Sua Marca: Qual é o sonho que move você? Qual o sonho que move a sua carreira?

 

“A iniciativa é alimentada pelo sonho, mas é preciso ter “acabativa”, ou seja, fazer com aquele sonho se materialize” Jaime Troiano

As empresas e as marcas precisam ter no seu comando pessoas que sonham alto, capazes de inspirar seus colaboradores e conquistar seu público. Porém, é necessário que a equipe de trabalho seja formada por profissionais com capacidade de execução. Jaime Troiano e Cecília Russo falaram desse tema com Mílton Jung, no quadro Sua Marca Vai Ser Um Sucesso.

 

É preciso muito cuidado para que a ideia do sonhador —- o responsável pela prosperidade de muitas empresas e negócios —- não seja traduzida como a daquele empresário que “vive nas nuvens”, que não tem um projeto ou um plano de ação.

 

Um bom exemplo de um sonhador que sabia executar era Steve Jobs à frente da Apple. Mas há casos bem mais próximos de nós.

 

Cecília Russo lembrou de uma marca que atua no varejo de vestuário, a Caedu, destinada ao público da classe C, que tem no comando a empresária Leninha da Palma:

“A magia da marca que ela carrega é alimentada pelo sonho que mais pessoas podem ter acesso a ter roupa e de qualidade”.

Como sonhar é preciso, pense agora: qual é o seu sonho? O que move você na sua carreira? Ou na sua empresa?

 

O Sua Marca Vai Ser Um Sucesso vai ao ar, aos sábados, às 7h55 da manhã, no Jornal da CBN.

Mundo Corporativo: jeitinho brasileiro prejudica planejamento e performance, diz George Eich

 

 

“Eu digo que o jeitinho brasileiro é o nosso principal concorrente porque ele é que faz com que você não pense aonde você quer chegar e nem como vai chegar lá; você simplesmente sai correndo, sai caminhando, numa direção qualquer”. A constatação é de George Eich, sócio da CoBlue, que tem se dedicado a implantar a cultura do planejamento em empresas brasileiras desde que trouxe para o país metodologia que já havia sido implantada em organizações do setor de tecnologia como o Google e o Twitter. Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo da rádio CBN, Eich explicou como funciona o OKR – Objectives and Key Results, que tem como meta melhorar o desempenho de projetos e empresas.

 

O Mundo Corporativo é apresentado às quartas-feiras, 11 horas, no site e na página da CBN no Facebook. O programa vai ao ar, aos sábado, no Jornal da CBN, ou domingo, às 11 da noite, em horário alternativo. Colaboraram com o Mundo Corporativo Juliana Causin, Débora Gonçalves e Rafael Furugen.

Mundo Corporativo – Nova Geração: “crie intimidade com o seu futuro”, diz Beia Carvalho

 

 

“Se todo dia você esta pensando só no seu dia, todo dia você é atropelada pelo seu futuro”, diz Beia Carvalho em alerta aos profissionais e empresas que esquecem de planejar seus próximos anos de vida. Ela apresenta-se como “futurista”, criou empresa com o simbólico nome Five Years From Now e defende a ideia que devemos criar intimidade com aquilo que pode surgir na nossa carreira.

 

Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, em edição especial do programa Mundo Corporativo dedicado às novas gerações, na rádio CBN, Carvalho fala de tendências no mercado de trabalho e convida as empresas a mudarem sua forma de pensar em relação aos jovens: “você não tem de fazer as coisas para a nova geração, você tem de fazer com a nova geração: quando você faz ‘junto com’ você traz todos os insights de quem nasceu em uma nova era com toda a experiência da velha era”.

 

O Mundo Corporativo é apresentado ao vivo, quartas-feiras, 11 horas da manhã, pelo site e pela página da CBN no Facebook. O programa vai ao ar aos sábados, no Jornal da CBN, e aos domingos, 11 horas, em horário alternativo. Colaboram com o Mundo Corporativo: Juliana Causin, Rafael Furugen e Débora Gonçalves.

