Mundo Corporativo: Rodolfo Araújo, da Edelman, mostra resultado de pesquisa global sobre inovação

 

 

A relação das pessoas com inovação está muito ligada a solução de problemas contemporâneos, então é para isso que as empresas precisam prestar atenção. A constatação é de Rodolfo Araújo, líder de conhecimento e pesquisa da Edelman Significa, agência que realizou pesquisa com 10 mil pessoas em 10 países, inclusive o Brasil, para entender a cabeça do consumidor diante do tema inovação. O resultado deste trabalho você encontra na entrevista ao jornalista Mílton Jung, no Mundo Corporativo, da rádio CBN. Araújo disse que,apesar de algumas empresas serem inovadoras não são boas divulgadoras, pois os investimentos na transformação de produtos e serviços não são percebidas pelo público.

 

O Mundo Corporativo pode ser ser assistido ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no site http://www.cbn.com.br. O quadro é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN, e tem a colaboração de Paulo Rodolfo, Douglas Matos e Debora Gonçalves.

Já não se faz mais como antigamente

 

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Em conversas frequentes com estudantes de jornalismo, esforço-me para mostrar que a escolha que fizeram faz muito sentido em uma época na qual a informação e, por conseguinte, o desenvolvimento de conteúdo são essenciais. Tento não repetir o que ouvia já nos meus tempos de faculdade – e lá se vão mais de 30 anos – quando éramos visitados por profissionais, alguns bastante respeitados pelos jovens, que insistiam em nos desestimular pela falta de perspectiva que haveria na profissão: “já não se faz mais jornalismo como antigamente”. E não se fazia mesmo. Como hoje, aliás. Esse, porém, é assunto para outro texto.

 

Escrevo sobre o saudosismo que me parece permear as emoções de muitos dos profissionais já estabelecidos no mercado, e alguns, inclusive, afastados por aposentadoria consentida ou forçada, para destacar opinião do ex-jogador Tostão, publicada em reportagem do jornal O Globo, na edição de sábado, 21 de novembro. O gancho para o texto do jornalista Carlos Eduardo Mansur foi a reclamação de alguns dos atuais jogadores da seleção brasileira, expressa em entrevista por Daniel Alves, quanto as críticas proferidas por comentaristas esportivos que já jogaram futebol.

 

É verdade que a seleção brasileira, treinada por Dunga, não é empolgante e o porre do 7×1, sob comando de Luis Felipe Scolari, deixou-nos com uma ressaca que será eterna enquanto dure. Mas também é verdadeiro o fato de que projetar as glórias, táticas e dribles do passado para os gramados atuais é uma injustiça, pois a forma de jogar futebol mudou por completo diante de estratégias mais bem organizadas e pelo desenvolvimento físico de atletas – haja vista a força e a velocidade com que atuam hoje.

 

Não quero, porém, me ater ao futebol. O que me interessa na opinião de Tostão é a explicação que dá para esta reação comum na maioria de nós quando nos referimos a realidade vivida no passado, às vezes, recente:

 

“Isso não é pecado, não é deturpação, não é vigarice. É da vida, é de todo tipo de atividade. Há o ex-jogador que vive ligado ao passado, não assume ou não se identifica com a sua vida atual. Vive enamorado do que ele foi: “Na minha época era melhor”. É a tal memória afetiva. O sujeito vive uma época de glória e tem dificuldade de viver o momento. São componentes humanos habituais, até mesmo o receio de que surja alguém melhor do que ele foi”.

 

Gosto de ler o craque – do jogo e das palavras – porque sintetiza com clareza pensamentos que minha capacidade de se expressar, muitas vezes, não permite.

 

A reflexão feita por Tostão deve servir de alerta para profissionais de todas as áreas, independentemente de onde atue. Em nome do saudosismo, criticamos o que é feito aqui e agora, ficamos a nos lamentar e a praguejar o novo com o qual nos deparamos no escritório e na empresa (ou na redação, no caso dos jornalistas). Exaltamos o passado por temer nossa incapacidade de se adaptar ao que está para acontecer. Assim como remetemos o pensamento ao que foi porque a memória é seletiva e nos faz esquecer quanto difícil eram os processos e quantos erros cometíamos.

 


Sem perder as referências que ajudaram a construir seu conhecimento, deixe o saudosismo para trás, prepara-se para as mudanças e se adapte a regra do jogo. Ou invente o seu próprio jogo. Pois já não se faz mais nada como antigamente.

