dos diretores financeiros, Almeida também ajuda os gestores das pequenas e médias empresas a cuidares das contas do seu negócio.

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido ao vivo, quartas-feiras, 11 horas, no site http://www.cbn.com.br. O quadro é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN. Colaboraram com este Mundo Corporativo Alessandra Dias, Douglas Matos e Débora Gonçalves.

Mundo Corporativo: Wilson Risolia, da Falconi Educação, ensina a fazer gestão na escola

 

 

“Condição sine qua non para você gerir bem qualquer coisa é diagnóstico, conheça o problema, atue sobre ele, controla para ver se aquilo que você programou tá dando resultado, mede – que depois você roda este ciclo de novo”. A sugestão é do consultor Wilson Risolia, líder da Falconi Educação, em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no Mundo Corporativo da CBN.

 

Risolia, ex-secretário estadual de Educação do Rio de Janeiro, fala de como um programa de gestão qualificado e competente pode melhorar o desempenho das escolas, dos professores e dos alunos. Na entrevista, ele também trata de mudanças no currículo escolar e outros desafios do setor.

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no site http://www.cbn.com.br. O quadro é reproduzido aos sábados no Jornal da CBN. Colaboraram com o Mundo Corporativo: Alessandra Dias, Douglas Matos e Débora Gonçalves.

O Brasil ainda tem muito a aprender, ensina crise provocada por Jucá

 

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Há certas coisas difíceis de compreender no Brasil. Algumas pessoas – especialmente os políticos – são incapazes de aprender que há algo de novo no ar além dos aviões dos próprios políticos.

 

Estamos em pleno processo de impeachment de um presidente (no caso uma), o segundo em duas décadas de democracia pós-regime militar. O STF, não faz muito tempo, levou para a cadeia políticos importantes e abortou a carreira de vários outros no que ficou conhecido como Mensalão.

 

As feridas do Mensalão não estavam cicatrizadas e fomos atropelados pelas denúncias da Operação Lava Jato que levou para cadeia, mantém no cárcere ou até já condenou empreiteiros das maiores construtoras do país, ao menos um banqueiro, um senador, deputados, ex-deputados, doleiros, lobistas, marqueteiros e mais uma dezena de pessoas que jamais imaginávamos existirem e serem capazes de roubar tanto e de forma tão descarada.

 

Diante de todos esses fatos, era de se esperar que a formação do governo interino de Michel Temer fosse pautada pela sensibilidade política. Se não a tivesse por caráter deveria tê-la por pragmatismo. Aliás, foi em nome desse pragmatismo que Temer aceitou entregar ministérios para partidos que estão contemplados na Lava Jato, inclusive o seu PMDB. E para partidos e políticos que até agora há pouco prestavam serviços (ou se serviam) ao governo afastado.

 

Como era inevitável a busca do apoio de ampla maioria dos partidos e suas diferentes facções para garantir a passagem de projetos de lei importantes e necessários para o Brasil, era de se esperar ao menos que Temer tivesse tido o cuidado para que os cargos fossem ocupados por pessoas sem nenhum vínculo ou o mais distante possível das falcatruas descobertas pela Polícia Federal, Ministério Público Federal e Justiça de Curitiba (entenda-se por Sérgio Moro).

 

Temer sequer deu-se o direito de fazer esse pedido aos partidos nas negociações pré-governo, pois nem mesmo dentro do seu PMDB foi capaz de afastar-se dos nomes citados na Lava Jato. Haja vista, a influência de Romero Jucá, agora ministro licenciado da Previdência (título pomposo para o que na prática significa demissão do ministério).

 

Jucá é reconhecido pela sua capacidade de gestão e habilidade política, pois tem conseguido exercer papel importante no Executivo ou no Legislativo desde o governo José Sarney, onde teve cargo comissionado, assim como teve no governo Fernando Color; e foi líder dos governos de FHC, Lula e Dilma. Da mesma forma que acumula essa experiência, Jucá também surge com destaque na Lava Jato e outras investigações em andamento no Brasil:

 

Na Lava Jato, o nome do senador (sim, ele volta a assumir o cargo) apareceu em depoimentos de delação premiada do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, como um dos 27 políticos que se beneficiaram do esquema de desvios da estatal. Além de várias outras citações no processo, Jucá é investigado pelo STF.

 

Na Zelotes, Jucá é alvo de investigação porque teria negociado, ao lado de Renan Calheiros, pagamento de R$ 45 milhões com lobistas em troca da aprovação de emenda parlamentar de interesse de montadoras de veículos.

 

O STF também incluiu o nome dele no inquérito que apura esquema de pagamento de propina na obra da hidrelétrica de Belo Monte, no Pará.