Mundo Corporativo: Nathana Lacerda diz o que é preciso para você ser um profissional reconhecido e respeitado

 

 

“O primeiro passo para você construir sua autoridade é você ter um posicionamento muito bem definido: saiba o que você quer, saiba pelo que você quer ser reconhecido e saia do meio da multidão”. A sugestão é da jornalista Nathana Lacerda que foi entrevistada por Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo da CBN. Para Lacerda, os profissionais devem planejar sua carreira desde jovem tendo como objetivo serem reconhecidos e respeitados no mercado em que atuam. Na entrevista, a coach de imagem e reputação fala de técnicas que devem ser aplicadas para que você se transforme em uma referência na profissão.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar, às quartas-feiras, 11 horas, e pode ser assistido, ao vivo, no site e na página da CBN no Facebook. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN, ou no domingo, às 11 da noite, em horário alternativo. Colaboraram com este Mundo Corporativo Juliana Causin, Rafael Furugen e Débora Gonçalves.

Empreendedorismo: não evite notícia ruim, use-a a seu favor

 

 

Na rádio ou no jornal; na TV ou na internet. As notícias ruins estão por aí. Muitas vezes, nos assustam. Tem gente que se esconde delas. Outros, apagam o rádio, não leem e não veem, temendo ser contaminados pelo pessimismo.

 

Uma das questões apresentadas durante o Papo de Professor, promovido pelo Sebrae Pronatec, foi como os empreendedores deveriam se proteger das notícias ruins. Minha ideia é muito clara: informação é essencial para planejarmos e nos preparamos. Portanto, não evite as notícias ruins, use-as para estar pronto para encarar o próximo desafio.

 

Assista a outros vídeos com perguntas e respostas sobre empreendedorismo.

Anote aí: registrar metas, ideias e ações ajuda a organizar o pensamento e alcançar resultados

 

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Minha mesa de trabalho no estúdio da CBN

 

Texto escrito originalmente na minha conta no Medium com colaboração dos ouvintes da CBN

 

O hábito é antigo, vem do tempo da escola. Para prestar atenção no que o professor ensinava, a caneta na mão era essencial. Anotava algumas palavras, também citações. Preenchia meu caderno de expressões e frases soltas, que costumavam não fazer sentido ao fim da aula e nunca mais seriam consultadas por mim. Porém, ao grafá-las no papel marcava na mente, memorizava.

 

Hoje, nas entrevistas que faço no rádio, sigo anotando. Às vezes é algo que o entrevistado responde, outras, o que pretendo perguntar a seguir. Risco o papel também quando estou pensando no que dizer assim que a reportagem se encerrar ou o microfone for aberto. Ao fim de três horas e meia de programa, tenho rascunhos espalhados pela mesa do estúdio. Pra não pensar que gasto papel à toa, costumo usar o verso das laudas e sobras da impressora.

 

Esses rabiscos todos me ajudam a enxergar melhor a informação e organizar o pensamento.

 

Trato aqui desse assunto, provocado pela participação de ouvintes após meu bate-papo na terça-feira com Bel Pesce, empreendedora que apresenta o quadro Caderninho da Bel, duas vezes por semana, às 6h45, no Jornal da CBN. Ela listou sete pontos para justificar o uso do seu caderninho. Sim, ela usa mesmo um caderninho, não é apenas o nome do programa (ou do livro que deu origem ao programa).

 

No topo da lista está o fato de que, ao escrever, nos permitimos pensar além de “o que fazemos”; pensamos nas ações e consequências, ou seja, em o “como” e o “por que fazemos”. E responder, principalmente, “por que fazemos” é o que diferenciou os grandes líderes e as empresas revolucionárias dos demais, conforme aprendemos com Simon Sinek, autor de Start With Why: How Great Leaders Inspire Everyone to Take Action, que cito em meu livro “Comunicar para liderar”.
Para conhecer a lista completa da Bel Pesce, veja o comentário dela no site da rádio CBN:

 

 

Nestes últimos anos, tenho me surpreendido ao entrevistar diferentes autores sobre as vantagens que temos ao registrarmos nossas ações e suas consequências. A maioria deles, usando diferentes estratégias, defende que devemos realizar esse exercício com o objetivo de organizarmos nossa mente na busca de maior eficiência nos projetos que desenvolvemos.

