Avalanche Tricolor: motivos para sorrir

 

Grêmio 1×0 Chapecoense
Brasileiro – Arena Grêmio

 

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Elenco comemora gol da vitória em foto de LUCASUEBEL/GRÊMIOFBPA, no Flickr

 

Tínhamos 12 minutos do segundo tempo quando Henrique Almeida recebeu a bola do lado direito da área, limpou a jogada e chutou em gol, obrigando o goleiro adversário a se esticar para despachar a escanteio. Soaram aplausos de todas as partes da Arena. Pouco mais tarde, ele deixou o gramado e a maioria dos torcedores voltou a aplaudi-lo, apesar de alguns apulpos.

 

Mesmo sem ter feito muito em campo, além daquele chute já no segundo tempo, e tendo ofendido um grupo de torcedores no meio da semana, durante partida da Copa do Brasil, o atacante recebeu o apoio da torcida na tarde deste domingo.

 

Até Marcelo Oliveira tirado para Cristo nesta temporada pelo baixo rendimento na lateral esquerda foi reverenciado ao receber, antes de a bola rolar, a camisa com o número 100 às costas, simbolizando a quantidade de partidas que disputou pelo Grêmio. Ao fim, depois da entrevista na beira do campo, também foi aplaudido.

 

Pedro Rocha, que muitos queriam ver em disparada mas a caminho do banco, também vaiado no meio da semana, foi aplaudido aos 10 minutos de partida, ao marcar o único gol do jogo, após iniciar jogada de contra-ataque e trocar passe com Wallace.

 

Chamou-me atenção, ainda, a diversão provocada sempre que o placar eletrônico destacava o resultado de jogos dos times que tentam escapar da zona de rebaixamento. Bastava um gol que complicasse a vida do co-irmão, e uma onda repentina de vibração tomava a Arena.

 

Tudo bem, o  nosso gol era mais do que motivo para comemorar. Porém, nos demais momentos destacados nesta Avalanche, tive a impressão de que o torcedor estava mesmo era procurando motivos para ser feliz novamente.

 

A sucessão de derrotas e empates, o despencar na tabela, depois de ter sonhado com o título, e a perda de um dos técnicos mais promissores do futebol brasileiro, geraram um baixo astral nos últimos tempos que afastou o torcedor das arquibancadas.

 

Neste domingo, porém, provavelmente impactado pela classificação à próxima fase da Copa do Brasil da forma como foi conquistada, parecia que se buscava razão para sorrir.

 

E esta será uma das missões de Renato: nos dar motivos para sorrir. Ele precisará contar com 100% da disposição do time. O apoio do elenco pelo que se viu não faltará. Que agora consigamos retomar a bola, dominar o jogo, encaixar o passe, ter mais intensidade na frente, concluir mais e marcar mais, muito mais, gols.

Avalanche Tricolor: quanto mais treina, mais sorte o Grêmio tem

 

Coritiba 0 x 1 Grêmio
Copa do Brasil – Couto Pereira (PR)

 

Marcelo Oliveira em imagem reproduzida da transmissão da SporTV

Marcelo Oliveira em imagem reproduzida da transmissão da SporTV

 

Ouve-se cada coisa no futebol. Algumas explicam bem o que acontece dentro de campo, outras se distanciam da realidade. A primeira história que lembro nesta Avalanche, aliás, sequer do futebol é, faz parte do folclore do esporte mundial. O protagonista teria sido Michael Jordan, astro do basquete americano, que, consta, falou, certa vez, que quanto mais treina, mais sorte tem no esporte. Teria dito assim – e falo no condicional porque nunca vi a afirmação de fonte oficial – para chamar a atenção para a importância de treinar exaustivamente arremessos à longa distância, o que o levava acertar bolas consideradas impossíveis. Lance de sorte, comentavam alguns. Muito treino, ensinava Jordan.

