As 10 palavras mais procuradas na internet

 

O destaque no noticiário ficou para as palavras “sexo” e ” pornô”, mas a pesquisa realizada pela Symantech apontou lista mais ampla de termos procurados por crianças e adolescentes na internet. Para que ninguém fique mal-dizendo a rede e imaginando que os computadores são a porta de todos os males, veja o que eles mais procuraram neste primeiro semestre:

1. You Tube
2. Google
3. Facebook
4. Sexo
5. MySpace
6. Pornô
7. Yahoo
8. Michael Jackson
9. Fred Figglehorn
10. Ebay

A lista completa com as 100 palavras mais procuradas pelas crianças você encontra no site da Symatench

Combate a pornografia infantil

 

A Câmara de São Paulo quer proibir anúncios pornográficos no saguão de salas de cinema e teatro, comuns na região central, sob a justificativa de que as crianças que passam pela calçada ficam expostas a este material. A proposta do vereador Quito Formiga soa ultrapassada ao se ter a informação de que “sexo” e “pornô” estão entre as 10 palavras mais procuradas por crianças e adolescentes, na internet, conforme levantamento da Symantech, que desenvolve software de segurança. Certamente não serão estas casas que apresentam sexo explícito na tela ou no palco que irão desvirtuar os meninos e meninas, mesmo porque a maioria não passeia mais por estas áreas degradas da capital paulista.

Os garotos e garotas – sim, elas também tem a mesma curiosidade – quando querem saber mais sobre o tema tem outros canais à disposição. O psicólogo Rodrigo Nejm, entrevistado no Jornal da CBN, disse que antes de se pensar em censurar as mensagens ou usar alguma ferramenta que impeça o acesso ao material impróprio às crianças é preciso mudar o “software” de nossas mentes, incluindo o dálogo e a orientação na relação com os filhos.

Acreditar que o silêncio ou a fiscalização sem aviso serão suficientes para impedir que as crianças e adolescentes naveguem por sites pornográficos ou mantenham conversas que os exponham a riscos, é fugir da responsabilidade de pai e mãe. Nem sempre é fácil falar de sexo com os filhos, as palavras podem soar de forma agressiva, a vergonha e falta de habilidade atrapalham o diálogo, sem dúvida. Não se pode imaginar que com tantas informações eles acreditarão naquela história de cegonha ou do passarinho na florzinha. Tão pouco é preciso “partir para a ignorância”.

A escola também pode orientar os pais a desenvolver este diálogo. Claro, aquelas que são capazes de trabalhar com o tema sexualidade na sala de aula.

Na dúvida, vá também na internet e busque informações que possam ajudar nesta relação com os filhos. O SaferNet, entidade que trabalha no combate a pornografia infantil na internet, mantém site com sugestões de como se prevenir deste ataque virtual. Visite o site www.denuncie.org.br

Voto na rede

Por Carlos Magno Gibrail

Enquanto o número de brasileiros que usam a internet é estimado em 65 milhões, dados da comScore, suas previsões apontam para 100 milhões em 2010, ano de eleições.

Nos 54 milhões de pessoas que acessaram a internet até três meses antes da realização da pesquisa do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br)  em 2008, 25,8 milhões usaram lanhouses; 22,8 milhões acessaram em seus domicílios; 11,3 milhões no trabalho; 11,8 milhões em casa de amigos; 7,8 milhões na escola; 1,9 milhão em telecentros e 149 mil em outro lugar.

O Congresso Nacional está em vias de referendar reforma eleitoral, já aprovada no plenário da Câmara, que disponibiliza a internet para propaganda e arrecadação política e eleitoral.

Tudo indica que teremos mudanças radicais no processo eleitoral. Podemos estar diante de rupturas na estrutura de poder da Nação a partir da introdução da rede eletrônica como divulgação e interação dos candidatos.