 

Semana passada, teve quebra dos sigilos bancários e fiscal autorizada pelo ministro Marco Aurelio de Mello, do STF, em investigação na qual é suspeito de receber dinheiro resultado de superfaturamento de licitações, na cidade de Cantá, em Roraima – estado pelo qual é senador.

 

Hoje, teve reveladas suas conversas com Sérgio Machado, ex-Transpetro, acusado de corrupção e delator da Lava Jato, gravadas em março, nas quais sinaliza a criação de um pacto com o objetivo de barrar as investigações de Sérgio Moro e companhia limitada. Logo cedo, em entrevista exclusiva ao Jornal da CBN, confirmou a conversa mas negou a intenção. Esforçou-se para convencer a opinião pública, convocou entrevista coletiva, reuniu-se com Michel Temer, mas não resistiu. Está fora do governo.

 

De citações, denúncias e investigações até a condenação muita coisa pode acontecer, inclusive os envolvidos serem inocentados. Portanto, para esses que aí estão, exceção aos que já tiveram pena determinada, deve-se oferecer a presunção de inocência. Isso, porém, não é suficiente quando se trata de política nesses tempos de pressão da opinião pública e justificada grita por ética. Acho que não preciso aqui lembrar mais uma vez a mulher de César, certo?

 

O presidente interino Michel Temer já havia errado ao ensaiar o nome do advogado Antônio Mariz para o Ministério da Justiça, sendo ele um crítico contumaz da Operação Lava Jato e da atuação do juiz Sérgio Moro. Foi descuidado ao não respeitar a diversidade de gênero na seleção de seus ministros. Mediu de forma errada o impacto que provocaria com o fim do Ministério da Cultura. E foi alertado que Romero Jucá, tanto quanto qualquer outro ministro investigado na Lava Jato, colocariam em risco o seu governo.

 

Temer desconsiderou as recomendações e acreditou que a ascensão ao cargo de presidente lhe concederia super-poderes, suficientes para proteger a ele e aos seus de qualquer ataque. Ledo engano … assim como os que ocuparam o poder até duas semanas, que imaginavam terem cheque em branco para todo tipo de desvio de conduta, o presidente interino sinaliza que também não foi capaz de perceber que hoje a sociedade brasileira tem outro nível de exigência, com ou sem batidas na panela.

 

Levando em consideração a escolha do deputado Andre Moura (PSC) para seu líder na Câmara dos Deputados, é de se imaginar que ainda terá muito a aprender sobre este novo momento que vivemos no país.

Mundo Corporativo: Tathiane Deândhela identifica o que rouba o seu tempo

 

 

“Não confunda estar ocupado com ser produtivo, ser produtivo não é fazer milhares de coisas ao mesmo tempo, mas fazer as coisas que estão voltadas ao seu objetivo de vida”. Esta é uma das recomendações da empresária Tathiane Deândhela, especialista em gestão do tempo, entrevistada pelo jornalista Mílton Jung, no Mundo Corporativo, da CBN.

 

Autora do livro “Faça o tempo trabalhar para você e alcance resultados extraordinários”, Deândhela ensina que o chefe da quadrilha que rouba o seu tempo é a interrupção:”ao mudar de uma para outra atividade, sete a 14 minutos são necessários para que a concentração total se restabeleça”.

 

Uma das sugestões para se fazer uma boa gestão do tempo é que logo cedo, ao acordar, você organize sua agenda e tarefas determinando o que é prioridade no seu dia. De acordo com a empresária e palestrante, é preciso saber selecionar suas atividades, pois escolhas erradas podem reduzir em até 50% sua produtividade.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, no site http://www.cbn.com.br, sendo reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN. Participam do quadro Alessandra Dias, Douglas Matos e Débora Gonçalves.

Mundo Corporativo: Anna Maria Guimarães, da Saint Paul, defende mais mulheres no conselho das empresas

 

 

As mulheres ocupam apenas 21% das cadeiras nos conselhos de administração no mundo, enquanto no Brasil esta participação é de apenas 7,2%. Com isso, as empresas estão desperdiçando o potencial que a diversidade de gênero tem a oferecer. O alerta é de Anna Maria Guimarães, diretora da Saint Paul Escola de Negócios, em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no Mundo Corporativo, da rádio CBN: “a diversidade de gênero faz a riqueza do conselho; a mulher é mais detalhistas, em uma análise de demonstração financeira, a gente tem o talento de ir mais profundamente nos detalhes. O homem é mais generalista, em uma discussão estratégia, os homens se saem muito bem. Então é uma questão de junto atuarmos para o bem da companhia”.

 

Anna Maria Guimarães também coordena o curso de pós-MBA que visa preparar as mulheres para assumirem postos nos conselhos de administração das empresas. De acordo com ela para que isso aconteça de maneira mais ampla é necessário que as executivas e gestoras tenham “um desejo genuíno, tempo para se preparem e formação complementar em governança corporativa; e depois adquirir a prática”.