 

Outra história, bem mais antiga, que lembrei hoje, é de Neném Prancha, roupeiro, massagista e técnico de futebol, chamado pelo jornalista Armando Nogueira de o ‘Filósofo do Futebol” devido as suas frases engraçadas e definitivas. Uma delas surgiu quando tentava ensinar um jogador qualquer a tocar a bola para seus companheiros em lugar de despachá-la de qualquer maneira: “bola tem que ser rasteira, porque o couro vem da vaca e a vaca gosta de grama”. Na verdade, há quem diga que a frase nunca foi proferida por ele, mas criada por jornalistas que o admiravam. Seja qual for a verdade, o certo é que entrou para a história como sendo de sua autoria.

 

E você, caro e raro leitor deste blog, deve estar me perguntando por que abro esta Avalanche com lembranças do passado se a ideia é falarmos sobre a presente vitória gremista em gramados da Copa do Brasil? Porque as duas histórias me vieram à lembrança enquanto assistia ao Grêmio vencer, fora de casa, a primeira partida das oitavas-de-final da competição.

 

Apesar de o mau desempenho, a dificuldade para nos encontrarmos em campo e a pressão do adversário desesperado atrás de um gol no primeiro tempo, tivemos a sorte de irmos para o intervalo com o empate em zero a zero.
Mais uma vez, foi lá no vestiário que Roger acertou os ponteiros do time, literalmente. Trocou Rocha por Fernandinho, jogadores que atuam como antigamente faziam os ponteiros esquerdos, esses que o tempo aboliu, disparando com dribles pelo lado do campo. E essa troca fez uma baita diferença (aliás, mais uma vez). Que sorte que o Roger fez a mudança, não?

 

Nossa sorte voltou a prevalecer no segundo tempo, assim como a lição de Neném Prancha, pois resolvemos colocar a bola no chão e fazê-la girar com velocidade e precisão, marca deste time armado por Roger. Foi em uma dessas trocas de passe, seguindo a risca o ensinamento do “Filósofo”, que Douglas encontrou Marcelo Oliveira chegando livre, sem marcação e com espaço para disparar um bomba, que resultou no primeiro, único e necessário gol da partida. Pegou bem no pé e colocou a bola distante do goleiro. Um lance de sorte, dirão alguns. Resultado de muito treino, lembrará Oliveira.

 

Por falar em coisas que ouvimos no futebol. Hoje, acompanhei o bate-papo de meus colegas de rádio CBN, Juca Kfouri e Roberto Nonato, no Jornal da CBN 2a. Edição. O primeiro apostou na vitória do Coritiba e o segundo, no empate. Ambos concordaram com a ideia de que o time paranaense teria mais chances por seu bom histórico na Copa do Brasil e a necessidade de se recuperar do fraco desempenho no Campeonato Brasileiro. Erraram os dois, talvez porque ainda não tenham percebido que o Grêmio não segue a lógica do futebol (como, aliás, já escrevi em Avalanches anteriores). Diríamos que o Grêmio é um time de sorte, principalmente quando entende que a “bola tem que ser rasteira, porque o couro vem da vaca e a vaca gosta de grama”.

Avalanche Tricolor: a caminho do G4 e além!

 

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Grêmio 1×0 Palmeiras
Brasileiro – Arena Grêmio

 

Já sinto o cheiro do G4. É pouco para nossas pretensões, mas era onde poderíamos chegar neste fim de semana. E chegamos. Isso é o que importa. Chegamos depois de um primeiro tempo sem muito futebol e menos ainda inspiração. Tudo compensado no segundo, quando fizemos o gol.

 

Até começamos bem, em jogada do centro para a direita, antes de o relógio completar 1 minuto. O chute de Marcelo Oliveira, porém, foi para fora. Depois, ensaiamos uma jogada aqui e outra acolá. Nada que empolgasse e a maioria das vezes parando no nosso passe errado. Houve um lance em que Pedro Rocha teria sofrido pênalti mas a televisão não o mostrou direito na origem nem o repetiu com a necessária frequência para eu ter certeza de que ele foi derrubado (ainda dedicarei uma Avalanche a esses senhores do apito).