O presidente do TSE, Carlos Ayres Britto disse ontem à Folha que o projeto  fragiliza a transparência das eleições.

O relator da reforma eleitoral, deputado Flávio Dino discorda “Ao contrário. Na medida em que houve franqueamento da internet para partidos, candidatos e eleitores é um mecanismo de transparência”

A proposta restringirá a compra de publicidade online, mas permitirá que candidatos divulguem informações sobre suas campanhas além do próprio site oficial, “Blogs, Twitter, Facebook, MSN Messenger, torpedo, vale tudo”, afirmou Dino. A liberação significa que candidatos poderão criar perfis no Twitter, promover encontros de correligionários em redes sociais como o Orkut ou Facebook, informar eleitores por mensagens de SMS e promover blogs próprios.

As doações online também serão permitidas, restritas a 10% da renda pessoal do eleitor. O valor foi alterado por Dino após o texto original da reforma eleitoral ser criticado por permitir doações máximas de mil reais.

A medida difere da legislação norte-americana, que permitiu, por exemplo, que o então candidato Barack Obama, comprasse links patrocinados atrelados a buscas sobre o boato de ser mulçumano. A estratégia foi usada para oferecer links a conteúdos que esclareciam a religião e a história pessoal do candidato.

Conseguiu 750 000 voluntários e arrecadou US$ 1,2 bilhões.

Os jornalistas profissionais nem bem adaptados a nova regulamentação da profissão, estão diante de uma nova época da comunicação eleitoral.

Da não exigência do diploma de graduação – tão mal comparada à profissão de cozinheiro pelo Ministro, tão bem comparada à profissão do administrador pelo colunista Marx Gehringer, – à era da eleição interativa.

Não obstante a competição com outros profissionais não jornalistas, entra agora o próprio leitor como interlocutor e autor.

Muda a mídia, muda o conteúdo?
Adapta-se ? Cria-se um novo?
Ou o conteúdo é o mesmo, muda-se apenas o meio ?

Era de se esperar que num mercado  de segmentação, de nichos e de customização , o jornalista também tivesse que enfrentar a diversidade da evolução dos conteúdos e da proliferação das mídias , tratando-as com pertinência.

As Escolas de Jornalismo rápidas e inteligentemente preparam-se para uma valorização e atualização dos cursos. Focam na diversidade da mídia e apostam na contemporaneidade dos currículos. “Curso de Jornalismo se torna mais multimídia” Fuvest, ontem.

McLuhan deve estar assessorando-as, pois “O meio é a mensagem”.

Carlos Magno Gibrail é doutor em marketing de moda e escreve, às quartas, no Blog do Milton Jung

Penna também investe em vereador 2.0

O presidente nacional do PV e vereador por São Paulo, Penna, tem investido na ideia de melhorar o acesso dos cidadãos ao gabinete e projetos propostos por ele através da internet. Em julho, completará um ano de programa online no qual discute, por chat, questões políticas e ambientais. Desde o início do ano inclui temas relacionados ao mandato à medida que assumiu em janeiro o cargo na Câmara Municipal.

Mara Gabrilli lança portal com serviços e contas públicas

Site Mara Gabrilli

De cara nova, o site da vereadora Mara Gabrilli (PSDB) está no ar e rompe as barreiras do gabinete na Câmara Municipal. As informações sobre o mandato estão lá, sem dúvida. Inclusive a prestação de contas detalhada, obrigatória a todos os vereadores da capital paulista. Mas os serviços e canais disponíveis transformam o espaço em um portal que vai além da atuação dela no parlamento.

O projeto digital, não poderia deixar de ser, está voltado para o tema da acessibilidade e inclusão da pessoa com deficiência. É possível baixar livros e guias de serviço, entre os quais um que trata do desenho universal. Há acesso para vídeos, e logo na primeira página você pode assistir a dicas da cidade no Telelibras, telejornal produzido e apresentado por deficientes.