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no site cbn.com.br. O quadro é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN. Colaboram com o Mundo Corporativo, a Alessandra Dias, o Douglas Matos e a Débora Gonçalves.

Mundo Corporativo: Tomas Arregui ensina como planejar a volta ao mercado de trabalho

 

 

Você foi demitido? Então, prepare-se para voltar ao mercado de trabalho e comece realizando um inventário profissional, como nos sugere o consultor de carreira Tomas Arregui, nesta entrevista a Mílton Jung, no Mundo Corporativo, da rádio CBN. “Você tem que saber quais foram os seus resultados, quais são suas principais competências, que valores você tem, e, dessa maneira, você vai ao mesmo tempo que contrói sua carreira corporativa, construindo sua carreira pessoal, aquela carreira que vai levar você onde você quiser”, diz Arregui, autor do livro “Sucesso na conquista de emprego – entendendo o mundo da procura de trabalho para fazer a coisa certa” (Editora Nelpa).

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas da manhã, no site cbn.com.br O quadro é reproduzido aos sábados no Jornal da CBN. Colaboram com o Mundo Corporativo Alessandra Dias, Douglas Mattos e Debóra Gonçalves.

Mundo Corporativo: Cristiane Correa conta a história de quatro dos maiores empresário brasileiros

 

 

Brasileiro pensa que por ser empreendedor vai ficar rico da noite para o dia, mas não é assim, isso aconteceu com Mark Zuckerberg, no Facebook, uma exceção. Em geral, para as coisas darem certo, são necessárias décadas de trabalho muito duro. Essa é uma das lições que se aprende ao conhecermos as histórias de quatro dos maiores empresários brasileiros, contadas pela jornalista Cristiane Correa. Ela é autora dos livros “Sonho Grande”, no qual escreve sobre o trio Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira, da AbInbev, e “Abílio”, que traz a trajetória de Abilio Diniz, ex-Pão de Açúcar e um dos mais importantes empresários do varejo global.

 

Em entrevista ao Mundo Corporativo, da rádio CBN, Cristiane Correa mostra que poucos serão capazes de construir impérios como eles construíram, mas todos podem aprender a partir da forma como esses empresários administram seus negócios e enfrentam seus desafios. Lemann, Telles e Sicupira acreditam na meritocracia, simplicidade e busca constante por redução de custos; enquanto Diniz além de determinado e ambicioso, se destaca por sua resiliência.

 

O Mundo Corporativo, apresentado por Mílton Jung, pode ser assistido ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no site cbn.com.br. O quadro é reproduzido aos sábados no Jornal da CBN e tem a colaboração de Alessandra Dias, Wagner Magalhães e Débora Gonçalves.

Anote aí: registrar metas, ideias e ações ajuda a organizar o pensamento e alcançar resultados

 

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Minha mesa de trabalho no estúdio da CBN

 

Texto escrito originalmente na minha conta no Medium com colaboração dos ouvintes da CBN

 

O hábito é antigo, vem do tempo da escola. Para prestar atenção no que o professor ensinava, a caneta na mão era essencial. Anotava algumas palavras, também citações. Preenchia meu caderno de expressões e frases soltas, que costumavam não fazer sentido ao fim da aula e nunca mais seriam consultadas por mim. Porém, ao grafá-las no papel marcava na mente, memorizava.

 

Hoje, nas entrevistas que faço no rádio, sigo anotando. Às vezes é algo que o entrevistado responde, outras, o que pretendo perguntar a seguir. Risco o papel também quando estou pensando no que dizer assim que a reportagem se encerrar ou o microfone for aberto. Ao fim de três horas e meia de programa, tenho rascunhos espalhados pela mesa do estúdio. Pra não pensar que gasto papel à toa, costumo usar o verso das laudas e sobras da impressora.

 

Esses rabiscos todos me ajudam a enxergar melhor a informação e organizar o pensamento.

 

Trato aqui desse assunto, provocado pela participação de ouvintes após meu bate-papo na terça-feira com Bel Pesce, empreendedora que apresenta o quadro Caderninho da Bel, duas vezes por semana, às 6h45, no Jornal da CBN. Ela listou sete pontos para justificar o uso do seu caderninho. Sim, ela usa mesmo um caderninho, não é apenas o nome do programa (ou do livro que deu origem ao programa).