 

Se algo ficou dos 45 minutos iniciais foi a disposição do time em marcar próximo da área adversária, o que reduziu os riscos lá atrás. Até fomos ameaçados, mas nada de grave.

 

A conversa no vestiário parece ter sido boa. O time voltou com a mesma escalação e disposição mas se movimentando melhor em campo e com passe mais preciso. Isso fez com que o futebol fluísse. Verdade que lá atrás corremos mais riscos, mas Tiago, outra vez, deu conta do recado. Que baita goleiro esse menino, não?

 

O gol foi resultado de tudo o que o Grêmio levou a campo.

 

A jogada se iniciou após nossa marcação ter recuperado a bola à frente da defesa adversária. Fomos para a esquerda com dribles e troca de passe e tentamos o gol. A luta para recuperar outra bola que parecia desperdiçada lá pelo lado direito, forçou o adversário a errar de novo. E mais uma vez, nos movimentamos, trocamos passe com qualidade, em bela participação de Giuliano e Luan, e concluímos com um chute belíssimo de Maicon.

 

Marcação firme, troca de posições, passe mais preciso e chute qualificado. A combinação desses fatores nos faz um time melhor. O segredo está em aumentar a frequência com que isto ocorre durante a partida e repetir este desempenho a cada jogo (e fora da Arena, também). Nessa passada, mais do que sentir o cheiro do G4, estaremos nele. E depois de chegarmos lá, é claro, queremos ir além.

 

Avalanche Tricolor: um gol decisivo, no talento e na marra!

 

Grêmio 1 x 0 Figueirense
Brasileiro – Arena Grêmio

 

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Tem vezes que tem de ser na marra. Se no toque a toque e de cara para o gol a bola não entra, mete a cara e põe a bola pra dentro. Foi o que aconteceu aos 33 minutos do segundo tempo … sim, foi preciso mais de uma hora e 15 de jogo para furar a retranca do adversário .. e daí? O que importa é que a bola entrou. Finalmente entrou no gol deles e não entrou no nosso. Aliás, quase não demos chance para que isso acontecesse.

 

Para muitos foi apenas mais um gol qualquer no Campeonato Brasileiro que, pelo adiantado da hora de sábado, sequer deve ter o destaque merecido na programação esportiva de segunda-feira. Para mim, um gol especial, resultado de uma conjunção de fatores que fazem o futebol ser mais bem jogado. Não que estivéssemos jogando uma bolão. Até vínhamos tentando, pressionando, trocando bola, chutando e desperdiçando. Merecíamos mesmo a vitória nem que fosse na marra. E foi: na marra e no talento.

 

É provável que muitos não se lembrem como tudo começou. Foi no avanço de um dos nossos volantes, Maicon, que se aproximou da área, levou a bola para um lado, puxou para o outro, até encontrar um companheiro melhor colocado.

 

Era Mamute, que segue entrando no segundo tempo, quem aparecia ali na meia esquerda. Ele e o seu marcador (pobre dos marcadores de Mamute). O atacante ameaçou atropelar o adversário como gosta de fazer quando está na direção do gol, mas preferiu dar um passe de calcanhar para o lateral que descia para a linha de fundo.

 

Era Marcelo Oliveira, que já havia tentado alguns dribles interessantes, quem apareceu em disparada pela ponta esquerda. Desta vez não pensou em driblar nem avançar. De primeira, com a perna esquerda, fez o cruzamento para dentro da área, na aposta de que lá dentro haveria de surgir um centroavante com estatura suficiente para vencer os grandalhões do time catarinense.

 

Era Braian Rodríguez, que saiu do banco, do ostracismo, da insignificância, quem se jogou entre os zagueiros para deixar a bola explodir no seu rosto e ser desviada para dentro do gol. Um pouco antes havia feito algo parecido com os pés, quando aparentemente não tinha mais nem uma chance de superar o marcador. E eu fiquei pensando sobre o tamanho do desespero deste gringo para voltar a marcar com a camisa do Grêmio, algo que havia feito apenas uma vez, desde que chegou. Pois não é que, em seguida, ele marcou.