 

A foto que ilustra este post é do álbum de Rhea Monique, no Flickr, e segue as recomendações de criação comum

Cuidado, seu escritório pode estar cheio de “formigas” que não fazem coisa nenhuma

 

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Crescemos ouvindo a fábula da formiga e da cigarra contada por Jean de La Fontaine, inspirada no Esopo, e fomos ensinados, por nossos pais e professores, que o trabalho dignifica o homem. Aquele exército de formiga que circulava incansavelmente de lá para cá, sem que a gente entendesse bem de onde vinha e para onde ia, esteve na analogia de dez em cada dez palestras motivacionais apresentadas nas reuniões da firma. Na minha infância, apenas meu avô reclamava delas pois atacavam suas roseiras.

 

Até hoje dizem que fazemos um trabalho de formiguinha quando querem explicar a ação muitas vezes pequena e paciente que cada um realiza em benefício do coletivo. O tal inseto admirado por muitos consultores é sempre apresentado como prático, objetivo e obcecado por suas tarefas. Um operário-padrão (cruz-credo)!

 

Pobre da cigarra! A ela restava o papel de bon vivant, mau exemplo para os colaboradores da organização por preferir o ócio a labuta, que, no fim das contas ou da fábula, pagaria caro por suas escolhas. Teria de pedir favor à formiga para sobreviver ao rigor do inverno – aliás, outra analogia cruel pois esta estação do ano pode ser bastante elegante, romântica e lucrativa.

 

A hora da vingança chegou: pesquisadores do Laboratório de Insetos Sociais da Universidade de Tucson, no Arizona, após observação minuciosa da ação dentro de um formigueiro, flagraram metade das formigas sem fazer absolutamente nada, limitando-se a andar de lá para cá, informa reportagem que li no jornal O Estado de São Paulo.

 

Bem verdade que alguns dos cientistas, incrédulos com a própria descoberta, ainda levantam a suspeita de que as formigas-preguiçosas possam ser uma espécie de reserva de mão de obra que entraria em ação na ausência das colegas, ou se o formigueiro fosse atacado por inimigos, ou como entreposto de comida para outras formigas, alimentando-as com o seu vômito – o que convenhamos pode ser nobre, mas é nojento.

 

Assim que me deparei com a reportagem visualizei a cigarra esfregando suas mãos e pensando em voz alta: “bem feito suas metidas”. E, também, lembrei-me de imagem menos fantasiosa que muitas vezes registramos nos escritórios que a profissão me leva a visitar. São dezenas de trabalhadores circulando pelos corredores ou teclando de cabeça baixa em suas baias. Uma gente que entra e sai pela porta e surge de todos os lados fazendo sei lá o quê. Muito parecido com um formigueiro. Aliás, bem mais parecido com o formigueiro agora que os pesquisadores destruíram com a reputação das formigas.

 

Não é o caso de uma revisão na fábula. Agora já é tarde, o mal já foi feito! Mas ao menos devemos refletir sobre o tema, pois é bem possível que aí na sua empresa muitos funcionários ajam como as formigas-preguiçosas não por serem preguiçosos, mas por falta de orientação.

 

Será que os líderes dos grupos de trabalho que compõem sua organização foram capazes de transmitir as mensagens necessárias para que cada um saiba a função que tem de cumprir dentro do formigueiro, ops, perdão, do escritório? A comunicação entre os departamentos tem sido eficiente? O que o comando da empresa prega é o que os profissionais fazem? A propósito, o comando da empresa sabe o que quer?

 

Ajustar as mensagens, definir funções, estimular discussões, trocar mais informações, permitir que os departamentos se falem e incentivar o surgimento de líderes dentro do grupo de liderados são algumas ações possíveis para impedir este desperdício de dinheiro e talento.

 

Aproveite e passe a valorizar mais a cigarra que está no seu escritório, aquele funcionário que pode até não parecer tão empenhado nas funções impostas, mas por ter uma cabeça arejada e olhar criativo sobre as coisas pode se transformar em uma grande fonte de inovação.

Mundo Corporativo: Clemente Nóbrega diz que líderes são responsáveis por criar ambientes que incentivem à inovação

 

 

O Brasil não é bom em inovação porque o ambiente não estimula esta prática e para que isso aconteça é necessário que se crie condições apropriadas como investir na meritocracia, reconhecendo quem produz, ter processos justos, clareza de propósito e respeito (inclusive à propriedade intelectual). A análise é do consultor Clemente Nóbrega que defende a necessidade de se ter líderes no país dispostos a realizar esta transformação. “Inovação não é simplesmente você associar as ideias a uma inspiração genial que alguém tem enquanto está no chuveiro, como o folclore sobre o tema diz, inovação pode ser aprendida, pode ser exercitada como uma atividade”, disse em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. Nóbrega é físico por formação, executivo e o autor do livro “A intrigante ciência das ideias que dão certo”(Alta Books)

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, com transmissão ao vivo pelo site da rádio CBN. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN e tem as participações de Paulo Rodolfo, Douglas Matos e Débora Gonçalves.

