Mundo Corporativo: Percival Jatobá fala como a inovação tem tornado mais seguros os pagamentos eletrônicos

 

 

 

 

“O banco recebe uma informação dizendo que você está na latitude A e na longitude B, e o comércio se encontra em um outro local, absolutamente diferente, ele vai ter muito mais propriedade para tomar decisão … a indústria vem trabalhando muito fortemente no campo de garantir que os dados sejam corretamente carregados e que a transação ocorra da forma mais segura possível”. Desta maneira, Percival Jatobá, vice presidente de produtos da Visa do Brasil, explica como as empresas do setor de pagamento eletrônico têm atuado diante do desafio da segurança e da privacidade dos dados do cliente. Ele foi entrevistado pelo jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da radio CBN.

 

Uma das inovações que vem sendo estudadas pela empresa é a utilização dos carros conectados que podem ser usados para tornar mais simples e produtiva a relação de compra dos consumidores. Hoje já se tem tecnologia que permite que o motorista faça a encomenda de uma refeição, e, ao chegar ao ponto de venda, encontre o produto à sua espera e com o pagamento realizado, apenas pelo comando de voz. A Visa mantém, em São Paulo, um centro de inovação para promover a interação entre novos empreendedores e incentivar a busca de soluções tecnológicas.

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas da manhã, no site ou na página da CBN no Facebook. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN, e aos domingos, às 11 da noite, em horário alternativo. Colaboraram com o Mundo Corporativo Juliana Causin, Luiza Silvestrini e Debora Gonçalves.

São Paulo tem 50 mil microcâmeras de olho em você

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Os telejornais estão tomados de imagens captadas por câmeras de segurança. Não escapa uma edição sem que flagrantes de ataques a caixa eletrônico, agressão contra pessoas, acidentes de carros ou assaltos a residências surjam na tela. Hoje, são mais eficientes do que os antigos cinegrafistas amadores que faturavam um bom dinheiro vendendo cenas exclusivas às emissoras.

Dia desses, uma televisão de São Paulo pagou R$ 1 mil por imagens exclusivas com a ação de bandidos que invadiram a loja de conveniência em um posto de combustível e explodiram o caixa eletrônico. São tantos os detalhes revelados que a impressão que temos é que as câmeras estavam lá apenas para registrar o cotidiano dos ladrões e torná-lo em espetáculo.

Parece impossível passearmos na cidade sem que um desses olhos eletrônicos estejam nos perseguindo na porta de casa, na saída do prédio, diante da agência bancária, dentro da academia de ginástica, no pátio da escola ou quando cruzamos a esquina.

Leia o texto completo no Blog Adote São Paulo, da revista Épocas São Paulo