 

E Braian marcou um gol decisivo neste momento de dificuldades, porque o time e a torcida não suportariam mais uma rodada sem vitória e rondando a zona do rebaixamento. Isso é como um vírus que vai contaminando os espíritos, a alma, e provoca o desespero. De repente, tudo que se constrói, não se sustenta. O que se tenta, não se realiza. O gol de Braian despachou este risco no instante em que o Grêmio padece por suas estratégias erradas fora de campo e interesses individuais que se sobrepõem ao coletivo – fórmula perfeita para o desastre.

 


Sem perder o foco da minha conversa: disse lá no alto do texto que o gol gremista foi a conjunção de fatores que fazem o futebol ser mais bem jogado. Volante com saída de bola, atacante com passe preciso e desconcertante, lateral fazendo jogada pela linha de fundo, cruzamento na medida e centroavante oportunista.

 

Seria pedir demais repetir a dose semana que vem?

 

A foto que ilustra este post é da conta oficial do Grêmio no Flickr

Avalanche Tricolor: com a tranquilidade que só as vitórias oferecem

 

Grêmio 2 x 0 Lajeadense
Campeonato Gaúcho – Arena Grêmio

 

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Foi Marcelo Oliveira quem disse, ao fim do jogo desta noite, que a vitória traz tranquilidade para a semana que se segue. Tranquilidade que, aliás, o time mostrou em campo antes mesmo de conquistar a vitória. Pois teve calma para trocar bola na busca do espaço que lhe permitiria chegar ao gol. E o fez com a bola de pé em pé, especialmente pelos pés do próprio Marcelo, que aproveitou muito bem as descidas pelo lado esquerdo, como tem feito sempre que é escalado na lateral. Maior aproveitamento ainda teve Giuliano que marcou os dois gols da vitória gremista. Nosso camisa 11 tem se destacado a cada partida, movimentando-se à frente da área e decidindo sempre que entra nela. Queria apenas que alguém mais entendido no assunto me explicasse o que significa aquela comemoração com o dedo indicador movimentando-se como se dissesse “não”… para depois apontar ao céu em mensagem que, aí sim, consigo entender plenamente. Coadjuvante nos dois gols, o primeiro ao se antecipar ao goleiro e o segundo ao fazer o passe de cabeça, Braian Rodríguez cavou mais um pênalti e recebeu várias faltas. Mesmo que eu prefira vê-lo fazendo os gols, deve-se levar em consideração que ainda é um recém-chegado e precisa acertar o tempo da bola com seus colegas. Está de bom tamanho, por enquanto.

 

A tranquilidade das vitórias (assim como a da liderança do Campeonato) também me permite falar um pouco mais sobre assunto que tem me chamado atenção no time desde o início deste ano, mas que os resultados ruins das primeiras rodadas não nos davam espaço para tratar. Ao contrário de temporadas anteriores, é evidente a orientação de Luis Felipe Scolari para se eliminar os chutões para o ataque, ligações diretas que me irritavam profundamente e tornavam nossos atacantes em espécies de pescadores solitários de bola. Barcos foi um dos que mais sofreram com aquele tipo de jogo. Hoje, poucas vezes se vê alguém despachando a bola para frente. Prefere-se o passe para o companheiro mais bem colocado ou até mesmo o recuo, se mais seguro, privilegiando-se o controle da bola. Bem verdade que ainda tem gente errando passes de mais, fato que precisa ser consertado em tempo, mas isso também é fruto desta tentativa de trocar a bola em vez de apenas rifá-la.