O desafio que a união do rádio com a internet impõe aos estudantes de jornalismo

 

 

O interesse de estudantes de jornalismo pelas novas tecnologias não me surpreende, mas chama atenção como tenho sido procurado para relacioná-las ao rádio, o que me entusiasma pois sempre acreditei na internet e nas demais ferramentas que surgiram, dentro dela ou a partir dela, como caminho para propagar o trabalho que realizamos. O que me deixa ainda mais satisfeito é que a CBN é a grande referência que esses jovens têm quando tratam do tema, resultado do investimento que se tem feito em inovação, desde o seu surgimento, em 1991.

 

Nesta semana, o estudante de jornalismo David Paulo e seu grupo, do 4º ano de jornalismo, da Uninorte, em Manaus (AM), que estão realizando trabalho sobre o livro “Jornalismo de Rádio”, que escrevi em 2004 e foi editado pela Contexto, me convidaram para, em vídeo, falar sobre a ideia de que a internet é o novo oxigênio do rádio, defendida por mim desde aquele tempo.

 

No vídeo que será apresentado pela turma e compartilho com você agora, falo do desafio que rádio, redes sociais, podcast e internet impõem aos jovens jornalistas que se preparam para atuar neste mercado da comunicação.

A crença na inovação leva shopping center para a internet

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

IMAGEM

 

Há 15 anos, a internet atraiu a atenção de muitos setores. O e-commerce começou a tomar corpo. Nesta década e meia dos 200 milhões de brasileiros 91 acessam a web e 61 milhões já compraram pela internet. O vestuário, que diziam ser inadequado para venda sem tocar e provar, é o primeiro da lista. O varejo virtual, tido como adversário do físico, é hoje aliado indispensável onde se configura o “omni channel”, que significa que físico e virtual juntos aumentam a venda.

 

Ao constatarmos essa evolução do e-commerce, no qual surgiram grandes operações, identificamos um contraponto no mundo físico em seu formato de maior sucesso que é o shopping center. Até hoje, nenhum deles apresentou-se na web. É um fato que não encontra explicação pela obviedade da extensão e da compatibilidade. Agravada pela alternativa da compensação da queda de vendas atual no mundo físico e justificada apenas pela acomodação do sistema estabelecido. Diferentemente do que ocorre no novo mundo, onde surgem inovações como podemos ouvir nas entrevistas de Mílton Jung com jovens empreendedores. Eles têm exposto conceitos e atitudes inovadoras. Acompanhe algumas das suas opiniões:

 

João Cristofolini, 25 anos, MBA Empreendedor.com entre outros

”Inovação não é necessariamente criar algo novo. Pode ser uma solução nova. Inovação é a combinação de pontos que já existem de uma forma mais eficiente, seja a melhoria de um processo interno, a melhoria de um produto, ou, até mesmo, algo disruptivo no mercado”.

 

Débora Emm, 29 anos, Inesplorato

”Inovação para mim é provar todos os dias que a gente está vivo, quando a gente para de pensar, de fazer as coisas de uma forma melhor, de evoluir nossas ideias, de evoluir nossos processos de trabalho, significa que a gente não está mais vivo, então, para mim, é como respirar, é o nosso oxigênio, inovar é um exercício diário de provarmos que a gente está acordado e que a gente merece estar aqui vivo”.

 

Artur da Silva, 29 anos, Conta do Lar

”Inovação para mim é uma constante, é romper com o tradicional, para encontrar novas soluções para problemas já existentes”.

 

Embasado nesse espírito buscamos um empreendedor que acolhesse a inovação de colocar na web o seu shopping center físico. E, encontramos. Finalmente, durante os últimos 12 dias estamos trabalhando em Angra dos Reis, litoral do Rio de Janeiro, para a implantação do PIRATAS ON LINE, a réplica do Shopping Piratas, que há muito já oferecia acesso por terra, ar e mar. A plataforma é robusta em tecnologia (SOKS) e avassaladora na venda, partindo de um CRM de 42 milhões de consumidores. Ainda assim a adesão à inovação não é de todos. Afinal nem todos são iguais ao João, a Débora e ao Artur, mas todos estão convidados no dia 20 de outubro a acessar:

http://www.piratasonline.com.br

A primeira réplica

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung, às quartas-feiras.

Varejo que sai da crise

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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Dois perdidos na floresta avistam um leão. Um deles amarra rapidamente o tênis. Seu companheiro pergunta por quê? Ele responde porque para se salvar precisa apenas correr mais do que ele.

 

Essa velha história reflete de alguma maneira o que os mercados exigem dos competidores, principalmente em momentos de crise. É preciso encontrar caminhos para sair da dificuldade momentânea na frente do concorrente.

