Mundo Corporativo: André Santos, do Mercado Livre, fala de como vender mais no comércio eletrônico

 

“A palavra na verdade é democratização. O comércio eletrônico é para todos” — André Santos, Mercado Livre

Políticas públicas que tornem a internet mais acessível, logística apropriada e a confiança do consumidor são alguns aspectos que precisam melhorar para que o comércio eletrônico alcance seu potencial, no Brasil. Porém, apesar de representar apenas 5% do mercado de varejo, hoje é possível identificar ações de empresas e pessoas que usam o ambiente digital para vender seus produtos. Em entrevista ao programa Mundo Corporativo, da rádio CBN, o supervisor de vendas do Mercado Livre, André Santos, falou de estratégias que devem ser adotadas para que se obtenha os melhores resultados no comércio eletrônico:

“Primeira coisa: entender o que é o seu produto, quem é o seu cliente; depois, usar uma regra que eu utilizo que é ‘como eu faço um título’. Parece uma coisa simples, mas tem pessoas que não sabem como anunciar um produto”

Um bom título tem de atender a regra PMME —- produto, marca, modelo e especificações técnicas —, sugere Santos. Depois, faça uma fotografia de qualidade com atenção aos detalhes do produto, oferecendo ao consumidor uma experiência agradável. Ele recomenda também que se produza um vídeo aplicando o modelo AIDA, comum em estratégias de marketing, no qual se busca despertar a atenção, o interesse, o desejo e a ação do cliente:

“Como é que esse produto vai ser entregue e em quantos dias; quanto mais rápido, maior será a possibilidade de compra. O preço perde peso na escolha dele”

André Santos é autor do livro “Super vendedores do Mercado Livre e outros marketplaces” (ComSchool).

 

O Mundo Corporativo é apresentado por Mílton Jung e tem a colaboração de Guilherme Dogo, Rafael Furugen, Adriano Bernardino e Bianca Vendramini.

Varejo de serviços avança em shopping centers

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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Se as mudanças ocorridas no varejo de Shopping Centers têm acarretado indagações sobre o formato futuro destes empreendimentos, o recente avanço das operações de serviços indica uma nova composição de mix. Essencial, oportuna e bem-vinda.

 

É essencial aos shoppings que precisam preencher espaços deixados por lojas satélites que reduziram o canal de distribuição físico, e também dividem participação com o omnichannel de lojistas.

 

É oportuna aos lojistas de serviços que fortalecem sua distribuição através de um novo canal com oferta de conforto, segurança e variedade.

 

É bem-vinda aos consumidores que podem se embelezar, cuidar da saúde oi se divertir num mesmo local.

 

Há dias, no Mercado & Consumo, Marcos Hirai, sócio-Ddiretor da GS&BGH Expansão e Pontos Comerciais e organizador da EXPO Retail Real Estate, destacou que o segmento de conveniência e serviços cresceu mais de 15% e que beleza e estética, academias de ginástica, laboratórios clínicos, clínicas médicas e odontológicas começam a ter participação de 25% do mix — e se somar isto ao setor de alimentação, há shoppings em que se chega a 50%.

 

Hirai pontua algumas marcas que tiveram sucesso como Sobrancelhas Design, Dr. Consulta, Clínica CEMA, Clínicas Seven e ressaltou Espaçolaser, que tinha 33 lojas, em 2015, e fechou o ano de 2018 com 400 unidades. Na mesma linha identificamos a openLaser depilação e a Turquesa esmalteria e beleza.

 

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A openLaser é do Grupo Empresarial GSF Siluets Franchising que mantém a Siluets estética, com 90 lojas, e a AMYC dermocosmetics, que produz produtos de beleza. Hoje, são 15 lojas da openLaser que irão se expandir dentro do sistema de franquias com programação de abertura até 2020 de 120 lojas em Shopping Centers. São unidades com produtos de beleza e serviço de depilação a laser para propiciar uma “vida mais confortável e sem pelos”, segundo Ignacio Ferreiro e Alberto Garcia, fundadores da empresa. Eles ressaltam que visualizam um benchmarking com o fast food na medida em que podem repetir com a openLaser e o Espaçolaser, o que o Burger King faz com o McDonalds. Ou seja, uma presença que não divide mas acrescenta.