 

Após o comentário da Bel ir ao ar na CBN, muitos ouvintes compartilharam por e-mail experiências no registros de seus atos. A maioria prefere usar as ferramentas digitais que estão à disposição. Everton Tobar escreveu que costuma fazer suas anotações no Word, programa de texto da Microsoft: “isso facilita a pesquisa e concentra os dados (não preciso ter vários cadernos nem saber onde está o que procuro).

 

O Emerson W. Dias me apresentou o Keep, do Google, programa que foi lançado em 2013: “vou anotando tarefas, metas, ideias, reflexões, lembretes .. e programo a data que quero ser lembrado disso, pode ser amanhã ou daqui a dois anos”. É um concorrente direto do nosso velho conhecido Evernote, no qual podemos fazer anotações e incluir fotos, áudio e link. Há poucas semanas ganhou novas opções. Lembretes, compartilhamentos e listas são acessíveis através do menu de navegação do aplicativo, em seu celular.

 

Da colaboração dos ouvintes, destaco ainda a ideia defendida por Pedro Luiz: “quando pensamos em algo, isso geralmente fica na esfera do mental e do emocional; quando anotamos, distribuímos o pensamento nos três centros de força do ser humano: cabeça, coração e mão (ou ação)”. Pelo que entendi, para ele, ao registramos uma meta ou uma tarefa, a tendência é que se saia do campo das intenções para o das ações.

 

Encerro, fazendo outro registro de ouvinte: Eduardo Barbosa enviou-me sua própria lista de razões para anotar experiências e reflexões sobre a vida. Reproduzo algumas abaixo:

 

1. Ajuda a organizar os pensamentos na mente, proporcionando ampliação do espaço e tempo mental

 

2. Os registros escritos ajudam no planejamento do que queremos fazer

 

3. Quem escreve pensa melhor; e quem pensa melhor se expressa melhor

 

4. Leva ao cultivo da síntese

 

5. Permite unir o presente ao passado e ao futuro, ou seja, traz a consciência da própria vida

E as ciclovias!?

 

Por Julio Tannus

 

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Trabalhei desde 1975 com o sistema de transportes na cidade de São Paulo: SISTRAN – Sistema de Transportes para a cidade de SP, no governo Olavo Setúbal na Prefeitura e Paulo Egídio Martins no Estado. Participei de projetos no Metrô e coordenei projeto para um novo sistema de trólebus. No governo Franco Montoro (governador) e Mário Covas (prefeito) atuei no projeto Participação e Descentralização.

 

Tudo engavetado!

 

Mudam-se os personagens e a peça é outra! O que é preciso mudar é essa estrutura política infame!

 

Lutei ferozmente, enquanto presidente e fundador da Sociedade Amigos da Região da Praça-do-Pôr-do-Sol para um novo Plano Diretor para a cidade de São Paulo, no governo Marta Suplicy: só faltou sair tiros, não fosse a intervenção da polícia, pois em uma das reuniões descobriu-se que o lobby imobiliário havia “comprado” alguns participantes para que votassem a favor de seus interesses.

 

Falando das ciclovias: essa medida é totalmente irresponsável, pois não há nenhum controle sobre as bicicletas, não se tem qualquer registro de quem é o proprietário, de quem está dirigindo, e assim por diante. Afora a questão da (in)segurança: se somos assaltados dentro de nossos carros, o que dirá em cima de uma bicicleta!

 

E há quem a defenda, citando como referêcia algumas cidades europeias. Amsterdã, por exemplo, é uma cidade totalmente plana, com uma população incomparavelmente menor e socialmente diferente da nossa.

 

E as ciclovias foram construídas nesse período totalmente atípico de falta de chuva.

 

Como diz o sociólogo Zygmunt Bauman sobre os dias atuais, quando, na visão dele, a experiência e a maturidade não têm mais vez: “aprender com a experiência a fim de se basear em estratégias e movimentos táticos empregados com sucesso no passado não funciona mais”.