A qualidade das calçadas tem um link exclusivo com informações sobre o Plano Emergencial de Calçadas. Foi lá que aprendi: “quando melhoramos 10% dos passeios públicos que estejam em rotas estratégicas – leia-se locais de maior concentração de serviços, ou seja, bancos, escolas, entre outros – resolvemos 90% da mobilidade de um município”.

A propósito, se você encontrar alguma barreira urbana no seu caminho terá o espaço “denúncia online” para registrar sua queixa.

Portal da prefeitura gera nova demanda à sociedade

Há uma semana, em encontro na Conip sobre Governo 2.0, tive a oportunidade de conversar com gestores públicos, que enchiam uma das salas do evento, sobre meu olhar em relação a ações dos governos no mundo digital. Existem iniciativas positivas e experiências com resultados aparentes, assim como muita gente botando dinheiro público fora ao investir em projetos que pouco colaboram com o cidadão. Na minha visão, o primeiro passo é que as informações relevantes estejam disponíveis a todos. E o melhor caminho é a publicação desses dados na internet.

Ofereçam os dados, publiquem as informações e a sociedade organizada fará sua parte avaliando e valorizando o conteúdo disponível. Um exemplo prático é o que a ONG Transparência Brasil faz ao reunir o que está na internet e devolver à sociedade este material sistematizado, de forma a que o cidadão comum consiga compreender aquela realidade, muitas vezes pública mas não compreensível.

A prefeitura de São Paulo deu um passo importante na tarde de hoje ao apresentar o portal De Olho Nas Contas, apelidado de Portal da Transparência. Reuniu jornalistas de várias redações para mostrar o conteúdo que já está disponível. O prefeito Gilberto Kassab (DEM) que abriu o encontro chegou a exagerar: “a internet veio para nos salvar”. Para ele, com as informações, o cidadão será peça importante na fiscalização da administração municipal e das empresas que prestam serviço à prefeitura.

O ponta pé inicial desta ação foi dado na secretaria municipal de Educação, onde o secretário Alexandre Schneider, sempre conectado, fechou parceria com a Microsoft para elaborar o Portal da Educação, no ar há cerca de dois meses. Outras pastas e pessoas ligadas ao prefeito ajudaram a desenvolver o projeto que teve assessoria técnica da Prodan.

Jornalistas que estiveram na prefeitura pareciam entusismados pela quantidade de informação disponível. E isso para quem trabalha com notícia é fundamental. Mas o portal ainda precisa de ajustes. Lembro de Soninha Francine, na mesma Conip Governo 2.0, dizer que “transparência não é sinal de clareza”. E reclamar que o portal da prefeitura, este que com o qual interagimos há três administrações, ainda oferece dificuldades para, por exemplo, se realizar buscas.

No “De olho nas contas”, algumas ferramentas facilitam a pesquisa, mas haverá necessidade de desenvolver técnicas que tornem a informação não apenas transparente como clara. Por exemplo, é fundamental para que o cidadão possa fiscalizar o funcionamento de um posto de saúde que consiga saber de maneira simples quem são os servidores que deveriam trabalhar no local. O dado está lá, mas ao oferecer uma lista apenas em ordem alfabética atrapalha a busca já que estamos falando de milhares e milhares de nomes e funcionários.

A prefeitura garante que em breve novas ferramentas serão desenvolvidas para melhorar a qualidade da informação. E aqui a sociedade digital poderia exercer seu papel colaborativo levando à administração a experiência de outros governos e comunidades.

Conheça e opine sobre o “De olho nas contas” da prefeitura de São Paulo

Vereador promoverá chat com cidadãos

 

Adote um VereadorAs ferramentas da internet aos poucos são exploradas pelos vereadores de São Paulo. Floriano Pesaro (PSDB-SP) promove, hoje, um chat pelo qual pretende conversar com os cidadãos sobre temas relacionados ao mandato dele. A partir das quatro e meia da tarde, durante uma hora, o cidadão poderá acessar o site de Pesaro, fazer perguntas, dar opinião, oferecer ideias e criticar o desempenho dele no parlamento.

