Fabergé: história, tradição e alto luxo desde 1842 também na internet

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

Fabergé-1903

 

Marcas de alto luxo sempre tem história e tradição. Um ótimo exemplo é a grife Fabergé, fundada em 1842 por Gustav Fabergé, que ficou famosa por sua criação de ovos com pedras preciosas, e sob a direção de seu filho, Peter Carl Fabergé, tornou-se a joalheria oficial do império russo. Verdadeiras obras-primas da joalheria produzidas por ele e sua equipe entre os séculos XIX e XX para os czares da Rússia.

 

Encomendados e oferecidos na Páscoa entre os membros da família imperial, os ovos acomodavam surpresas e miniaturas, e eram cuidadosamente elaborados com a combinação de esmalte, pedras preciosas e metais. Desejados por colecionadores ao redor do mundo, eles são ainda alvo de admiração pela sua perfeição.

 

Fabergé-jóias-luxo

 

Restam cerca de 40 ovos Fabergé, alguns deles expostos no Palácio do Arsenal do Kremlin. Hoje a grife está presente com boutiques em cidades como Genebra, Londres e Nova York com coleções de joias em edição limitada. A grife também disponibiliza algumas de suas peças em pontos de venda selecionados ao redor do mundo e em seu e-commerce. Algumas peças são inspiradas nos ovos Fabérge, ícone da marca, como pendentes com ovos em miniatura, que custam cerca de USD 17 mil. Suas jóias podem chegar na casa dos milhões de dólares.

 

Sim! Mesmo com tanta exclusividade, Fabergé aposta na venda online, acreditando que a experiência de compra começa na internet, como uma vitrine. Tanto que a grife mantém loja na web, onde os afortunados interessados em conhecer e adquirir suas preciosas peças tem à disposição equipe de consultores de vendas especializada disponível 24 horas por dia, com capacidade para atender em 12 idiomas. Os consultores podem comparecer pessoalmente em qualquer lugar do mundo para concluir a venda da peça onde o cliente estiver.

 

Ricardo Ojeda Marins é Professional & Self Coach, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. Possui MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung

Para acompanhar, joias e acessórios

 

Por Dora Estevam

 

As joias estão cada dia mais sofisticadas. De grife ou não, encantam e seduzem as mulheres, que adornadas se enchem de beleza e entusiasmo. A moda, mesmo minimalista, não fica sem os tais acessórios. Lisos ou cravejados, joias verdadeiras ou imitações, das bijus baratas às bijus caras, todos têm seu encanto.

 

Os editoriais de revistas exageram pois sabem que causam um desejo significativo nas mulheres, o desejo de possuir. Eles realmente enfeitam. Há as mulheres que preferem poucos, há as que gostam e usam muitos ao mesmo tempo. Nas fotos de street style também podemos ver como as pessoas usam os acessórios, neste caso homens e mulheres.

 

O fato é que sem os acessórios a roupa não fica completa. Pelo menos o kit básico tem que ter brinco, colar, anel e pulseira.

 

Em termos de referências os spikes deram o ritmo rocker à moda, eles vieram cravejados em couro e impulsionaram a moda dos acessórios. Coloridos ou não várias marcas continuam apostando neles. Vejam estes modelos de braceletes em prata, lindíssimos.

Mas nem só de spikes vive a moda dos acessórios, vejam estes modelos criados pela designer Marie-Helène de Taillac, com penas em ouro.  Ela se inspirou na Índia para desenvolver as peças. Habilidade de artesã.

No universo das joias tudo vira material de inspiração. Há a necessidade de se expressar, os designers encontram paixão nos detalhes, uma verdadeira fantasia alquimista. Para a designer Delfina Delettrdz este é um mundo irônico, surreal, e onírico. Dá só uma espiada nas peças da moça.

Se você esta achando complexo isso tudo, veja estas fotos de editoriais nos quais os objetos pontiagudos e as pedras se encontram trazendo um aspecto exageradmente divino.

Note nas pessoas como tudo flui quando usados nas ruas. São inúmeros sapatos, bolsas, brincos, bolsinhas de mão, óculos. O verdadeiro mundo dos acessórios.

Depois da febre dos aneis de falange, dos aneis de três dedos, dos brincos ear cuff, uma peça grande, que envolve boa parte da orelha e dos maxicolares, qual será, na sua opinião, o acessório de 2013?

 

Dora Estevam é jornalista e escreve sobre moda e estilo de vida no Blog do Mílton Jung, aos sábados.