 

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A Turquesa esmalteria & beleza tem 60 lojas instaladas e 15 em implantação, e destas quatro iniciaram a fase de ocupação em Shopping Center, que é o canal a ser priorizado. Segundo Carla Bruno, consultora de expansão, para os shoppings está sendo oferecido também o formato de quiosque.

 

A praticidade ou a conveniência desse cenário de serviços oferecido aos consumidores de hoje certamente indicam uma promissora tendência de um novo mix dentro dos Shopping Centers.

 

Para o bem de todos e a felicidade geral.

 

Carlos Magno Gibrail, Consultor e autor do livro “Arquitetura do Varejo”, é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung

Sua Marca: franquia ou marca própria?

 

 

“Essa é uma decisão que não tem certo ou errado, porque depende da capacidade de investimento e o tipo de personalidade que você tem” Jaime Troiano

No momento de o empreendedor decidir se investe em uma franquia ou lança uma marca própria alguns aspectos devem ser levados em consideração. No Sua Marca Vai Ser Um Sucesso, Jaime Troiano e Cecília Russo apresentaram vantagens e desvantagens que devem ser avaliadas antes de se iniciar o negócio.
 

 

Em favor da abertura de franquias pesam as seguintes características:

  1. São marcas conhecidas e as pessoas têm uma familiaridade com elas.

  2. Já existe um sentido de confiança e lealdade do consumidor

  3. Tem um branding estruturado: o manual já sabe como deve ser a fachada, como os produtos são expostos, como deve ser o cardápio

  4. Existe monitoramento na gestão por parte da franqueadora

Evite abrir uma franquia se você se encaixa na lista a seguir:

  1. Menor liberdade para gestão

  2. Pouca margem para imprimir personalidade própria

  3. Exige um investimento inicial alto para o negócio deslanchar

  

 

O Sua Marca Vai Ser Um Sucesso vai ao ar aos sábados, às 7h55, no Jornal da CBN.

Mundo Corporativo: Luciano Gurgel, da Yunus, mostra caminhos para viabilizar um empreendimento social

 

 

“O empreendimento … é um grande quebra cabeça. Então, você tem de ter lá uma inteligência jurídica, uma inteligência de marketing, uma inteligência financeira; e quando tudo isso para de pé, você tem um negócio. E a função da aceleração é exatamente isso: prover essas várias habilidades entorno do empreendedor para que o negócio dele possa prosperar” —- Luciano Gurgel, Yunus Negócios Sociais

O empreendedorismo social é aquela atividade econômica que visa impactar positivamente a sociedade e se diferencia de uma ONG, pois tem a necessidade de gerar receita e dar lucro. Hoje, é possível encontrar as mais diversas iniciativas com esse perfil que estão beneficiando milhares de pessoas pelo mundo. Aqui no Brasil, não é diferente. Tem-se desde empreendedores que realizam projetos no setor de moradia até os que se dedicam a melhorar a performance de estudantes de baixa renda nas provas de redação do Enem.

 

O programa Mundo Corporativo foi descobrir como é possível tornar viável um empreendimento social e entrevistou Luciano Gurgel, gestor da área de investimento da Yunus Negócios Sociais. A empresa tem inúmeros programas de apoio a esses empreendedores que podem receber mentoria, informações sobre planos de negócios, criar conexões com fornecedores, parceiros e clientes, além de receber investimento com baixas taxas de juros e prazos mais longos de pagamento:

“O empreendimento se dá dessas várias pecinhas. É um grande quebra cabeça. Então, você tem de ter lá uma inteligência jurídica, uma inteligência de marketing, uma inteligência financeira; e quando tudo isso para de pé, você tem um negócio. E a função da aceleração é exatamente isso: prover essas várias habilidades entorno do empreendedor para que o negócio dele possa prosperar”.

O Mundo Corporativo pode ser assistido ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas da manhã, com transmissão pelo perfil @CBNOficial do Twitter ou na página da rádio no Facebook. O programa vai ao ar aos sábados, no Jornal da CBN. Colaboraram com o Mundo Corporativo Guilherme Dogo, Rafael Furugen, Débora Gonçalves e Izabela Ares.