Pesaro foi Secretário Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social no primeiro mandato do prefeito Gilberto Kassab (DEM) e após deixar a função concorreu a uma vaga na Câmara Municipal elegendo-se pela primeira vez com 31.733 votos.

Tem se esforçado para marcar posição na internet. Pelo site dele você tem algumas informações do gabinete como gastos com a verba indenizatória e a lista de funcionários. Mantém um blog e envia informações pelo Twitter – por enquanto apenas duas, desde 18 de maio quando a primeira foi ao ar. No mini-blogging há uma situação curiosa: o perfil falso dele tem quase tantos seguidores  (34) quanto o oficial (43), que pode ser seguido no endereço @floriano45.

Floriano Pesaro afirma, em seu blog, que os chats serão mensais. Boa oportunidade para cobrar posições sobre temas que você considerar importante neste momento na cidade.

“1º. de Abril” é censurado e causa expulsão na USP

É proibido brincar na USP. E a pena aos atrevidos, a exclusão.

Foi o que aconteceu com o físico Everton Zanella e sua participação na rede social Stoa, espaço virtual criado pela Coordenadoria de Tecnologia da Informação da USP, “para promover oportunidades de discussão e debate”. O ex-aluno de 28 anos acreditou  na proposta e imaginou que bom humor e liberdade de expressão fossem marcas da internet.

No dia 1º de abril postou a notícia com o título “Governo avalia planos de privatização da USP em reunião com reitora”. Usou de recurso comum inclusive em grandes veículos de comunicação para marcar o Dia da Mentira. A reitoria da USP ameaçou processar o pessoal do CTI, responsável pelo Stoa. Exigiu pedido de desculpas, o que foi feito. Pelo próprio Everton (leia aqui).

Alguns dias depois, um post publicado no blog de Everton, no Stoa, em 2008, foi base de reportagem do UOL Educação. Ele havia promovido, na época,  um bolão virtual para premiar quem acertasse a data de início da greve na universidade. “É uma forma de criticar mantendo o humor”, disse à repórter Simone Harnik.

A conta de Everton foi excluída do Stoa, do qual era um dos principais colaboradores, e todo o material postado por ele, apagado.

Deletado mas não esquecido. O serviço chegou ficar fora do ar sob a justificativa de estar “em manutenção” quando o correto teria sido dizer “em avaliação”. O acesso já é possível, o entusiasmo não é o mesmo pelo que se percebe nos comentários gerados a partir da expulsão de Everton Zanella.

Tom, como se identifica na rede, era um dos incentivadores do Stoa e dos mais atuantes. Foi quem desenvolveu o wikisite do Adote um Vereador. E com sua experiência em sites colaborativos nos ajudou a dar base para o projeto que congrega informações na internet.

Conheci o trabalho e o entusiasmo dele antes de ser apresentado pessoalmente. Aliás, isto ocorreu apenas em janeiro, durante minha palestra na Campus Party 2009, na qual Everton explicou o funcionamento do wikisite.

De todo o episódio, faço uma ressalva ao comportamento dele: desnecessário o pedido de desculpas. O fez em respeito aos organizadores do Stoa, mas não precisava.

Ao brincar com o Dia da Mentira ou ironizar a intranquilidade que havia dentro da USP, estava no seu direito. Verdade que se expôs como todos que arriscam ao assumirem atitudes publicamente. Poderia ter sido criticado pelos demais participantes, teria de se justificar, contrapor ou concordar, talvez.
O episódio é um exemplo de que se os softwares que permitem a criação de espaços como o Stoa são livres e de códigos abertos, as mentes ainda não o são.