 

Para nos deixar ainda mais tranquilos, temos um defesa segura, que levou apenas um gol nas últimas sete partidas, outra mudança considerável depois da fragilidade dos primeiros jogos. Resultado do sistema defensivo que se contrói a partir da pressão dos atacantes e dos jogadores mais avançados que atrapalham a saída de bola e dificultam as jogadas ofensivas do adversário. Ver Douglas dando carrinho para impedir o contra-ataque inimigo é símbolo deste compromisso do time. Registre-se: mais um mérito de Luis Felipe Scolari.

 

Diante de tantos fatos tranquilizadores, quem sabe dá tempo até para aprimorar as cobranças de falta? Aliás, de falta e de pênalti, também! Perder dois seguidos como aconteceu nas últimas rodadas deve servir de alerta, pois estamos nos aproximando das fases decisivas e da Copa do Brasil, e o preço por estes desperdícios pode ser muito alto.

 

Que a semana continue tranquila para todos nós!

 


A foto que ilustra este post é da página oficial do Grêmio no Flickr

Avalanche Tricolor: a alegria do gol

 

Grêmio 3 x 1 Caxias
Campeonato Gaúcho – Arena Grêmio

 

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Foram quatro gols na partida do fim deste sábado. Claro que vou me dedicar aos três que tiveram nossa marca – apesar de o deles também ter tido, mas, convenhamos, hoje não é dia de choradeira. Vamos ao que interessa e nos dá alegria.

 

O primeiro foi especial não apenas pela maneira como ocorreu: gol Olímpico para marcar a retomada das vitória na Arena. Mais do que um jogo de palavras, a importância do gol de Douglas se dá por ter acontecido quando a impaciência já tomava conta de parte das arquibancadas. E do time, também, pois, diante de mais um ferrolho, encontrava dificuldade até mesmo para chutar. Alegra-me saber que voltamos a ter a possibilidade de marcarmos do que, erradamente, batizou-se no futebol como sendo “gol de bola parada”. É jogada que precisa ser treinada e bem aproveitada, especialmente porque retrancas serão encaradas no Campeonato Gaúcho e nas primeiras rodadas da Copa do Brasil. Estávamos precisando incluir estes lances em nosso cardápio. Ainda estamos devendo na cobrança de falta.

 

O segundo resultou da marcação forte que vem se tentando fazer ainda no campo do adversário. No clássico da semana passada foi o que nos deu vantagem em parte do jogo, e hoje foi o que levou Marcelo Oliveira a roubar a bola e permitir o contra-ataque. A velocidade até a área e o chute forte de Everaldo, que havia entrado fazia pouco tempo, permitiram que Marcelo Oliveira concluísse em gol. O sorriso no rosto do polivalente volante foi a imagem mais marcante da partida na minha opinião. Andava cansado de ver aquelas caras fechadas e testas franzidas de preocupação; ou a indiferença nas comemorações, resumidas a algumas trocas de abraços e nenhum afago para a torcida. A felicidade de Oliveira mostra bem o quanto ele está engajado na ideia de dar a nós gremistas novas alegrias.

 

O terceiro veio na hora certa (se é que existe hora errada para marcar gol)! E nos pés do cara certo, também. Yuri Mamute é promessa já faz algum tempo. Faz gols com a camisa da seleção e gols nas categorias de base. No time principal, porém, ficávamos apenas na expectativa de vê-lo explodir em campo um dia. Domingo passado, se saiu bem, mas não foi além disso. Hoje, explodiu mesmo e com aquela massa muscular que se destaca saiu em disparada para o ataque sendo caçado pelo marcador. Por mais que fosse empurrado e chutado, não perdeu o controle da bola nem mesmo diante do goleiro. Teve calma para driblar e encontrar o espaço preciso. Foi comemorar nos braços da torcida e nos deu o direito de sorrir mais uma vez no Campeonato Gaúcho.

 

Se Mamute merecia este gol pelo esforço que faz em campo sempre que veste a camisa tricolor, nós, também merecíamos a alegria desta vitória. A alegria que só a repetição de gols como os deste sábado à noite é capaz de nos oferecer.

 

As fotos deste post são do álbum do Grêmio Oficial no Flickr