 


Antonio Saramago, da On The Spot da Telefonica, em entrevista a Mílton Jung no Mundo Corporativo, apresentou alguns caminhos. Por exemplo, através de tecnologias que possibilitam humanizar e diferenciar a essencial questão do atendimento no varejo. Além de armazenar subsídios para o suporte da loja voltados a eficácia da operação, registrando números essenciais como frequência, taxas de conversão, peças por cliente, e captando emoções através de câmeras.

 

PODER

 

Sebastião Bomfim Filho, da Centauro, mostra outra solução e sai na frente de novo. Após montar o maior varejo esportivo do país, sem traumas, o que lhe valeu o título de “Um herói nada trágico” em matéria da revista Poder, assinada por Paulo Vieira, aposta no canal de vendas total. “A meta do momento é tornar a Centauro omni-channel (em que os canais de vendas off-line e on-line e seus processos são harmoniosamente integrados)”.

 

SOKS

 

Ricardo Abdo e Antonio Mesquita da SOKS tecnologia abrem um novo caminho através da internet. Estão assinando contrato com Mario Mello do Shopping Piratas de Angra dos Reis para a construção do primeiro Shopping Virtual 3D, a ser lançado em outubro deste ano. Os 100 lojistas poderão vender pela internet para Angra e todo o mundo, além de ter aplicativos de relacionamento com os clientes que chegam ao Shopping real.

 

Sem dúvida, soluções mais seguras para quem não precisa enfrentar um leão, mas poderá dar conta da recessão.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung, às quartas-feiras.

Mundo Corporativo: Antonio Saramago, da On The Spot, mostra como a tecnologia muda a experiência do consumidor na loja

 

 

Equipamentos digitais já são capazes de perceber o humor do consumidor e oferecer produtos e serviços apropriados para cada situação. Nas gôndolas, câmeras captam a reação das pessoas e ajudam o gerente a adaptar seus negócios para atender às necessidades do público. Esses são alguns dos exemplos de como a tecnologia e a inovação estão transformando a experiência do consumidor no ponto de vendas. Para Antonio Saramago, diretor executivo da On The Spot no Brasil, empresa do grupo Telefonica, esse investimento beneficia o consumidor e o varejo: “o consumidor quer uma compra rápida, quer uma compra eficiente, quer ser bem atendido. No caso do varejista, quer dar o melhor serviço e conhecer o perfil dos condumidores, cada vez mais!”. Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN, Saramago apresenta o avanço que a tecnologia tem proporcionado na relação entre clientes e lojistas.

 

O Mundo Corporativo é transmitido, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no site da rádio CBN e o programa é reproduzido aos sábados, 8h10, no Jornal da CBN. Colaboram na realização do Mundo Corporativo: Paulo Rodolfo, Douglas Mattos e Ernesto Foschi.

Mundo Corporativo: Jaime Szulc, presidente da Goodyear, fala de inovação e gestão de pessoas

 

 

A tendência mundial no mercado de pneus é fabricar produtos com maior durabilidade, que reduzam o impacto no meio ambiente e gerem redução de custos para os clientes, pois estamos diante de consumidores mais conscientes e bem informados. A opinião é do presidente da Googyear para a América Latina, Jaime Szulc, entrevistado do programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. Ele explica que atualmente a indústria já é capaz de colocar no mercado um pneu que dure 20% a mais do que há alguns anos, porém o consumidor vai exigir ainda mais. Em conversa com o jornalista Mílton Jung, Szulc comenta sobre o grande desafio da carreira dele que foi assumir o comando de uma empresa centenária e tradicional, como é o caso da Goodyear, e modernizar seus processos desde a fabricação dos produtos até a gestão de pessoas. “A felicidade (do colaborador) é tanto maior quanto mais você trabalha naquilo que tem paixão, esta é a chave na gestão de pessoas”, explica.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, no site http://www.cbn.com.br e você participa com perguntas para mundocorporativo@cbn.com.br e pelos Twitters @jornaldacbn e @miltonjung (#MundoCorpCBN). O programa é reproduzido aos sábados no Jornal da CBN e tem a participação do Paulo Rodolfo, do Douglas Mattos e do Ernesto Foschi​

Mundo Corporativo: Maurício Goldstein fala de gestão inovadora

 

 

Uma crença fundamental no ser humano, este foi o fator diferencial que os consultores Maurício Goldstein e Vicente Gomes, da Coral, encontraram nos líderes de 24 empresas identificadas por eles como adaptadas as atuais exigências do mercado. O resultado desta pesquisa está no livro “Novas organizações para uma nova economia – Um mundo onde as empresas, as pessoas e o planeta prosperam juntos”, ponto de partida da entrevista do programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. Goldstein destacou ainda que essas corporações geralmente têm um fundador ou um líder muito forte, carismático e um sonho mobilizador.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, no site da rádio CBN (www.cbn.com.br), com participação dos ouvintes pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn e @miltonjung (#MundoCorpCBN). O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.