Em tempo 1: provocado por pergunta de ouvinte-internauta enviada ao CBN SP, explico que Everton é ex-aluno da USP e, portanto, não foi expulso da universidade, mas do Stoa, serviço aberto a comunidade uspiana que inclui aqueles que lá se formaram. 

Em tempo 2: acesse a reportagem “Rede Stoa não atende ideia de plataforma virtual livre”  publicada no Jornal do Campus e sugerida pelo ouvinte-internauta Renato Rostá

Avalanche Tricolor: Gracias a internet !

Maxi faz 2 a 0 na tela do computador

U. do Chile 0 x 2 Grêmio
Libertadores – Santiago

Mal terminava a apresentação do jornal da noite e deixava a redação da TV Cultura, rapidamente, para entrar no carro e ligar o rádio. Corria o dedo pelo dial em busca da emissora que ficasse mais a esquerda do painel. Era lá que conseguiria, em meio a chiados, ouvir uma das rádios do Rio Grande do Sul que transmitia a partida do Grêmio. Fazia um caminho mais longo para casa, pois sabia que ao cruzar a Marginal Tietê em direção a Pinheiros  o barulho diminuiria e a voz do locutor ficaria mais clara. No bairro em que morava, o som desaparecia.

Nem sempre o trajeto ajudava, mas o esforço valia a pena quando ouvia ao fim de um extenso grito que o gol era do Grêmio. Confesso que uma ou outra vez me confundi e tive de recolher a comemoração. Era o preço a pagar em troca do direito de ouvir o meu time em campo. As emissoras de São Paulo, claro, preferiam transmitir as partidas dos clubes da cidade. Não poderia ser diferente. Mas teimavam em não atualizar o placar dos jogos mais importantes do País. Erro cometido até hoje, mesmo pela turma aqui da casa.

A estratégia se fez necessária em boa parte da década de 90. Até que as rádios passaram a ser transmitidas pela internet. Não havia mais razão para comemoração na hora errada, apenas com dois ou três minutos de atraso, dependendo da conexão. É claro que precisava chegar em casa, mas naquela altura do calendário já estava na CBN e meu expediente terminava mais cedo.

A demanda, porém, passava a ser outra: ver – e não apenas ouvir – o jogo do Grêmio. Tarefa que se tornou possível com o pay-per-view. É só assinar o pacote do Campeonato Brasileiro e Gaúcho, preparar o sofá e vibrar. Descontando as rodadas que PFC e NET decidem me deixar na mão.

Foi com esta tranquilidade que liguei a televisão na noite desta quarta-feira. Na Globo, tinha o Corinthians; na Sport TV, tinha o São Paulo; na outra Sport TV, acredite, o Vasco; e no Fx, de novo o São Paulo; na ESPN, sei lá quem jogava pela Copa do Brasil. Ninguém, em meio a 500 canais, transmitiria para São Paulo a partida do brasileiro mais bem classificado na Libertadores. Azar da televisão.

Fui ao computador, procurei o canal Justin.TV e lá estava o meu Grêmio, em três telas, me aguardando. Em parte do jogo ouvi Galvão Bueno repetir que “O Grêmio é Brasil na Libertadores”. Fosse mesmo, o Imortal Tricolor não seria alijado de São Paulo. Por sorte uma queda de sinal me levou para outra tela e a transmissão era da Fox  internacional com narração em espanhol. E foi ali, na língua que o Grêmio sabe jogar, que curti mais uma vitória maiúscula, como diriam os antigos locutores de rádio.

Com gols de Léo e Maxi Lopes, que ressurge no papel de matador, a firmeza de Adílson na marcação, a maestria de Tcheco e a personalidade de Souza, o Grêmio não apenas venceu mais uma. Com duas rodadas de antecedência garantiu-se líder da chave, tem a melhor campanha entre os brasileiros e a segunda melhor contando com os gringos.

Que continuem a desdenhar da importância gremista, assim como o fazem com a capacidade deste time. A internet não nós abandonará, jamais !