Mundo Corporativo: em franquia, é preciso estar pronto para seguir padrões

 

 

“Antes de você empreender, olhe para dentro de si, pergunte se você está preparado. Não para seguir ordens, mas para seguir padrões, porque franquia é isso, eu tenho de seguir padrões” — Sidney Kalaes

A maior parte das lojas que você encontra no shopping center e mesmo nas ruas de comércio é franquia e isso acontece porque esse mercado oferece maior segurança aos empreendedores. A opinião é de Sidney Kalaes — que lidera grupo que reúne cinco marcas de franquia — entrevistado pelo jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. Kalaes identifica características necessárias para quem pretende empreender e chama atenção para a necessidade de os donos de franquias e os franqueados realizarem um trabalho em parceria para que o negócio realmente tenha o retorno esperado:

“Franqueado tem esse papel de colaborar e nós franqueadores temos de ter a humildade de escutar o franqueado, porque muitas vezes o franqueado tem ideias fantásticas e ele tem medo de expor, ou tem medo que o franqueador se apodere dessas ideias e fique para ele”.

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, às 11 horas, às quartas-feiras, com transmissão em vídeo no Twitter e no Facebook da rádio CBN. O programa vai ao ar aos sábados, no Jornal da CBN, e está disponível em podcast. Colaboram com o programa Guilherme Dogo, Ricardo Gouveia, Débora Gonçalves e Izabela Ares.

Mundo Corporativo: “tem hora de ralar e tem hora de colher”, ensina Max Gehringer. Qual é a sua hora?

 

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Mílton e Max bate papo descontraído em evento da CBN Foto: CBN

 

“É muito importante começar cedo, ter experiências, que não sejam imorais e ilegais, mas ter experiências; e conseguir o primeiro emprego o mais rápido possível, mesmo que seja uma atividade assistencial, uma ONG, onde aprende-se o que é disciplina, respeito, o que é organização”— Max Gehringer

Aos jovens que ainda planejam sua carreira mas também àqueles que já se perguntam quando vai chegar a hora de parar. Aos profissionais que estão empregados, mas em dúvida se o caminho que percorrem é o correto, e aos que, fora do mercado de trabalho, pensam quando surgirá a oportunidade para voltar. Max Gehringer, comentarista da rádio CBN, falou para todos os públicos, deu dicas importantes de carreira, identificou alguns comportamentos comuns do ambiente de trabalho e deixou conselhos incríveis sobre a nossa vida —- tudo isso durante conversa que teve com os ouvintes, em um bate-papo, mediado por Mílton Jung, na Livraria Cultura, do Conjunto Nacional, em São Paulo.

 

Ouça aqui o podcast com a entrevista completa de Max Gehringer

 

Em meio a todo conhecimento apresentado, Max contou histórias de sua carreira e de outros profissionais que cruzaram seu caminho, compartilhou com o público lições que recebeu dos seus pais e fez tudo isso ao longo de uma hora e meia de conversa sempre de maneira divertida:

“A hora que a gente perde o bom humor, a gente perde a essência, que nos faz ter vontade de voltar para trabalhar no dia seguinte”.

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Público lotou o deck da Livraria Cultura Foto: Vitor Santos/Ouvinte

 

Max diz nunca ter perdido a vontade de trabalhar, pois sempre buscou fazer algo novo na carreira, desde que se iniciou como locutor de rádio, na cidade de Jundiaí, onde nasceu; depois na indústria de alimento, onde teve sua primeira oportunidade como “chefe”, aos 21 anos, e se transformou em presidente; até quando decidiu que se dedicaria a escrever, o que acabou abrindo portas para as redações de revista, rádio e TV. Mesmo assim, defende que temos de nos preparar para encarar uma fase que muitos nunca param para pensar:

“Eu acho que existe uma coisa que todo mundo deveria pensar e eu acho que ninguém pensa que chama desaceleração programada. É preciso que haja um momento em que eu perceba que o meu preparo físico não era o que eu tinha nos meus 18 anos”.

Para ele, a desaceleração se iniciou quando foi presidente de empresa pela segunda vez, pois percebeu que, a partir dali, seria “mais do mesmo” e precisava encontrar outro caminho na vida. Max contou que é comum no meio empresarial ouvir executivos que anunciam que “agora chega, daqui três ano vou parar” —- um discurso que se repete ano após ano, sem que nunca o profissional consiga se desligar da carreira.