 

No topo da lista está o fato de que, ao escrever, nos permitimos pensar além de “o que fazemos”; pensamos nas ações e consequências, ou seja, em o “como” e o “por que fazemos”. E responder, principalmente, “por que fazemos” é o que diferenciou os grandes líderes e as empresas revolucionárias dos demais, conforme aprendemos com Simon Sinek, autor de Start With Why: How Great Leaders Inspire Everyone to Take Action, que cito em meu livro “Comunicar para liderar”.
Para conhecer a lista completa da Bel Pesce, veja o comentário dela no site da rádio CBN:

 

 

Nestes últimos anos, tenho me surpreendido ao entrevistar diferentes autores sobre as vantagens que temos ao registrarmos nossas ações e suas consequências. A maioria deles, usando diferentes estratégias, defende que devemos realizar esse exercício com o objetivo de organizarmos nossa mente na busca de maior eficiência nos projetos que desenvolvemos.

 

Após o comentário da Bel ir ao ar na CBN, muitos ouvintes compartilharam por e-mail experiências no registros de seus atos. A maioria prefere usar as ferramentas digitais que estão à disposição. Everton Tobar escreveu que costuma fazer suas anotações no Word, programa de texto da Microsoft: “isso facilita a pesquisa e concentra os dados (não preciso ter vários cadernos nem saber onde está o que procuro).

 

O Emerson W. Dias me apresentou o Keep, do Google, programa que foi lançado em 2013: “vou anotando tarefas, metas, ideias, reflexões, lembretes .. e programo a data que quero ser lembrado disso, pode ser amanhã ou daqui a dois anos”. É um concorrente direto do nosso velho conhecido Evernote, no qual podemos fazer anotações e incluir fotos, áudio e link. Há poucas semanas ganhou novas opções. Lembretes, compartilhamentos e listas são acessíveis através do menu de navegação do aplicativo, em seu celular.

 

Da colaboração dos ouvintes, destaco ainda a ideia defendida por Pedro Luiz: “quando pensamos em algo, isso geralmente fica na esfera do mental e do emocional; quando anotamos, distribuímos o pensamento nos três centros de força do ser humano: cabeça, coração e mão (ou ação)”. Pelo que entendi, para ele, ao registramos uma meta ou uma tarefa, a tendência é que se saia do campo das intenções para o das ações.

 

Encerro, fazendo outro registro de ouvinte: Eduardo Barbosa enviou-me sua própria lista de razões para anotar experiências e reflexões sobre a vida. Reproduzo algumas abaixo:

 

1. Ajuda a organizar os pensamentos na mente, proporcionando ampliação do espaço e tempo mental

 

2. Os registros escritos ajudam no planejamento do que queremos fazer

 

3. Quem escreve pensa melhor; e quem pensa melhor se expressa melhor

 

4. Leva ao cultivo da síntese

 

5. Permite unir o presente ao passado e ao futuro, ou seja, traz a consciência da própria vida

Mundo Corporativo: Ruy Shiosawa do GPTW mostra por que é importante investir nas pessoas

 

 

Empresas que cuidam melhor dos seus funcionários tendem a valer mais, ganhar mais dinheiro e alcançar resultados melhores. É o que se constata em estudo realizado pelo GPTW – Great Place to Work, consultoria que realiza pesquisa e desenvolvimento profissional, apresentado no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, o presidente do GPTW Brasil, Ruy Shiosawa, alerta que é preciso mudar o foco dos administradores que tendem a reclamar da dificuldade que enfrentam ao tratar com os profissionais da empresa: “o primeiro passo é vencer esta barreira e encarar o desafio, temos de gerir pessoas de uma maneira exemplar, porque os resultados de uma empresa virão através das pessoas e não apesar delas”

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, às quartas-feiras, a partir das 11 horas, no site da Rádio CBN (www.cbn.com.br). O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN. Participaram do Mundo Corporativo Paulo Rodolfo, Douglas Matos e Débora Gonçalves.

Mundo Corporativo: as dicas de Marcos Rizzo para quem pensa em abrir uma franquia

 

 

No setor de franquias, há uma tendência pela forte consolidação no mercado de alimentação, especialmente em marcas de fast-food, e deve haver cuidado redobrado em relação a investimentos baseados nos negócios que estão na moda como as paleterias, por exemplo. A recomendação é do consultor Marcos Rizzo, da Rizzo Franchising, em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo da rádio CBN. Com base no trabalho que há 30 anos realiza com franquias, Rizzo também fala da atenção que você deve ter no momento de escolher o ramo de atuação e da maneira de ter vida longa neste negócio.

 

O Mundo Corporativo é apresentado, ao vivo, toda quarta-feira, às 11 horas, no site http://www.cbn.com.br, com participação dos ouvintes pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelos Twitters @jornaldacbn e @miltonjung (#MundoCorpCBN) O programa é reproduzido aos sábados, às 8h10, no Jornal da CBN. Participam do Mundo Corporativo: Paulo Rodolfo, Douglas Ritter e Wellinton Barrios.