 


Julio Tannus é Consultor em Estudos e Pesquisa Aplicada e co-autor do livro “Teoria e Prática da Pesquisa Aplicada” (Editora Elsevier)

Mundo Corporativo: prepare-se para as mudanças organizacionais

 

 

“Hoje, nós temos algumas novidades com a implantação da sustentabilidade, da diversidade da força de trabalho, uma exigência maior em relação a criatividade, novas formatações de trabalho, principalmente em decorrência do teletrabalho. É uma variedade de fatores que vai desencadear a necessidade de mudanças dentro das organizações”. A afirmação é da consultora Márcia Regina Banov em entrevista ao programa Mundo Corporativo da rádio CBN. Autora do livro “Mudanças Organizacionais – um perfil da empresa e do colaborador”, Banov fala da necessidade de se desenvolver planejamento estratégico para que organizações e seus funcionários estejam preparados para essas mudanças.

 

Você pode participar do Mundo Corporativo, assistindo ao vivo, quartas-feiras, 11 horas, no site da rádio CBN, e enviando perguntas para mundocorporativo@cbn.com.br ou pelo Twitter @jornaldacbn. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.

Mundo Corporativo: fieldmarketing pode melhorar desempenho de vendas

 

 

Melhorar as vendas, garantir os resultados planejados e reduzir os custos de operação. Esses são os objetivos das empresas que investem em fieldmarketing, uma série de práticas que colaboram na execução de estratégias no varejo. Sobre este assunto, o programa Mundo Corporativo, da rádio CBN, entrevistou o CEO da Smollan, Jefferson Cheregatti, empresa que desenvolve programas de fieldmarketing desde 1930. Ele explica que esses projetos tendem a trazer resultados positivos a medida que se trabalha com toda a capacidade de gestão e controle de pessoal, com processos de recursos humanos muito bem definidos, além de tecnologia avançada, monitoramento de informação e discussão sobre o que se precisa fazer no ponto de vendas. “Tudo isso aliado a uma forte paixão pela execução”, conclui.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, e pode ser assistido no site CBN.com.br. Os ouvintes-internautas participam com perguntas enviadas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.

Beleza é fundamental; planejar, também

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

 

A saga da beleza carioca deve ter colaborado para que o Rio não tenha feito uma JMJ bem organizada. A concepção de que o belo seja suficiente para seduzir e atrair não é de agora. Há dez anos, César Maia ao receber a escolha pelo COB para se candidatar às Olimpíadas provocou São Paulo usando a frase de Vinicius: “Beleza é fundamental”. Eduardo Paes pelo que observamos continuou nesta linha, tentando abocanhar todo e qualquer evento para a cidade em virtude da sua beleza.

 

A JMJ que se encerrou domingo, como todos perceberam, aflorou a questão, pois o Rio não foi aprovado como anfitrião eficiente. Ora pela incapacidade natural de receber tantas pessoas, ora pela incompetência operacional, fatos que não passariam por um planejamento de categoria. A tal ponto que até os locais mais expressivos da paisagem carioca deixaram de render o crédito merecido em função do congestionamento. O que prova que beleza é apenas fundamental, mas não é suficiente.

 

César Maia certamente não se atentou ao poema completo de Vinicius. Em “Receita de Mulher” Vinicius de Moraes criou uma das frases mais conhecidas de sua obra e, por isso a expressão que inicia seu poema se sobrepôs a todo o conteúdo. “As feias que me perdoem, mas beleza é fundamental”, ficou como se fosse a Receita de Mulher de Vinicius de Moraes. Aos mais atentos basta ler outro trecho para entender que beleza não é o único caminho:

Que é preciso que a mulher que ali está como a corola ante o pássaro 

Seja bela ou tenha pelo menos um rosto que lembre um templo
Seja leve como um resto de nuvem: mas que seja uma nuvem 

Com olhos e nádegas. Nádegas é importantíssimo. Olhos, então.

 
O próprio Vinicius exemplificou, pois suas mulheres, como bem lembrou recentemente Ruy Castro em sua coluna na Folha, não eram fundamentalmente belas. O sábio poeta deve ter seguido o popular: “Boniteza não põe mesa”.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Milton Jung, às quartas-feiras.