“É perfeitamente possível ter uma carreira profissional de muito sucesso e uma excelente qualidade de vida, mas nunca as duas coisas ao mesmo tempo … é bíblico, ao menos era o que estava escrito no rascunho: “tempo de ralar e tempo de colher”. Existe um tempo para cada coisa”

 

O Mundo Corporativo vai ao ar, aos sábados, no Jornal da CBN; aos domingos, às 10h30 da noite, em horário alternativo; e está na lista de podcast da CBN.

Mundo Corporativo: Rodrigo Rivellino vai mudar a forma de você assistir ao seu filho no videogame

 

 

“Não tem volta, não é só mais um joguinho, não é uma brincadeira, é de fato estilo de vida de milhares de pessoas hoje; e ao redor desse ecossistema vão surgir as novas demandas, as novas necessidades que consequentemente vão virar as novas profissões” — Rodrigo Rivellino, Noline

O cenário de videogame e esportes eletrônicos no Brasil reúne cerca de 76 milhões de brasileiros, pessoas que se relacionam com esse universo seja jogando no celular e nos consoles, apenas para se divertir, sejam jogadores profissionais. Em torno desse universo há uma série de profissões que surgem ou se potencializam, exigindo pessoal bem qualificado, tais como streamer, cosplayer e cosmaker —- apenas para citar algumas das novas funções que esse mercado proporciona. Mas, também, outras mais conhecidas como gestores de carreira, desenvolvedores de conteúdo, nutricionistas, psicólogos, narradores e comentaristas.

 

Para entender as oportunidades que existem nesse mercado, o Mundo Corporativo da CBN entrevistou Rodrigo Rivellino, um dos sócios da Noline, empresa que desenvolve estratégias e conteúdo para o setor de videogame, e idealizador da Live Arena, espaço disponível para jogos, eventos e educação, em São Paulo. Na conversa com o jornalista Mílton Jung, Rivellino chamou atenção para a necessidade de as marcas explorarem de forma correta o potencial do universo gamer:

“As corporações, as franquias, as produtoras dos jogos, os times, as ligas, os eventos — tudo que vai surgir ao redor —, vai ser necessário ter investimento das marcas não endêmicas; as marcas que, sim, suportam ou suportaram até hoje os esportes convencionais, vão ter de começar a suportar o esports e esta comunidade”

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, na página da CBN no Facebook e no Twitter. O programa vai ao ar, aos sábados, no Jornal da CBN, e aos domingos, às 10h30 da noite, em horário alternativo. Colaboram com o Mundo Corporativo, Guilherme Dogo, , Izabela Ares, Rafael Furugen, Debora Gonçalves.

Mundo Corporativo: o planejamento começa antes de você gastar o primeiro centavo, diz Ladmir Carvalho

 

 

 

 

“O planejamento começa antes de você gastar o primeiro centavo no negócio; a primeira coisa que nós temos de de fazer para entender um negócio é entender a dor daquele que você quer atingir. Todo negócio precisa de cliente; então todo, todo cliente tem uma dor, uma necessidade, uma carência …” — Ladmir Carvalho, presidente da Alterdata Software

 

 

Para que o empreendedorismo transforme-se em uma alternativa sustentável é importante que se faça um planejamento que leve em consideração a sua personalidade, a identificação do cliente que você pretende atingir e o estabelecimento de metas, entre outras tarefas. Ao não respeitar alguns desses passos, o risco é que o negócio aberto diante de enorme expectativa e muitas vezes como única alternativa para o profissional se manter no mercado de trabalho tenha o mesmo fim que cerca de 341 mil empresas brasileiras — esse é o número aproximado de empresas que fecharam nos últimos três anos, segundo levantamento do IBGE.

 

 

O Mundo Corporativo entrevistou Ladmir Carvalho, presidente da Alteradata Software, que tem se dedicado a incentivar a abertura de novos negócios, compartilhando o conhecimento adquirido ao longo de sua carreira como empresário e baseado na metodologia Empretec, da ONU, que busca capacitar as pessoas a desenvolver um comportamento empreendedor.

 

 

Em conversa com o jornalistas Mílton Jung, Carvalho fez sugestões aos pequenos empreendedores:

 

 

“O empreendedor pequeno é aquela pessoa que tem de entender um pouco de cada coisa; é completamente diferente do executivo de uma grande empresa, que está muito focado naquilo que ele está fazendo: marketing, finanças … O empreendedor pequeno tem de entender um pouco de cada coisa e aí torna-se a coisa mais complexa”.

 

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas da manhã, no site da CBN, na página da emissora no Facebook e no perfil @CBNOficial do Instagram. O programa vai ao ar aos sábados, no Jornal da CBN, e aos domingos, às 10h30 da noite, em horário alternativo.

Mundo Corporativo: assistência técnica é essencial no agronegócio, diz o consultor João Hilário Jr.

 

 

“O produtor rural não é um consumidor nem uma indústria. Ele tem o modo dele atuar e representa um grande setor da economia brasileira e mundial”

 

Diante disso, o consultor João Hilário da Silva Júnior, da JHB2F, tem se dedicado a desenvolver ações e gerar oportunidades a empresas e indústrias com potencial para atuarem com o agronegócio brasileiro. Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN, Hilário explica as diferenças e semelhanças nas estratégias do B2C, B2B e B2F — ou seja, da indústria que se relaciona diretamente com o consumidor final, com outras indústrias ou com o fazendeiro. Uma das demandas identificadas no trabalho que realiza é de que os produtores rurais necessitam do trabalho de assistência técnica —- um dos pontos em que os prestadores de serviço são mais carentes.

 

O Mundo Corporativo é apresentado, ao vivo, às quartas-feiras, às 11 horas da manhã, no site e na página da CBN no Facebook. O programa é reproduzido aos sábados no Jornal da CBN e aos domingos, às 22h30, em horário alternativo. Colaboram com o Mundo Corporativo Juliana Causin, Rafael Furugem e Débora Gonçalves.

Com tudo, é melhor apostar no Facebook

 


Por Carlos Magno Gibrail

 

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Mark Zuckerberg, presidente e principal acionista do Facebook, empresa que congrega o maior grupo mundial de mídia social, composto do Facebook Messenger, do Whatsapp e do Instagram, teve que se apresentar no dia 10 aos comitês de Comércio e Judiciário, do Senado e no dia 11 ao Comitê de Energia e Comércio da Câmara dos Representantes, nos Estados Unidos.

 

A acusação central era a influência exercida na votação do Brexit e na eleição de Trump, através da utilização ilegal de dados retirados do Facebook.

 

Concluiu-se que o caso da Cambridge Analytica não foi o único, ao mesmo tempo em que Mark não demonstrou abertura para a regulação. De outro lado se comprometeu a barrar as notícias falsas, embora duvide do sucesso no caso da influência estrangeira.

 

Hoje, na Folha, Helio Schwartsman lembra o aparecimento do “deep fake” graças ao avanço da tecnologia, ao possibilitar reproduções tão perfeitas que irão quase impedir aos técnicos de distinguir o falso do verdadeiro. Ao mesmo tempo ressalta que a linguagem que foi criada para facilitar o entendimento sempre teve que se precaver do falso.

 

Provavelmente o extremo a que se chegou ao aperfeiçoamento para extrair informações e deduções, junto com a falsificação esmerada, equipara-se à grandiosidade do universo alcançado pelas mídias sociais. Em particular ao Facebook, com dois bilhões de usuários no mundo. No Brasil, 80 milhões, correspondente a 40% do total da população, acessam diariamente a rede. Mensalmente, 55% ou 110 milhões de pessoas participam da rede social, das quais 90% usam celulares.

 

A relevância é que essa disponibilidade de plataforma e de acessos tem chamado a atenção de empresas que estão usando o Facebook através de suas fanpages e alternativas comerciais de divulgação.

 

Desde pessoas se conectando e vendendo serviços e produtos entre si até a divulgação paga a partir de R$ 1,00. Antecipando um futuro próximo da criação de um Market Place como já está sendo feito nos Estados Unidos, Inglaterra, Austrália e Nova Zelândia.

 

Entre acreditar na obsolescência e descrença do Facebook, é melhor apostar no potencial de oportunidades que ora se oferece.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung